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Darwinismo

terça-feira, 31 de março de 2009

DE ONDE VIEMOS?

Vejam este video:


Tradução do vídeo:

Em 1859 a visão do mundo de um homem mudou tudo.

"O universo que observamos tem precisamente as propriedades que deveríamos esperar. Não há na base nenhum design, nenhum propósito, nada mais do que uma indiferença impiedosa e cega." - Charles Darwin

NA RUA:

  • Não sei!... Estou bastante satisfeita com a explicação da evolução.

  • Sim, realmente acredito que somos descendentes de animais.

  • A evolução é óbvia.

  • O homem não foi criado à imagem de Deus. Deus foi criado à imagem do homem, para que pudéssemos abordar esses assunto de que éramos ignorantes.

  • posso pensar que a grande piada de tudo isto é que antes de haver pés haviam barbatanas, antes de haver pulmões havia guelras. Sabe, faz tudo parte desse processo que nos trouxe ao que somos hoje.

NÃO HÁ DESIGN?

NÃO HÁ PROPÓSITO?

INDIFERENÇA CEGA?

DE ONDE É QUE VIEMOS?

Phillip Johnson (Autor de Ciência):
Ás vezes pergunto-me porque ninguém fala sobre mais nada. Porque este é o assunto mais interessante que existe.
De onde viemos? Como aqui chegamos? O que nos trouxe à existência? Qual é a nossa relação com a realidade como um todo?


Paul Nelson (Filósofo de biologia):
Se olharmos para a enorme diversidade e complexidade da vida, inevitavelmente uma questão se levanta: O que trouxe tudo isto à existência? Foram apenas as forças não direccionadas do acaso e da necessidade? Ou há mais alguma coisa em jogo? Há um propósito? Um plano? Um design? Um projecto com uma causa inteligente?

AONDE É QUE AS EVIDÊNCIAS LEVAM?

Michael Behe (Microbiólogo):
É realmente interessante notar que quanto mais sabemos sobre a vida, quanto mais sabemos sobre a biologia, mais problemas o darwinismo tem que explicar, mais o design se torna aparente.

Dean Kenyon (Bioquimico):
Não temos a mínima hipótese de termos uma origem química evolucionaria, ou mesmo da origem da célula mais simples.

Stephen Meyer (Filósofo de Ciência):
A descoberta das propriedades de armazenamento da informação do DNA e do RNA é um desafio fundamental para todas as teorias materialistas sobre a origem da vida.
O Neo-darwinismo e as suas teorias associadas para a sua evolução química, não vão conseguir sobreviver à biologia da informação, que é a biologia do século XXI.


Jonathan Wells (Biólogo Molecular):
Quando olho para a biologia de uma forma objectiva, sem excluir a possibilidade de design, o design simplesmente se destaca como a explicação mais provável. E é por isso que acredito que é verdade.

Scott Minnich (Biólogo Molecular):
Não podemos explicar estes sistemas pela Lei Natural. E se procurarmos a verdade, e se foram de facto projectados (e temos que ser engenheiros projectistas para os entender) então eu digo, qual é o problema? Sabe, vamos aonde as evidências nos levarem. Sim, isto tem implicações metafísicas profundas, mas se tiver que ser assim, que seja.


Por vários séculos têm-nos dito que o universo não tem consciência da nossa existência. Que existimos numa pequena partícula de poeira num universo enorme. E que o universo não foi projectado para seres como nós.

Jay Richards (Filósofo):
A evidência sugere algo completamente diferente. Sugere que o universo teve um propósito.

Robin Collins (Filósofo de Ciência):
As leis da física equilibram-se de forma a permitir que a vida ocorra. O que temos é um universo, que não só é friamente afinado para que a vida possa ocorrer, mas também tem uma estrutura matemática bela, e uma estrutura tal que nos permite que descubramos essa estrutura.

Guillermo Gonzalez (Astrónomo):
Há qualquer coisa no universo que não pode ser simplesmente explicado pelas forças impessoais da natureza e de átomos que colidem com átomos. E por isso somos levados a procurar algo para além do universo para tentar explicá-lo.

Jay Richards (Filósofo):
Os fundadores da ciência moderna tais como Copérnico, Kepler, Galileu e o próprio Newton acreditavam que o universo era produto de uma mente, que o universo era inteligível para seres como nós porque o próprio universo era o produto de um ser inteligente.

Lee Strobel (Jornalista):
Eu fui treinado no jornalismo e na lei para responder pela verdade. Tive que dar um passo de fé na mesma direcção em que a evidência está a fluir. Não é preciso cometermos suicídio intelectual para chegar à conclusão de que há um designer inteligente, porque hoje a ciência está a apontar de uma forma mais directa e mais poderosa para um criador do que em qualquer outra altura da história do mundo.



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segunda-feira, 30 de março de 2009

Animações de Biologia Celular e Molecular

Colecção de Animações Virtuais da Célula

Os educadores debatem-se muitas vezes com limitações no ensino de processos celulares e moleculares, porque normalmente eles têm apenas ferramentas de duas dimensões para ensinar algo que acontece na realidade em quatro dimensões. Investigações da aprendizagem tem demonstrado que a visualização de processos em três dimensões auxilia na aprendizagem, e que as animações são ferramentas de visualização eficazes para novos alunos e ajuda na retenção, na memória de longo prazo. A World Wide Web Instructional Comité na North Dakota State University tem utilizado estes resultados da investigação como uma inspiração para desenvolver um conjunto de animações de alta qualidade dos processos moleculares e celulares.
Actualmente, essas animações representam a transcrição, a tradução, a expressão genética bacteriana, o processamento do RNA mensageiro (RNAm), a divisão do mRNA, transporte de proteína numa organela, cadeia de transportes de electrões, bem como a utilização de um gradiente biológico para sintetizar a adenosina trifosfato. Estas animações são integradas com um módulo de ensino que consiste nos componentes Primeiro Olhar e Olhar Avançado que caracterizam imagens capturadas da animação representando as principais etapas dos processos em diferentes níveis de complexidade.

Uma experiência de investigação levada a cabo no interior da sala de aula demonstrou que a retenção dos conteúdos por parte dos alunos era significativamente melhor quando os estudantes recebiam as animações na aula, e em seguida, as animações eram utilizadas como uma actividade de estudo individual.

FONTE: http://www.lifescied.org/cgi/reprint/4/2/169

PROCESSOS CELULARES:
ATP Sintase
Os gradientes fornecem a energia para muitos ciclos biológicos importantes. A ATP sintase utiliza um gradiente de um ião de hidrogénio para ajudar a produzir uma fonte de energia fundamental para os organismos biológicos - ATP.

Cadeia de Transportes de Electrões
A respiração celular e as etapas da cadeia de transporte de electrões (ETC), permitem que as células animais e vegetais produzam energia utilizável. Esta secção fornece imagens com legendas e uma animação que cobrem as etapas fundamentais na ETC.

Distribuição de proteínas
O aparelho de Golgi está envolvido no tráfego e triagem de proteínas produzidas dentro de uma célula. As proteínas traduzidas no retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o Golgi. De lá, elas são modificadas e embaladas em vesículas para distribuição. Esta secção dá uma visão geral dos mecanismos envolvidos neste processo.

Modificação de proteínas
O aparelho Golgi é uma organela celular responsável pela modificação e transporte de proteínas para outras organelas como a lisossomo, a organela da digestão da célula. As proteínas traduzidas no retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o Golgi. De lá, elas são modificados e embaladas em vesículas para distribuição. Esta secção incide sobre a forma como as modificações feitas no Golgi ajudam a orientar este processo.

A secreção constitutiva (Golgi)
As proteínas podem ser segregadas, ou transferidas para fora da célula, através de várias vias. A secreção constitutiva é um desses processos. Na secreção constitutiva as proteínas são segregadas de uma célula continuamente, independentemente de factores externos ou sinais. Este percurso também é utilizado por todas as células eucarióticas para manter as células da membrana plasmática.

A secreção regulada (Golgi)
As proteínas podem ser segregadas, ou transferidas para fora da célula, através de várias vias. A secreção regulada é um desses processos. Na secreção regulada as proteínas são segregadas de uma célula em grandes quantidades quando um sinal especifico é detectado pela célula. O exemplo utilizado nesta animação é a libertação de insulina após um sinal de glicose entra numa célula beta pancreática.

Transporte de proteínas para a mitocôndria
O transporte de proteínas ocorre em vários locais numa célula. Esta animação segue os passos necessários para o transporte de uma proteína para a mitocôndria.

Fotossíntese
A fotossíntese é o meio pelo qual as plantas fazem uso da clorofila e da luz para produzir energia. Esta secção dá uma panorâmica das etapas fundamentais do da cadeia de transporte fotossintética de electrões.

Fotossistema II
A fotossíntese é o meio pelo qual as plantas fazem uso da clorofila e da luz para produzir energia. Esta secção dá uma panorâmica dos mecanismos que ocorrem no fotossistema II - um complexo fundamental na cadeia fotosintética de transporte de eletrões e o único que pode produzir oxigénio a partir da água e da luz.



PROCESSOS MOLECULARES:
A transcrição
A transcrição é um processo biológico vital nas formas de vida. É através deste processo que o roteiro biológico codificado numa banda de DNA é utilizado para produzir uma cópia de RNA complementar. O RNA pode então continuar para ajudar a produzir as proteínas e enzimas que alimentam os organismos vivos.

Processamento do mRNA
Depois de ser transcrito, o pré-mRNA tem que ser processado. Durante o processamento algumas funcionalidades são adicionadas ao mRNA original. Esta secção fornece uma animação e um conjunto de imagens que abrangem as etapas básicas da transformação do mRNA.

Divisão do mRNA
Depois de processamento do pré-mRNA estar concluído, a banda de mRNA está pronta para ser dividida. A divisão é a fase durante a qual os intrões são removidos da banda, e os exões que permanecem são montados numa banda final de mRNA que está pronta para a tradução. Esta secção fornece uma animação e um conjunto de imagens que abrangem as etapas básicas da divisão do mRNA.

A tradução
A tradução é um processo biológico fundamental nos seres vivos. É este conjunto de eventos que transforma o código contido no DNA e, mais tarde o mRNA, nas proteínas necessárias para a vida celular.

O operão lac
O operão lac é um exemplo de um sistema induzível da expressão do gene. O seu estado padrão é o inactivo. Só quando o catalisador certo é adicionado ao sistema, neste caso o açúcar lactose, é que é activado o processo, permitindo que os genes em questão se expressem.


Estas animações educativas com base em módulos estão disponíveis em http://vcell.ndsu.edu .

E isto é apenas uma amostra da complexidade dos processos celulares e moleculares.
Não sei se repararam que a este nível da biologia normalmente não vemos as habituais manifestações de fé darwinistas e as suas explicações fantásticas.

Aqui está mais uma oportunidade para os avestruzes darwinistas mais conscientes tirarem a cabeça da areia e começarem a tentar explicar como pode a filosofia darwinista explicar como estes mecanismos surgiriam através da graça da selecção natural e através da acção aleatória do espirito santo das mutações omnipresentes e omnipotentes.

Ao trabalho, Darwinistas! ;)



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Texas aprovou a analise critica da Teoria da Evolução

Grande Vitória no Texas, este Estado Lidera a Nação ao Exigir a Análise Crítica da Evolução nas Aulas de Ciências do Ensino Médio

Texas Flag FreedomNuma grande vitória para aqueles que têm sido a favor do ensino das evidências científicas a favor e contra a evolução, hoje o Texas passou a exigir que os estudantes “critiquem” e "examinem “todos os lados da evidência” e exige especificamente que os estudantes “analisem e avaliem” a evidência para os principais conceitos evolutivos tais como a ancestralidade comum, a selecção natural, e as mutações.

“O Texas mandou uma mensagem clara de que a evolução deve ser ensinada como uma teoria científica aberta ao escrutínio crítico, e não como um dogma sagrado que não pode ser questionado,” disse o Dr. John West, um Membro Senior do Discovery Institute. “Ao contrário das afirmações do lobby evolucionista, absolutamente nada daquilo que o Conselho fez, promove o ‘criacionismo’, ou a religião, nas salas de aula. Os grupos que afirmam o contrário pura e simplesmente mentem. Sob os novos parâmetros, espera-se dos alunos que analisem e avaliem a evidência científica a favor da evolução, e não da religião. Ponto final.”

As novas exigências fazem parte dos parâmetros de ciência revistos e aprovados hoje (em 27/03/2009) pelo Texas State Board of Education (Conselho Estadual de Educação do Texas). Os parâmetros de ciência trechos que exigem que os alunos “analisem avaliem e critiquem explicações científicas… inclusivamente que examinem todos os lados da evidência científica… a fim de encorajar o pensamento crítico pelos estudantes.” Igualmente importante, os parâmetros de biologia do ensino médio exigem agora que os estudantes “analisem e avaliem” a evidência científica das partes mais importantes da teoria da evolução, incluindo a ancestralidade comum, a selecção natural e as mutações.

O Discovery Institute há muito tempo que tem apoiado a ideia de que a evolução deve ser apresentada aos estudantes de uma forma total e completa, incluindo as suas questões não resolvidas.

(por Robert Crowther)



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quinta-feira, 26 de março de 2009

O Dilema Cambriano de Darwin

O último filme do Illustra Media, há muito aguardado, da trilogia do Design Inteligente, O Dilema de Darwin, será lançado este Verão e estará disponível para compra no site da ARN.

Dilema de DarwinEste documentário irá analisar aquilo que muitos consideram ser a mais poderosa refutação da evolução darwiniana - o registro fóssil do Cambriano. Charles Darwin percebeu que a evidência fóssil não apoiava a sua teoria do desenvolvimento evolucionário gradual, passo-a-passo. Ele esperava que as futuras gerações de cientistas fizessem as descobertas necessárias para validar as suas idéias. Hoje, depois de mais de 150 anos de exploração, a evidência fóssil para as mudanças biológicas lentas e incrementais ainda está por encontrar. Em vez disso, encontramos uma imagem de aparição rápida de organismos complexos completamente desenvolvidos durante o início do era geológica Cambriana. Organismos que encaixam quase todos os planos corporais dos animais que existem hoje. Esta explosão notável de vida é melhor explicada pela existência de uma inteligência transcendente.

Tal como aconteceu com os dois primeiros documentários do Illustra Media sobre o DI,
Unlocking the Mystery of Life and The Privileged Planet, O Dilema de Darwin está cheio de animações de alta qualidade para ajudar o espectador a visualizar a incrível complexidade e design das criaturas do Cambriano. Você pode ver um trailer do Dilema de Darwin aqui.


Não posso dar uma resposta satisfatória à questão de porquê não se encontraram ricos depósitos fossilíferos pertencentes a estes períodos anteriores ao Câmbrico”. - Charles Darwin, escreveu isto em 1859, que resume o que veio a ser conhecido como o “Darwin's Dilemma” (O Dilema de Darwin): a ausência de fósseis no período pré-Câmbrico (período de tempo que ainda se refere ao tempo entre o surgimento da Terra e o surgimento dos fósseis de animais).


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domingo, 22 de março de 2009

Biosfera - jornalistas servis perante Darwin

Biosfera - Programa da RTP2Mais um programa da televisão portuguesa que prova bem a forma parcial e subserviente com que o jornalismo em Portugal lida com a questão do Darwinismo. Foi na passada quarta-feira, no programa Biosfera da RTP2:

O episódio do Biosfera pode ser visto clicando no play do seguinte video:

(pode também ser visto site da RTP, aqui)


Seguem-se algumas partes daquilo que foi dito no programa e alguns comentários deste blog:


Biosfera, 18 de Março de 2009


Porque é que existem tantas espécies?

Charles Darwin respondeu a esta questão com "A Origem das Espécies", uma obra que derruba a criação divina [se derruba a criação divina já demonstra a natureza pouco cientifica da obra. Como é que a ciência poderia derrubar a ocorrência ou não de uma intervenção divina de criação? Pois, Darwinismo não é ciência!] e mostra como os seres vivos descendem uns dos outros. [Que os seres vivos descendem uns dos outros já se sabia antes de Darwin. Que mais não fosse porque os filhos descendem dos seus pais, e isso sempre foi do conhecimento do homem. Agora o como... esse como ainda está a ser descoberto, à medida que vão sendo desvendados os processos reprodutivos ao nível molecular. E estes processos moleculares revelam uma complexidade extraordinária, complexidade que os darwinistas nem se atrevem a explicar, complexidade com a qual Darwin nem sonhava, complexidade que nenhuma selecção natural nem milhões, triliões de mutações parecem poder valer aos darwinistas.] Ficamos ainda a saber como a genética confirma esta teoria e de que modo contribui para o estudo da evolução humana. [Vi o programa todo e não vi em parte nenhuma explicarem como a genética confirma a macroevolução. Porque é esta que é controversa! A microevolução das bactérias por acção dos antibióticos, por exemplo, é até consensual, e não confirma nenhuma das grandes alegações de Darwin.]

O biosfera falou com vários biólogos: José Feijó, André Levi e Nuno Ferra. [Todos darwinistas! E o contraditório? Pois... e assim vai sobrevivendo a teoria, se é assim tão forte como muitos apregoam, porque é que não pode ser contrariada!?] Explicam os fundamentos da teoria de Darwin e mostram como ainda se mantém tão actual. [Mantém-se actual, não pelas suas virtudes e méritos, mas pela hegemonia instalada de uma ideologia disfarçada de ciência com a cumplicidade, quer por conluio quer por ingenuidade, dos meios de comunicação social, como este programa da RTP2 é um bom exemplo. A Teoria da Evolução darwinista é fortemente atacada por muitos cientistas, mas isso os responsáveis por estes programas bajuladores nunca relatam.] Jorge Rocha aplica a mesma teoria à evolução humana. Visitamos duas exposições comemorativas dos 200 anos do nascimento de Darwin, em Lisboa e em Vila Nova de Gaia.

No programa diz-se que 1,7 milhões de animais e plantas, fungos e algas, identificadas. Mas acredita-se que o numero real esteja entre 5 e 10 milhões de espécies.

A habitual historieta de que a "evolução é um facto, Facto, FACTO":


José Feijó diz:
Escreveu o livro com duas intenções principais... uma estabelecer a evolução como um facto, e essa aposta é ganha. [Mais uma vez, a evolução é um facto quando falamos em termos de microevolução. Já quanto à macroevolução ela é cada vez mais controversa e contestada. Curioso, porque é que os darwinistas nunca fazem a distinção entre a microevolução e a macroevolução? E fazem até questão de confundir os dois conceitos...] No final do século XIX a classe cientifica inteira e praticamente todas as pessoas com algum tipo de cultura e suficientemente capazes de conciliar a sua fé, mesmo sem a criação bíblica, que ainda é a situação actual. [Ad ignorantium detected - Apelo à ignorância. Dizer que toda a classe cientifica acreditava na Teoria da Evolução é uma falácia que apela à ignorância das pessoas. Como se não tivesse havido sempre cientistas contestatários da ideologia darwinista... Para além disso este biólogo defende que não acreditar no Darwinismo é um sinal de falta de cultura e de dificuldades de conciliação. Ou seja, a Teoria da Evolução é um facto, quem não concordar, ou não tem cultura ou tem problemas de conciliar a sua fé! Lindo!] A generalidade da comunidade cientifica acredita na evolução. Portanto isso ele conseguiu. [hehehehehe... Repararam no mesmo que eu? No século XIX "a classe cientifica inteira" acreditava na "evolução". Mas, agora, só a "generalidade da comunidade cientifica acredita na evolução". Rsrsrs. Já nem os darwinistas escapam à verdade incontornável de que a Teoria da Evolução (que é isto que eles querem dizer quando usam o termo "evolução") é cada vez mais contestada nos meios científicos.]
A segunda intenção do livro era estabelecer a selecção natural como mecanismo, como explicação de como a evolução acontece.

Não há dois indivíduos iguais...
Ele [Darwin] infere e muito bem, porque na altura ainda não eram conhecidos os mecanismos da hereditariedade, que aquilo que o individuo é, herda-o dos seus pais e portanto são essas características herdadas que são importantes depois para transmitir à geração seguinte. Ele não sabe os mecanismos que geram a variabilidade nem sabe como esses mecanismos são transmitidos mas infere e intui, de uma forma geral, de uma forma correcta que são essas características que passam à geração seguinte.
[Que desilusão! Como dizem os brasileiros: "que papo furado"! Para saber que o individuo é aquilo que herda dos seus pais nem era preciso Darwin. Eu infiro (rsrs) que o homem como ser inteligente que é, desde os primórdios, desde antes da própria civilização, sabia que os filhos herdavam as características dos pais! Se Darwin foi assim tão genial bem que podia ter inferido coisas que qualquer outro ser humano não inferisse facilmente!]


Lineu propõe um sistema de classificação e um sistema de ordenação dos seres vivos, e dos seres inanimados curiosamente. A biologia continua ainda hoje a seguir o sistema de Lineu. A geologia não adoptou o sistema de Lineu. Ao fazê-lo iniciou um debate extraordinário e extremamente interessante que é o debate sobre o que é uma espécie.
Lineu claro era um criacionista, uma pessoa crente, um cristão fervoroso. O que ele estava a tentar fazer expressamente era encontrar a ordem de Deus na natureza. Estava a tentar entender o plano engenhoso que Deus usou para classificar e para criar todas as espécies.
[Ou seja, afinal para se progredir no campo cientifico, e deixar uma herança muito significativa, não faz falta o darwinismo. Um criacionista deixou um sistema tão importante para a ciência que ainda hoje é usado na biologia. Este blog é dedicado ao Design Inteligente, mas isto mostra bem como o fantasma do criacionismo, que é constantemente invocado pelos darwinistas, não passa de um espantalho, de uma falácia do espantalho. Pode-se fazer muito boa ciência independentemente das crenças de cada um. Quem fica a perder com esta dogmatização do darwinismo é o conhecimento humano e a própria ciência.]


Jornalista:
Esta noção de espécie fixa e imutável é imediatamente atacada por outros pensadores. O mais notável foi o francês Buffon que é constantemente advertido pela inquisição. [Qual noção de espécie fixa e imutável?!!!]

José Feijó:
Buffon ataca violentamente Lineu e o sistema de Lineu porque diz isto não pode ser assim, as espécies não são imutáveis. Há imensa variabilidade entre as espécies e inclusivamente há espécies que provavelmente deram origem a outras espécies, e inclusivamente assume em alguns dos seus escritos que até a origem humana provavelmente não tem uma natureza divina mas tem provavelmente uma natureza biológica.
[Mais apelo à ignorância. Lineu e os naturalistas da época, acreditavam que não havia variação no número de espécies desde a criação do mundo. Mas Lineu sabia que havia variações nos seres vivos, aliás ele dizia que diferentes tipos de seres vivos eram como cópias defeituosas ou imperfeitas de um certo tipo ideal e perfeito. Esta falácia de apelo à ignorância ainda é mais relevante se pensarmos que pouco tempo antes este mesmo biólogo tinha reconhecido que Lineu iniciou um debate extraordinário do que é uma espécie. Ora esse debate ainda existe já que ainda hoje coexistem várias noções de "espécie"!]

Só nos anos 30 e 40 do século passado, já depois da descoberta da genética, é que fica definitivamente comprovada a selecção natural como mecanismo de evolução das espécies, chegamos assim à síntese moderna de um Darwinismo revigorado, ou seja, ao Neodarwinismo. Segundo esta teoria a evolução resulta não só da selecção natural mas também de outros mecanismos aleatórios. Significa que novas espécies são originadas pela acumulação gradual de mutações dos próprios genes.[Rsrsrs... Darwinismo revigorado? ou o Neodarwinismo manco e coxo das mutações aleatórias!!]

E aqui também se faz a propaganda à exposição da Calouste Gulbenkian - A Evolução de Darwin, dizendo-se que é a "maior exposição do mundo".

O darwinismo, a religião do "todos diferentes todos iguais"?


Jornalista:
Alguns anos depois do "A Origem da Espécies" Darwin lança em 1871 uma obra sobre a evolução humana. Uma teoria ainda limitada porque vai buscar à selecção natural a razão das diferenças entre as raças mas revolucionária para a época. Definia o ser humano como uma única espécie independentemente da cor da pele ou de outras diferenças físicas. O livro é publicado logo após a abolição da escravatura nos Estados Unidos.
[Por isso que eu acho que darwinismo é religião! Até prega a igualdade entre os homens! Vejam como o darwinismo é unificador... Seria lindo se a realidade não fosse irónica por ser o oposto, seria louvável se não fossem trágicas as consequências do darwinismo na humanidade, seria belo se a ideologia darwinista não tivesse ligada à eugenia e ao surgimento de outras ideologias exclusivistas e racistas como o regime nazi.]

"Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução “foi usada” para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia. O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:

“Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”"
- Leia o resto aqui.


O biólogo que não sabe que o cóccix tem funções importantes


André Levi:
O corpo humano tem algumas estruturas vestigiais, que já não têm função. Como seja o cóccix, o resto daquilo que era a cauda nos outros macacos, no homem encontra-se bastante reduzido mas ainda está presente. É razoável para ver que essa estrutura porque já não tem função nenhuma e tem algum custo em termos da sua formação, venha a diminuir.
[Incrível como ainda há biólogos darwinistas ingénuos que continuam a recorrer a argumentos furados como o dos órgãos vestigiais.
Se o cóccix não tem função nenhuma porque não tiram logo o cóccix dos atletas de velocidade? É uma estrutura que não serve para nada não é? Não serve por exemploCóccix - zonas de apoio de músculos - Coccyx, support structure for muscles como estrutura de suporte para uma série de músculos que ali se apoiam, não é? Então porque não o removem do corpo dos atletas? Umas gramas a menos podia trazer umas vantagens de preciosos milésimos segundos, por exemplo na prova 100 metros, certo?
Porque o darwinista fundamentalista não começa por retirar logo o seu próprio cóccix para provar a sua inutilidade?
O cóccix já não tem função? Vá mas é estudar biologia em vez andar a tentar evangelizar os outros com essas ideologias ocas e vazias do darwinismo de cauda curta! Cada uma...]

"Assim, houve uma altura em que os evolucionistas alegavam que haviam 180 estruturas vestigiais (sem função, incluindo o apêndice) no corpo humano. Hoje, esta lista encolheu literalmente para nenhuma. Imagine pedir a um médico em 1925 para remover do seu corpo todas estas estruturas 'sem função'!" - Leia o resto aqui.

Bem se o cóccix fosse evidência de evolução, pelo menos em algum dos nossos "primos" darwinistas ele poderia ter desaparecido completamente... Vejamos:

Cóccix - O homem e os grandes macacosConclusão: Macaco sem cauda também tem cóccix!




Veja ainda sobre os orgãos vestigiais, os posts:

Sobre as ligações do darwinismo a Hitler, os posts:

Sobre outros programas bajuladores de Darwin, os posts:




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sábado, 21 de março de 2009

A Figueira Estranguladora

No dia da árvore trago-vos a Figueira Estranguladora.

Figueira estranguladora
A Figueira Estranguladora(Ficus macrophylla) fez-me lembrar outra vez a árvore darwinista.

É uma espécie australiana, de Queensland, que chega a viver 500 anos. As raízes saem de cima, dos ramos, e pouco a pouco dirigem-se até ao solo. É desta maneira que a árvore procura ancorar-se nos solos pantanosos de que é originária. Sem este tipo de raízes a árvore não se sustentaria e tombaria.

Ela apoia-se também nas outras árvores para não tombar. De tal forma que acaba por as matar. É um abraço sufocante que pode durar dezenas de anos.

As raízes vão muito longe, por vezes quebram as canalizações, provocando avarias nas infraestruturas humanas.

Porque ela faz lembrar a árvore darwinista?
Figueira estranguladora - raízes aéreasPorque a árvore darwinista sustentada no pântano da sua sopa primordial não se aguenta. Porque os darwinistas constroem os ramos da sua árvore no ar, e também precisam de levá-los até ao solo, muito como as raízes da figueira estranguladora.
Porque a árvore darwinista também é exclusivista.
Figueira estranguladoraPorque também ela estende seus tentáculos, matando, sufocando a liberdade da floresta em seu redor. Essa espécie de árvore, a darwinista, também é centenária. Podemos imaginar todos os abraços fatais que ela já causou na floresta da liberdade académica após tantos anos. E as perturbações e avarias que tem provocado no engenho humano.

Infelizmente no mundo académico não podemos ainda celebrar a "Floresta", por enquanto as raízes aéreas e os abraços fatais vão perpetuando 150 anos do culto generalizado da "Figueira Estranguladora"!


Vejam também o tópico:



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Viagem Cósmica

Esta semana passou um documentário muito interessante na RTP2, que fez-me lembrar um tópico deste blog chamado Universo MACRO - MICRO. Encontrei um excerto no youtube que tem precisamente a parte mais interessante do documentário, a parte em que nos vamos afastando da terra em potências de 10, e depois nos aproximamos inversamente desde uma gota de água até ao espaço ínfimo do interior do átomo. Vale bem a pena ver:



E a pergunta que não quer calar: Como surgiu tudo isso?
Resposta dos darwinistas: Surgiu por acaso! Rsrs

Titulo Original:«COSMIC VOYAGE»
A Terra vista do espaço...
Viagem Cósmica combina imagens reais com gráficos gerados por computadores de última geração, focalizando a dimensão do ser humano no universo infinito. Um dos pontos altos dessa jornada é o zoom cósmico que utiliza potências matemáticas de base 10, variando desde a superfície da Terra até as maiores estruturas observáveis do Universo, e de volta às esferas subnucleares - uma viagem ao longo de 42 diferentes escalas de tamanho.

Fonte: RTP


Veja também o post:


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sexta-feira, 20 de março de 2009

Darwinistas como as lagartas

Thaumetopoea pityocampa - Lagarta do PinheiroSerá que a lagarta do pinheiro aprendeu com os darwinistas? Ou foram os darwinistas que aprenderam com a lagarta do pinheiro?

O ciclo de vida de alguns darwinistas ("Lagartus darwinisticus")

Estabelecem-se numa árvore da vida que acreditam ser a única que existe (não têm capacidade de enxergar a uma distância maior do que uma agulha de pinheiro) e que acreditam que apareceu ali por acaso. Nela criam ninhos infestando-a. As virtudes que possam existir nessa árvore podem ficar comprometidas pelas fantasias tóxicas criadas por esta lagarta. A acção nociva da lagarta darwinista pode enfraquecer a árvore e pode mesmo levar à sua morte:

Árvore morta - dead tree
É habitual as lagartas verem-se obrigadas a descer aos fundamentos da árvore. Uma dessas lagartas "darwinisticus" lidera o grupo, indo na frente, com todas as restantes lagartas seguindo a primeira, em fila indiana, sem questionarem. Quiçá se trate de alguma expedição em busca da sopa primordial, ou do LUCA (Last Universal Common Ancestor - Último Antepassado Comum Universal)...

Depois de descerem, verificam que não há nenhuma sopa (nem nenhum LUCA) na base da árvore. Mas não perdem a fé. Mantêm-se umas atrás das outras e iniciam uma migração no solo em busca da sopa/LUCA noutros locais. Thaumetopoea pityocampa - Lagarta do PinheiroFrequentemente atravessam estradas que não compreendem (também acham que surgiram por acaso). Não acreditam em projectos, nem em "árvores" rolantes projectadas por uma forma de inteligência, que se deslocam nesses pisos de alcatrão. Por não terem noção dessas peças de engenharia com rodas, ignoram os riscos de atravessarem as vias públicas. É habitual serem esmagadas pelas evidências que ali circulam. Um grupo de lagartas que seja esmagado raramente recupera. Normalmente as que sobrevivem começam a circular sobre si mesmas em argumentos fechados dos quais jamais se irão libertar.

Os grupos de lagartas que conseguem chegar ao outro lado continuam a odisseia. Quando percebem que não vão encontrar o LUCA/sopa em lado nenhum, encasulam-se no solo. Esperam transformar-se em lindas mariposas.

Conseguem transformar-se em mariposas porém desprovidas da beleza que ansiavam. Perdem a pestilência inicial, mas passam a conseguir voar. Seus voos levam-nas às mais variadas acrobacias especulo-fantasiosas. Mas nem com estas manobras conseguem encontrar, nem explicar, a sopa/LUCA. Acabam por pousar noutras árvores, inclusive em árvores de fruto, mas não as reconhecem. Ignoram-nas, mesmo quando lindas borboletas lhes falam da doçura e do néctar delicioso daqueles alimentos.

Apesar das evidências, continuam a acreditar que tudo (inclusive outras árvores) teve origem na sua árvore de eleição, o pinheiro.

E é nela que depositam mais uma vez toda a sua fé. Dirigem-se para ela e depositam ali seus ovos. Mais uma geração de insectos perigosos para os outros seres vivos, e para a própria árvore, nascerão para repetir a odisseia das larvas darwinistas.


P.S. - Antes que me acusem de fixação com os darwinistas relembro que à semelhança das lagartas que se atravessam constantemente no meu caminho, quando vou dar um passeio a pé, também os darwinistas, e as suas visões materialistas/naturalistas, infestam os meios de comunicação, dominando as revistas e jornais, e entrando, sem pedir licença, na casa das pessoas, pela televisão, com propagandas das suas mensagens e doutrinas.


A Lagarta do Pinheiro é realmente perigosa, para as pessoas, para os animais, e para os pinheiros atacados. Veja o ciclo da lagarta "Thaumetopoea pityocampa" (Processionária) aqui.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Mini-dinossauro escondido com uma pena de fora

Descobriram mais um microdino. Foi baptizado de Hesperonychus elizabethae.

Não é o dinossauro mais pequeno do mundo, porque esse titulo ainda pertence ao Microraptor. Mas é o dinossauro mais pequeno da América do Norte, região do mundo aonde são habitualmente encontrados dinossauros maiores, de grande ou médio porte.

Da metade do tamanho de um gato, teria cerca de 50 cm de altura, e pesaria cerca de 2 Kg. Ou seja teria o tamanho de uma galinha.

Hesperonychus elizabethae garra - claw

Tudo o que eles têm é a parte de uma pelvis e alguns ossos digitais. Chegaram à conclusão que se tratava de um adulto, e não de uma cria de um dinossauro maior, pelo facto da pelvis apresentar seus elementos fundidos.

Hesperonychus elizabethae bacia - hip

É interessante que, baseados em tão poucos fragmentos, os darwinistas facilmente constroem todo um conjunto de especulações sobre os hábitos predatórios, dieta, comportamentos, etc.

Vejam algumas especulações:

"Segundo o estudo, o pequeno carnívoro era rápido,..."
Jornal da Ciência

É até uma vergonha para esse Jornal da Ciência ter gente a escrever assim. Quando muito um estudo ciêntifico podia sugerir que o animal era rápido, nunca afirmar. Muito menos quando as evidências são apenas um pedaço do osso da bacia e alguns digitos...


"Embora seja considerado pequeno em relação aos outros dinossauros do Cretáceo, o H. elizabethae é grande se comparado aos mamíferos daquele período. Segundo Longrich, a competição entre esses grupos teria inibido a evolução tanto de mamíferos grandes quanto de dinossauros muito pequenos. “Por isso não era comum a existência de mamíferos gigantes ou dinossauros minúsculos”, completa."
Ciência Hoje
E já cá faltava uma historinha "Just So", imaginação darwinista no seu melhor. Obrigado Longrich por animar os cépticos! Rsrs


Bem... pelo menos não trataram de colocar logo umas asinhas no bicho, como fizeram com o Microraptor, e com outros dinossauros plumados, que foram tão amados pelos darwinistas, mas que pouco tempo depois foram depenados pelas evidências!...

Hummm... vendo melhor... parece que afinal o artista(Nicholas Longrich) tentou enfiar um casaco de penas na sua criação especulativo-fantasioso-darwinista:

Hesperonychus elizabethae

Mas nesta imagem... nesta imagem pelo menos o artista já não foi tão explicito:

Hesperonychus elizabethae
Provavelmente nesta ultima imagem tenha evitado as penas por causa de alguns fracassos darwinistas do passado recente. Mas o resultado desta ultima criação artística, foi que deixou o dinossauro meio depenado, dando mesmo a ideia de que, se falta lá alguma coisa com certeza são as penas. Aquilo parece mas é um frango depenado a fugir do cozinheiro...

Rsrsrs... E depois não gostam que se diga que o darwinismo é um género literário...


Vejam os posts relacionados:



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segunda-feira, 16 de março de 2009

Lógica, evidência e a matemática apoiam o Design Inteligente

Por vezes os darwinistas em vez de responder às criticas a Darwin e ao Darwinismo, partem para o ataque acusando os defensores do DI de não apresentarem evidência positiva do DI e de se limitarem a criticar Darwin.

As evidências contra o Acaso e a Necessidade (o que também dá pelo nome de darwinismo) são evidências para o Design

Em matemática, há um método de prova denominado "prova por contradição". A lógica por trás desta prova é a seguinte: Criar duas alternativas possíveis. Assumir que uma das alternativas é verdadeira, e provar que ela é logicamente contraditória. Um magnífico exemplo da prova por contradição é a prova de Euclides (de há cerca de 300 aC) de que o número de primos é infinito.

Vamos aplicar o método de prova por contradição ao debate do acaso-e-necessidade versus design.

Evidentemente, este não é um modelo matemático, mas há semelhanças muito esclarecedoras. Existem duas opções: 1) design (previsão e planeamento), e 2) as leis materialistas da física, química, e das probabilidades - que se alega terem produzido todos os fenômenos biológicos, desde as máquinas de processamento de informação da célula até à mente humana.

A opção 2) poderia ter sido defensável no século 19, quando se pensava que a vida era fundamentalmente simples, mas é completamente indefensavel à luz da ciência moderna. A preponderância da evidência científica e da análise matemática pesa de forma esmagadora no apoio ao design, como uma prova por contradição.

Coloquemos de parte a "auto-organização". O cloreto de sódio forma cristais de sal, e a água congela em flocos de neve, mas os cristais de sal e os flocos de neve não contêm nenhuma informação (que não seja a informação sobre a forma como as moléculas interagem mecanicamente e de como elas coalescem), e eles certamente não formam maquinaria de processamento de informação.

Claro, que há sempre a possibilidade de haver uma terceira opção, além do design versus acaso-e-necessidade, mas eu gostaria de saber qual é. Entretanto, a lógica, a evidência, e a matemática pesam para lado do design, como uma prova por contradição.

(por GilDodgen)



Vejam o post:



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A complexidade que Darwin não resolveu

"Para os zooólogos, os equidios têm, entre outras particularidades a posse de cascos. cascos de cavaloEstes são verdadeiros órgãos cuja eficácia implica uma anatomia fina, complexa e uma modificação na parte distal dos membros. Como pôde constituir-se uma estrutura deste tipo, que exige modificações qualitativas muito mais complicadas que a fusão de dois ou três núcleos de hélio? Aí está o grande problema, de que todos os progressos de conhecimento desde Darwin mais não fizeram do que aumentar o mistério da sequência de ciclos de controlo nos fagos até aos órgãos dos animais superiores passando pelos organitos celulares e pelos tecidos diferenciados dos seres multicelulares. Em todos os casos, deve fazer-se a dupla constatação de uma enorme complexidade estrutural e de uma funcionalidade surpreendente."

( do Prefácio do livro "Para Acabar o Darwinismo", por Marcel Schutzenberger.)

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domingo, 15 de março de 2009

Darwinismo é um género literário

Ora, o darwinismo é um género literário. Nasce na Inglaterra, como um romance policial, e a sua arte consiste em dissimular as inverosimilhanças que o encadeamento dos episódios requer. Um autor muito conceituado é R. Dawkins, cujos apreciadores gostaram da explicação para a ausência de um osso no pénis do homem. Os leitores mais puritanos preferirão a do desenvolvimento das asas e das penas nas aves: o antepassado do Archeopterix, que vivia nos pântanos, tirou disso grande vantagem pois servia-se delas como de um ecrã para evitar os reflexos do sol na superfície das águas, e, assim, ver melhor os peixes que nadavam entre as suas patas. Bernardin de Saint Pierre não tinha tanto humor, nem Rudyard Kipling uma tal fantasia.

(do Prefácio do livro "Para Acabar o Darwinismo", por Marcel Schutzenberger.)



Veja também os posts:


E não percam as evidências de mais fantasias evolucionistas:



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sexta-feira, 13 de março de 2009

Para Acabar com o Darwinismo

Já aqui manifestei a minha surpresa por encontrar um livro de um crítico do darwinismo nas nossas livrarias.

Para Acabar com o Darwinismo - livroFiquei novamente surpreso por encontrar um livro que ataca o Darwinismo, de uma forma completamente directa e explicita, na biblioteca da cidade onde vivo. Este livro não é nenhuma novidade, não é nenhum lançamento recente, já tem mais de dez anos. Apresentava aspecto de ter tido bastante uso, de ter sido muito usado por todos os interessados pela prateleira das ciências da vida daquela biblioteca. Este livro prova também que, ao contrário das alegações de alguns darwinistas, as criticas ao darwinismo não são um fenómeno recente promovido pelo Dicovery Institute. Já há muitos longos anos que homens e mulheres da ciência criticam o darwinismo do ponto de vista cientifico.

Quantos destes livros não continuarão a ser impedidos de chegar até ao público pela selecção/censura dos darwinistas exclusivistas dominantes?
O livro que encontrei na biblioteca tem o título "Para Acabar o Darwinismo" e é da autoria de Rosine Chandebois.
Deixo aqui um pouco do Prefácio, por Marcel Schutzenberger:

Todos os anos são publicados vários livros consagrados ao darwinismo, que é apresentado como um dado adquirido da ciência, tão indubitável como a teoria atómica ou a função glicogénica do fígado. Aí se procurariam, em vão, respostas às múltiplas criticas que gerações de naturalistas opuseram a estas teses. Na melhor das hipóteses, os contraditores são ridicularizados por alguma anedota espirituosa. Na pior, são acusados de "fazer o jogo" de um grande satã da nossa época. A maior parte das vezes, verificar-se-á o silêncio. Assim, a bibliografia de um tratado muito recente, cujo autor respeito, contém uma dúzia de referências a P. Grassé. Mas, indo ao texto, o leitor apercebe-se que não passam de insignificantes remições e nem sequer verá mencionado os poderosos argumentos contra o darwinismo, desenvolvidos por aquele que foi um dos mestres da zoologia contemporânea no seu grande livro, l'Evolution du vivant. Não que estas criticas e outras mais antigas tenham sido invalidadas pelos progressos do conhecimento, mas é mais fácil esquecê-las do que responder-lhes. Elas provêm de todas as disciplinas das ciências da vida. As mais conhecidas foram formuladas pelos paleontologos, mas as mais graves, se bem que mais discretas, devem-se aos embriologistas. O enorme mérito do livro da professora Chandebois é o de reuni-las e enriquecê-las grandemente, com a competência que lhe confere uma frutuosa carreira de investigadora.
De que se trata? A tese fundamental comum às diversas versões actuais do darwinismo é que a evolução dos seres vivos resulta apenas do acaso, filtrado pela selecção natural. E para convencer, multiplicam.se os exemplos menores, que nada provam quanto à questão de fundo. Com efeito, ninguém tem coragem suficiente para negar que a selecção possa ter efeitos importantes. Não precisamos de Darwin para saber que a desertificação de uma zona fará desaparecer, em primeiro lugar, as variedades vegetais que necessitam de mais água. Mas isto não explica a génese das particularidades anatómicas e fisiológicas de que são dotadas as xerófitas. E em nada justifica que se atribua a sua origem ao simples acaso. Elaboraram-se narrativas comoventes destinadas ás crianças nas escolas. Veja-se a história dos cavalos. Eles começaram por ser criaturas gordas, como coelhos. Aquelas que tinham a sorte de ter nascido um pouco maiores corriam mais depressa e escapavam, assim, aos dentes dos animais perversos que as queriam comer. Por conseguinte, elas tinham mais descendentes e foi assim que segundo se diz ao longo de milhares de séculos, os cavalos atingiram progressivamente o seu tamanho actual. O emprego de termos mais eruditos permite evitar as questões que as crianças não devem colocar, ou seja, ter de fornecer o enunciado explicito das hipóteses, sem as quais o valor probante desta história é nula.

Marcel Schutzenberger, foi um matemático francês e doutorado em medicina. Vários teoremas notáveis na matemática levam o seu nome. A sua tese de doutoramento foi distinguida com um prémio pela Academia Francesa de Medicina.

Rosine Chandebois, é professora de Embriologia Experimental na Faculdade de Ciências, de Medicina e de Odontologia de Marselha. É autora de inúmeras publicações teóricas sobre o desenvolvimento.


Sinopse do livro na Wook:
A elaboração de uma nova lógica do ser vivo, de acordo com os princípios da cibernética, que põe em causa a omnipotência concedida aos genes. Denunciando as falsificações, inconscientes ou voluntárias, que credibilizaram, durante mais de cem anos, o pensamento de Darwin, esta obra de grande fascínio preconiza o abandono da «teoria sintética da evolução». Rosine Chandebois empreende uma investigação dos mecanismos evolutivos. A sua análise apoiase nos factos científicos no seu conjunto, tendo em conta, nomeadamente, um grande número de obras postas de lado pelos darwinistas. Uma obra imprescindível para uma outra perspectiva sobre a vida e a sua evolução.

Pode comprar o livro na Wook.

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Homo erectus com sapiência para superar condições extremas

Homem de Pequim
Quem nunca ouviu falar em técnicas de sobrevivência?
Penso que todos já ouvimos falar sobre os conhecimentos e estado de espírito que são necessários para um humano moderno suportar e sobreviver a condições extremas de frio.
Mesmo um Homo sapiens completamente equipado pode perecer no meio do frio e gelo se não for conhecedor de algumas técnicas de sobrevivência. Existem manuais de sobrevivência específicos para enfrentar o frio e a neve e voltar vivo para contar o feito. As técnicas de sobrevivência são ensinadas aos militares. Forças especiais são treinadas com estas técnicas para que possam sobreviver alguns dias em condições climatéricas extremas se as missões assim o exigirem.

E o que tem isso a ver com o Darwinismo?

Os evolucionistas sempre procuraram elos de ligação entre seres primitivos simiescos e os humanos. Ou seja, na sua lógica invertida, em que a evolução humana é promovida a facto à partida, todas as ossadas, todos os fragmentos de crânio, que divergissem um pouco das características ósseas daquilo que conhecemos hoje como "ser humano", eram classificadas pelos darwinistas como pertencendo a formas mais primitivas que o Homo sapiens, situadas algures no percurso evolutivo desde o alegado "primata primordial".

Isso aconteceu inúmeras vezes. Aconteceu por exemplo com o Homo neanderthalensis, que foi imediatamente representado pelos evolucionistas como sendo um ser mais primitivo, embrutecido e com pouca sofisticação. Esta noção demonstrou afinal estar errada, de tal forma que muitos especialistas já defendem que ele seria um homem como todos nós, e que talvez nem devesse ser classificado como uma espécie distinta da nossa.
Aconteceu por exemplo com o Homo floresiensis em que recentemente cientistas espanhóis e australianos vieram dizer que afinal não se trata de outra espécie, que as particularidades do seu esqueleto não se devem a adaptações ao seu habitat, mas sim a malformações.

E é interessante verificar que afinal também o Homo erectus não era tão estúpido, embrutecido e primitivo como os evolucionistas o pintaram.
Estudos recentes dizem que o Homem de Pequim (Homo erectus) é mais antigo do que aquilo que se pensava. E que isto significa que o Homem de Pequim, para além do uso de fogo e de ferramentas, foi também capaz de habitar por muitas gerações em condições climáticas das mais inóspitas da terra, sobrevivendo não a uma, mas a várias glaciações. Vejam:

"Pode-se objectar que umas centenas de milhares de anos não é muito, à escala paleontológica. Mas esta nova estimativa da idade dos fósseis pinta um outro retrato do Homem de Pequim - o de um homem que conseguiu sobreviver, em latitudes setentrionais, em condições climáticas extremas. "

"A nova datação do Homem de Pequim, feita com uma técnica mais fiável pela equipa de Guanjun Shen, da Universidade Normal de Nanjing, significa duas coisas. Por um lado, que este homem primitivo conseguiu sobreviver no clima frio e seco de uma série de glaciações que atingiram o seu habitat naquele período. Por outro, põe em causa o percurso dos homens primitivos desde o seu berço africano."

Fonte: Público


Homo erectus... A sobrevivência duma espécie primitiva? Ou a sobrevivência do "Homem de Pequim sapiens"?



P.S. - Ver também os posts:




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Sitemap

Esta é uma lista de TODOS os posts do blog Design Inteligente. Estão organizados por ordem de publicação, desde o mais antigo (no fim da lista), até ao mais recente (no inicio). Nesta lista pode encontrar muitos assuntos ligados ao Design Inteligente, ao Darwinismo, e à Teoria da Evolução. Esta mensagem é dinâmica, pois será actualizada à medida que vão sendo publicados novos posts.

Para além desta lista poderá encontrar o que procura neste blog usando a caixa de pesquisa deste blog.



Gostava de ter um arquivo como este?
Clique no link: Arquivo do Blog Num Post e faça o seu.

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quarta-feira, 11 de março de 2009

Como Criar Arquivo do Blog Num Post

Se gostava de ter o arquivo do seu blog publicado num post, como no arquivo do Design Inteligente, só tem que copiar e colar o seguinte código no modo "Editar HTML" do Blogger:

  • Substitua a parte do código que diz "designinteligente" pelo nome do endereço do seu blog.
  • Aquele código mostra os seus 500 posts mais recentes. Se por acaso você tem mais de 500 posts então deverá criar um segundo post de arquivo e nesse segundo post de arquivo substituir no código:
    • isto "start-index=1&max-results=500"
    • por isto "start-index=501&max-results=1000"

NOTA: É preferível hospedar o ficheiro javascript "arquivo.js" (clique para fazer download) num site da sua preferência. Se o fizer não se esqueça de alterar o endereço do ficheiro no código acima.

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terça-feira, 10 de março de 2009

Conan Doyle e Darwin - celebração conjunta

The Lost World"Quando olhei no microscópio pela primeira vez vi a necessidade absoluta de humildade perante a Natureza. Eu não sei se existe um Deus, mas o que eu sei é que o homem não é substituto". Estas foram as palavras do Professor Challenger na adaptação para o cinema, por Tony Mulholland e Adrian Hodgesde, da obra de Sir Arthur Conan Doyle, The Lost World, em que ele preparou uma aventura que iria levá-lo às zonas mais profundas da Amazônia brasileira em busca de vida pré-histórica (Ref 1 ). A obra The Lost World de Conan Doyle revelou-se um bestseller retumbante no seu primeiro ano. Publicado durante o aniversário do centenário do Origem das Espécies, esta aventura cheia de acção capturou claramente a imaginação do público. Embora muito tenha sido feito neste ano do bicentenário Darwin, é um facto pouco conhecido que este mês também se comemora o 150º aniversário do nascimento de Conan Doyle através de leituras públicas do seu livro icónico (Ref. 2).
Reading The Lost World
Situados na Grã-Bretanha do início do século 20, The Lost World conta a história de quatro homens que se aventuraram numa viagem de descoberta em busca de um planalto que, como defendia o Professor Challenger, albergava uma infinidade de dinossauros (Ref. 3, p.56) . As reivindicações de Challenger foram inicialmente recebidas com absoluta descrença e foram ridicularizadas quando ele apresentou seu ponto de vista ao Instituto Zoológico de Londres. Ele começou a planear a expedição ao planalto por entre criticas e acusações de má conduta científica (Ref. 3, p.72). Challenger sabia que aquilo que ele defendia teria que ser rigorosamente testado, e que a sua carreira como um cientista respeitado pelo público estava em risco se ele voltasse da expedição de mãos vazias.

Foi assim que, no meio de um ambiente de total desconfiança não só do "establishment" científico, mas também dos membros de sua expedição (Ref. 3, p.93, pp.102-103), Challenger partiu para a aventura de uma vida. Ele estava determinado a regressar com as evidências que ele achava lhe iriam permitir ganhar uma posição como um dos "profetas" da ciência, a par com personalidades como Galileu e Darwin (Ref. 3, p. 73). Como os seus companheiros de viagem lhe lembraram, "ele era um homem cuja veracidade estava sob julgamento", um homem que, "andou entre os seus próprios juízes" (Ref. 3, p.122). Seu momento de triunfo veio quando a expedição descobriu "os mais terríveis monstros que já andaram pela terra" (Ref. 3, p.214). Com Iguanodons, Megalossaurps, Plesiossauros e pterodáctilos que Challenger e seus juízes observaram (Ref 3, pp.174-216, p.261), a expedição reuniu as provas que precisava.

Se a expedição de Challenger tivesse regressado sem a mínima centelha de evidências observáveis após terem vasculhado toda a selva amazónica pelo planalto pré-histórico, as suas reivindicações teriam sido classificadas como não-comprovadas. Mas os intrépidos viajantes voltaram triunfantes. A expedição foi recebida por uma multidão de jornalistas e repórteres ávidos para serem os primeiros a verem as evidências que os viajantes tinham trazido (Ref. 3, p.291). Quando o Instituto Zoológico reunia-se para ouvir todos os pormenores da expedição, com os pesos pesados da ciência conspicuamente presentes na audiência, os quatro homens - o Professor Challenger, o Professor Summerlee, Lord Rockston e o Sr. Malone - fizeram a sua entrada, acompanhada por uma ovação em pé da multidão (Ref. 3, pp.292-294).

Summerlee começou com um pedido de desculpas por seu cepticismo em relação às reivindicações de Challenger sobre a existência desse mundo misterioso. Ele então continuou para fazer um relato detalhado da incrível diversidade de fauna pré-histórica que tinham encontradas (Ref. 3, pp.295-297). Ainda assim, o público fez a difícil, mas razoável exigência de evidências sólidas que apoiassem os relatos de Summerlee - afinal de contas a ciência precisa de dados empíricos sólidos para testar suas hipóteses, e não apenas ideias e inferências com base em desejos pessoais: "a natureza humana era muito complexa. Mesmo Professores poderiam ser enganados pelo desejo de notoriedade"(Ref. 3, p.299).

Quando Challenger apresentou um caixote, de entre os seus objectos mais valiosos, apareceu uma criatura tão "maliciosa, horrível, com dois pequenos olhos vermelhos tão brilhantes como brasas" - um pterodáctilo capturado no planalto da Amazónia (Ref. 3, p .295). Com o pânico a instalar-se na multidão, aqueles que tinham olhado para Challenger com desprezo não podiam fazer nada senão ficar resignados. Os membros da expedição afinal não tinham sido vitimas dos seus desejos de notoriedade, mas tinham regressado com provas sólidas para apoiarem os seus relatos. As observações de encerramento de Challenger foram pungentes: "Não serve de nada levantar esperanças e depois ter que as baixar. Mas são factos, e não esperanças, aquilo que vos apresentamos agora" (Ref. 3, p. 315).

Podemos aprender com o thriller de Conan Doyle, talvez a lição mais importante é que a absoluta necessidade de fortes evidências empíricas e rigor na ciência. Ironicamente essa lição é inteiramente relevante para as discussões sobre a aparente solidez dos "factos" da evolução darwinista. Embora a teoria de Darwin seja descrita de forma famosa como "uma das mais iluminantes ideias científicas de todos os tempos" (Ref. 4), há um crescente corpo de respeitados cientistas, que hoje são cépticos quanto aos aspectos macro-evolutivos da mesma(Ref. 5). Recentemente o advogado e geólogo Casey Luskin resumiu duas áreas da tese de Darwin que permanece em contenda acesa (Ref. 6). No que diz respeito ao registo fóssil, Luskin escreveu:

"Muitos evolucionistas admitiram que o registo fóssil não continha as formas transitórias que Darwin previu. David S. Woodruff, um biólogo evolucionista, que estudou com Gould, implorou aos seus colegas,"Os biólogos evolucionários não podem mais ignorar o registo fóssil com o argumento de que ele é imperfeito". Outro artigo explica,"A capacidade do registo fóssil dar um relato claro da história evolutiva tem sido questionada por causa de sua incompletude"... Ao invés de encontrar um registo que indique a lenta evolução dos organismos, o registro fóssil mostra um padrão consistente em que as novas formas fósseis vêm à existência abruptamente, o que muitos já apelidaram de "explosões" na história de vida." (Ref. 6, p.96)

Em matéria de filogenia molecular e morfológica, o ataque de Luskin foi igualmente enfático:

""Apesar da crescente sofisticação metodológica, filogenias derivadas da morfologia e aquelas inferidas a partir de moléculas, nem sempre são convergentes em consenso". Conforme o consenso se torna cada vez mais difícil de alcançar, a sistemática darwinista tem tentado construir filogenias baseadas em dados de muitos genes que são relacionados por forma a produzirem uma única árvore. Nesta abordagem os evolucionistas constroem filogenias somente após assumirem uma ascendência comum. Eles não seguem o método científico rigoroso , não tentam falsear a hipótese determinando se árvores baseadas em características distintas combinam umas com as outras. Se eles estivessem dispostos a testar a hipótese deles, o seu método seria muito diferente. Com o advento da revolução biotecnológica e o sequenciamento do DNA, é hoje claro que os conflitos existem não só nas árvores baseadas na morfologia, mas também entre diferentes tipos de árvores baseadas em genes." (Ref. 6, p.92)

Conan DoyleÉ evidente que há muito a ser debatido. Parece um tanto irónico, portanto, que os nascimentos de Darwin Darwine de Conan Doyle, sejam ambas reunidas numa co-celebração da conquista científica e literária (Ref. 2). Afinal ao contrário do Challenger de Conan Doyle, Darwin continua claramente a caminhar por entre seus próprios juízes.

Referências
1. The Lost World, A BBC/A&E Home Video Co-production, distributed by New Video, c2002, Producer, Christopher Hall, Adapted by Tony Mulholland & Adrian Hodges

2. See The Lost World Read 2009 at http://www.lostworldread.com/

3. Arthur Conan Doyle (1959), The Lost World, Published by Looking Glass Publishers, Distributed by Random House

4. See Darwin 200 at http://www.lostworldread.com/darwin_200.htm

5. See Darwin Skeptics at http://www.rae.org/darwinskeptics.html

6. Michael Behe, Eddie N. Colanter, Logan Paul Gage, Phillip Johnson

(por Robert Deyes)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.

Como se desenvolveu a vida?

Existe Aquecimento Global?