Curiosamente deparei-me novamente com um canino aquático:
Este não tem patas, deve ser o Peixe-Cão, ainda não evoluiu para Terra.
O outro era o Cão-Peixe, um animal mais evoluido, anfibio, com capacidades de se deslocar tão bem na água como no meio terrestre! O amigo fiel dos darwinistas! Capaz de realizar os seus sonhos e fantasias! ;)
O Conselho de Educação do Estado do Texas Votou para Exigir que os Alunos Analisem e Avaliem a Evolução
AUSTIN, TX — O Conselho de Educação do Estado do Texas votou hoje (22/01) para exigir que os alunos analisem e avaliem a ascendência comum e a selecção natural, ambos elementos chave da teoria moderna da evolução. O surpreendente voto veio depois do Conselho não ter conseguído restabelecer no texto dos normas gerais de ciência, exigências explicitas para a cobertura dos "pontos fortes e pontos fracos” das teorias científicas.
“Hoje o Conselho de Educação do Estado do Texas deu um passo para trás e dois para a frente", disse o Dr. John West do Discovery Institute. “Embora desejássemos que eles tivessem restabelecido no texto os pontos fortes e pontos fracos nas normas gerais, hoje eles fizeram algo verdadeiramente notável. Eles votaram para ser exigido que os alunos analisem e avaliem alguns dos aspectos mais importantes e controversos da teoria da evolução moderna tais como o registo fóssil, a descendência comum e até a selecção natural". Segundo West, estas mudanças no Texas Essential Knowledge and Skills significa que os professores e os alunos poderão discutir as evidências científicas que apóiam bem como as evidências que não apóias todas as teorias científicas.
“Analisar, avaliar, qualquer escrutínio adicional da evolução só pode ajudar os alunos a aprender mais sobre a teoria”, disse West, que é Director Associado do Center for Science & Culture do Discovery Institute.
Ai Portugal, Portugal, de que é que tu estás à espera:
♪Ai, Portugal, Portugal De que é que tu estás à espera? Tens um pé numa galera E outro no fundo do mar♪ ♪Ai, Portugal, Portugal Enquanto ficares à espera Ninguém te pode ajudar♪
Cornelius G. Hunter, conhecido pelos seus livros "O Deus de Darwin", o "A Prova de Darwin" e o livro "O Ponto Cego da Ciência: A Religião Que Não se Vê no Naturalismo Cientifico", acaba de criar um novo site sobre a Evolução Darwinista. Intitulado As Predições de Darwin, este site é um "documento vivo", em que Hunter pretende actualizar as informações conforme for necessário.
A partir do "Sumário Executivo" Hunter escreve:
Muitas previsões da evolução, foram falseadas, inclusive expectativas fundamentais. Os evolucionistas têm acrescentado explicações à sua teoria para dar conta destas descobertas problemáticas. A desvantagem é que isto complica muito a teoria. É suposto que as Teorias científicas sejam parcimoniosas, explicando futuras descobertas com explicações simples em vez de explicar os últimos achados com explicações complicadas.
Portanto os evolucionistas são confrontados com um dilema precisão-versus-parcimónia. As descobertas científicas tornam a sua teoria original imprecisa. Ou seja, a teoria não se ajusta bem aos dados empíricos. A única maneira de aumentar a precisão da evolução é a teoria complicar tremendamente e sacrificar a parcimónia. Os evolucionistas têm preferido parcimónia mais baixa sobre baixa precisão, mas de qualquer forma a teoria é problemática.
A teoria da evolução tem falhado constantemente e como consequência, tem aumentado em muito complexidade, mais do que a que Darwin jamais imaginou. Portanto a evolução não é uma boa teoria científica e, neste sentido, é comparável ao geocentrismo. Ambas as teorias aumentaram em complexidade em resposta às evidências do mundo natural, acrescentando epiciclo sobre epiciclo.
Em flagrante contraste com estes problemas de evidências, os evolucionistas acreditam que a sua teoria é um facto. A evolução é um facto, dizem eles, como a gravidade é um facto [ver o post "A Gravidade e a Teoria da Evolução"]. Este notável crédito é um indicador de que há mais na evolução do que simplesmente uma teoria científica. À luz das evidências científicas, a alegação de que a evolução é um facto pode parecer ser um absurdo. Mas não é.
Considerar a evolução um facto é uma consequência necessária das suposições metafisicas que os evolucionistas fazem. Hipóteses metafisicas são hipóteses que não derivam de ciência. Elas são feitas independentemente da ciência. Estes pressupostos metafísicos que os evolucionistas fazem seriam difíceis de defender como necessariamente verdadeiros fora de círculos evolutivos, mas dentro de evolução a sua verdade não é controversa. Tudo isto significa que os problemas científicos com a evolução são relegados para perguntas sobre como a evolução ocorreu. A ciência não pode incidir sobre questões de saber se ocorreu ou não a evolução.
Existe uma grande quantidade de material aqui e Hunter tem feito um trabalho magistral de cuidadosa pesquisa e documentação sobre tudo o que ele escreve. O grande número de previsões evolutivas que foram falseadas e as tentativas extenuantes dos Darwinistas para as explicar são apresentadas em informação altamente detalhada.
Apreciem!
(por DonaldM)
Sorry, o site de Hunter está em inglês. Mas já foram abordadas neste blog várias predições falhadas de Darwin, que vale a pena reler:
Já vimos aqui neste blog que o apuramento das raças de cães levou a várias doenças físicas, algumas delas são doenças graves que colocam os animais num sofrimento permanente.
Agora um estudo diz que os cães de raça têm vindo a perder qualidades ao nível da sua inteligência:
Cães com pedigree têm se tornado cada vez mais estúpidos
Cães com pedigree têm se tornado cada vez mais estúpidos ao serem agora criados pela sua aparência, e não pela sua inteligência, de acordo com novas pesquisas.
A agilidade mental e física de muitas raças está sofrendo erosão à medida que os proprietários procuram cada vez mais por animais de estimação dóceis e bonitos para viverem em suas casas.
No século 19 era mais provável que os cães fossem seleccionados pela sua força e habilidades, de forma que fossem capazes de guardar as suas casas e brilharem numa caçada.
Mas uma mudança significativa nas tendências de criação levou a que os descendentes destes cães trabalhadores orgulhosos respondam agora pior a comandos, e não sejam tão alertas ou atentos.
Cientistas na Suécia encontraram fortes indícios de que criar cães pela aparência tem lavado a um declínio na inteligência
O autor do relatório, Kenth Svartberg, um etólogo da Universidade de Estocolmo, disse que as mudanças ocorreram ao longo de apenas algumas gerações.
"Práticas de reprodução modernas estão a afectar o comportamento e as habilidades mentais das raças de pedigree, bem como suas características físicas", disse ele.
Os cães agora são seleccionados para reprodução, porque têm um pelo mais sedoso e não pelo sentido do olfato ou reacções mais rápidas.
A concentração destes aspectos foi ditada pelos requisitos estabelecidos pelos shows de cães, e as necessidades da donos de animais de estimação modernos.
A tendência reflecte-se na popularidade dos chamados "cães de bolso", como chihuahuas e papillons, que parecem ser utilizados como acessórios de moda. Celebridades como a Paris Hilton, Britney Spears e até o actor Mickey Rourke são freqüentemente fotografados carregando essas pequenas criaturas por aí.
O Dr. Svartberg testou em 13.000 cães características tais como a sociabilidade e a curiosidade para classificar 31 raças diferentes.
Ele descobriu que os que são criados pela aparência e, especialmente, para os shows de cães, exibiam níveis reduzidos de todas essas qualidades. Ele também descobriu que aparência atraente estava muitas vezes relacionada com a introversão e uma personalidade aborrecida.
O Dr. Svartberg disse: "Talvez os genes por trás de aparências atraentes possam estar também intimamente ligados aos que causam uma personalidade medrosa."
Os cães de trabalho mais atingidos foram as raças collies, que já foi no passado um cão pastor, e o Rhodesian ridgebacks, que eram utilizados para a caça perigosa.
Pois é! A diferenciação genética do Canis Lupus com o isolamento de características espectaculares (que parecem ter evoluído através de uma evolução TURBO - tanto as caracteristicas desejadas como as indesejadas: "as mudanças ocorreram ao longo de apenas algumas gerações"), tem na realidade acarretado perda de informação genética, e degenerações graves aos novos exemplares caninos! Essa é a realidade que os darwinistas normalmente fingem não ver! Essa é a realidade! E esta é a fantasia:
O grande erro na Origem que os darwinistas não admitem é o gradualismo. Darwin explicou que segundo a sua teoria devíamos observar uma continuidade de espécies vivas, todas elas com apenas ligeiras variações umas das outras. Ele postulou que a razão porque não observamos isso é porque as espécies mais aptas tornam-se dominantes e as variantes quase imperceptíveis extinguem-se, ficando as espécies com características que se enquadram plenamente no seu tipo, o que então torna possível a classificação taxonómica por essas características. Isto está no título completo — “A Preservação das Raças Favorecidas”.
Aquilo deixou Darwin a tentar explicar o registo fóssil que é, indiscutivelmente, um registo de saltos. As espécies no registo fóssil aparecem de forma abrupta com todas as características do seu tipo, persistem imutáveis ao longo de uma média de 10 milhões de anos, e depois desaparecem tão abruptamente como surgiram. Darwin desvalorizou isso dizendo que o registo fóssil era incompleto e que quando fosse mais bem explorado, as pequenas variações imperceptíveis, que ao acumularem-se levavam à emergência de novas espécies, se tornariam visíveis. Cento e cinquenta anos de caça aos fósseis não revelaram o que Darwin pensou que seria revelado. Alguns cientistas ainda afirmam que o registo fóssil está incompleto. O cândido reconhecimento das falhas do registo fóssil feito por Stephen Gould (“o negócio secreto da paleontologia” é que ela falha em apoiar a teoria sobre a qual se assenta) e a elaboração da teoria do equilíbrio pontuado é, talvez, a mais famosa tentativa de salvar o gradualismo.
Nenhum darwinista que eu conheço ou leio dá algum crédito aos saltos. A razão por que não o fazem é porque os saltos implicam "front loading"(espécie de investimento inicial ou custos suportados na fase inicial de um projecto com objectivos pré-determinados). Como poderia uma espécie mudar em apenas algumas gerações para algo taxonomicamente diferente? Se elas foram expressas tão rapidamente, então todas as novas características que distinguem as novas espécies devem ter estado presentes na espécie que lhes antecedia . A mutação ao acaso (MA) e a selecção natural (SN), através de um processo lento de tentativa e erro, levam muito tempo para gerar novas características. Na verdade, esta insuficiência do darwinismo é uma questão central no Design Inteligente. O dilema de Haldane está bem vivo. Somente um agente inteligente tem a capacidade de projectar para o futuro. O agente inteligente é proactivo e essa proactividade é o que o distingue da MA+SN. A MA+SN é reactiva no sentido em que pode “aprender” da experiência do passado, mas não pode projectar para as contingências do futuro que ainda não tenham sido experimentadas no passado.
A minha posição, que não tem mudado desde há vários anos, é a de que a filogénese foi uma sequência projectada. A descendência comum a partir de um ancestral ou de alguns ancestrais há alguns biliões de anos atrás tem evidências esmagadoras em seu favor. Contudo, o gradualismo não tem evidência esmagadora. O gradualismo na evolução sobrevive até hoje porque a única alternativa é o design inteligente. O gradualismo não sobrevive pelo peso da evidência, mas antes pela crença bem defendida do naturalismo filosófico por um número esmagador de praticantes de biologia evolutiva. Como Richard Dawkins escreveu de forma célebre “Embora o ateísmo pudesse ter sido logicamente defensável antes de Darwin, Darwin tornou possível ser um ateu intelectualmente realizado.” Estas pessoas estão se agarrando ao gradualismo como dogma religioso porque dizer que isso está errado é o mesmo que alguém desistir da sua religião.
Tenho impressão que esses especialistas de marketing a par de procurarem o sucesso das vendas dos produtos que anunciam, já vão aproveitando para dar uns recados, lançar umas farpas e deixar umas ironias pouco ortodoxas nos seus clips publicitários...
E a ironia das ironias é que, ao que parece, a ironia sobre fantasias darwinistas vende!
Publicidades à parte, esta deve ser a carrinha ideal para os darwinistas e a sua imaginação fértil.
Cabe o que eles imaginarem!
Cada sonho que eles têm!! Rsrsrs
O Cão de água português que se cuide pois acho que o Barack Obama depois de ver este clip já não vai querer saber mais daquela raça portuguesa. O que ele vai querer mesmo, agora, é um Cão-Peixe! ;)
Isto fez-me lembrar a ironia do anúncio do jogo Spore. Fez-me lembrar da tartaruga sem casco.
E fez-me lembrar também alguns posts:
Foi com surpresa que me deparei com um livro do design inteligente nas estantes de uma livraria.
Finalmente!... E nada mais nada menos do que "A Caixa Negra de Darwin" de Michael Behe, em português de Portugal. Foi na Bertrand que o encontrei. Já pode comprar este livro polémico numa livraria próximo de si.
Após uma rápida pesquisa descobri que para além da Bertrand o livro pode também ser encontrado na Fnac.
E pela internet pode ser encomendado em vários sítios. No site das livrarias já citadas, no site da Bertrand, no site da FNAC , directamente no site da editora do livro, a Ésquilo, ou no site da webboom .
Na livraria (na Bertrand) foi com satisfação que o vi na prateleira dos livros de ciência, por entre outros livros científicos. E nos websites das livrarias constatamos o mesmo: que o livro está classificado na secção "Divulgação Cientifica".
Sinais de mudança? Ventos de mudança ou pelo menos uma boa lufada de ar fresco nas estantes empoeiradas. Que passam agora a contar com algo novo, algo diferente, algo que contrasta com a velha teoria do século XIX.
Eis o que podemos encontrar nos websites:
BERTRAND
classificado em: Livros/Ciências exactas/Divulgação científica/A Caixa Negra de Darwin - O Livro que Arrasa Alicerces do Darwinismo
A Caixa Negra de Darwin - O Livro que Arrasa Alicerces do Darwinismo Autor: Behe, Michael Editora: Ésquilo
Disponibilidade: Em stock - 24h
P.V.P. € 17,55
Sinopse "Quando examinada com as poderosas ferramentas da biologia moderna, mas não com os seus modernos preconceitos, a vida ao nível bioquímico só pode ser vista como produto de um design inteligente. Vinda de um biólogo no activo… esta afirmação é quase herética." The New York Times
Uma nova visão da vida solidamente fundamentada pela ciência. O livro que arrasa com os alicerces do darwinismo!
Preço Fnac: 19,50€ Preço Aderente: 17,55€
"A Caixa Negra de Darwin foi completamente rejeitada pelos círculos científicos oficiais. É difícil encontrar um conselho científico que não tenha convocado com carácter de urgência os seus membros de forma a alertar para a necessidade de combater a perniciosa ideia do design inteligente da vida. (...) [De facto, no] tempo de Darwin, pensava-se que a célula seria tão simples que cientistas de grande craveira como Thomas Huxley e Ernest Haeckel puderam seriamente pensar que ela surgiria espontaneamente a partir da lama, o que seria bastante conveniente para o darwinismo. (...) À medida que a ciência progrediu e se tornou patente a espantosa complexidade da célula, a ideia do design inteligente tornou-se cada vez mais cativante. A conclusão do design inteligente é fortalecida por cada novo exemplo de sistema ou maquinaria molecular complexo e elegante que a ciência descobre nos alicerces da vida.» Michael Behe, In "Posfácio"
"Do pequeno grupo de cientistas que se ocupa do design inteligente, Behe é o mais proeminente e os seus argumentos são de longe os mais conhecidos." H. Allen Orr (The New Yorker)
"Quando examinada com as poderosas ferramentas da biologia moderna, mas não com os seus modernos preconceitos, a vida ao nível bioquímico só pode ser vista como produto de um design inteligente. Vinda de um biólogo no activo… esta afirmação é quase herética." The New York Times
Ano de Edição 2008 Encadernação: Capa mole Idioma: Português Formato: 16 X 23 cm Nº Páginas: 350
Na editora Ésquilo está colocado entre as novidades:
ÉSQUILO
A Caixa Negra de Darwin MICHAEL BEHE
Uma nova visão da vida solidamente fundamentada pela ciência. O livro que arrasa com os alicerces do darwinismo!
"Do pequeno grupo de cientistas que se ocupa do design inteligente, Behe é o mais proeminente e os seus argumentos são de longe os mais conhecidos." H. Allen Orr (The New Yorker)
"Quando examinada com as poderosas ferramentas da biologia moderna, mas não com os seus modernos preconceitos, a vida ao nível bioquímico só pode ser vista como produto de um design inteligente. Vinda de um biólogo no activo… esta afirmação é quase herética." The New York Times
"A Caixa Negra de Darwin foi completamente rejeitada pelos círculos científicos oficiais. É difícil encontrar um conselho científico que não tenha convocado com carácter de urgência os seus membros de forma a alertar para a necessidade de combater a perniciosa ideia do design inteligente da vida. (...) [De facto, no] tempo de Darwin, pensava-se que a célula seria tão simples que cientistas de grande craveira como Thomas Huxley e Ernest Haeckel puderam seriamentepensar que ela surgiria espontaneamente a partir da lama, o que seria bastante conveniente para o darwinismo. (...) À medida que a ciência progrediu e se tornou patente a espantosa complexidade da célula, a ideia do design inteligente tornou-se cada vez mais cativante. A conclusão do design inteligente é fortalecida por cada novo exemplo de sistema ou maquinaria molecular complexo e elegante que a ciência descobre nos alicerces da vida.» Michael Behe, In "Posfácio"
Título: A Caixa Negra de Darwin Autores: Michael Behe Formato: 16X23 Cm Nº de Páginas: 350 Capa mole Preço:19,50 €
no WEBBOOM é engraçado e até irónico pois ao aceder a este site abre-se uma mensagem que diz:
A webboom evoluiu! Tudo à nossa volta muda. Transforma-se. Evolui. A webboom também!
E agora chama-se wook
e após sermos transferidos para http://www.wook.pt/ lá conseguimos encontrar o livro:
A Caixa Negra de Darwin O livro que arrasa alicerces do darwinismo de Michael Behe
Sinopse Este livro é já um clássico que desencadeou uma forte polémica que ultrapassou os foros académicos.Essa polémica centra-se no debate entre os radicais que apoiam o evolucionismo e uma nova vaga da ciência.
e em português do Brasil também no wook.pt:
Caixa Preta de Darwin O Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução
Sinopse A teoria da evolução de Darwin é em geral aceita pelos cientistas. Contudo, desde que Watson e Crick abriram o campo da bioquímica, a ciência vem vivendo um clima de frustração, tentando conciliar as descobertas espantosas deste campo moderno com uma teoria do século XX que não pode explicá-las. Com a publicação de "A caixa preta de Darwin", é tempo de os cientistas se permitirem examinar novas e extraordinárias possibilidades, e de ficarmos de sobreaviso com o que vão descobrir.
"Para aqueles de nós que foram criados a acreditar nos ensinamentos de Thomas Malthus ou Charles Darwin, por exemplo, estas tendências são muito dificeis de absorver."
"A única maneira de preservar a teoria é dizer que certos tipos de seres humanos estão a caminho da extinção."
"E se as soluções fossem evidentes para os académicos... mas não fossem politicamente correctas?"
Mais um documentário politicamente incorrecto e muito interessante:
...um documentário polémico a fazer lembrar o Expelled.
Saturno não só tem uma misteriosa forma hexagonal gravada no seu pólo norte, mas tem também uma estrutura magnética única. Isso é o que sugerem os recentes dados da sonda Cassini da NASA que passou ao largo do pólo norte daquele planeta observando uma aurora ao longo de uma região enorme activa, muito maior e muito mais dinâmica do que aquilo que se esperava. Curiosamente, o anuncio da NASA à imprensa não relacionou a estranha aurora com a forma hexagonal que persiste na atmosfera do astro gigante. Poderá o hexágono ser formado por uma estrutura magnética única de Saturno? Ou podem ambos os fenómenos estar de alguma forma relacionados?
"Nunca tínhamos visto uma aurora como esta em lado nenhum. Não é apenas um anel de auroras como os que se observam em Júpiter ou na Terra. Esta aurora cobre uma área enorme ao longo do pólo. As ideias que temos sobre as causas da formação da aurora de Saturno faziam prever que esta região estivesse vazia, portanto encontrar esta aurora tão brilhante neste local é uma surpresa fantástica. "- Tom Stallard, cientista que trabalha com os dados da Cassini na Universidade de Leicester
Detalhes da Nasa sobre a imagem da aurora (em inglês):
This image of the northern polar region of Saturn shows both the aurora and underlying atmosphere, seen at two different wavelengths of infrared light as captured by NASA’s Cassini spacecraft.
Energetic particles, crashing into the upper atmosphere cause the aurora, shown in blue, to glow brightly at 4 microns (six times the wavelength visible to the human eye). The image shows both a bright ring, as seen from Earth, as well as an example of bright auroral emission within the polar cap that had been undetected until the advent of Cassini. This aurora, which defies past predictions of what was expected, has been observed to grow even brighter than is shown here. Silhouetted by the glow (cast here to the color red) of the hot interior of Saturn (clearly seen at a wavelength of 5 microns, or seven times the wavelength visible to the human eye) are the clouds and haze that underlie this auroral region. For a similar view of the region beneath the aurora see http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA09185 .
This image is a composite captured with Cassini’s visual and infrared mapping spectrometer. The aurora image was taken in the near-infrared on Nov. 10, 2006, from a distance of 1,061,000 kilometers (659,000 miles), with a phase angle of 157 degrees and a sub-spacecraft planetocentric latitude of 52 degrees north. The image of the clouds was obtained by Cassini on June 15, 2008, from a distance of 602,000 kilometers (374,000 miles) and a sub-spacecraft planetocentric latitude of 73 degrees north.
Como "O Mundo da Vida" de Wallace desafiava o Darwinismo
Será publicado brevemente! Alfred Russel Wallace (1823-1913), co-descobridor da selecção natural, só perdeu o titulo de melhor naturalista inglês do século 19 para Charles Darwin. Mas a sua crença no espiritualismo levou-o a ser ridicularizado e desprezado por muitos, tendo ficado com uma imagem comparativamente obscura e incompreendida. Neste volume Wallace é finalmente autorizado a falar em sua própria defesa através da sua grande síntese evolucionaria "O Mundo da Vida" publicado quase um século atrás, em 1910. Mais do que apenas uma reimpressão de um trabalho quase esquecido, Michael A. Flannery coloca Wallace no contexto histórico. Flannery expõe a agora famosa teoria da evolução de Charles Darwin, classificando-a como pouco mais do que uma cobertura naturalista de um materialismo filosófico extremo vendido como uma novidade pelos radicais de Edimburgo. Por outro lado relata de uma forma agradável o que ele chama da evolução inteligente de Wallace, uma alternativa teleológica exaustiva aos processos estocásticos de Darwin. Embora baseadas em formulações muito diferentes da selecção natural, a disputa Wallace/Darwin apresentada por Flannery mostra um choque metafísico de visões do mundo que é extensivo à teoria da evolução moderna - design e propósito versus aleatoriedade e acaso. Este livro será de grande utilidade para investigadores e estudantes que procuram compreender as raízes históricas e filosóficas de uma controvérsia que permanece actual.
Michael A. Flannery é Professor e Director Associado para as Colecções Históricas na Biblioteca de Ciências da Saúde de Lister Hill, Universidade do Alabama, em Birmingham (UAB). Natural de Cincinnati, Ohio, ele tem um mestrado em biblioteca da ciência na Universidade de Kentucky e um mestrado em história da Califórnia State University Dominguez Hills. Flannery publicou muitos trabalhos em história médica e bioética, ganhando o prestigiado Prémio Edward Kremers em 2001 para "distinção da escrita por um americano" atribuido pelo Instituto Americano da História da Farmácia e pelos Prêmios de 2006 para Publicações Arquivistas e Bibliotecários na História das Ciências da Saúde. Além de suas pesquisas e escrita, ele também ensina a história da medicina para a UAB. Este é seu sétimo livro.
Fonte:
Alfred Russel Wallace (1823-1913), co-discoverer of natural selection, was second only to Charles Darwin as the 19th century’s most noted English naturalist. Yet his belief in spiritualism caused him to be ridiculed and dismissed by many, leaving him a comparatively obscure and misunderstood figure. In this volume Wallace is finally allowed to speak in his own defense through his grand evolutionary synthesis The World of Life published nearly a century ago in 1910. More than just a reprinting of a near-forgotten work, Michael A. Flannery places Wallace in historical context. Flannery exposes Charles Darwin’s now-famous theory of evolution as little more than a naturalistic cover for an extreme philosophical materialism borrowed as a youth from Edinburgh radicals. This is juxtaposed by his sympathetic account of what he calls Wallace’s intelligent evolution, a thoroughly teleological alternative to Darwin’s stochastic processes. Though based upon very different formulations of natural selection, the Wallace/Darwin dispute as presented by Flannery shows a metaphysical clash of worldviews coextensive with modern evolutionary theory itself – design and purpose versus randomness and chance. This book will be of value to scholars and students alike seeking to understand the historical and philosophical roots of a controversy that still rages today.
Michael A. Flannery is Professor and Associate Director for Historical Collections at the Lister Hill Library of the Health Sciences, University of Alabama at Birmingham (UAB). A native of Cincinnati, Ohio, he has a master of science in library science degree from the University of Kentucky and a master’s degree in history from California State University at Dominguez Hills. Mr. Flannery has published extensively in medical history and bioethics, winning the prestigious Edward Kremers Award in 2001 for distinguished writing by an American from the American Institute of the History of Pharmacy and the 2006 Publications Award of the Archivists and Librarians in the History of the Health Sciences. In addition to his research and writing, he also teaches the history of medicine for UAB. This is his seventh book.
Estas são as imagens de alta resolução captadas pela Cassini nas missões de 2007 e 2008. Imagens do magnífico e misterioso padrão gravado nas nuvens em torno do pólo norte de Saturno. O hexágono (quase) perfeito é observado desde 1980 quando a sonda Voyager 1 passou pelo planeta, e o mesmo padrão ainda existe hoje, 28 anos depois. Portanto, trata-se de um padrão estável, que permanece inalterado mesmo quando grandes e poderosos ciclones fustigam as fronteiras do hexágono.
Saturno, o planeta do sistema solar mais bizarro e magnifico, fica assim ainda mais misterioso.
Sonda vê misterioso hexágono em Saturno
Um estranho desenho em favo de mel circundando todo o pólo Norte de Saturno capturou o interesse de cientistas da sonda Cassini, da Nasa. O hexágono tem quase 25 mil quilômetros (quase quatro Terras) e foi visto pela primeira vez pelas sondas Voyager 1 e 2, há mais de vinte anos. As novas imagens feitas agora pela Cassini indicam que o misterioso fenômeno é duradouro e mostram ainda um novo hexágono, mais escuro que o primeiro.
"Nunca vimos nada como isso em nenhum planeta", afirmou Kevin Baines, especialista na atmosfera saturnina, da equipe de mapeamento visual e infravermelho da Cassini. "A densa atmosfera de Saturno é dominada por ondas em formas circulares e é o último lugar onde você esperaria encontrar uma figura geométrica de seis lados como essa, mas ali está ela," diz ele.
O hexágono pode ser uma variação de um fenômeno comum na Terra, o vórtice polar, onde ventos sopram de forma circular em torno dos pólos.
Agora, os cientistas aguardam o fim do inverno no pólo Norte do planeta para poder analisar o mistério mais facilmente.
e um artigo mais recente sobre este assunto num blog em inglês:
Saturn’s Hexagonal North Pole: What is Causing It?
The mystery of Saturn’s hexagonal shape embedded in its violent north polar cyclone just became more intriguing.
NASA’s Cassini probe has been orbiting the ringed gas giant for four years and has just returned some of the most detailed images of the planet’s stormy atmosphere to date. The south pole has been mapped and the north polar region has been imaged in near-infrared wavelengths. The north pole is currently facing away from the Sun, so by observing the atmosphere in these wavelengths, Cassini scientists can see Saturn’s cloud formations silhouette against the background glow of the gas giant’s internal heat. This provides the perfect opportunity to see the hexagon in unprecedented detail.
So what is generating this mysterious six-sided shape?
According to today’s NASA press release, the new high-resolution images of Saturn’s polar regions have just rejuvenated the Saturn hexagon mystery:
"The entire north pole of Saturn is now mapped in detail in infrared, with features as small as 120 kilometers (75 miles) visible in the images. Time-lapse movies of the clouds circling the north pole show the whirlpool-like cyclone there is rotating at 530 kilometers per hour (325 miles per hour), more than twice as fast as the highest winds measured in cyclonic features on Earth. This cyclone is surrounded by an odd, honeycombed-shaped hexagon, which itself does not seem to move while the clouds within it whip around at high speeds, also greater than 500 kilometers per hour (300 miles per hour). Oddly, neither the fast-moving clouds inside the hexagon nor this new cyclone seem to disrupt the six-sided hexagon". - NASA Press Release (Oct. 13)
IMAGE: The Saturn hexagon as seen by Voyager 1 in 1980 (NASA)
The shape was originally spotted in 2006 by Cassini as it made a pass over Saturn’s north pole (although preliminary observations were made by Voyager 1 in 1980, but confirmation had to be gained from Cassini). At the time, the sight of such a symmetrical pattern stirred up a lot of interest, but it was generally thought that this feature might have been something transient, perhaps a chance observation of a developing pattern. However, it appeared to be stable, turning with the circulation of Saturn’s atmosphere.
Today, it appears that the shape is far from being a short-lived feature. Since its original discovery in 1980, the hexagon is still there, approximately the same size, with six sides. Now with these higher resolution near-infrared images, we can see far more detail. The beautiful hexagonal shape is highly structured, with concentric circles of clouds inside and outside. Small-scale storm systems rotate with velocities of several hundred km/hr, pushing against the straight sides without interfering with the pattern. It would appear the small-scale systems are what maintains the hexagon.
So what is it? I’ve read a few engrossing accounts that the hexagon may be of extraterrestrial origin (touching on the deranged and convoluted hyperdimensional theory), a signal for the human race to discover when we are capable of observing such a shape. After all, the north pole of Saturn is very hard (nigh-on impossible) to view from Earth as we can only observe Saturn along the plane of the ecliptic, we’d need to send a spaceship over Saturn’s pole to see the symbol. There’s also been the connection between the hexagon and the Lucifer Project. Although these are interesting theories, I suspect a far more mundane explanation (unless we observe a heart-shape in Neptune’s north pole in the distant future, I think we can skip the ET idea).
IMAGE: The north and south poles of Saturn as imaged by Cassini in near-infrared (NASA)
In planetary atmospheres, many waves propagate. On Earth, we have small-scale waves in the form of sound waves, and we have planetary-scale waves such as Rossby waves. Usually, waves travelling through our atmosphere are excited due to some atmospheric disturbance, whether it be a change in temperature, pressure or altitude forcing (i.e. air passing over a mountain, it drops and then oscillates). Looking at the hexagonal shape above Saturn’s north pole, I’d take the guess that it is down to a planetary-wide oscillation. The closest analogue we have on Earth is the Rossby wave that is excited by a combination of the Earth’s rotation (i.e. the Coriolis force) and high-altitude winds. These high altitude winds meander as they travel around both hemispheres, encompassing the poles. This meander is known as a Rossby wave.
Terrestrial Rossby waves are variable depending on the time of the year and has a huge effect on the jet stream, thereby influencing the weather down below. Perhaps Saturn has a similar wave, only on a larger scale. Due to a higher atmospheric density, perhaps Saturn’s planetary-scale waves evolve into a more stable, standing wave form? Perhaps the dynamic atmosphere is shaped by this wave, forcing it into the hexagonal pattern we see from Cassini? In this case, the six-sided shape actually represents six wavelengths. Perhaps there is a natural atmospheric resonance at this planetary latitude?
This is all guesswork, but I think it is a little more likely than an extraterrestrial form of communication, with no hyperdimensional thingies in sight…
A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.
Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Expelled O documentário que mostra a discriminação de que é vitima quem discorda do darwinismo. Veja agora! www.expelledthemovie.com
Duvidar de Darwin Mais de 700 cientistas já declararam publicamente o seu cepticismo em relação ao Darwinismo. E vc? Já assinou a lista ? www.DissentFromDarwin.org
Design Inteligente A Teoria do Design Inteligente é uma nova abordagem para um velho problema: a complexidade da vida.
Defende que a especificidade biológica deixa transparecer um projecto inteligente que não pode ser fruto do acaso. Mais...
ATENÇÃO:
Não é objectivo deste blog servir de fórum de debates entre apologistas do Design Inteligente e Darwinistas. Existem vários fóruns na internet para esse efeito, aonde os Darwinistas Fundamentalistas poderão continuar a atacar, em massa, como tem sido habitual, todos os que não partilham da sua fé evolucionista.