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Darwinismo

domingo, 28 de março de 2010

Coevolução dos dinossauros

- Então, porque é que estamos a usar a plataforma outra vez?
- As espécies que são nossas presas adaptam-se - por isso nós temos que arranjar novas maneiras de as caçar.
- O que foi isso?
- O som da adaptação.


Será a coevolução dos dinossauros com os humanos a explicação dos evolucionistas para os tecidos moles de T-Rex encontrados no interior dos seus ossos? :D


Mais posts sobre tecidos moles de dinossauros:

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sábado, 27 de março de 2010

Matemática na Natureza

A Natureza Pelos Números (Nature By Numbers)
Artistas e arquitectos usaram desde tempos antigos muitas propriedades geométricas e matemáticas: temos alguns exemplos, como o uso refinado das proporções pelos arquitectos do Antigo Egipto, Grécia e Roma ou outros artistas da Renascença como Miguel Angelo, Da Vinci ou Rafael.


Mas o que é mais surpreendente para mim é que muitas destas proporções e desenvolvimentos matemáticos também estão presentes na NATUREZA. Podemos encontrar exemplos incontáveis, mas eu decidi apresentar apenas três deles nesta curta animação: (por Cristobal Vila)

Sequência de Fibonacci

Os números de Fibonacci são uma sequência de números. Começa-se com 0 e 1, e obtém-se o número seguinte somando os dois últimos números da sequência. Através desse procedimento temos então a sequência de Fibonacci:

0,1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584, 4181, 6765, 10946…

Na espiral da concha do Nautilus, pode ser percebida a sequência de Fibonacci, pela composição de quadrados com lados de medidas proporcionais aos números da sequência. O primeiro quadrado terá os lados com medida 1, o segundo também, o terceiro terá os seus lados com medida 2, o quarto com medida 5, o sexto com medida 8, etc.

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sexta-feira, 26 de março de 2010

Debate em Londres Sobre o Filme Expelled

Um debate que ocorreu o mês passado no Imperial College de Londres sobre o filme Expelled: No Intelligence Allowed (a seguir à exibição do filme) está disponível para ouvir aqui.

Os membros do painel de ambos os lados do debate sobre o DI deram as suas opiniões em relação às alegações do filme de que os cientistas não são livres para questionarem a evolução darwiniana e em relação à ligação que o filme faz entre a eugenia nazista e a teoria evolucionária.

Seguiu-se uma sessão de Perguntas e Respostas para a plateia.


Contra o filme:
Ateia Prof Susan Blackmore (Psicologia, Plymouth) e o evolucionista teísta professor Keith Fox (Biologia, Southampton).

A favor do filme:
Prof Steve Fuller (Sociologia, Warwick) & Dr. Alastair Noble (Ex-Inspector das Escolas).

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terça-feira, 23 de março de 2010

Obras do Acaso

Aqui está a prova de que os evolucionistas têm razão:



O acaso pode fazer milagres! :D

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Teoria da Evolução está Errada ?

Porque tudo o que você aprendeu sobre a evolução está errado

E se a teoria de Darwin da selecção natural é imprecisa? E se a maneira como você vive agora afecta a expectativa de vida dos seus descendentes? O pensamento evolucionista está a passar por uma revolução...

"O que toda esta evidência mostra é que precisamos de uma compreensão muito mais subtil e matizada do darwinismo e da selecção natural", diz Shenk. "Acho que isso vai inevitavelmente acontecer entre os cientistas. A questão é quanta dessa nuance irá passar para a esfera pública... É realmente engraçado como é difícil ter esta conversa, mesmo com um monte de pessoas que compreendem a ciência. Estamos encalhados numa forma bastante limitada de ver tudo isso, e penso que parte disso vem dos termos"- tais como natureza e educar/criar -"que temos."

Este artigo no Guardian é bastante interessante. Fala sobre como afinal a visão de Lammarck, de que a experiência de vida dos seres vivos poderia passar biologicamente para os seus descendentes, pode não estar tão errada como ainda se pensa actualmente. Fala das histórinhas "just so" dos evolucionistas, que explicam tudo e não explicam nada. Sobre o raciocínio circular darwinista. Aborda a questão da transferência horizontal de genes através dos vírus e de como isso poderá revolucionar e complicar a visão darwinista da evolução e da selecção natural. Fala também do novo livro de Jerry Fodor "What Darwin Got Wrong" e de como há muitas questões que a visão darwinista tradicional não responde.

Destaco a seguir algumas porções do texto.

Epigenética e Lammarck:

As years of bestselling books by Dawkins, Daniel Dennett and others have seeped into the culture, we've come to understand that the awesome power of natural selection – frequently referred to as the best idea in the history of science – lies in the sheer elegance of the way such simple principles have generated the unbelievable complexities of life. From two elementary notions – random mutation, and the filtering power of the environment – have emerged, over millennia, such marvels as eyes, the wings of birds and the human brain.

Yet epigenetics suggests this isn't the whole story. If what happens to you during your lifetime – living in a stress-inducing henhouse, say, or overeating in northern Sweden – can affect how your genes express themselves in future generations, the absolutely simple version of natural selection begins to look questionable. Rather than genes simply "offering up" a random smorgasbord of traits in each new generation, which then either prove suited or unsuited to the environment, it seems that the environment plays a role in creating those traits in future generations, if only in a short-term and reversible way. You begin to feel slightly sorry for the much-mocked pre-Darwinian zoologist Jean-Baptiste Lamarck, whose own version of evolution held, most famously, that giraffes have long necks because their ancestors were "obliged to browse on the leaves of trees and to make constant efforts to reach them". As a matter of natural history, he probably wasn't right about how giraffes' necks came to be so long. But Lamarck was scorned for a much more general apparent mistake: the idea that lifestyle might be able to influence heredity. "Today," notes David Shenk, "any high school student knows that genes are passed on unchanged from parent to child, and to the next generation and the next. Lifestyle cannot alter heredity. Except now it turns out that it can . . ."
[...]

"If a geneticist had suggested as recently as the 1990s that a 12-year-old kid could improve the intellectual nimbleness of his or her future children by studying harder now," writes Shenk, "that scientist would have been laughed right out of the hall." Not so now."

Transferência horizontal de genes entre organismos através dos vírus:
Epigenetics is the most vivid reason why the popular understanding of evolution might need revising, but it's not the only one. We've learned that huge proportions of the human genome consist of viruses, or virus-like materials, raising the notion that they got there through infection – meaning that natural selection acts not just on random mutations, but on new stuff that's introduced from elsewhere. Relatedly, there is growing evidence, at the level of microbes, of genes being transferred not just vertically, from ancestors to parents to offspring, but also horizontally, between organisms. The researchers Carl Woese and Nigel Goldenfield conclude that, on average, a bacterium may have obtained 10% of its genes from other organisms in its environment.

To an outsider, this is mind-blowing: since most of the history of life on earth has been the history of micro-organisms, the evidence for horizontal transfer suggests that a mainly Darwinian account of evolution may be only the latest version, applicable to the most recent, much more complex forms of life. Perhaps, before that, most evolution was based on horizontal exchange. Which gives rise to a compelling philosophical puzzle: if a genome is what defines an organism, yet those organisms can swap genes freely, what does it even mean to draw a clear line between one organism and another? "It's natural to wonder," Goldenfield told New Scientist recently, "if the very concept of an organism in isolation is still valid at this level." In natural selection, we all know, the fittest win out over their rivals. But what if you can't establish clear boundaries between rivals in the first place?

Tendência para violar segundo a visão darwinista e as histórias "just so":
It is a decade since the biologist Randy Thornhill and the anthropologist Craig Palmer published The Natural History of Rape. In the book, they made an argument that – however obnoxious at first glance – seemed, to many, to follow straightforwardly from the logic of natural selection. Evolution tells us that the traits that flourish down the generations are the ones that help organisms reproduce. Evolutionary psychology argues that there's no reason to exclude psychological traits. And since rape is indeed a trait that occurs all too frequently in human society, it follows that a desire to commit rape must be adaptive. There must be a genetic basis for it – a "rape gene", in the words of some media stories following the book's publication – because, in prehistoric times, those men who possessed the tendency would reproduce more successfully than those who didn't. Therefore, the authors concluded, rape was – to use a loaded term that has been getting Darwinians in trouble since Darwin – "natural".
[...]

Far more than biologists, evolutionary psychologists bought in to the ultra-simple version of natural selection, and so they stand to lose far more from advances in our understanding of what's really been going on. They were always prone to telling "just-so stories" – spinning plausible tales about why some trait might be adaptive, instead of demonstrating that it was – and numerous recent studies have begun to chip away at what evidence there was. (That waist-to-hip ratio finding, for example, doesn't seem to hold up in the face of international and historical research.) And now, if epigenetics and other developments are coming to suggest that environment can alter heredity, the very terms of the debate – of nature versus nurture – suddenly become shaky. It's not even a matter of settling on a compromise, a "mixture" of nature and nurture. Rather, the concepts of "nature" and "nurture" seem to be growing meaningless. What does "nature" even mean if you can nurture the nature of your descendants?

Jerry Fodor e o seu livro "What Darwin Got Wrong" e o raciocínio circular do darwinismo:
I called Fodor and asked him to explain his point in language an infant school pupil could understand. "Can't be done," he shot back. "These issues really are complicated. If we're right that Darwin and Darwinists have missed the point we've been making for 150 years, that's not because it's a simple point and Darwin was stupid. It's a really complicated issue."

Fodor's objection is a distant cousin of one that rears its head every few years: doesn't "survival of the fittest" just mean "survival of those that survive", since the only criterion of fitness is that a creature does, indeed, survive and reproduce? The American rightwing noisemaker Ann Coulter makes the point in her 2006 pro-creationist tirade Godless: The Church of American Liberalism. "Through the process of natural selection, the 'fittest' survive, [but] who are the 'fittest'? The ones who survive!" she sneers. "Why, look – it happens every time! The 'survival of the fittest' would be a joke if it weren't part of the belief system of a fanatical cult infesting the Scientific Community."

This argument, perhaps uniquely among all arguments ever made by Coulter, feels persuasive, not least because it is a reasonable criticism of some pop-Darwinism. In fact, though, it's entirely possible for scientists to measure fitness using criteria other than survival, and thus to avoid circular logic. For example, you might hypothesise that speed is a helpful thing to have if you're an antelope, then hypothesise the kind of leg structure you'd want to have, as an antelope, in order to run fast; then you'd examine antelopes to see if they do indeed have something approximating this kind of leg structure, and you'd examine the fossil record, to see if other kinds of leg died out.

Perto ou longe de compreender as origens e o desenvolvimento da vida?:
The irony in all this is that Darwin himself never claimed that it was. He went to his deathbed protesting that he'd been misinterpreted: there was no reason, he said, to assume that natural selection was the only imaginable mechanism of evolution. Darwin, writing before the discovery of DNA, knew very well that his work heralded the beginning of a journey to understand the origins and development of life. All we may be discovering now is that we remain closer to the beginning of that journey than we've come to think.


Fonte: The Guardian, 19 de Março de 2010

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domingo, 21 de março de 2010

Quando Duvidar do 'Consenso' Cientifico

Qualquer pessoa que tenha estudado a história da ciência sabe que os cientistas não estão imunes à dinâmica irracional do comportamento de rebanho

  1. Quando diferentes reivindicações são agrupadas.
  2. Quando os ataques ad hominem contra dissidentes predominam.
  3. Quando os cientistas são pressionados a seguir a linha do partido.
  4. Quando a publicação e a revisão por pares na disciplina é facciosa.
  5. Quando as opiniões divergentes são excluídas da literatura peer-reviewed relevante, não por fracas evidências ou maus argumentos, mas como parte de uma estratégia para marginalizar a oposição.
  6. Quando a literatura de revisão por pares é deturpada.
  7. Quando o consenso é declarado às pressas ou antes mesmo de ele existir.
  8. Quando o assunto da matéria parece, pela sua natureza, resistir a um consenso.
  9. Quando "os cientistas dizem" ou "ciência diz que" é uma locução comum.
  10. Quando ele está a ser usado para justificar políticas do dramatismo pu políticas económicas.
  11. Quando o "consenso" é mantido por um exército de jornalistas que o defendem com zelo acrítico e partidário, e parecem ter a intenção de ajudar a mensagem de alguns cientistas ao invés de relatar os factos o mais objectivamente possível.
  12. Quando nos continuam a dizer que há um consenso científico.
Fonte: The American

Leia também a degradação da ciência.

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sábado, 20 de março de 2010

Adaptação dos Escorpiões das Cavernas Não É Irreversível

Análise Filogenética dos Escorpiões das Cavernas Mexicanas Sugere que a Adaptação às Cavernas Não é Irreversível

"Escorpiões cegos que vivem nas profundezas das cavernas escuras estão a lançar luz sobre um pressuposto de longa data de que as adaptações especializadas são becos sem saída evolucionários irreversíveis. De acordo com uma nova análise filogenética da família Typhlochactidae, os escorpiões que vivem actualmente mais perto da superfície (debaixo de pedras) evoluiram de forma independente em mais de uma ocasião a partir de antepassados adaptados à vida ainda mais abaixo da superfície (em cavernas)."

Fonte: ScienceDaily

Artigo Cientifico Sobre os Escorpiões das Cavernas:

"A filogenia dos Typhlochactidae desafia a sabedoria convencional de que a especialização ecológica é unidireccional e irreversível, falsificando a Lei de Cope dos não-especializados e a Lei de Dollo da irreversibilidade evolutiva. O troglobitismo não é um beco sem saída evolutivo: os escorpiões endógenos evoluíram de ancestrais hipóginos em mais de uma ocasião."

Original em inglês:

Troglomorphism, trichobothriotaxy and typhlochactid phylogeny (Scorpiones, Chactoidea): more evidence that troglobitism is not an evolutionary dead-end

Lorenzo Prendini a,*, Oscar F. Francke b and Valerio Vignoli c
a Division of Invertebrate Zoology, American Museum of Natural History, Central Park West at 79th Street, New York, NY 10024-5192, USA ; b Departmento de Zoologia, Instituto de Biología, Universidad Nacional Autónoma de México, Apto Postal 70-153, Coyoacán, 04510 México ; c Department of Evolutionary Biology, University of Siena, Via Aldo Moro 2-53100, Siena, Italy

*Corresponding author:
E-mail address: lorenzo@amnh.org


ABSTRACT
The scorpion family Typhlochactidae Mitchell, 1971 is endemic to eastern Mexico and exclusively troglomorphic. Six of the nine species in the family are hypogean (troglobitic), morphologically specialized for life in the cave environment, whereas three are endogean (humicolous) and comparably less specialized. The family therefore provides a model for testing the hypotheses that ecological specialists (stenotopes) evolve from generalist ancestors (eurytopes) and that specialization (in this case to the cavernicolous habitat) is an irreversible, evolutionary dead-end that ultimately leads to extinction. Due to their cryptic ecology, inaccessible habitat, and apparently low population density, Typhlochactidae are very poorly known. The monophyly of these troglomorphic scorpions has never been rigorously tested, nor has their phylogeny been investigated in a quantitative analysis. We test and confirm their monophyly with a cladistic analysis of 195 morphological characters (142 phylogenetically informative), the first for a group of scorpions in which primary homology of pedipalp trichobothria was determined strictly according to topographical identity (the "placeholder approach"). The phylogeny of Typhlochactidae challenges the conventional wisdom that ecological specialization (stenotopy) is unidirectional and irreversible, falsifying Cope's Law of the unspecialized and Dollo's Law of evolutionary irreversibility. Troglobitism is not an evolutionary dead-end: endogean scorpions evolved from hypogean ancestors on more than one occasion.

Fonte: Cladistics


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quinta-feira, 18 de março de 2010

O Homem criou Deus ?

A religião naturalista está por todo lado e com grandes campanhas de evangelização, vejam mais uma musiquinha destes crentes darwinistas, para explicar porque as abelhas não vão para o céu:



Ainda dizem que darwinismo/naturalismo/ateísmo não são religiões...

Letra da música "Why Don’t Bees Go to Heaven?":

it seems to me the species Homo sapiens,
carries the chutzpah* gene
to think they are the purpose of the universe
when they only just arrived on the scene

what’s even worse, they bear a curse
of believing they’re the only form of life
to never die, and go on living
somewhere high up in the sky

so why don’t bees go to heaven?
and trees go to heaven?
amoeba, krill and fleas go to heaven?
it’s not surprisin’ that they’re not arisin’
‘cause man created god

this grain of sand upon an infinite beach
had been supporting life for trillions of spins
then along came humans, who started assumin’
that this was where it begins
so profoundly naïve, they began to believe
these primates were the only ones
to never die, and go on living
somewhere high up in the sky

so why don’t worms go to heaven?
and germs go to heaven?
spiders, snakes and sperms go to heaven?
it’s quite expected that they’re not resurrected
‘cause man created god

if man created Zeus, and the god of The Sun
if man created Shiva, and the god of Abraham
from all of life, why should the only one saved
be the species worst behaved?

well, that’s because
that same species, Homo sapiens
carries the chutzpah gene
to think they are the purpose of the universe
when they only just arrived on the scene

what’s even worse, they bear a curse
of believing they’re the only form of life
to never die, and go on living
somewhere high up in the sky

so why don’t whales go to heaven?
and snails go to heaven?
orang-utans and quail go to heaven?
they don’t think twice about paradise
because man created god

* chutzpah - audácia, impertinência, alguém que sem qualquer vergonha passou as marcas do comportamento aceitável

Mas que lógica tão chutzpah a dessa gente! ;)

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Mais um artigo Peer-Reviewed favorável ao DI - Acabando com o Weasel de Dawkins

O programa "Weasel" é uma simulação de computador escrito por Richard Dawkins para demonstrar o poder das variações ao acaso e da selecção nos sistemas evolucionários naturais e artificiais.

Aqui fica um artigo cientifico favorável ao Design Inteligente que acaba com o programa "Weasel" de Richard Dawkins:

Winston Ewert, George Montañez, William A. Dembski, Robert J. Marks II, “Efficient Per Query Information Extraction from a Hamming Oracle,” Proceedings of the the 42nd Meeting of the Southeastern Symposium on System Theory, IEEE, University of Texas at Tyler, March 7-9, 2010, pp.290-297.

Abstract: Computer search often uses an oracle to determine the value of a proposed problem solution. Information is extracted from the oracle using repeated queries. Crafting a search algorithm to most efficiently extract this information is the job of the programmer. In many instances this is done using the programmer’s experience and knowledge of the problem being solved. For the Hamming oracle, we have the ability to assess the performance of various search algorithms using the currency of query count. Of the search procedures considered, blind search performs the worst. We show that evolutionary algorithms, although better than blind search, are a relatively inefficient method of information extraction. An algorithm methodically establishing and tracking the frequency of occurrence of alphabet characters performs even better. We also show that a search for the search for an optimal tree search, as suggested by our previous work, becomes computationally intensive.

O artigo completo pode ser lido aqui.


Veja também:
Publicações Cientificas Revistas por Pares que Apoiam o Design Inteligente

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segunda-feira, 8 de março de 2010

Atlas Conciso das Borboletas do Mundo

O The Concise Atlas of Butterflies of the World (Atlas Conciso das Borboletas do Mundo) de Bernard D'Abrera é um livro cheio de fotografias espectaculares de borboletas. Bernard D'Abrera é um lepidopterista de renome mundial do British Museum (Natural History) em Londres.

Os capítulos iniciais são uma critica ao Darwinismo. Ele escreve:

“Qualquer pessoa que queira conseguir um diploma universitário de qualquer nível só tem que colocar no seu abstract (ou sinopse) a palavra ‘Evolução’ em justaposição ardilosa a palavras menos importantes tais como ‘Filogenética’, ‘Biologia Molecular’, ‘Genética’ ou ‘Biodiversidade’, e puff, vê-se subitamente abastecida de forma abundante com fundos para as suas pesquisas!”

“Algumas pessoas podem-se perguntar por que eu incluí os meus argumentos contra as diversas teorias da evolução das espécies numa obra tão popular como esta. Eu respondo que faço isso porque… aqueles que apoiam alguma ou todas essas teorias fazem-no incansavelmente e sem oposição em todo o veículo literário, visual e falado que existe — seja básico, popular ou exaltado. Eles tem o controle total de todas as publicações científicas ou livros impressos e não têm intenção nenhuma de ver a sua hegemonia ameaçada...”

“Nenhum investigador de campo que estuda os insectos, pode agora contemplar livremente as suas descobertas sobre a morfologia, biologia ou comportamento dos insectos, sem que a corrupção do darwinismo especulativo o force a colorir as suas conclusões. Esse investigador já não pode fazer observações directas e simples de factos objectivos sobre borboletas ou mariposas... Em vez disso, ele agora é levado, através de pressão da programação insidiosa pelos senhores feudais do establishment científico, a sujeitar tudo que ele observou objectivamente à tirania da especulação subjectiva e inútil sobre as borboletas e sobre as suas origens hipotéticas. Ele deve fazer isso por nenhuma outra razão que não seja a de ser capaz de obter o seu financiamento e conseguir o seu doutoramento ou alguma outra honra duvidosa de respeitabilidade mútua entre os seus pares. A parte realmente perigosa deste culto global pseudocientífico é que o nosso investigador foi, inconscientemente, levado a passar da liberdade intelectual da esfera legítima das hipóteses desinteressadas, para o beco sem saída do absolutismo totalitário do dogma que não se pode provar... Assim, os evolucionistas ficaram amarrados no cativeiro da sua própria teoria. Eles a postulam como sagradas escrituras e depois trabalham sem cessar para descobrir ‘evidências’ que se encaixem nela. Tais esforços tendenciosos só lançam o opróbrio de ‘invenção’ sobre as evidências assim recolhidas.”

O The Concise Atlas of Butterflies of the World está esgotado mas em alternativa está disponível no Amazon o World Butterflies, que é uma versão condensada daquele livro, do mesmo autor.


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domingo, 7 de março de 2010

Apresentação do III Simpósio "Darwinismo Hoje"

A realização da terceira edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem como justificativa a continuidade dos debates promovidos nas edições anteriores entre a visão evolucionista e a visão do Design Inteligente.

Desta feita, procura-se questionar se o Design Inteligente é de fato ciência ou se trata, em última análise, de ideologia religiosa. Paralelamente, aborda-se os últimos desenvolvimentos no campo darwinista, particularmente a chamada nova síntese evolutiva, anunciada para breve.

O objetivo do III Simpósio, à semelhança dos anteriores, é promover na Universidade uma visão ampla das questões relacionadas com a origem da vida, das espécies e da complexidade dos seres vivos, que leve em consideração os diversos olhares dos cientistas sobre estes assuntos cruciais, procurando manter o espírito da Academia como o local adequado para o debate, para o contraditório.

Sejam todos bem vindos ao III Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje”.

O evento realizar-se-á nos dias 26 a 29 de abril 2010, nos campi São Paulo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

As inscrições para participação estarão abertas a partir de 18/01/2010 até a data do Evento. Os participantes receberão certificados de participação.

Importância da Reunião no Cenário Científico/Tecnológico do País:

No rol de atividades de uma Universidade, eventos que reúnem pensadores, professores e pesquisadores que exploram as mais variadas temáticas são sempre vistos com naturalidade. Entretanto, alguns destes eventos, além de certamente contribuírem com a difusão de idéias, princípios e novos modelos nas diversas ciências, proporcionam a possibilidade de debates de assuntos ousados e muitas vezes, configurados como tabus.

Um desses assuntos versa sobre a discussão da Teoria da Evolução, de Charles Darwin, robustecida por outros cientistas que defendem o Evolucionismo, acerca da origem das espécies, e a Teoria Criacionista, defendida por outros cientistas e pelos Cristãos de uma maneira geral.

Diante dessa realidade, a Universidade Presbiteriana Mackenzie organizou por duas vezes, e se prepara para organizar pela terceira vez, um Simpósio Internacional que promove a discussão e debates sobre este assunto, polêmico e ousado, sem, contudo, manifestar-se de forma tendenciosa ou com proselitismo.

No cenário técnico científico, a liberdade de expressão, a liberdade de cátedra e a defesa de teses são prerrogativas da academia. Por isso a significativa contribuição que eventos de altíssimo nível, como estes simpósios, dão àqueles que trabalham com as respectivas temáticas, resulta em possibilidades de avanço nos estudos, bem como na divulgação dos resultados auferidos.

São muitas as manifestações e comentários registrados na mídia, assim como em outros meios de comunicação específicos da comunidade universitária. Segundo informações do Sr. José Augusto Pereira Brito, Gerência de Desenvolvimento de Informática, houve um aumento exponencial do número de acessos aos vídeos do Simpósio Darwinismo Hoje e até maio de 2009, o número de acessos foi aproximadamente 100.000.

Debates sobre temas tradicionalmente tidos como antagônicos levam, com certeza, a revisões de conceitos, atualizações e redefinições dos mesmos. E não são raras as situações em que, do antagonismo, se chega a modelos consensuais. O debate de idéias, aberto e imparcial, permite aos participantes e àqueles que o presenciam a reflexão e a defesa de teses, com argumentos capazes de se referendar ou até mesmo rejeitar uma teoria. Assim caminha e evolui a Ciência.

A realização da terceira edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem como justificativa a continuidade dos debates promovidos nas edições anteriores entre a visão evolucionista e a visão do Design Inteligente.

Palestrantes

Dr. Diogo Meyer (Evolucionista) - possui graduação em Biociencias pela Universidade de São Paulo (1991), mestrado em Biociencias pela Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em Integrative Biology, na University of California (2002). Atualmente é jovem pesquisador fapesp da Universidade de São Paulo, atuando principalmente nos seguintes temas: fiologeografia, genética de populações, evolução, especiação e evolução de genes HLA.

Dr. Henrique Paprocki (Evolucionista) - Possui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1993), mestrado em Entomologia pela Universidade de São Paulo (1997) e doutorado em Entomologia pela University of Minnesota (2007). Atualmente é professor assistente III da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, curador da coleção de Invertebrados do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas e consultor ambiental da área de entomologia. Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em Zoologia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: trichoptera, qualidade de água, indicadores biológicos.

Dr. Marcos Nogueira Eberlin (Design Inteligente). Graduação (1982), Mestrado (1984) e Doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS) e Internacional de Espectrometria de Massas (IMSS). Estuda a arquitetura química dos seres vivos, o que, objetivamente, significa, buscar explicações científicas para a origem da vida. Ele e sua equipe do Laboratório Thomson integram um projeto sobre a semelhança de organização das moléculas, a chamada homoquiralidade. A sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da química e da física e para ele, esse processo de separação dos aminoácidos e açúcares é a “assinatura química” que Deus deixou nos seres vivos.

Dr. Scott A. Minnich (Design Inteligente): Doutor em Biologia pela Iowa State University, pós-doutorado em Princeton. Atualmente é professor de microbiologia na Universidade de Idaho, Iowa. Defensor do Design Inteligente. Pertence a Sociedade Internacional para Complexidade, Informação e Design. Publica em várias revistas técnicas, incluindo Journal of Bacteriology, Molecular Microbiology, Journal of Molecular Biology, Proceedings of the National Academy of Sciences, Journal of Microbiological Método, Tecnologia Alimentar, e no Journal of Food Protection.

Dr. Stephen C. Meyer (Design Inteligente): Doutor em História e Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge (dissertação sobre a história da biologia da origem da vida e da metodologia das ciências históricas), tem graduação em Física e Geologia. Atualmente é professor no Whitworth College, Estados Unidos, e diretor do Center for Renewal of Science and Culture no Discovery Institute (Centro para Ciência e Cultura do Instituto Discovery em Seattle). É um dos principais porta-vozes do Design Inteligente. Após graduar-se em física e geologia, trabalhou como geofísico para a companhia Atlantic Richfield. É co-autor de dois livros sobre design inteligente e darwinismo, Darwinismo, Desenho e Educação Pública (Michigan State University Press) e da Ciência e Provas de Design no Universo (Inácio 2000). Também escreveu inúmeros artigos técnicos, bem como editoriais de revistas e jornais como o The Wall Street Journal, The Los Angeles Times, The Houston Chronicle, The Chicago Tribune, First Things e National Review.

Fonte: Universidade Mackenzie

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sábado, 6 de março de 2010

Darwinius masillae (Ida) não era um ancestral humano

muito aqui se falou do Ida, o Darwinius masillae, um fóssil que foi o ano passado propalado pelos evolucionistas como uma grande descoberta para a evolução humana, com a generalidade dos meios de comunicação a entrarem na palhaçada em grande força, servindo os interesses da ideologia darwinista. Até o Google participou na desinformação celebrando o Ida com um Google Doodle do Darwinius masillae.


Lembro-me que naquela altura, face às semelhanças tão evidentes do fóssil com alguns animais vivos (os lémures), perguntei-me a mim mesmo se os "cientistas" que anunciaram o "grande fóssil" seriam sérios e se se teriam ao menos dado ao trabalho de comparar o esqueleto do fóssil com os esqueletos das várias espécies de lémures actuais. Os lémures actuais apresentam diversas características que os diferenciam entre si. Aquele fóssil poderia ser apenas mais um lémure, que poderia até existir ainda algures nas florestas de Madagascar, ou então ser de uma variedade que já se extinguiu e cujas características não podem por isso ser encontradas actualmente nos animais vivos. Mas nunca consegui ver no Darwinius nada que pudesse parecer transicional para a evolução humana.

Mas os evolucionistas fanáticos viram isso e muito mais.
O Ida torna-se assim num claro exemplo do desserviço que a ideologia darwinista é para a ciência e para a boa informação. Para quem ainda dúvida aqui fica mais um desmentido de que o Ida seria algum tipo de "elo perdido" como foi tão amplamente anunciado:

Um fóssil que foi comemorado no ano passado como um possivel "elo perdido" entre os humanos e os primeiros primatas é na realidade um ancestral dos actuais lémures e dos lorinae, de acordo com dois artigos de cientistas da Universidade de Texas em Austin, da Universidade Duke e da Universidade de Chicago.

Num artigo agora disponível online no Journal of Human Evolution, quatro cientistas apresentam evidência de que o Darwinius masillae de 47 milhões de anos de idade não é um primata haplorhine como são os seres humanos e os macacos, como a pesquisa de 2009 reivindicava.

Eles também observaram que o artigo sobre o Darwinius publicado no ano passado na revista PLoS ONE ignora duas décadas de pesquisa publicada mostrando que fósseis semelhantes são na verdade Strepsirrhini, o grupo de primatas que inclui os lémures e lorinae.

"Muitas linhas de evidência indicam que o Darwinius não tem nada a ver com a evolução humana," diz Chris Kirk

Ler mais em ScienceDaily (Mar. 3, 2010)

É disto que a ideologia evolucionista é capaz, é isto que o fundamentalismo darwinista consegue produzir, e com o apoio, ao mesmo tempo cómico e triste, da grande maioria dos meios de comunicação, que se demitem de informar para em vez disso participar com toda a cumplicidade na trapaça e no engano.

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Liberdade Académica sobre a Evolução no New York Times

Primeira Página do New York Times Destaca o Movimento para a Liberdade Académica sobre a Evolução, Aquecimento Global e Outras Questões da Ciência

O esforço para proteger a liberdade dos professores para realizarem discussões equilibradas sobre a evolução nas salas de aula, sobre o aquecimento global e outras questões científicas é destaque na primeira página de hoje do New York Times. O artigo, "Darwin Foes Add Warming to Targets", contém os erros habituais e deturpações que se esperam da parte dos mídia estabelecidos. Mas sejam deturpações ou não, o artigo numa coisa está certo: revela como o público e os políticos estão cada vez mais insatisfeitos com a tentativa da comunidade científica para se desviar da ciência para apoiar várias agendas ideológicas, quer se trate de ateísmo científico de Richard Dawkins ou de alguns esforços alarmistas sobre o aquecimento global para nos levar de volta à Idade da Pedra. As pessoas querem uma verdadeira educação sobre temas científicos, e isso inclui a possibilidade de estudar todas as evidências, e não apenas alguns pontos de dados escolhidos de forma selectiva pelo seu valor de propaganda.

Claro que o artigo do Times alinha na papagaiada do refrão padrão de que não há críticas científicas legítimas a coisas tais como a evolução darwiniana ou o aquecimento global. Digam isso para os mais de 800 cientistas doutorados que assinaram a declaração de dissidência de Darwin, ou a qualquer um que tenha lido os emails do "ClimateGate".
É uma medida da obtusidade do Times que um artigo que discute as preocupações sobre o ensino de uma face apenas do aquecimento global nem sequer se dignou a mencionar a avalanche de revelações de má conduta de cientistas alarmistas do aquecimento global. O lema do The Times, "All the news that's fit to print", assumiu um novo significado: Ocultar ao público todas as "verdades inconvenientes" que possam perturbar o establishment ideológico. Felizmente, o Times e o resto dos mídia já não são as vias de conhecimento para o que a maioria das pessoas aprendem sobre o mundo.

Se você quiser apoiar o direito dos professores a apresentarem todas as evidências científicas, considere assinar a Petição para a Liberdade Académica ou a conhecer o nosso modelo sobre a legislação sobre a liberdade académica.

(por John West)


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.

Como se desenvolveu a vida?

Existe Aquecimento Global?