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Darwinismo

sábado, 26 de dezembro de 2009

Apelo à censura nas bibliotecas escolares do Reino Unido

É época de festas, o que significa que alegria e valores como a caridade, liberdade académica, tolerância e diversidade abundam - mas, aparentemente, isso não acontece entre os defensores de Darwin no Reino Unido. Um recente editorial com tom de irritação do "Atheist Examiner" intitulado "Os criacionistas tentam passar sorrateiramente o Design Inteligente para as bibliotecas escolares" conta a história - embora aquela não seja a história real.

A história correcta é que a "Truth in Science", uma organização britânica que conta com vários cientistas britânicos e académicos credíveis, está a oferecer o Explore Evolution às bibliotecas escolares. Ao contrário do artigo do "Atheist Examinador", o livro Explore Evolution não defende o design inteligente, mas apresenta aos alunos as evidências científicas a favor e contra a evolução neo-darwinista. O design inteligente não é defendido no livro. O que o livro contém é numerosas referências a publicações científicas mainstream que levantam sérias questões sobre aspectos centrais da evolução neo-darwinista. Nos autores do livro incluem-se docentes universitários e cientistas doutorados de instituições de topo. A história real é que porque o livro desafia o darwinismo, os evolucionistas britânicos querem vê-lo proibido nas bibliotecas das escolas públicas.

A este respeito, o "Atheist Examiner" cita uma carta de um bibliotecário no País de Gales, que se vangloriou sobre o seu esforço em banir o Explore Evolution de sua biblioteca e em proteger os seus alunos dos seus argumentos. Como o bibliotecário escreve no New Humanist:

O "livro escolar" é, no essencial, um veículo para infiltrar a idéia do design inteligente pela porta dos fundos. A afirmação de que ele 'aumenta ... compreensão dos pontos fortes e fracos da teoria evolucionista moderna' é, para dizê-lo de uma forma educada, tendenciosamente falsa.

Como bibliotecário de uma escola encarregado de ajudar os professores a moldar as mentes dos jovens cidadãos e promover a investigação crítica e, como cidadão preocupado com a qualidade do ensino público neste concelho, estou preocupado que este livro, que terá sem dúvida sido enviado para outros escolas, possa ser valorizado e possa encontrar o seu caminho para as bibliotecas e salas de aula.

Eu, portanto, ficaria grato se você puder ajudar a espalhar a verdade sobre este livro, para ilustrar uma das mais variadas formas como os defensores do design inteligente - nos quais estão incluídos, ao que parece pelo folheto publicitário, alguns cientistas que ocupam lugares de topo em respeitáveis instituições académicas - procuram propagar suas crenças, e para ajudar os bibliotecários, os professores e outros interessados a promover uma compreensão adequada da ciência e da sociedade.

Não se deixe enganar pelo bibliotecário sobre a promoção do "questionamento crítico": na realidade, ele está a promover pura censura à moda antiga em relação aos pontos de vista que ele não gosta. O tipo de "questionamento", que este bibliotecário procura é o tipo de questionamento que apoia Darwin, e só Darwin. Livros como aquele levantam dúvidas sobre Darwin - mesmo quando tem como autores professores universitários bem credenciados que citam a literatura científica mainstream - e devem ser proibidos pela polícia do pensamento.

É isto que grupos como o "Atheist Examiner" e o "New Humanist" defendem - censura académica dos pontos de vista que desafiam o darwinismo? Vamos fazer votos que nesta época de Natal um verdadeiro pensamento crítico seja permitido nas bibliotecas escolares do Reino Unido e em outros lugares, onde os alunos tenham pleno acesso aos dados científicos e estejam autorizados a pensar por si próprios - mesmo que isso leve a questionar o darwinismo.

(por Casey Luskin)



Comprar o livro?

Ao comprar o Explore Evolution...

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Postal de Natal de 2009, por David Fonseca

Um vídeo-postal de natal com "Last Christmas (I Gave You My Heart)" por David Fonseca, para desejar um santo e feliz Natal para todos os leitores do blog!

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Viagem até aos limites do Universo Conhecido

Este filme mostra o universo conhecido conforme foi mapeado através de observações de astronomia.

Todo o satélite, lua, planeta, estrela e galáxia está representado à escala e na sua localização correcta, medida segundo a melhor investigação cientifica até à data.

Os dados são mantidos e guardados pelos astrofísicos investigadores com o nome de Digital Universe Atlas no American Museum of Natural History.


O filme, que se chama "O Universo Conhecido", leva os espectadores desde os Himalaias através de nossa atmosfera e do negro do espaço até ao brilho do Big Bang. Neste filme é possível ver cada estrela, planeta, e quasar graças ao mapa tridimensional do universo mais completo do mundo, o Digital Universe Atlas, que é mantido e actualizado por astrofísicos do Museu Americano de História Natural. O novo filme, criado pelo Museu, é parte de uma exposição, Visões do Cosmos: Desde o Oceano de Leite até ao Universo em Evolução, no Rubin Museum of Art, em Manhattan, no mês de Maio de 2010.

Nome original do filme: The Known Universe
Nome original da exposição: Visions of the Cosmos: From the Milky Ocean to an Evolving Universe

por American Museum of Natural History
em parceria com Rubin Museum of Art

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sábado, 19 de dezembro de 2009

WIDGET do Clima Mundial

Este widget do Clima Mundial pode ser usado livremente em qualquer blog ou site.


Clique para obter o código do widget do Clima Mundial

Aqui fica o código para colocar o widget do Clima Mundial na barra lateral do seu blog ou site:

Basta Copiar(ctrl+c) e Colar(ctrl+v) o código no HTML do seu blog ou site.

Há apenas dois requisitos para o seu uso:
  1. manter o link para esta página para que outras pessoas o possam encontrar e usar.
  2. Não ser modificado ou usado para qualquer fim comercial
O widget está em desenvolvimento.
Ele usa os dados das temperaturas da troposfera inferior da UAH bem como os dados de CO2 de Mauna Loa combinados com a informação solar SWPC da NOAA. Versões adicionais deste widget podem aparecer nesta página, verifique as actualizações regularmente.

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Aquecimento Global e Darwinismo

Santorum Compara a Falta de Liberdade de Expressão sobre o Aquecimento Global ao Debate sobre o DarwinismoO ex-senador dos E.U.A., Rick Santorum, tem um artigo que vale bem a pena ler no Philadelphia Inquirer. Santorum compara as tácticas de repressão utilizadas no debate sobre o aquecimento global às tácticas similares utilizadas no debate sobre o darwinismo:

Questionar o consenso científico em busca da verdade é uma parte importante de como a ciência tem avançado ao longo dos séculos. Mas o que acontece quando o consenso científico se torna uma ideologia que ultrapassa a busca da verdade? Resposta: Esses questionamentos legítimos são ostracizados, as carreiras dos dissidentes são destruídas, e o debate é sufocado.

Infelizmente, não estou a referir-me apenas aos actuais proponentes da teoria do aquecimento global causado pelo homem. Em 2001, eu ofereci uma alteração legislativa sobre o ensino do tema da evolução. Eu recebi mais criticas para esta simples alteração do que para quase qualquer outra coisa que eu defendi no Senado.
(por John West)

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Conclusões da Cimeira de Copenhaga - Acordo de Copenhaga

O que se concluiu na Cimeira de Copenhaga? Apenas palavras sem sentido redigidas em duas páginas e meia. Resta uma leve esperança de que o alarmismo climático esteja perto do fim. A partir de agora poderia começar uma fase de debate sério a bem da climatologia e do Homem.

Para os leitores interessados, MC disponibiliza o texto assinado pelos poderosos do planeta: Copenhagen Accord. Logo no primeiro parágrafo do Acordo de Copenhaga, os poderosos manifestam-se presunçosos e arrogantes.

Pensam que alteraram o clima a nível global. E são ainda mais presunçosos e arrogantes ao julgar que podem alterar o clima no futuro, limitando a subida da temperatura média global a 2 ºC [Em relação a que data? O Acordo não diz!].

Nesse mesmo parágrafo os poderosos concordam que com esse valor se estabilizaria a concentração de dióxido de carbono a um nível que poderia prevenir uma “interferência antropogénica perigosa”.

Este conceito vago de “interferência antropogénica perigosa” vem já desde a Cimeira do Rio [de Janeiro]. Nunca foi definido com precisão o que é a “interferência antropogénica perigosa”.

O guru, hoje transformado em evangelista do clima, James Earl Hansen disse mais tarde que a “interferência antropogénica perigosa” estava limitada aos tais 2 ºC. Porquê, ele nunca explicou. É apenas um palpite.

Não está provado que as emissões de CO2 tenham efeito significativo no aumento da temperatura a nível global. Muito menos do CO2 causado pela actividade económica do Homem, que é ínfima.

É importante notar que o CO2 é cerca de 0,03% da constituição do ar atmosférico e que a Natureza emite 200 mil milhões de toneladas de CO2 por ano (através da libertação do CO2 dos oceanos, da vegetação, etc.).

As actividades económicas do Homem são responsáveis por apenas 6 mil milhões. Isto é estamos a falar de 3% de 0,03%. Ou seja 0,0009 % do ar atmosférico. Uma relação equivalente a 1 euro em 100 mil euros.

Os milhões gastos nesta loucura de tentar alterar o clima poderiam ser mais bem empregues na resolução de problemas reais: poluição, disponibilidade de água potável, fome, iliteracia, doenças (malária, SIDA, cancro), desemprego, pico do petróleo, etc., etc.

O nosso entendimento sobre o clima é reduzido. Ainda em 1975, as revistas Time e Newsweek (28 de Abril), anunciavam a entrada numa era glacial. E propunham como uma solução derreter as calotes polares.

Na realidade, podemos estar a observar as premissas da primeira fase da entrada na próxima glaciação. E que medidas os poderosos pensem tomar para a adaptação a uma tal situação? Nem eles fazem a mínima ideia!

(por Rui Moura do blog Mitos Climáticos)

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Climategate, Músicas de Natal



Letra:

"Its A Climategate Christmas"
Oh Climategate Oh Climategate those hacked emails have sealed your fate
Oh Climategate Oh Climategate micheals trick was really great
Medieval Warming now is done, Also the Maunder Minimum
Oh Climategate Oh Climategate maybe now we can debate
(You'll Also Get)
Don't sign your name at Copenhagen Falalalalalalalala
II can't Cope With All this Changin' Falalalalalalalala
(And who can forget this Christmas Classic)
Hide the Decline, Slow The Decline
Like Michael's trick on the Hockey Stick Chart
They had a tree ring data set from the Yamal Penninsula
But Briffa just used one tree YAD061
(And then there's)
I'm dreaming of a Carbon Neutral Christmas
Just like the ones in the pre-industrial age
(And what about)
Burning raw data on an open fire
Skeptics pounding on your door
(and here's one for the kids)
You better not breath, You better not drive
Better not cook, I'm telling you why
Al Gore is coming to you town
He's making a list and he checks it a lot
Gonna find out who's Carbon Neutral or not
Al Gore is coming to you town
(and let's not forget this is a religious holiday)
Joy to the world Al Gore is come
Let earth receive her king
Away in a prison a cot for a bed
We wish you a Merry Christmas We wish you a Merry Christmas
We wish you a Merry Christmas We wish it were here
We won't go until we get some We won't go until we get some
We won't go until we get some So bring it right here
"Its A Climategate Christmas" from Minnesotans For Global Warming
So get it and put it under the tree, it'd make a great stockin' stuffer too

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Copenhaga e o Climategate em discussão na SIC Notícias


Um debate interessante antes da Cimeira de Copenhaga na Dinamarca, em que se falou do Climategate.

O engenheiro Rui Moura, céptico do Aquecimento Global Antropogénico, fala sobre as falsidades dos cientistas envolvidos no Climategate. Rui Moura mantém o blog Mitos Climáticos.

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Climategate em debate no MIT


Moderador:
Henry D. Jacoby

Oradores:
Kerry Emanuel '76, PhD '78
Judith Layzer PhD '99
Stephen Ansolabehere
Ronald G. Prinn SCD '71
Richard Lindzen

Vídeo com duração: 1:58:31

Um painel de especialistas dá a sua opinião sobre o que o "Climategate" realmente significa para a ciência do clima, para a integridade do Painel Intergovernamental das Alterações Climáticas (IPCC), para a percepção pública sobre o clima, e para as negociações políticas em curso no Congresso e em Copenhaga.

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sábado, 12 de dezembro de 2009

Climategate: a ONU Censura a Imprensa

Passou-se na Cimeira das Alterações Climáticas das Nações Unidas, em Copenhaga

Um jornalista fez uma pergunta inconveniente sobre o Climategate a um pomposo especialista em aquecimento global da Universidade de Stanford. Este não gostou nada, e os funcionários da ONU intervieram de imediato para tentar parar a apostasia, até que um guarda da ONU armado entrou em acção para impedir que tudo fosse filmado.

A resposta do Prof. Schneider é muito reveladora. É que as pessoas não são parvas. Quem já demonstrou que não é de confiança são os "cientistas" do aquecimento global que escondem e destroem dados e apresentam outros manipulados. Mas parece que esse professorzinho Schneider confia mesmo é nesses 'valores' de deturpação e trapaça. Esse Schneider mostrou que é farinha do mesmo saco.

Tradução do Vídeo:
O jornalista Phelim McAleer coloca ao Professor Stephen Schneider de Stanford algumas Questões Inconvenientes sobre o 'Climategate'

Jornalista: O que pensa do comportamento do Professor Phil Jones em pedir aos colegas para apagarem emails e da destruição de dados financiados por fundos públicos?

Prof. Schneider: Eu não sei o que ele pediu, o que ele disse, eu não faço comentários sobre emails escritos e me são apresentados por pessoas em cujos valores eu não confio. [Nesta altura uma funcionária das Nações Unidas tenta retirar o microfone ao jornalista McAleer] Eu teria que ver tudo, por isso eu não posso comentar muito bem. O que eu posso dizer é que comunicações privadas que as pessoas têm umas com as outras certamente não são documentos públicos.

Jornalista: Mas a Universidade confirmou que são verdadeiros. [Agora a assistente do Prof. Schneider tenta impedir o questionamento do jornalista]

Devido à intervenção do guarda de segurança das Nações Unidas, o Professor Schneider conseguiu evitar responder a Questões Inconvenientes

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Meteorologista diz que Não Existe Aquecimento Global

O meteorologista Luiz Carlos Molion diz que não existe Aquecimento Global e que ir a Copenhaga seria perder tempo:

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

Fonte: UOL - Ciência


Vejam também o vídeo em que Molion fala de Histeria do Aquecimento Global:


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VÍDEO do Debate entre William Lane Craig e Francisco Ayala

O debate "O Design Inteligente é viável?" entre Wiliiam Craig, filósofo, e Francisco Ayala, biólogo evolucionista, que já foi referido aqui no blog, está agora disponível em vídeo.

É mais ou menos consensual que o debate correu bastante mal para o lado evolucionista, para Francisco Ayala. Os próprios evolucionistas reconhecem isso.

Veja você mesmo o debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?)!

Parte 1 - Argumentos de Abertura do Debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?):


Parte 2 - Argumentos de Resposta do Debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?):


Parte 3 - Argumentos de Fecho do Debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?):


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Al Gore diz que o Aquecimento Global é como a Gravidade

Al Gore na Slate respondendo à questão do ClimateGate:

“A relação física entre as moléculas de CO2 e a atmosfera e o aprisionamento de calor está tão bem estabelecida como a gravidade, por amor de Deus. Não é nenhum mistério.…”
Agora onde é que eu tinha ouvido falar do mantra "tão bem estabelecida como a gravidade"?? Hum. Já me lembro.

(por Barry Arrington)


Também no seguinte vídeo Al Gore repete o mantra (vejam a partir do minuto 2:20):

Al Gore:
"A comunidade cientifica trabalhou neste assunto durante 20 anos.
O Aquecimento Global é um principio na física, é como a gravidade, ele existe."

Daqui a pouco Al Gore ainda vai dizer que a gravidade é provocada pelo homem?
Daqui a pouco Al Gore ainda vai dizer que a gravidade é afectada pelo homem?

Será que Al Gore quer dizer que porque a "comunidade cientifica trabalhou neste assunto durante 20 anos" então é verdade?

Faz lembrar o facto, Facto, FACTO da Teoria da Evolução, tão bem estabelecida como a Gravidade.
Ter que apelar para a gravidade só demonstra... hum... da gravidade ninguém dúvida...
Houve algum GravityGate? Com a Gravidade não houve manipulação/ocultação de dados, conluio entre cientistas, fraudes, mediatismo e descriminação de cépticos em grande escala. Estas coisas são graves e não têm nada a ver com a gravidade, mas parece ter muito a ver com o Aquecimento Global e com outras teorias exclusivistas.

P.S. Nesse vídeo Al Gore também diz que os emails do ClimateGate da Universidade de East Anglia tinham 10 anos. Eles são mais recentes do que isso, inclusive muitos são de 2009.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dawkins não debate com William Craig: Dawkins é covarde?

William Lane Craig não é apenas um dos maiores apologistas cristãos do mundo, ele também fez importantes contribuições originais para a filosofia. Sim, Craig publica livros de nível popular. Ao contrário de Dawkins, que em mais de 20 anos foi um populista puro (da evolução darwiniana, da ciência materialista, e do ateísmo), Craig continua a publicar nos níveis mais altos da academia, abordando os estudiosos do mais alto calibre (e ganhando o seu respeito). Dawkins, pelo contrário, cada vez apela mais ao menor denominador comum. É à luz disto que devemos ver como Dawkins se demite rapidamente de debater com Craig:
(por William Dembski)

"DAWKINS: Sempre disse que quando convidado para debates que eu ficaria contente de debater com um Bispo, um Cardinal, um Arcebispo; de facto até já o fiz. Mas eu não debato com criacionistas e não debato com pessoas que apenas se dizem famosos por serem debatedores profissionais. Eles têm que ter mais do que isso; Estou ocupado".

Em 2007 quando William Craig foi ao Reino Unido e Dawkins recusou-se a debater com ele, Dawkins alegou que nunca tinha ouvido falar de Craig. Será que ele era assim tão ignorante sobre os seus adversários mais fortes? Agora essa desculpa já não cola e agora ele fica pedindo a salvação aos bispos e arcebispos!... rsrsrs

Vejam os comentários de William Craig acerca da recusa de Dawkins a debater com ele (começa aos 2min e 50seg):



Dawkins é covarde? Faz até lembrar a pantera cor de rosa...

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Alterações Climáticas: Ciência ou Politica

Aqui fica a tradução do vídeo de Rex Murphy para a CBS News sobre o Climategate:

Quando Jon Stewart, o garnizé da sabedoria convencional, faz piadas sobre ele, aqí sabemos que o Climategate atingiu massa crítica. Disse Stewart: "Pobre Al Gore. O Aquecimento Global completamente desmentido pela mesma Internet que [ele] inventou".

Stewart estava meio a brincar, mas o Climategate não é nenhuma piada. A massa de emails do Climate Research Unit da East Anglia University, revelados por um hacker ou um denunciante, puxa abre as cortinas numa cena de mesquinhez, proteccionismo, manipulação, desafio da Liberdade de Informação, dados perdidos ou destruídos, e tentativas para colocar em "lista negra" os críticos e cépticos do aquecimento global.

O CRU não é o único órgão consultivo de ciência climática, mas é um dos mais influentes, e alimenta directamente o Painel das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas.

Não vamos ouvir mais falar de que "a ciência está firmada", quando fica demonstrado que alguns cientistas se comportam como se eles próprios fossem donos da questão do aquecimento global - quando procuram barrar investigação dos opositores para que não cheguem às publicações "peer-reviewed", e embargar revistas que não podem controlar, quando exortam uns aos outros para apagar e-mails desfavoráveis antes que a Liberdade de Informação se apodere deles, quando falam em "esconder o declínio", quando eles falam em destruir os dados brutos, e quando, agora, nós sabemos que realmente os dados brutos foram perdidos ou destruídos.

Eles "perderam" os dados brutos sobre os quais todos os modelos, todas as previsões geradas por computador, gráficos e projecções, se baseiam. Você não aceitaria isso numa feira de ciências do 9ºano.

A CRU não é o universo da pesquisa de clima, mas é a estrela. Estes emails demonstram uma coisa acima de tudo: que a ciência climática e o activismo do Aquecimento Global se tornaram tão entrelaçados, transformados numa criatura mutante, que separar alarmismo de investigação, ideologia de ciência, agenda de estudo empírico, é agora impossível. O climategate é evidência de que a ciência tem ido para a cama com o activismo e ambos têm passado bons momentos juntos: - que a neutralidade, transparência e a absoluto ausência de interesses que é a baluarte de todos os esforços científicos honestos tem sido abandonadas."

A ciência climática demonstrou ser - em parte - um sub-ramo da política climática.

É uma situação intolerável, mesmo para as mentes sérias que estão do lado do aquecimento global, como Clive Crook, que escreveu na revista The Atlantic sobre este escândalo como segue: "O fedor da corrupção intelectual é avassalador".

A ciência climática precisa do seu próprio botão de reset. E o Climategate devia ser visto, não principalmente como um retrocesso, mas como uma oportunidade para limpar o método científico. Para afastar a ciência da política, de boas causas, de alarmistas, e vestir a ciência climática com um colete de neutralidade garantida, de abertura, num debate real e vigoroso. E longe dos lobistas, das ONGs, dos activistas, de Al Gores e ambientalistas profissionais de todos os tipos. Muitos dos actuais dirigentes do aquecimento global são mais jogadores do que os observadores, porteiros, não investigadores, partidários com raiva de alguma reengenharia global em vez dos humildes servos dos "fatos do caso".

Leia os emails. Você nunca mais vai olhar a "ciência" climática da mesma forma.

Para o The National, eu sou Rex Murphy.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Aprendendo com o Design das Osgas

Perceber o design na natureza pode ser muito inspirador e levar até ao desenvolvimento de novas tecnologias com imensas aplicações práticas e úteis para o ser humano. Neste vídeo o biólogo Robert Full estuda a incrível osga, com suas patas super adesivas e suas surpreendentes habilidades para escalar. As filmagens em alta velocidade mostram que a cauda da osga nos revela provavelmente o seu maior talento.


(para ver com legendas em português clique em "View subtitles")

"Biomutualismo é uma associação entre a biologia e outra disciplina, em que cada disciplina avança a outra de forma recíproca e onde as descobertas colectivas emergem para além de qualquer campo isolado.

Em termos de biomimética (aprendendo com a natureza) à medida que a tecnologia humana pega em mais características da natureza, a natureza torna-se uma professora mais útil."

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Os autores da Grande Fraude do Aquecimento Global

Em 1912, um paleontólogo respeitado do Museu Britânico confirmou que os ossos encontrados numa pedreira de Piltdown eram do "elo perdido" entre os símios e os seres humanos. Quarenta anos depois, provou-se que o chamado Homem de Piltdown era uma farsa. Graças a emails pirateados da Climate Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia, o aquecimento global está a transformar-se no equivalente do Homem de Piltdown do século 21.

Emails trocados entre um pequeno grupo de cientistas climáticos altamente influentes no centro do pânico mundial sobre o aquecimento global expuseram várias discussões entre eles revelando como manipulavam os dados e usavam várias tácticas evasivas para evitar a divulgação ao público dos factos por trás dos números deturpados, contrariando os apelos ao Freedom Information Act.

Aqui está uma galeria dos cinco principais perpetradores daquilo que está a transformar-se na maior fraude científica da história moderna:

Geoff Jenkins, chairman of the United Nations Intergovernmental Panel on Climate Change’s first scientific group and self-described “frontman explaining climate change.” Jenkins admitted in 1996 to a “cunning plan” to feed fake temperature information to Nick Nuttall, head of media for the United Nations Environment program. At the time, Jenkins predicted temperatures in London would hit 113 degrees Fahrenheit and the Thames River would rise three feet even though 1996 was, in fact, cooler than 1995.

Phil Jones, director of the CRU, controlled two key databases that are the primary sources underlying claims by the United Nations and others of a global scientific “consensus” that catastrophic consequences will result from man-made global warming unless trillions of dollars are spent now to prevent it.

Jones e-mailed instructions to colleagues to “hide the decline” in temperatures and to pressure editors of academic journals to blackball the work of “climate skeptics.”

After claiming that the original climate data had been destroyed in the 1980s, Jones was caught urging his CRU colleagues to “delete as appropriate” data requested under Britain’s freedom of information laws.

Michael Mann, director of Penn State University’s Earth System Science Center, is one of the lead authors of the U.N.’s Inter-governmental Panel on Climate Change report. Mann was the originator of the “hockey stick” graph that supposedly proved that the Earth’s temperature was at the highest level in recorded history. However, it also appeared to eliminate both the Medieval Warm Period, in which surface temperatures were higher than they are today, and Europe’s “Little Ice Age.”

In 2003, Canadian statistician Steve McIntyre exposed the flawed methodology behind Mann’s hockey stick. The recent e-mail leak led another scientist to quip: “Dr. Mann is in transition from Penn State to State Pen. We can only hope he does a better job with license plates.” Mann has been a committee chairman for the National Academy of Sciences and a member of multiple NAS panels and committees.

James Hansen, head of NASA’s Goddard Institute for Space Studies, whose records were also cited as evidence, second only to the CRU data, of incontrovertible man-made global warming. McIntyre also caught Hansen engaging in the same sort of statistical manipulation in which past temperatures were lowered and recent ones “adjusted” to convey the false impression that the nonexistent warming trend was accelerating. After trying to block McIntyre’s IP address, NASA was forced to back down from its claim that 1998 was the hottest year in U.S. history.

Al Gore, Former Vice President Al Gore is the author of “An Inconvenient Truth,” star of the 2006 Oscar-winning movie of the same name and winner of the 2007 Nobel Peace Prize for his tireless efforts to limit economic development in industrialized countries with a cap-and-trade scheme. Many experts agree that such a system would increase food and energy prices, while wasting trillions of dollars on alternative energy sources (in which Gore is heavily invested). Gore’s case rests on the now-discredited theory that carbon dioxide emissions (which are increasing) are heating up the Earth’s atmosphere, even though actual global temperatures have been declining for at least a decade.

Estes cinco, embora longe de serem os únicos, estão entre os maiores perpetradores da Grande Fraude do Aquecimento Global. Nunca deveriam ser levados a sério novamente.

Fonte: Washington Examiner

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"Please Help the World" - Filme da Conferência das Alterações Climáticas de Copenhaga (COP15)

Filme sensacional da cerimónia de abertura da Conferência das Alterações Climáticas das Nações Unidas, em Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro de 2009. Vejam o vídeo:

"Please Help the World" - United Nations Climate Change Conference Dec7-Dec18

"Please Help the World", film from the opening ceremony of the United Nations Climate Change Conference 2009 (COP15) in Copenhagen from the Ministry of Foreign Affairs of Denmark. Shown on December 7, 2009 at COP15.

Director: Mikkel Blaabjerg Poulsen, producers: Stefan Fjeldmark and Marie Peuliche, cinematographer: Dan Laustsen, production designer: Peter de Neergaard, editor: Morten Giese, composer: Davide Rossi, sound design: Carl Plesner, production company: Zentropa RamBuk, advisory consultants: Mogens Holbøll, Bysted A/S and Christian Søndergaard, Attention Film ApS.


ONU prevê cimeira histórica em Copenhaga:

07.12.2009
Ricardo Garcia

A cimeira de Copenhaga, que discutirá o próximo passo internacional contra o aquecimento global, começa hoje já com uma conclusão prévia: nunca o mundo esteve tão ligado à causa climática como agora. Nas próximas duas semanas, a capital dinamarquesa estará transformada numa arena política sem precedentes em torno de um só tema ambiental.

Copenhaga poderá ficar marcada como a conferência ambiental da ONU que reuniu mais líderes mundiais. Até sábado passado, estava confirmada a presença de 105 chefes de Estado e de governo, representando 89 por cento da riqueza mundial e 80 por cento das emissões de gases com efeito de estufa, segundo dados divulgados pelo primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen.

Poucas confirmações faltam para Copenhaga ultrapassar a Cimeira da Terra, que reuniu 108 líderes no Rio de Janeiro, em 1992. A presença dos responsáveis máximos de tantos países - incluindo os mais importantes na questão climática - está a ser vista como um sinal histórico.

"Estou muito optimista", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, numa entrevista ao diário dinamarquês Berlingske Tidende. "Vamos chegar a um acordo, e acredito que este acordo será assinado por todos os membros da Nações Unidas, o que é histórico", afirmou.

A conferência climática de Copenhaga poderá adoptar o esqueleto de um novo tratado para suceder ao Protocolo de Quioto, que obriga os países desenvolvidos a reduzirem ligeiramente as suas emissões de gases com efeito de estufa só até 2012.

Um painel científico da ONU estima que, até 2050, as emissões de todos os países do mundo, somadas, precisam de cair metade do que eram em 1990, de modo a evitar um aquecimento global com dimensões incomportáveis.

Se as negociações correrem bem, o novo tratado será concluído ao longo de 2010. "Com tantos chefes de Estado e de governo juntos, vamos obviamente chegar a um acordo, primeiro um acordo político e, imediatamente depois, um documento legalmente vinculativo", disse Ban Ki-moon.

Ponto de viragem

Mais do que a presença dos líderes, nas últimas semanas diversos compromissos concretos de redução foram avançados por vários países, incluindo os maiores emissores de dióxido de carbono - como a China, Estados Unidos, Índia, Brasil, Rússia e União Europeia (ver infografia). "Em 17 anos de negociações sobre o clima, nunca houve tantas nações a fazerem tantas promessas firmes juntas", disse ontem o secretário executivo da ONU para as alterações climáticas, Yvo de Boer. "Embora ainda haja mais passos a dar rumo a um futuro climático seguro, Copenhaga já é um ponto de viragem na resposta internacional às alterações climáticas", completou Yvo de Boer.

Um acordo político provavelmente incluirá novas metas de redução de emissões para o mundo industrializado. Os países em desenvolvimento, por sua vez, deverão comprometer-se a atenuar a curva de crescimento das suas emissões. Mas exigirão, em troca, ajuda internacional.

Há já uma proposta inicial de cerca sete mil milhões de euros anuais até 2012. "Parece claro agora que as ofertas de verbas para um arranque rápido [do financiamento] envolverão a canibalização de promessas já existentes de auxílio internacional", teme porém Tim Gore, da organização humanitária Oxfam, citado pela agência Reuters.

Para o controlo de emissões, o que já está sobre a mesa pode estar perto do que é desejável, segundo uma avaliação divulgada ontem pelo Programa de Ambiente das Nações Unidas (PNUA). Para limitar o aumento da temperatura global a dois graus até ao final do século, seria preciso limitar as emissões globais a 44 mil milhões de toneladas de CO2 em 2020. Se todos os países levarem a cabo os compromissos mais exigentes que estão a apresentar agora, as emissões seriam de 42 mil milhões de toneladas. "Aqueles que dizem que é impossível um acordo em Copenhaga estão simplesmente errados", disse o líder do PNUA, Achim Steiner, numa conferência de imprensa ontem.

A cimeira mobilizará mais de 15 mil participantes, num número superior ao que se esperava. Por falta de espaço físico, a acreditação de jornalistas foi suspensa e o acesso de membros de organizações não-governamentais vai sofrer limitações.

Copenhaga está também a acolher um grande evento paralelo, o Klimaforum, direccionado para a sociedade civil e organizado por um conjunto de movimentos sociais e ambientais.

A presença dos principais líderes mundiais - incluindo os presidentes dos Estados Unidos, China, Índia, Brasil e os chefes dos governos da União Europeia - e a provável realização de manifestações obrigou as autoridades dinamarquesas a montarem o maior dispositivo de segurança desde a II Guerra Mundial. Cerca de 6000 agentes estão já operacionais, representando mais da metade do efectivo policial do país. A mobilização poderá chegar aos 85 por cento.

As manifestações prometem extravasar além-fronteiras. Já no sábado, 20 mil pessoas participaram numa marcha, em Londres, apelando a um acordo ambicioso em Copenhaga.

Fonte: O Público

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domingo, 6 de dezembro de 2009

A Origem dos "Boulders de Darwin" - Tierra del Fuego

Darwin estava errado em relação aos "boulders" que ele viu na viagem do Beagle:
Charles Darwin considerava-se um geólogo e publicou extensamente sobre muitos fenómenos geológicos. Ele ficou intrigado com a distribuição de blocos de pedra e especulou sobre suas origens. Nos seus relatos da viagem do Beagle, Darwin descreveu rochas cristalinas de tamanho notável e abundantes perto de Bahía de San Sebastian, a sul do Estreito de Magalhães, na Tierra del Fuego. Influenciado pelas reflexões de Charles Lyell sobre os lentos movimentos verticais da crosta, submersão, e rafting do gelo para explicar a deriva, Darwin propôs que as pedras de Bahía de San Sebastian foram transportadas sobre o gelo. Beneficiando de 170 anos de estudos posteriores sobre a história glacial da Tierra del Fuego, petrografia, medições de nuclídeos cosmogênicas terrestres, revisitamos a origem dos "Boulders de Darwin" na Bahía de San Sebastian. Nós propomos que eles, assim como acontece com outro trem de rochas para o oeste, na Bahía Inútil, representam a queda de rochas de granito tipo-Beagle da Cordilheira Darwin para o gelo glacial que fluia para a Bahía Inútil -lóbulo da Bahía de San Sebastian. Estes depósitos de avalanche de rochas supraglaciais foram posteriormente alongado em trens de boulders pela tensão glacial durante o transporte e, em seguida, depositados sobre morenas. As datas de exposição cosmogénicas nuclídeos apoiam a correlação das glaciações dos Andes com o registo do isótopo de oxigénio e as cronologias glaciais recentemente propostas para a Tierra del Fuego.

Fonte: http://www.geosociety.org/

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O Erro de Darwin na Geologia

Charles Darwin acampou no Rio Santa Cruz nas falésias de basalto em 26 de abril de 1834. De "Camp Darwin" na Argentina, ele interpretou o vale do rio como tendo sido erodido por um processo extremamente lento durante um período muito longo de tempo. O Dr. Steve Austin mostra que a paisagem que Darwin viu foi erodida de forma extremamente rápida por uma gigantesca inundação do rio que tinha 10 kilometros de largura e 120 metros de profundidade. O Rio Santa Cruz marca um erro no início da carreira de Darwin. Em que mais é que Darwin estava errado?


(versão deste vídeo em português mais abaixo)

com Dr. Steve A. Austin (Geólogo Ph.D.)

O homem nasce com um desejo insaciável de compreender a origem da vida e do universo.

Há 150 anos atrás um homem pensou que tinha descoberto e escreveu um livro que moldou a forma como olhamos para o nosso mundo. Esse homem foi Charles Darwin. Mas, e se ele estava errado?

Vale do Rio Santa Cruz, Patagonia, Argentina

Estamos no norte do Vale do Rio Santa Cruz, um local muito especial. Este é o sitio onde um jovem com 25 anos de idade caminhou até esta encosta, há 175 anos atrás. A 26 de Abril de 1834 Charles Darwin subiu esta encosta e fez afirmações significativas que iriam ter um forte impacto no mundo. Ele viu o rio, e viu os seixos e a areia a serem movidos pelo rio. Então ele andou sobre estas pedras arredondadas médias e grandes que estavam alinhados desde a margem do rio, pela encosta acima, até este penhasco de basalto...


E ele viu todo este terreno e interpretou-o em termos da acção lenta e gradual do Rio Santa Cruz. Ele escreveu sobre isso no seu diário. Ele disse: "o rio, embora tenha tão pouco poder para transportar mesmo pequenos fragmentos, no espaço de eras pode ter produzido pela erosão gradual por factos que é difícil apurar a sua dimensão".. e continuou para interpretar todo este vale em termos da acção lenta e gradual do Rio Santa Cruz aqui presente.

[...]

Porque é que Darwin cometeu um erro tão grande com a sua interpretação sobre o Vale do Rio Santa Cruz? Penso que há 3 razões pelas quais ele falhou em entender este terreno correctamente. A primeira razão é que a visão dele daquilo que ele ia ver estava marcada pelas suas pressuposições. Mesmo antes dele chegar aqui ele tinha ideias e opiniões fortes sobre aquilo que ele ia ver, e por causa disso ele não viu este lugar correctamente. A segunda razão porque Darwin errou aqui no vale é que ele estava a ler o livro errado, ele tinha uma cópia do livro de Charles Lyell, "The Principles of Geology", no Beagle, e assim que ele chegou a este vale, ele reproduziu os pensamentos de Charles Lyell de erosão do rio lenta e gradual a formar vales, e por causa disso ele cometeu um erro significativo. E a terceira razão porque Darwin se enganou aqui neste penhasco é que ele estava a desenvolver uma metodologia incorrecta, uma pseudo-ciência se quisermos, uma forma incorrecta de olhar para o mundo. A metodologia de Darwin estava errada e podemos ver isso aqui mesmo nos penhascos de basalto. Darwin estava errado sobre o Rio Santa Cruz, ele estava errado sobre o processo que formou este vale.

Sobre que mais estava Darwin errado?


se preferir veja esta versão em português do Brasil:


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Rex Murphy, na CBC News, falou sobre o Climategate


"...Estes emails demonstram uma coisa acima de tudo: que a ciência climática e o activismo do Aquecimento Global se tornaram tão entrelaçados, transformados numa criatura mutante, que separar alarmismo de investigação, ideologia de ciência, agenda de estudo empírico, é agora impossível. O climategate é evidência de que a ciência tem ido para a cama com o activismo e ambos têm passado bons momentos juntos"

Leia o resto da tradução desde vídeo de Rex Murphy sobre o Climategate.

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Lord Monckton: prisão para os cientistas criminosos do Aquecimento Global

Lord Monckton: os cientistas por trás da fraude do Aquecimento Global são criminosos que devem ser julgados e presos

"...penso que o que podemos esperar é que os cientistas de todo o mundo vão agora começar a perceber que as autoridades que processam criminalmente estão a começar a ir no seu encalço, e particularmente aqueles que obtiveram lucros através do exercicio de uma ciência falsa ou exagerada, quer sejam eles cientistas, políticos ou pessoas do movimento ambiental que têm vindo a exagerar a suposta ameaça das alterações climáticas, da mesma forma como agora sabemos que a Universidade de East Anglia fez. ... as autoridades também irão atrás da universidade de East Anglia e dos cientistas relacionados com ela, no que parece uma pequena conspiração totalmente controlada, para deturpar, falsificar e exagerar o suposto problema das alterações climáticas."



"Eu também estou a tentar falar com a policia que a própria Universidade de East Anglia está a consultar para que possamos saber se a policia vai investigar não só quem revelou os emails... mas também se a policia vai investigar o acto de esconder informação, o que é uma ofensa criminal..., mas também investigar fraude financeira e cientifica a uma escala global. Pensamos que isso deve ser agora investigado... para que os fraudadores, quer seja na politica, na ciência, ou no movimento verde, possam agora ser cercados... ser detidos, julgados, processados, e presos, pelos biliões e biliões de dolares que eles rapinaram dos bolsos dos cidadãos normais que pagam os impostos e que têm que trabalhar no duro para viver, e para que nunca tenham que pagar por mais nenhuma fraude cientifica extravagante, nunca mais."

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Revista World distingue Stephen Meyer

Stephen Meyer já viu o seu livro Signature in The Cell ficar entre os primeiros, bestseller do Amazon nos livros de ciência, e considerado um dos melhores livros de 2009 pelo Times Literary Supplement, mas as últimas notícias vão muito além disso: Stephen Meyer foi nomeado "Daniel of the Year"para 2009 pela World Magazine:

Este Outono Meyer publicou um relato completo daquilo que a ciência aprendeu nas últimas décadas: Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design (Harper One, 2009) mostra que a célula é incrivelmente complexa e o código que dirige as suas funções é maravilhosamente projectado. O seu argumento deita por terra a macroevolução, a teoria de que um tipo de animal ao longo do tempo evolui para um tipo muito diferente. Meyer regista o desprezo dos media nesta ano da grande celebração dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin e 150 anos da publicação do "A Origem das Espécies".

A reportagem de capa é o que devia tornar-se o perfil essencial de Meyer, seguindo o que Marvin Olasky da World descreve como "o padrão de quatro fases, que é comum entre os intelectuais 'Daniel': Questionar, discernimento, coragem e perseverança".
Meyer diz, "Você pergunta como alguém arranja a audácia de se meter em algo como isto. Parte da resposta é que eu não conhecia nada melhor quando era mais jovem. Eu estava tão absorvido com esta ideia e com estas perguntas: "Seria possível desenvolver um argumento científico? Estávamos a olhar para evidências que pudessem reavivar e reanimar o argumento clássico do design, que tinha sido percebido desde a época de Hume e, certamente, do tempo de Darwin para ser extinto? Se fosse esse o caso, era uma grande revolução científica".

A coragem torna-se um factor determinante, uma vez que percebamos o custo e vejamos como ele é grande. A primeira suspeita de Meyer surgiu quando "falei sobre as minhas ideias com algumas pessoas nas preparações do Cambridge High table, e obtive aquele incentivo social". Mas o custo foi e é mais do que a facilidade de conversação: a San Francisco State University em 1992 expulsou um professor, Dean Kenyon, que adoptou o Design inteligente, e outras perdas de emprego surgiram desde então. Meyer e outros defensores do Design Inteligente perceberam "que isto iria ser muito controverso. Uma das coisas que nos encorajou a todos que estávamos nos primeiros dias deste movimento foi conhecermo-nos uns aos outros. Em 1993 tivemos uma pequena conferência um pouco privada [com] 10 ou 12 jovens cientistas muito fortes atravessando programas top-of-the-world em seus respectivos campos que eram todos cépticos. Acho que o congelamento deste grupo deu a todos a sensação de que esta ia ser uma aventura emocionante: Vamos à luta!".

Sim, à luta - Meyer, acaba de regressar de uma instrução a Michael Shermer (ouça o áudio aqui).

O artigo, como o título indica, é um perfil de coragem que vale a pena ler, especialmente esta parte:
Muitas pessoas que entram no palco da coragem pensam que a guerra na qual eles se encontram vai acabar em poucos anos. Mas, chega um momento na vida de muita gente que se percebe uma dura realidade: Não vai acabar durante a minha vida. É aí que alguns desistem, enquanto outros prosseguem para o palco da perseverança. É onde Meyer está: o Signature in the Cell acaba com uma longa lista de previsões testáveis sobre o caminho que a ciência irá tomar ao longo das décadas seguintes. Meyer acredita que um estudo mais aprofundado irá revelar a importância de "DNA lixo" e os motivos para o que parecem ser estruturas "mal projectadas": irá revelar uma lógica funcional escondida ou a evidência da decadência a partir de projectos bons originais.

Leia o artigo completo aqui.

(por Anika Smith )


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sábado, 5 de dezembro de 2009

Livro Pro-DI no "Livros do Ano" da Times, mas Dawkins e outros darwinistas ficaram de fora

O livro Signature in the Cell de Stephen Meyer, favorável ao Design Inteligente, mereceu honras no "Books of the Year" da Times Literary Supplement (TLS), enquanto que os autores darwinistas foram ignorados

Embora este ano tenha vindo a ser amplamente anunciado como o "Ano de Darwin" por causa dos grandes aniversários de Darwin, os revisores de livros no Times Literary Supplement (TLS) em Londres parecem ter ficado pouco encantados com o ano de safra pró-Darwin da indústria editorial. Com efeito, o "Livros do Ano" da TLS recentemente lançado não inclui nenhum dos grandes argumentos do ano pro-Darwin tais como o "Why Evolution Is True" de Jerry Coyne, ou mesmo o "The Greatest Show on Earth" de Richard Dawkins entre os seus "Livros do Ano". Em vez disso, o único livro com honras reconhecidas que incide sobre o debate Darwin-ID é o "Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design" de Stephen Meyer, que foi escolhido pelo famoso filósofo ateu Thomas Nagel.

Se eu fosse um darwinista, eu estaria bem preocupado. Mesmo muitos daqueles darwinistas materialistas simpáticos já não estão a expressar muito entusiasmo pelos argumentos gastos dos Neo-darwinistas.


(por John West)


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Visconde Monckton sobre o Climategate: "Eles são criminosos"

O homem que desafiou Al Gore para um debate está furioso sobre o conteúdo dos e-mails da CRU que sairam cá para fora - e explica porque você deve estar também.

por Christopher Monckton

Isto é o que eles fizeram - estes "cientistas" climáticos em cuja palavra sem fundamentos a classe politica do mundo, propõe neste Dezembro a criação de um governo global não eleito em Copenhaga, com vastos poderes, sem precedentes, para controlar todos os mercados que antes eram livres, para cobrar impostos sobre as nações ricas e sobre todas as suas operações financeiras, para regular os assuntos económicos e ambientais de todas as nações, e para confiscar e extinguir todas as patentes e os direitos de propriedade intelectual.

O minúsculo grupo unido de cientistas climáticos que inventou e que agora dirige a fraude do "aquecimento global" adulterou os dados de temperatura com tanta frequência que, na admissão recente de um deles, desde 1980 as temperaturas terrestres subiram duas vezes mais rapidamente que as temperaturas do oceano. Um dos milhares de e-mails recentemente divulgados por um denunciante da Universidade de East Anglia, onde um dos quatro conjuntos mundiais de dados globais de temperatura é compilado, revela que os dados foram alterados de modo a evitar que um recente declínio na temperatura aparecesse no registo. Na verdade, não houve um "aquecimento global" significativo nos últimos 15 anos - e houve um arrefecimento rápido e significativo nos últimos nove anos.


Pior, esses fraudadores arrogantes têm recusado, desde há anos e anos e anos, revelarem os seus dados e as suas listagens de programas de computador. Agora sabemos porquê: Como um documento de 15.000 linhas da divisão de computação da Climate Research Unit mostra, os programas e os dados são uma bagunça e um emaranhado inúteis. Com efeito, as tendências da temperatura global foram simplesmente inventadas. Infelizmente, os investigadores britânicos têm vindo a actuar estreitamente na linha dos seus homólogos E.U.A que compilam o outro conjunto de dados de temperaturas terrestres - o GISS / NCDC. Esse conjunto de dados também contém inúmeros equívocos destinados a empolar artificialmente o aquecimento natural do século 20.

Finalmente, estes charlatões vendedores de petróleo e aproveitadores do "aquecimento global" - pois isso é o que são - escreveram uns aos outros a incentivar a destruição de dados que haviam sido legalmente solicitados ao abrigo do Freedom of Information Act no Reino Unido por cientistas que queriam verificar se o seu registo de temperaturas globais foram devidamente compiladas. E essa destruição de dados, como eles estão prestes a descobrir a seu custo, é uma ofensa criminal. Eles não são simplesmente maus cientistas - eles são vigaristas. E vigaristas que cometeram seus crimes às custas dos contribuintes britânicos e dos E.U.A.

Estou furioso, e você também deveria estar.

O que tem dito a mídia mainstream sobre o caso Climategate? Muito pouco. Os poucos que comentaram, muito por entre ods dentes, disseram que tudo isto é uma tempestade num copo de água, e que seus amigos na Universidade de East Anglia e no resto da Comunidade de climatólogos são pessoas boas, realmente.

Não, eles não são. Eles são criminosos. Com o professor Fred Singer, que fundou o U.S. Satellite Weather Service, eu denunciei-os ao Information Commissioner do Reino Unido, com um requerimento para que ele investigue as ofensas deles, e, se assim for o caso que sejam processados. Mas eu não estarei à espera com muitas ilusões: No estado policial que o Reino Unido agora se tornou, com a mídia supina largamente controlada pelo governo, o establishment tende a cuidar de si próprio.

Às nossas custas, e à custa da verdade.


O Visconde Monckton de Brenchley é um politico britânico, consultor empresarial, e conselheiro de politicas.


Fonte: http://pajamasmedia.com/blog/viscount-monckton-on-global-warminggate-they-are-criminals-pjm-exclusive/

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Signature in the Cell nomeado um dos livros do Top pelo Times Literary Supplement

O Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design de Stephen Meyer está a ser nomeado um dos livros do top de 2009 na prestigiada publicação anual do Times Literary Supplement (TLS) chamada "Livros do Ano", que será oficialmente lançada ainda esta semana. A selecção foi feita pelo filósofo proeminente (e reconhecido ateu) Thomas Nagel da Universidade de Nova York. A publicação sobre os livros ainda não está online, mas o site TLS postou um preview do endosso do livro por parte de Nagel:

O Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design (HarperCollins), de Stephen Meyer, é um relato detalhado do problema de como a vida apareceu a partir de matéria sem vida - algo que tinha que acontecer antes que o processo da evolução biológica pudesse começar. A controvérsia sobre o Design Inteligente tem-se centrado, principalmente, na questão de se a evolução da vida desde o seu início pode ser explicada totalmente através da selecção natural e através de outras causas não-intencionais. Meyer pega a questão prévia de como a estrutura química funcional do DNA, imensa e requintadamente complexa, que não pode ser explicada pela selecção natural, porque ela faz com que a selecção natural seja possível, se poderia ter originado sem uma causa intencional. Ele examina a história e o estado actual da investigação sobre explicações químicas da origem da vida não-intencionais, e argumenta que a evidência disponível não oferece nenhuma perspectiva naturalista credível como alternativa à hipótese de uma causa intencional. Meyer é um cristão, mas os ateus e teístas que acreditam que Deus não intervém no mundo natural, serão instruídos pela sua apresentação cuidada deste problema extremamente difícil.

O Signature in the Cell foi previamente nomeado um dos dez livros de ciência mais vendidos do ano pela Amazon.com.


(por John West)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.

Como se desenvolveu a vida?

Existe Aquecimento Global?