No Dia da Terra de 2009, somos lembrados da importância ecológica da reciclagem. Como professor do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Chicago, Jerry A. Coyne deve ser mesmo propenso à reciclagem: Ele até recicla argumentos desgastados para o darwinismo.
Se a "evolução" significa simplesmente que as espécies podem sofrer pequenas alterações ao longo do tempo, ou que muitas espécies vivas hoje não existiam no passado, então a evolução seria inegavelmente verdade. Mas "evolução" para Coyne significa Darwinismo - a teoria de que todos os seres vivos são descendentes de um ancestral comum, modificado por processos naturais não guiados, tais como mutações do DNA e selecção natural.
Coyne fala sobre o registo fóssil, embriões, estruturas vestigiais, a distribuição geográfica das espécies, selecção natural e artificial, bem como a origem das espécies. No processo, (1) ele ignora a explosão Cambriana - que Darwin considerou um "grave" problema - e reorganiza o registo fóssil para se encaixar na teoria de Darwin (2); defende Ernst Haeckel - que falsificou alguns desenhos de embriões vertebrados para defender o darwinismo - e destaca a doutrina de que a ontogenia recapitula a filogenia; (3) afirma que grande parte do DNA humano é lixo inútil - apesar das abundantes evidências recentes de que isso não é verdade - e ele invoca argumentos teológicos que não têm lugar legitimo nas ciências naturais; (4) ele invoca "o bem conhecido processo chamado evolução convergente" para explicar muitos casos da distribuição geográfica das espécies - ainda que o "bem conhecido processo" seja mera especulação - e novamente ele cai na teologia para justificar uma suposta teoria científica, e (5) ele descreve exemplos de selecção natural e artificial - nenhum dos quais mostra algo mais do que pequenas mudanças dentro das espécies existentes - e ele distorce a evidência experimental para que pareça que a origem das espécies por selecção natural tenha sido observada directamente.
Why Evolution Is True (Porque a Evolução é Verdade) lê-se como um velho livro-texto de biologia reciclado que vergonhosamente exagera as escassas evidências a favor do darwinismo, descaradamente ignora a montanha de evidências contra, e recai em argumentos teológicos para defender o seu ponto de vista. Os estudantes com acesso à evidência e à liberdade de pensamento crítico, no entanto, podem encontrar utilidade no livro de Coyne - como um exemplo de como não fazer ciência.
(por Jonathan Wells)
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Reciclagem de Argumentos, Porque o Darwinismo é Falso
sábado, 25 de abril de 2009
Aniversário de Darwin e o Darwinismo na Galiza
Por altura do aniversário de Darwin, em Fevereiro, recebi uma mensagem de um leitor deste blog, que indicou um artigo de opinião em galego:
Leio frequentemente o seu blog desde Santiago de Compostela, na Galiza, e precisamente hoje deparei com um artigo de opinião no jornal electrónico «Vieiros». Acho que será de interesse para você, pois reflecte da maneira mais evidente (a começar pelo próprio título) a vontade cripto-religiosa que impregna este aniversário para muitos.
E aqui fica um pouco desse artigo de opinião darwinista, diria até darwinista fundamentalista, que mostra como o darwinismo é pregado como uma espécie de evangelho libertador da humanidade, e o livro Origem das Espécies é defendido como um livro sagrado:
O Darwinismo forma parte da luz científica que, intermitente e brillantemente, alumea á conciencia e a intelixencia da Humanidade. Ao fulgor da súa razón fura a densa escuridade do absurdo e a irracionalidade.
Os inimigos declarados da Humanidade e da Ciencia atacan A orixe das especies coma o fan coas Leis da Relatividade. Estes axentes da máis casposa reacción son os mesmos que lles negan o máis mínimo dereito aos animais, que destrúen os hábitats de todos polo diñeiro para eles, ou que avogan pola reprodución humana descontrolada e irresponsábel.
Com um pouco de esforço consegue-se ler pois o galego é muito parecido com o português. Se quiser ler o artigo todo leia AQUI.
Infelizmente, este artigo escrito numa língua irmã do português, não trouxe nada de novo, apenas o habitual fundamentalismo darwinista. Nem a acusação de que os inimigos do darwinismo são inimigos do ambiente e dos animais, é nova, nem sequer inteligente.
O darwinismo ainda está em todo o lado mas este tipo de artigos mostra bem como o darwinismo está cada vez mais defensivo refugiando-se num baluarte que chamam de "verdade" e de "ciência". Já não lhes valem as evidências, já não conseguem perceber que é a verdadeira ciência que ameaça o baluarte darwinista.
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Assinar a Lista de Cientistas que Duvidam do Darwinismo
Os cientistas do universo da língua portuguesa têm agora acesso a uma página traduzida para o português sobre a dissidência em relação ao Darwinismo.
Os cientistas interessados podem assim juntar-se à lista mundial de centenas (mais de 700) de cientistas dissidentes de Darwin que já declararam publicamente o seu cepticismo em relação ao Darwinismo, assinando-a.
Na página em português pode ler-se:
Uma Dissensão Científica do Darwinismo
"Nós somos céticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado."
Durante décadas recentes, novas evidências científicas de muitas disciplinas científicas como a cosmologia, física, biologia, da pesquisa de "inteligência artificial", e de outras áreas fez com que os cientistas começassem a questionar o dogma central darwinista da seleção natural e a estudar com mais detalhes a evidência que a apóia.
Mesmo assim, os programas das TVs públicas, os documentos das políticas educacionais, e os livros-texto de ciência têm afirmado que a teoria da evolução de Darwin explica completamente a complexidade das coisas vivas. Ao público tem sido assegurado que toda a evidência conhecida apoia o darwinismo e que virtualmente todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira.
Os cientistas nesta lista contestam a primeira afirmação e se levantam como testemunho vivo contradizendo a segunda. Desde quando o Discovery Institute lançou esta lista em 2001, centenas de cientistas têm se manifestado corajosamente para assinarem seus nomes.
A lista está crescendo e inclui cientistas da Academia de Ciências dos Estados Unidos, das Academias de Ciências Nacionais da Rússia, da Hungria, da República Checa, do Brasil, e de universidades como Yale, Princeton, Stanford, MIT, UC Berkeley, UCLA, e outras (UNICAMP, USP).
Uma Dissensão Científica do Darwinismo
"Nós somos céticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado."
Clique aqui para o download do PDF da cópia da lista da Dissensão Científica do Darwinismo
Clique aqui para saber como você adicionar o seu nome à lista da Dissensão Científica do Darwinismo
Quem pode assinar a declaração?
Os signatários da lista da Dissensão Científica do Darwinismo devem ter o grau de Ph. D. numa área científica como a biologia, química, matemática, engenharia, ciência da computação, ou uma das outras ciências naturais; ou devem ser médicos e atuarem como professor de medicina. Os signatários também devem concordar com a seguinte declaração: "Nós somos céticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado." Se você preenche estes requisitos, favor considerar a assinatura da declaração enviando por e-mail a seguinte informação para contact@Dissentfromdarwin.com
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Dia Mundial da Terra
Hoje é o Dia Mundial da Terra. E vale a pena reflectir mais uma vez como a Terra é realmente maravilhosa.
Mas dou comigo a perguntar-me por que alguém se deveria importar com a Terra. Pela perspectiva materialista, não era "suposto" estarmos aqui. E, somos os que mais tarde chegaram à festa! Por isso, sempre me espanta que muitos materialistas sejam tão ávidos ambientalistas. Mas talvez isso não seja assim tão surpreendente; afinal, para quem é materialista, a terra é tudo o que existe, por isso é melhor mantê-la a funcionar!
Esta resposta, embora pragmática, não me satisfaz, apesar de tudo. Para quê mantermos alguma coisa a funcionar? Pois se o materialista diz que a Terra é de valor intrínseco, poderemos (na verdade, devemos!) perguntar, de onde esse valor vem? Além disso, por que é que o próprio pragmatismo tem algum valor?
Se você se coloca questões similares, pegue uma cópia do The Privileged Planet (O Planeta Privilegiado). Pois neste livro você vai encontrar um argumento: que a própria estrutura do universo, e o nosso próprio planeta, estão repletos de propósito, de valor.
Se este argumento for sólido, ele dá uma resposta à pergunta "Por que nos devemos preocupar com a Terra?"
(por Logan Gage)
terça-feira, 21 de abril de 2009
AlloSphere - uma nova forma de vermos os dados científicos
Vejam este vídeo da TED. Reparem na frase "encontrando novos padrões na informação". É disso que trata o DI. Poderá o AlloSphere ser usado como um mecanismo para detectar design?
(por William Dembski)
(para ver com legendas em português clique em "View subtitles")
"Joann Kuchera-Morin faz uma demonstração do AlloSphere, uma nova maneira de ver, ouvir e interpretar os dados científicos. Mergulhe no cérebro, sinta os electrões a girar, ouça a música dos elementos ... e detecte padrões que antes não eram visíveis e que poderiam levar a novas descobertas."
Fonte: TED
Posts que tratam também de formas de representar o extraordinário mundo microscópico:
- A vida no interior da célula - fruto do acaso?
- Colecção de animações dos processos celulares e moleculares
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sexta-feira, 17 de abril de 2009
Sociedade Civil participa no culto a Darwin
Mais um programa da televisão portuguesa que se junta a outros já comentados neste blog e que confirma também a forma parcial e subserviente com que o jornalismo em Portugal lida com a questão do Darwinismo. Foi esta Sexta-Feira às 14:00, no programa Sociedade Civil da RTP2.
O programa do Sociedade Civil, chamado "Como evoluiu a espécie humana?", apresentado pela Fernanda Freitas, pode ser visto clicando AQUI (ou aqui).
Só darwinistas presentes
Para não variar só foram convidados darwinistas:
- José Feijó, Comissário da Exposição “A Evolução de Darwin” da Fundação Calouste Gulbenkian
- Élio Sucena, Professor de Evolução e Desenvolvimento da Faculdade Ciências Universidade de Lisboa e Investigador no Instituto Gulbenkian de Ciência
- Pe. Peter Stilwell, Diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica de Lisboa
- José Jorge Letria, Escritor
Para não variar, mais uma vez o Design Inteligente foi ignorado. Falou-se apenas do criacionismo como oposição à Teoria da Evolução. À pergunta que é apresentada no inicio do programa, "Como evoluiu a espécie humana?", pouco ou nada é respondido. Falou-se bastante da exposição “A Evolução de Darwin” da Fundação Calouste Gulbenkian e é apresentada uma visita guiada à exposição com João Caraça como cicerone.
Não há Einsteinismo, não há Newtonismo, mas há Darwinismo
Interessante foi ver José Feijó a dizer que "não há Einsteinismo, não há Newtonismo mas há Darwinismo". Parece que o Sr. José Feijó andou a ler este blog pois isso foi o que já foi dito aqui. Agora, a explicação dele para não haver Einsteinismo, ou Newtonismo, e haver Darwinismo revela a capacidade de adaptação do seu pensamento darwinista. Segundo ele há Darwinismo devido ao desconforto de algumas franjas da população em relação às ideias de Darwin. Como se não fossem os próprios darwinistas a adoptarem o termo Darwinismo.
Seguem-se algumas evidências que indicam que o Comissário da Exposição “A Evolução de Darwin” andou a ler este blog. Sr. comissário leia de novo e veja se estas explicações não fazem mais sentido do que essa desculpa esfarrapada para haver um "ismo" em relação a Darwin:
Quando a artista francesa disse que tiveram várias dificuldades porque não tinham o crânio de Darwin para fazerem a reconstituição, não pude deixar de me lembrar que o cérebro de Einstein foi removido para preservar 7 horas depois de sua morte. Einstein é um bom exemplo de um génio cientista cujas teorias mudaram efectivamente a ciência, que trouxe algo realmente novo à ciência, mas de quem não se faz comparações com Jesus, não há um einsteinismo, nem um dia de Einstein para celebração mundial. Isto mostra bem que o tratamento diferenciado a Darwin, em detrimento de tantos grandes cientistas, ultrapassa a ciência, esconde motivações filosófico-ideológicas que nada têm a ver com ciência.
[Texto que eu próprio escrevi em 13/2/09 no post Fundamentalismo Darwinista na SIC]
A ciência avançou. Mas a evolução parece ter estagnado no seu fundador. Não chamamos à astronomia 'Copernicismo', e nem chamamos à gravidade 'Newtonismo'. "Darwinismo" implica uma ideologia que adere aos ditames de um único homem, como o marxismo. E "ismos" (capitalismo, catolicismo, racismo) não são ciência. O "Darwinismo" implica que os cientistas da biologia "acreditem" na teoria de Darwin. É como se, desde 1860, os cientistas tivessem apenas acenado com a cabeça em concordância com as teorias de Darwin, em vez de desafiarem e testarem as suas idéias ou de acrescentar imensos conhecimentos ao seu trabalho.
[Texto que escreveu um cientista que propõe o fim do culto a Darwin, postado aqui em 14/2/09 no post "Darwinismo deve Morrer para que a Evolução possa Viver"]
Transformismo
Querem mais uma evidência de que o José Feijó andou a ler este blog e as criticas que aqui foram feitas a outros programas de televisão em que ele participou?
O José Feijó por volta dos 60 minutos usou a palavra "transformismo":
"...evolução é um termo também às vezes perigoso. Aliás, repare, Darwin no Origem das espécies diz a evolução uma única vez no último parágrafo. E na altura o termo que ele usava era o transformismo."
Mais à frente (minuto 79) o mau uso da palavra "transformismo" é detectada e Feijó justifica-se dizendo entre outras coisas:
"Pois é o cansaço. Não era transformismo , era transmutação.
... tenho estado a tomar nota de tudo para precisamente não dizer nada mal."
Impressão minha ou o Sr. Comissário já andou a ler algumas das criticas que foram feitas aqui a algumas outras ideias sem sentido que ele já apresentou noutros programas?
Leitura do feedback dos telespectadores através do blog do Sociedade Civil
Parece que é habitual neste programa a apresentadora ler algumas opiniões dos telespectadores, que são deixadas por estes no blog do Sociedade Civil. O que é curioso é que desta vez nenhuma opinião, das várias que foram escritas, foi lida no programa.
Confira no blog do Sociedade Civil algumas opiniões que foram lá deixadas, muitas delas questionando a validade da Teoria Darwinista.
Mais uma evidência da cumplicidade dos meios de comunicação com o Darwinismo. ;)
Outros posts sobre as comemorações de Darwin, sobre a GRANDE exposição e sobre a subserviência jornalística:
- Visita Virtual à exposição "A Evolução de Darwin" na Gulbenkian
- Biosfera - jornalistas servis perante Darwin
- DARWIN, 200 ANOS DEPOIS
- Fundamentalismo Darwinista na SIC
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
Visita Virtual à exposição "A Evolução de Darwin" na Gulbenkian
Para quem não visitou a exposição "A Evolução de Darwin" na Fundação Calouste Gulbenkian, ou para quem foi e quer recordar, aqui fica a visita virtual:
Hoje foi anunciado que a exposição atingiu 100.000 visitantes desde que foi inaugurada em 12 de Fevereiro deste ano. José Feijó bem que dizia que era a exposição maior do mundo. Com esta exposição que custou 1,3 milhões de euros (cerca de 260 mil contos na moeda antiga) Lisboa transformou-se num verdadeiro centro de peregrinação/evangelização darwinista. Mas não se fica por Lisboa. A exposição estará aberta ao público em Lisboa até final de Maio de 2009, mas depois andará em itinerância por outras cidades nacionais e estrangeiras até 2011 .
Agora já não restam dúvidas que a campanha de doutrinação do público com esta exposição foi uma campanha em grande escala. Ainda gostava de saber quanto daquele dinheiro foi retirado ao bolso dos contribuintes portugueses para acabar sendo usado numa evangelização darwinista, numa doutrinação ideológica de alcance mundial.
Outros posts sobre as comemorações de Darwin, sobre a GRANDE exposição e sobre a subserviência jornalistica:
- Biosfera - jornalistas servis perante Darwin
- DARWIN, 200 ANOS DEPOIS
- Fundamentalismo Darwinista na SIC
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Elo Perdido - Montagem Fotos
Elo perdido é um "termo pouco preciso em termos científicos, pois a evolução das espécies é muito mais complexa do que uma simples cadeia onde há um elo em falta". Por isso é que trago aqui não 1, não 2, não 3 elos perdidos... mas 16 elos perdidos:















Se não fosse a montagem de fotos para nos trazer as evidências da macroevolução, o que seria dos evolucionistas... rsrsrs
Estas evidências, estes milagres do photoshop, pelo menos são mais palpáveis que as "evidências" dos "elos perdidos" que os darwinistas, de vez em quando, dizem encontrar, aqui ou ali, no registo fóssil, se bem que estes últimos sejam de longe bem mais criativos, superando qualquer artista de edição de imagens digitais!
POSTS RELACIONADOS:
domingo, 12 de abril de 2009
Reconstrução filogenética é pura fantasia ...
Aqui estão algumas pesquisas realizadas a cerca de 100 milhas de distância de mim. Reparem na frase destacada em itálico. As filogenias reais que aqui se tratam eram conhecidas através da experimentação e apesar disso a teoria evolutiva padrão levou a conclusões completamente erradas. Ah, mas tratava-se de uma população pequena, pequenos genomas, e intensa pressão selectiva. Poupem-me."Evolução Convergente Excepcional num Vírus"
Bull JJ, Badgett MR, Wichman HA, Huelsenbeck JP, Hillis DM, Gulati A, Ho C, Molineux IJ.
Department of Zoology, Institute of Cellular and Molecular Biology, University of Texas, Austin 78712, USA. bull@bull.zo.utexas.edu
Replicar linhagens do bacteriófago phiX 174 adaptado para crescer a altas temperaturas em qualquer dos hospedeiros, apresentaram altas taxas de substituições idênticas e independentes. Tipicamente uma dúzia ou mais de substituições acumularam-se no genoma de 5,4-kilobases durante a propagação. Em todo o conjunto de dados de nove linhagens, 119 substituições independentes ocorreram em 68 locais de nucleotídeos. Mais de metade dessas substituições, responsáveis por um terço dos locais, foram idênticas às substituições de outras linhagens. Algumas substituições convergentes eram específicas ao hospedeiro usado para a propagação do fago, mas outras ocorreram em ambos os hospedeiros. Uma adaptação continua de um fago evoluído a altas temperaturas, mas no outro hospedeiro, levou a alterações adicionais que incluíram reversões de substituições anteriores. A reconstrução filogenética utilizando a sequência completa do genoma não só não conseguiu recuperar a história evolutiva correcta devido a estas mudanças convergentes, mas a verdadeira história foi rejeitada por ser significativamente inferior no ajuste aos dados. Linhagens replicadas submetidas aos mesmos desafios ambientais apresentaram taxas de substituição e taxas similares de melhoramento ao longo de tempos adaptação correspondentes. Taxas de substituição e melhoramentos de aptidão foram mais elevadas durante o período inicial de adaptação do que durante um período posterior, excepto quando se mudava o hospedeiro.
PMID: 9409816 [PubMed - indexado para o MEDLINE]
(por William Dembski)
sábado, 11 de abril de 2009
Cores estruturais nas penas das aves
Embora a nossa compreensão dos objetos coloridos seja dominada pelo papel dos pigmentos e corantes, o mundo natural faz amplo uso da nanotecnologia para produzir cores vívidas, frequentemente acrescentando-lhes um efeito arco íris. Os mecanismos envolvem interferência construtiva e destrutiva da luz - isto é referido como cor estrutural. Esta é a melhor maneira de obter um branco brilhante ou um ultra negro. Cores estruturais podem ser produzidas por cristais fotónicos altamente periodicos (como nas asas das borboletas), e também por "amorfas, ou quase-ordenadas, nano-estruturas dieléctricas onde existem correlações locais, mas pouca ordem de longo alcance" (como nas penas dos pássaros).
Nano-estruturas que produzem a plumagem "brilhantemente" colorida de algumas aves, como o azul das penas do macho Eastern Bluebird, têm uma estrutura como esponja. (Foto: Ken Thomas, fonte aqui)
As cores das penas resultam da presença de um material esponjoso com bolhas de ar de tamanho nanométrico. Em linguagem técnica, os efeitos visuais são criadas pela "dispersão da luz pela beta-queratina esponjosa e por nanoestruturas de ar no interior das células medulares das ramificações das penas das aves". Uma equipe interdisciplinar de investigação analisou as penas de vários pássaros e testou várias hipóteses para a formação de cor. Eles são a favor de um modelo de separação de fases:
"Eles compararam as nanoestruturas a exemplos de materiais que passam pela separação de fases, em que as misturas de diferentes substâncias tornam-se instáveis e separadas umas das outras, tal como as bolhas do dióxido de carbono que se formam quando o é removida a tampa de uma bebida com gás. Eles descobriram que as estruturas que produzem as cores nas penas parecem auto-montarem-se da mesma maneira. Bolhas de água formam-se numa sopa rica em proteínas dentro da célula viva e são substituídas por ar à medida que a pena cresce. "
Eles identificaram duas classes distintas de nano-estruturas: morfologias de canal e morfologias esféricas. A partir de trabalhos anteriores, eles descobriram que essas nano-estruturas são alheias à filogenia e concluíram que as "nanoestruturas de canal e esféricas evoluíram de forma independente em muitas linhagens de aves".
A fim de formar padrões de plumagem reconhecíveis e reproduzíveis, é necessário para o desenvolvimento da nano-estrutura, que seja controlada de uma forma precisa durante o desenvolvimento da pena. Isto não é tarefa fácil. Baseados no modelo de separação de fases, eles são capazes de esclarecer as implicações para a gestão do processo.
"Neste modelo, as aves desenvolvem nano-estruturas que produzem cor, ao controlar o processo combinado de separação de fases e de prisão cinética com três variáveis: as taxas de expressão de beta-queratina, polimerização beta-queratina, e filamentos entrecruzados".
Há dois pontos dignos de nota aqui. O primeiro diz respeito à complexidade do processo e ao potencial de Biomimética. Os investigadores falam da complexidade e elegância. Auto-montagem pode ocorrer - mas apenas sob condições estreitamente controladas de engenharia. Assim, o contexto para a auto-montagem é o do design inteligente.
"Descobrimos que a natureza auto-monta de forma elegante intrincadas estruturas ópticas nas penas das aves. Estamos agora simulando esta abordagem para fazer uma nova geração de materiais ópticos no laboratório."
O outro ponto diz respeito à narrativa fantasiosa darwinista relativa às cores das penas das aves. Muitos sugeriram que as cores das penas apontam para a aptidão. As investigações recentes separam de uma forma clara a teoria darwinista adaptacionista dos dados empíricos.
"Muitos biólogos pensam que a cor da plumagem pode codificar informações sobre qualidade - basicamente, que um macho mais azul é um melhor parceiro de acasalamento", disse Richard Prum, presidente do Departamento de Ecologia e de Biologia Evolucionária e um dos autores do documento. "Essa informação teria de ser codificados na pena à medida que as bolhas crescem. Acho que a nossa hipótese de que a separação de fases está envolvida prevê menos oportunidade para a codificação de informações sobre a qualidade do que aquilo que a maioria dos biólogos pensavam. Ao mesmo tempo, é emocionante pensar sobre outras formas como as aves poderiam estar usando a separação de fases. "
Self-assembly of amorphous biophotonic nanostructures by phase separation
Eric R. Dufresne, Heeso Noh, Vinodkumar Saranathan, Simon G. J. Mochrie, Hui Cao and Richard O. Prum
Soft Matter, Online 30 March 2009, DOI: 10.1039/b902775k
Algumas das cores mais vivas, no reino animal, não são criadas por pigmentos, mas pela dispersão selectiva da luz através de nano-estruturas. Aqui nós investigamos nano-estruturas quase-ordenadas da plumagem das penas das aves que produzem cores vivas sem um efeito de arco iris. A beta-queratina e nanoestruturas de ar são encontradas em duas morfologias básicas: tortuosos canais e corpos de esferas amorfos. Cada classe de nano-estrutura é isotrópica e tem uma escala de comprimento característica acentuada de variação na composição. Estas correlações de estruturas locais conduzem a uma forte dispersão através de uma estreita gama de frequências ópticas e a pouca variação no ângulo de incidência. Tais propriedades ópticas desempenham papéis importantes na comunicação social e sexual. Para serem eficaz, as aves necessitam de controlar precisamente o desenvolvimento destas estruturas à escala nanométrica, apesar de ainda pouco se saber sobre a forma como elas crescem. Nós supomos que múltiplas linhagens de aves tenham evoluído de forma convergente para explorarem a separação de fases e a detenção cinética para auto-montarem nano-estruturas esponjosas que produzem cor na pluma das penas. As nano-estruturas das aves são extremamente semelhantes às auto-montados durante a separação das fases de misturas de fluidos; as morfologias em forma de canal e de esfera são características da separação de fases pela decomposição "spinodal" e nucleação e crescimento, respectivamente. Estas estruturas instáveis são fixadas pela detenção cinética da matriz de beta-queratina, provavelmente através do emaranhamento ou inter-ligação das fibras beta-queratina supermoleculares. Usando o poder de auto-montagem, as aves podem realizar uma gama diversificada de morfologias nanométricas com relativamente pequenas alterações físicas e químicas durante o desenvolvimento da pena.
Ver também:
Bird Feathers Produce Color Through Structure Similar to Beer Foam, Yale University Office of Public Affairs (April 2, 2009)
Tyler, D. Optimal design for brilliant whiteness in a beetle, (ARN Literature blog, 20 January 2007)
(por David Tyler)
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
A vida no interior da célula - fruto do acaso?
Já vimos aqui neste blog como as animações podem ser fundamentais para a aprendizagem. Indiquei uma extraordinária colecção de animações dos processos celulares e moleculares.
Mas, se quiserem espreitar para o interior da célula e observar alguma da actividade que lá se passa, ainda com mais realismo, então vejam este video:
Este vídeo, “The Inner Life of the Cell” (A vida interior da célula), foi produzido pela Biovisions, da Universidade de Harvard.
Tanta complexidade, em tão pouco espaço...
Mais uma oportunidade para os darwinistas começarem a tentar explicar como surgiram todos estes mecanismos e organização interior da célula, através de mutações cegas filtradas pela selecção natural... ao trabalho meninos de Darwin! rsrs
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Cientificismo e Darwinismo
Cientificismo identificado como bloqueio do Debate sobre a Evolução
Há um artigo interessante na coluna no "Vancouver Sun" de hoje, "'Cientificismo' infecta os debates Darwinistas. Uma firme convicção de que a ciência pode explicar tudo sobre a evolução torna-se a sua própria ideologia". Interessante porque é raro ver o cientificismo abordado e criticado, especialmente por alguém que mostra o seu próprio alto nível de fé na evolução.
Segundo o autor, Douglas Todd:
Existem dois grandes obstáculos para uma discussão pública enriquecida sobre a teoria da evolução de Charles Darwin e sobre o que ela significa para todos nós.
O mais óbvio obstáculo é o literalismo religioso, que leva ao Criacionismo. É a crença de que a Bíblia ou outros antigos textos sagrados oferecem a primeira e a última palavra sobre o como o homem surgiu.
O segundo grande obstáculo para uma conversa pública gratificante sobre o impacto da evolução na forma como entendemos o mundo, não é abordado muitas vezes.
Trata-se do "cientificismo".
O cientificismo é a crença de que as ciências não têm fronteiras e, acabarão por ser capazes de explicar tudo no universo. O cientificismo pode, tal como o literalismo religioso, tornar-se a sua própria ideologia.
A Enciclopédia da Ciência, Tecnologia e Ética define o cientificismo como "uma exagerada confiança na eficácia da ciência natural de ser aplicada a todas as áreas de investigação (como na filosofia, ciências sociais e humanas)."
Pode ler o resto aqui.
(por Robert Crowther )
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sábado, 4 de abril de 2009
A Teoria da Evolução era um facto
Neste episódio do ID The Future um químico explica como ele já foi um Darwinista e como se tornou um céptico de Darwin
Clique aqui para ouvir.
Casey Luskin: Eu estou com Charles Garner, professor de química e de bioquímica na Universidade de Baylor, e estamos aqui em Austin Texas para falar hoje de uma entrevista de rádio recente, que o Dr. Gardner teve com o Dr. David Hillis, professor de biologia na Universidade do Texas, Austin. Tanto o Dr. Garner como o Dr. Hillis testemunharam como especialistas no Encontro de Janeiro do Concelho Estadual de Educação do Texas, sobre os parâmetros de ciência do Texas, e de como deviam tratar a evolução. E hoje Dr. Garner, você esteve numa entrevista de rádio da BBC, de alcance mundial, aonde debateu com o Dr. Hillis, e eu pedia-lhe que nos falasse um pouco do que se passou nessa entrevista.
Charles Garner: Bem a BBC deu uns 3 ou 4 minutos de tempo de antena, foi tipo um debate, queriam saber quais eram as falhas na evolução, e o Dr. Hillis não respondeu a nada.
Eu levantei duas questões. Uma a de que o mecanismo da selecção natural deveria explicar as variações nos seres vivos, e eu defendi basicamente que essa era uma boa ideia, mas que há muito pouca evidência para a suportar. E o Dr. Hillis respondeu com o facto das bactérias poderem ser vistas a evoluir. E eu respondi dizendo que as mudanças nas culturas de bactérias são mínimas. Pode-se conseguir a mudança de um aminoácido. Uma mudança benéfica requer mais do que isso. Parece que não podemos ter mais do que uma de cada vez. Tem havido muita investigação sobre isto que tem mostrado cada vez mais os problemas com as mutações, pelo menos no que diz respeito às culturas de bactérias. Então a evidência de que pequenas mudanças podem alguma vez levar a grandes mudanças penso que é um questão de fé.
Casey Luskin: O Dr. Hillis tem sido um oponente da linguagem de "pontos fortes e pontos fracos da evolução" e você é um grande oponente à evolução neo-darwinista. Portanto isto leva-nos de volta ao que está na base deste debate, Dr. Garner. Você esteve aqui em Janeiro, e ouvimos dizer que a evolução está tão bem estabelecida que nem se devia dar aos estudantes a oportunidade de falar sobre as pontos fracos ou criticas à evolução, nas escolas públicas. Você ouve muito este tipo de reivindicações? O que ouve do outro lado, em termos de como o darwinismo devia ser tratado, e de quão bem documentado está?
Charles Garner: O que normalmente é dito é que a evolução é um facto, e tratam-na como uma teoria monolítica, que não tem partes, de tal forma que se alguma parte está estabelecida então está tudo estabelecido. E claro que nós sabemos que a microevolução é algo que está estabelecido, pois os organismos podem sofrer pequenas variações, as bactérias podem tornar-se resistentes a antibióticos, os pássaros podem sofrer variações no tamanho dos seus bicos, algumas ciosas desse tipo. Mas, o que estamos a falar agora, e o que estava em causa no programa da BBC, era como se vai de um tipo de criatura para outro tipo de criatura, e esse é o tipo de coisa que não está provado que a microevolução consiga produzir. Pensa-se que pode fazer isso, mas se me perguntar, para mim isso é uma questão de fé. Mas um dos principais problemas em todo o debate acerca da evolução é que tudo é tomado como pertencendo a um único bloco, sabe, se uma única parte... digamos que, se a microevolução está comprovada, então isso significa que a macroevolução está comprovada, isso significa que as mutações aleatórias estão comprovadas, que a selecção natural é o mecanismo, significa que não estamos autorizados a questionar nada.
Ouvimos as pessoas dizerem que a evolução é um facto. Que a evolução acontece todos os dias. Coisas desse tipo. Bem, os aspectos controversos da evolução não são factos e não acontecem todos os dias.
Casey Luskin: Na sua opinião, no que diz respeito às mutações aleatórias e à selecção natural, você acha que este mecanismo está tão bem demonstrado como outros mecanismos que você talvez estude no seu campo de investigação de química orgânica e biótica?
Charles Garner: Obviamente que não. Como químico orgânico eu penso em termos muito moleculares, sabe, quando vejo um organismo eu na verdade penso em termos dos quimicos, talvez o DNA, as mudanças no DNA que produzem as mudanças nas proteínas, e coisas assim. Então, se você me quer convencer de alguma coisa, eu quero ver evidência molecular para isso, e de facto, apesar de as pessoas poderem documentar mutações, de poderem ver mudanças no DNA, ao ir de um organismo para o outro, de poderem realmente ver similaridades e diferenças, o que não é nada claro é que eventos aleatórios não direccionados possam alguma vez converter uma criatura noutra criatura diferente. O facto de observarmos essas diferenças não quer dizer que elas aconteçam por si próprias. Eu quero ver a evidência molecular para isso em particular.
Casey Luskin: Então Dr. Garner, você obviamente é um céptico do Darwinismo em certo sentido. Você sempre teve este ponto de vista? Ou foi um ponto de vista que você adquiriu mais tarde na sua carreira? Quando é que você chegou ao seu posicionamento de céptico do Neo-darwinismo? E qual foi a evidência que realmente o conduziu a essa posição?
Charles Garner: Bem, na verdade Casey, eu cresci ateu, a minha família não era nada religiosa, e não havia nenhuma razão para eu ser religioso, e eu, sabe, eu abracei o ateísmo, incluindo a evolução, e que não havia razão para duvidar dela. Porquê? Porque era uma teoria conveniente, sabe, não tinha certas implicações religiosas com as quais eu não estaria à vontade. Lembro-me que quando era um rapaz eu encomendei o livro de Carl Sagan, "Vida Inteligente no Universo", eu li-o , e pensei que era bastante plausível que houvesse vida e de como poderíamos contactá-la, sabe, essa era a minha visão do mundo, ao longo de anos e anos. Depois, no 12ºano, tornei-me cristão, e comecei-me a aperceber que havia mais neste mundo do que aquilo que eu pensava. E desde então tornei-me céptico em relação a alegações, especialmente em relação a alegações históricas que parece que não têm muita evidência a sustentá-las. E à medida que passei pela universidade, estudei química, e eu perguntava-me sempre a mim próprio "qual é a evidência para esta teoria"? Bem, algumas coisas da história pareciam-me ter boas evidências, sabe, na universidade, eu tirei um curso de "placas tectónicas", e eu achei a evidência para as placas tectónicas bastante convincentes, sabe, as diferentes cadeias montanhosas, e isto e aquilo. Portanto não é que eu duvidasse de tudo, especialmente no que tinha a ver com a idade da terra. Sabe parte disso, especialmente as partes que eu procurei as evidências, não encontrei razões para duvidar. Mas quando se fazem grandes alegações. Carl Sagan disse "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias". Penso que ele estava a pensar noutra coisa quando ele disse isto. Mas eu aplicaria a frase dele à evolução. Se me vierem dizer que a complexidade da vida apenas acontece baseado em acidentes químicos, físicos e cósmicos, se me disserem que uma forma de vida se pode tornar noutra diferente, eu quero ver a evidência molecular para isso, de que isso pode acontecer num processo não guiado.
Casey Luskin: Bem, eu próprio como fã das placas tectónicas, posso apreciar o que que está a dizer. Talvez eu lhe possa colocar uma última questão Dr. Garner. Você como Professor doutorado, de ensino e investigação, que conselho daria aos estudantes universitários e de pós-graduação, que são cépticos em relação à evolução, ou que são a favor do design inteligente, e tentar perceber como é que eles se devem posicionar ao longo do seu percurso em busca dos seus diplomas. Quando eles têm estes pontos de vista, se é um fenómeno real, eles devem ser cuidadosos? Eles devem estar preocupados pelo que pode acontecer nas suas carreiras, e se assim for o que devem eles fazer?
Charles Garner: Absolutamente, têm que ser cuidadosos. O filme "Expelled" foi bastante esclarecedor e representativo da realidade. E de facto há muitos, muitos exemplos a níveis mais baixos, para além do filme "Expelled". Eu diria a um estudante que atravessa a universidade, à maior parte, especialmente a quem quer ter uma carreira académica: "Mantenham a cabeça para baixo". Por outras palavras sempre pensem na evidência, nos dados, mas têm que manter as vossas opiniões para vós próprios, para além de algumas perguntas muito cuidadosas aqui e ali. No testemunho do Concelho de Educação ontem havia pelo menos uma pessoa a falar sobre o seu diploma, uma pessoa no laboratório foi impedido de obter o seu diploma devido às suas dúvidas em relação à evolução. E tenho visto coisas, tenho visto repostas muito como essa. Sim, mantenham um "low-profile" até que sejam "efectivos". Se eu tivesse testemunhado no Concelho de Educação sem ser "efectivo" provavelmente eu estaria metido em sarilhos, mesmo na minha universidade.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Evidências de macroevolução
Finalmente apareceram as provas irrefutáveis da macroevolução. Duvidam? Então vejam:
Não, não são híbridos! São mesmo elos perdidos. Vejam mais:
(Um camaleão com corpo de macaco e asas de borboleta prova a existência de uma evolução trivergente)
(elefante com cabeça de orangotango... ou será um orangotango com cabeça de elefante?!! ... Não interessa... Evoluiu!)
(esta rã é evidência de um ramo desconhecido. Ocupa um lugar na arvore evolutiva entre os anfíbios e os porcos)
(Este papagaio com cabeça de crocodilo é a prova incontestável de que os pássaros evoluíram dos dinossauros)Um concurso realizado por um site de fotografias na internet permitiu a "criação" de estranhas espécies de animais.
Os participantes foram convidados a utilizar um software de manipulação de imagens, o Avery, disponível gratuitamente no site.
Combinando fotos de dois ou até três bichos, os internautas apresentaram imagens que impressionaram pelo realismo.
FONTE: BBC Brasil
Gostaram? Então vejam também o amigo fiel dos darwinistas:
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Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
















