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Darwinismo

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ardi não é ancestral do homem

O fóssil Ardipithecus ramidus tinha sido promovido a descoberta do ano, em 2009.

Eu avisei que provavelmente não iria demorar muito para que a Ardi perdesse toda a importância que foi anunciada em tantos artigos científicos em 2009, com tantos evolucionistas eufóricos a celebrar a avozinha de todos, juntamente com os grandes meios de comunicação.

Parece que, como eu tinha previsto, à prateleira das vergonhas evolucionistas, ao Ida, e ao Tiktaalik, que tinham também sido amplamente celebrados como grandes e extraordinárias descobertas fósseis pelos evolucionistas (apoiados sempre pelos meios de comunicação servis a Darwin), e que depois afinal perderam toda essa importância, vai-se juntar agora a "reles macaca" Ardi.

Quem diria que apenas alguns meses depois já temos o desmentido de mais uma balela evolucionista:

Estudo diz que Ardi, de 4,4 milhões de anos, não é ancestral do homem

Querem destronar Ardi. A fêmea primata de 4,4 milhões de anos virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem. Mas não passaria de uma reles macaca, acusa um novo estudo.

Ironicamente, o "rebaixamento" da espécie de Ardi está sendo proposto nas páginas da prestigiosa revista especializada "Science", a mesma que alçou a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano) à categoria de descoberta do ano em 2009.

O esqueleto quase completo da criatura, bem como hipóteses detalhadas sobre sua locomoção e até sua vida sexual, foram descritos em 11 artigos científicos no dia 2 de outubro do ano passado.

Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem. É o que argumentava a equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA).

Besteira, declarou à Folha Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. "O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [ou seja, apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede. Aliás, é muito difícil dizer se o fóssil [Ardi] era um macho ou uma fêmea."

Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo, talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés.

INTERPRETAÇÃO:

Até certo ponto, problemas de interpretação são naturais quando se trata de um fóssil como esse. Embora fragmentos de outros indivíduos da espécie já tenham sido achados, Ardi é, de longe, a mais importante fonte para entender o A. ramidus, por causa de seu esqueleto relativamente completo.

Ocorre, porém, que os milhões de anos de preservação distorceram vários dos ossos do bicho, em especial os da pelve (quadril), importantes justamente no debate "dois pés versus quatro patas".

Além disso, a idade remota, próxima do momento estimado para a separação evolutiva entre as linhagens do homem e do chimpanzé, também é fonte de confusão. Isso porque, em tese, quanto mais perto dessa divergência, mais difícil fica dizer quem é pré-humano e quem é apenas macaco.

Sarmiento aponta que White e companhia teriam errado feio na interpretação dos detalhes mais significativos do esqueleto. Em resumo, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros da espécie lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos.

O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África, tanto que até agora ninguém reconheceu oficialmente a descoberta de um protochimpanzé ou protogorila.

Sarmiento aposta que a "mania" de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que achou "apenas" um ancestral dos chimpanzés ou dos gorilas, critica ele.

CONTRA OU A FAVOR

Paleoantropólogos ouvidos pela Folha disseram que a crítica tem fundamento.

"Embora o Dr. White e seus colegas tenham descoberto um fóssil fabuloso de grande macaco, tentaram forçar a mão e transformá-lo num hominídeo, coisa para a qual não há base nenhuma", diz o americano Lee Berger, da Universidade do Witwatersrand (África do Sul).

"Creio que esse é só o primeiro de uma avalanche de artigos. Apesar da força considerável de personalidade do Dr. White, nem ele é capaz de forçar a área a aceitar o A. ramidus como hominídeo."

John Hawks, da Universidade de Wisconsin em Madison, também diz esperar mais publicações criticando a descrição de Ardi.

"Sarmiento argumentou corretamente em vários pontos. Por exemplo, várias comparações recentes do genoma do homem e de primatas mostraram que o ancestral comum de chimpanzés e humanos viveu em torno de 4 milhões de anos atrás", diz.

"Ardi e outros supostos hominídeos, portanto, seriam velhos demais para serem ancestrais do homem. Muitos paleontólogos preferem ignorar os dados genéticos, mas não acho que seja tão simples assim."

Em resposta na própria "Science", White e colegas se defendem. Afirmam ter feito a lição de casa exigida por Sarmiento, ao "comparar detalhadamente" a espécie de Ardi com os grandes macacos mais antigos.

Também lembram que, apesar da descrição recente de Ardi, outros exemplares da espécie tinham sido revelados ao público desde os anos 1990. "Nesses 15 anos, o status do Ardipithecus como hominídeo foi amplamente aceito" pela comunidade científica, afirmam eles.

Fonte: Folha.com - ciência


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sábado, 22 de maio de 2010

Segunda Lei da Termodinâmica

A Segunda Lei da Termodinâmica diz que a tendência na natureza é para uma desordem cada vez maior no universo, que a entropia total do universo está a aumentar continuamente.

A Segunda Lei da Termodinâmica nunca foi uma amiga da evolução materialista. Os argumentos de Granville Sewell relativamente à Segunda Lei da Termodinâmica nos seguintes links valem a pena ser ponderados:

Link 1: no livro IN THE BEGINNING

Link 2: na apresentação em vídeo do “A Mathematician’s View of Evolution”

(por William Dembsky)

Reviews:
"Calmo, ponderado, e abrangente."
—William Dembski, autor do "The Design Inference"

"Sewell proporciona comentários deliciosos e abrangentes ao debate sobre as origens e sobre o design inteligente."
—Cornelius G. Hunter, autor do "Science's Blind Spot"

Descrição do livro:

Nesta colecção abrangente de ensaios sobre as origens, o matemático Granville Sewell olha para o big bang, para a sintonia fina das leis da física, e para a evolução da vida. Ele conclui que, apesar de haver muita coisa na história de vida que parece sugerir causas naturais, não há nada para apoiar a idéia de Charles Darwin de que a selecção natural das variações aleatórias pode explicar grandes avanços evolutivos ("a idéia mais estúpida alguma vez levada a sério pela ciência", diz ele). Sewell explica porque a evolução é fundamentalmente um problema diferente e muito mais difícil do que outros resolvidos pela ciência, e porque um número crescente de cientistas está agora a reconhecer o que desde há muito era evidente para o leigo, que não há explicação possível, sem design. Este livro resume muitos dos argumentos tradicionais para o design inteligente, mas também apresenta alguns argumentos novos e poderosos.

Fonte: Amazon

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Download de ebook sobre o Design Inteligente

É frequente os críticos do Design Inteligente tentarem desconsiderar a teoria como não sendo digna de ser tida em conta, como sendo uma questão já resolvida, e até demasiado aborrecida para receber algum tipo de apoio. Depois disso eles gastam uma quantidade impressionante de energia a tentar refutá-la.

A própria evidência do debate que está a decorrer provocado pelo livro Signature in the Cell (Assinatura na Célula) de Stephen Meyer devia bastar para silenciar aquela ideia gasta de que não existe controvérsia sobre a evolução e o Design Inteligente. Essa controvérsia atingiu um estado de grande agitação em menos de um ano, desde que o livro foi lançado, tornando-o um livro marcante com o qual os darwinistas sérios vão ter que lidar. E lidar com o livro não é o que eles têm feito — nas suas respostas, alguns críticos interpretaram-no de forma errada, enquanto que outros simplesmente nem sequer o leram.

Por isso, os defensores do livro de Meyer analisaram estes diversos ataques fúteis e hostis, e as respostas deles aos críticos do Signature in the Cell foram reunidas e publicadas agora num novo livro digital -- Signature of Controversy: Responses to Critics of Signature in the Cell, que está disponivel para download gratuito aqui.

O livro contém ensaios por David Berlinski, David Klinghoffer, Casey Luskin, Stephen C. Meyer, Paul Nelson, Jay Richards e Richard Sternberg.

O debate está ao rubro; a controvérsia é real. Leia o Signature of Controversy e avalie por si próprio; cada resposta contém links para a crítica original em questão, tornando mais fácil seguir os contornos dos argumentos. Como escreve o editor do livro, David Klinghoffer, na Introdução:

Dizer que o livro de Meyer é fascinante e importante é pouco. Não menos interessante, contudo, foi a resposta dos críticos, e é com isso que o livro que você vai ler agora vai lidar. O que é um facto é que, apesar de se ter escrito sobre ele em papel e online por numerosos amigos e inimigos da teoria do design inteligente, poucos (se é que alguns) dos críticos lidaram com a substância do argumento de Meyer. Isto é extraordinário e revelador.

Nas páginas que se seguem, que incluem links para aquilo que os críticos escreveram, os defensores do livro de Stephen Meyer analisam a resposta hostil desses críticos. Os capítulos aqui apresentados apareceram previamente, a maior parte no blog do do Discovery Institute, Evolution News & Views (ENV) , no site BioLogos ou na revista Salvo. O livro está organizado nas seguintes linhas. Na Parte I, Meyer e seus defensores lidam com a horda dos atacantes do livro Signature que não só não leram o livro, como na maioria dos casos nem se deram ao trabalho de se informarem sobre seu conteúdo. Nestes se inclui um biólogo tão eminente como Francisco Ayala da Universidade da Califórnia e Irvine. Na Parte II, Meyer e outros amigos do DI respondem aos críticos que realmente tiraram um tempo para lerem o livro Signature in the Cell antes de o atacar. Isto revelou ser de uma relativa raridade, por razões que vale a pena ponderar. Enquanto que as Partes I e II lidam com os críticos mais sérios do Signature, ou daqueles com reputação de serem sérios, a Parte III concentra-se na multidão de pigmeus que pululam os blogs darwinistas furiosos e frequentemente obscenos.


Faça o download gratuito do livro aqui.

(por Anika Smith)

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Primeira Célula Sintética ?

Grandes notícias no Synthetic Genomics de Craig Venter:

Resumo: Link 1

Anúncio de imprensa: Link 2

A retórica é interessante. O que eles fizeram foi enfiar um genoma sintético dentro de uma célula não-sintética. No entanto, eles falharam ao falar de "síntese de célula bacteriana". De fato, uma manchete diz: "A Primeira Célula Sintética Auto-Replicante". Isto é enganador.

Se alguma coisa vai ser chamada de "sintética", não devia a totalidade dessa coisa ser sintetizada, e não apenas uma parcela minúscula da mesma? E não sabemos que essa célula evidencia design e, em caso afirmativo, porque não haveriam as células que não foram tocadas pela Synthetic Genomics fazer o mesmo, ou seja, implicar design?

(por William Dembski)

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domingo, 9 de maio de 2010

Francisco Ayala - será que ele acredita no que diz?

Aqui fica um excerto de uma entrevista impressionante com Francisco Ayala feita por um dos mais importantes meios de comunicação social em Espanha. Pergunto-me como um padre católico, mesmo um ex-sacerdote católico, pode realmente acreditar em tudo isso. No seu livro "Darwin’s Gift to Science and Religion" (Contributo de Darwin para a Ciência e para a Religião), ele chama-me (sendo eu um matemático por formação), um "sociólogo". Tendo em conta as observações abaixo, aparentemente, alguém que não é o tipo certo de cientista é, segundo Ayala, um sociólogo. Óptimo ver a Fundação Templeton a apoiá-lo.


Fonte: http://www.abc.es/20100506/ciencia-/barbaridad-culpar-dios-disenado-20100506.html

Entrevista realizada al biólogo Francisco J. Ayala
Diario ABC, Madrid, 6 de Mayo de 2010
Entrevista: A. Grau, Nueva York

-Usted ha recibido muchos premios y reconocimientos en EEUU por su lucha sin cuartel contra el llamado creacionismo. ¿De donde saca su fuerza este movimiento?

-En realidad de poca gente. De los cinco o siete científicos a sueldo del Discovery Institute, sólo uno es bioquímico profesional, el resto vienen de las ciencias sociales. Ni siquiera es una cuestión de convicciones. Me consta que ellos no creen lo que dicen.

-Pero otra gente sí.

-Sí, hay gente que lo cree de buena fe, del mismo modo que toman la Biblia en un sentido literal, ingenuamente. El creacionismo es la mayor aberración que se puede concebir no ya para la ciencia sino para la fe. Es una barbaridad que trata de resolver el reto de la teodicea, es decir, de cómo conciliar la existencia del mal en el mundo con la de Dios, echándole a Dios la culpa de todo lo que va mal. Que no otra cosa es el diseño inteligente.

-Porque el mundo está mal diseñado.

-No puedo concebir nada más desastroso para la religión que el diseño inteligente. Según sus promotores Dios sería el responsable de los tsunamis, del terremoto de Haití, de las erupciones del Vesubio. Los defectos genéticos serían un castigo de Dios, así como la crueldad de la Naturaleza y de todo el mundo viviente. ¿Sabía usted que el 20 por ciento de los embarazos se malogran antes del tercer mes porque el canal de natalidad humano es muy imperfecto? ¿Y le parece a usted serio considerar que 20 millones de abortos al año pueden ser culpa de Dios?

(por William Dembsky)

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sábado, 8 de maio de 2010

O livro Signature in the Cell preocupa a imprensa brasileira

Na semana passada, Stephen Meyer apresentou o seu inovador Signature in The Cell na Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo, uma das faculdades mais antigas e prestigiadas do Brasil, a uma audiência com centenas de estudantes.

A imprensa brasileira também estava lá dando ampla cobertura ao design inteligente. Infelizmente, ao invés de relatar o design inteligente correctamente (você sabe, aquela ideia fundamental de deixar que sejam os próprios defensores de uma ideia a dizerem aquilo que realmente defendem), o "ISTOÉ Independente" segue o exemplo da mídia americana, repetindo ladainhas que leram dos seus homólogos na Time e Newsweek e inserindo os seus preconceitos no artigo, definindo erradamente o DI como sendo "baseado na ideia de que uma entidade maior seria responsável pela criação de todas as formas de vida", chamando a complexidade irredutível de Behe um "conceito pseudo-cientifico", e pintando em geral o principal impulso do DI como um programa para infiltrar a religião nas escolas americanas (o que não é verdade - a política de educação do Discovery tem sido sempre ensinar mais sobre Darwin, não obrigar o design inteligente).

No entanto, quando o repórter Hélio Gomes deixa os visados falarem por si próprios, até nem é mau de todo:

O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente “Signature in the Cell” (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: “Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional”, diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. “Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas”, completa o pesquisador.

Claro que algo pode ter-se perdido na tradução, se eles dizem que o Dr. Meyer é "um dos membros mais activos do Discovery Institute," mas a mensagem em torno do artigo é que o DI é "uma das maiores polémicas de sempre a abanar a sociedade norte-americana e a comunidade científica nos últimos anos. "

Apesar das informações erradas do artigo, vale a pena perceber a atenção que o debate sobre o design inteligente e a evolução está a ter a nível internacional.

Reparem na justaposição bastante divertida destas imagens: Charles Darwin vs Charles Thaxton e Stephen Meyer com Richard Dawkins: provenientes da revista:




(por Anika Smith)

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Especiação dos Lagartos em Isolamento Geográfico

Qual é a importância do Isolamento Geográfico Para a Especiação?

Um estudo genético dos lagartos insulares mostra que mesmo aqueles que ficaram geograficamente isolados por muitos milhões de anos não evoluíram para espécies diferentes como seria de esperar pela teoria da evolução convencional.

Artigo completo:

How Important Is Geographical Isolation in Speciation?


ScienceDaily (May 1, 2010) — A genetic study of island lizards shows that even those that have been geographically isolated for many millions of years have not evolved into separate species as predicted by conventional evolutionary theory.

Professor Roger Thorpe and colleagues Yann Surget-Groba and Helena Johansson, at Bangor University, UK, reveal their findings April 29 in the open-access journal PLoS Genetics.

Since Darwin's study of the Galapagos Islands, archipelagos have played a central role in understanding how new species evolve from existing ones (speciation). Islands epitomize allopatric speciation, where geographic isolation causes individuals of an original species to accumulate sufficient genetic differences to prevent them breeding with each other when they are reunited.

Current day Martinique in the Lesser Antilles is composed of several ancient islands that have only recently coalesced into a single entity. The phylogeny and geology show that these ancient islands have had their own tree lizard (anole) species for about six to eight million years.

Capitalizing on the islands' meeting, the authors genetically tested the lizards for reproductive isolation from one another. In using selectively neutral genetic markers, the authors saw that these anoles are freely exchanging genes and therefore not behaving as separate species. Indeed, there is more genetic isolation between conspecifics from different habitats than between those lizards originating from separate ancient islands.

The findings reject allopatric speciation in a case study from a system thought to exemplify it, and suggest the potential importance of speciation due to differences in ecological conditions (ecological speciation). "The next step is to identify the genes controlling the traits influencing the process of speciation," said Roger Thorpe.

Fonte: ScienceDaily

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

I Congresso Brasileiro do Design Inteligente


1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente
11-12 de Dezembro de 2010
The Royal Palm Plaza - Campinas, São Paulo

Um evento histórico!
Conheça os defensores e a teoria que está revolucionando o mundo!
www.designinteligentebrasil.com.br

Realizado pelo NBDI (Núcleo Brasileiro do Design Inteligente)


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Dissidentes tratados como defensores de teorias de conspiração

Conspirações para suprimir, manipular e distorcer informações, sem dúvida, ocorrer. A sociedade precisa estar vigilantes para se proteger contra fraudes. Um número crescente de supostas conspirações estão sendo cobertos pela mídia, reflectindo, de alguma forma a integridade dos políticos ou líderes empresariais ou o empreendimento científico. Os teóricos da conspiração são qualificados em apelar para a emoção, as alegações fraseado de uma forma provocativa e promover suas próprias reconstruções de eventos, de modo a capturar a imaginação do público. Ted Goertzel ensaio sobre este tema algumas campainhas de alarme soou quando forneceu quatro exemplos recentes:

"teóricos da conspiração - alguns deles com formação científica - alegaram que o vírus HIV não é a causa da AIDS, que o aquecimento global é uma farsa manipuladora e que os alimentos geneticamente modificados e as vacinas são seguras."

O problema que tenho com isso é que esses casos são exemplos de dissidência dentro da ciência, o que mais pode ser dito sobre as teorias de conspiração associadas. Meu objetivo aqui não é para alinhar-me com todos esses dissidentes (embora em dois dos casos, eu encontro-me em desacordo com o aparente consenso), mas para defender a legitimidade da dissidência dentro da ciência. É vital para a saúde da ciência que os dissidentes têm a oportunidade de investigar, questionar e desafiar o referencial teórico da ciência relevantes para o seu caso, e para testar todas as teorias, por referência aos dados empíricos. O perigo que vejo na análise Goertzel é legítimo que os dissidentes são marginalizados e tratados como o produto da teoria da conspiração. A conseqüência é que a ciência é danificado porque fundamentado argumentos dos dissidentes são re-classificados como "apelos emocionais, as alegações sem suporte e verificadas as especulações".

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Intelligent Design Uncensored

Está disponível o novo livro de William A. Dembski & Jonathan Witt:

Intelligent Design Uncensored
(Design Inteligente Não-Censurado)

O livro pode ser encontrado no Amazon:

Intelligent Design Uncensored: An Easy- To-understand Guide to the Controversy

Review

"Who says accurate, cutting-edge science has to be a bore? Dembski and Witt make the biological nuts and bolts come alive and dance. They show that intelligent design is not only true, it's fun!" --Michael Behe, professor of biochemistry, Lehigh University, and author of Darwin's Black Box

"Darwinians fired away throughout 2009, the 150th anniversary of On the Origin of Species, but could not kill the concept of intelligent design. This book is the first salvo of the next 150 years. Dembski and Witt succinctly explain what the war is about in a way understandable to a general audience. If people you know have bought the propaganda that ID is just a gussied-up version of six-day creationism, give them this book." --Dr. Marvin Olasky, editor-in-chief, World, and provost, The King's College, New York City

Product Description

What is ID? Why is it controversial?

Intelligent Design is surrounded by a storm of debate. Proponents and opponents have both sought to have their voices heard above the din.

Is it unscientific? Is it a danger to real Christian faith? Is it trying to smuggle God into the classroom?

Controversy can create confusion rather than clarity. So here to clear things up is Bill Dembski, one of the founders of Intelligent Design, who joins with Jonathan Witt to answer these questions and more. They plainly lay out just what Intelligent Design is and is not. They answer objections with straight talk that is down to earth.

You'll be surprised at how often smart people have misrepresented ID. You might be surprised to see exactly how they respond to what turns out to be misleading arguments.

Here is the book to make you intelligent about the whole fuss!


Product Details

* Paperback: 144 pages
* Publisher: Intervarsity Press (May 2, 2010)
* Language: English
* ISBN-10: 0830837426
* ISBN-13: 978-0830837427
* Product Dimensions: 20.6 x 13.7 x 1.8 cm

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Informação na Vida

Esta apresentação destaca os aspectos que evidenciam informação na vida que normalmente são desprezados ou ignorados em cenários de evolução química ou biológica. Cada célula de um organismo tem milhões de computadores interagindo, lendo e processando informação digital, utilizando programas digitais algorítmicos e códigos digitais para se comunicarem e traduzirem informação. A vida é uma intersecção da ciência natural com a ciência da informação e os dois domínios são fundamentais para qualquer forma de vida existir.


Se preferir, pode saltar a introdução sobre os conceitos, e ir para a parte em que Don Johnson fala da informação na vida, dna, proteínas, enzimas, etc. Para isso avance até aos 11:30 .

Don Johnson, tem um doutoramento em química e um doutoramento em ciências da computorização e da informação.

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domingo, 2 de maio de 2010

Revista Cientifica com Peer-Review Favorável ao DI

Uma nova revista cientifica com revisão por pares, favorável ao Design Inteligente:

BIO-Complexity
(Bio-Complexidade)

A equipa já conta com um cientista brasileiro. Espero que também os cientistas lusitanos possam perceber a oportunidade de poder contribuir numa linha de vanguarda cientifica como esta. Vamos para a linha da frente também portugueses, sem medo de questionar teorias do séc. XIX. Ficarmos na cauda, nos últimos lugares, já nos basta na europa!


Chefe Editorial:

  • Matti Leisola, Enzimologia e Engenharia Enzimática, Universidade de Tecnologia de Helsinkia, na Finlândia

Equipa Editorial:
  • David Abel, Origem da Vida; The Origin-of-Life Science Foundation, Estados Unidos
  • Douglas Axe, Estrutura-função das Proteinas, Biologic Institute, Estados Unidos
  • William Basener, Estatística e Modelagem de Populações, do Instituto de Tecnologia de Rochester, Estados Unidos
  • Michael Behe, Bioquímica e Complexidade Biológica; Lehigh University, Estados Unidos
  • Walter Bradley, Origem da Vida; Baylor University, Estados Unidos
  • Stuart Burgess, Biomimetica e Biomecânica; Universidade de Bristol, Reino Unido
  • Russell Carlson, Bioquímica, Universidade da Georgia, Estados Unidos
  • William Dembski, Matemática e Teoria da Informação; Discovery Institute, Estados Unidos
  • Marcos Eberlin, Química, Universidade Estadual de Campinas, Brasil
  • Charles Garner, Química Prebiótica, Baylor University, Estados Unidos
  • Loren Haarsma, Biofísica, Calvin College, Estados Unidos
  • Peter Imming, Química Orgânica, Martin Luther University, Alemanha
  • James Keener, Bioengenharia e Matemática, da Universidade de Utah, Estados Unidos
  • David Keller, Química Biofísica e Máquinas Moleculares, Universidade do Novo México, Estados Unidos
  • Branko Kozulic, Bioquímica; Gentius Ltd, Croácia
  • Wolf-Ekkehard Lönnig, Genética Vegetal; Max Plank Institute for Plant Breeding Research (aposentado), Alemanha
  • Jed Macosko, Biofísica e Máquinas Moleculares, Wake Forest University, Estados Unidos
  • Robert Marks, Computação Evolucionária e Teoria da Informação, Universidade de Baylor, nos Estados Unidos
  • Norman Nevin, Genética Médica, Queen’s University of Belfast (emérito), Irlanda
  • Edward Peltzer, Química do Oceano, Estados Unidos
  • Colin Reeves, Algoritmos Genéticos e Teoria da Informação, Universidade de Coventry, Reino Unido
  • Siegfried Scherer, Ecologia Microbiana, Technische Universität München, Alemanha
  • Ralph Seelke, Microbiologia, Universidade de Wisconsin-Superior, Estados Unidos
  • David Snoke, Física e Modelagem; Universidade de Pittsburgh, Estados Unidos
  • Richard Sternberg, Genomica, Cladistica e Biologia Teórica, Biologic Institute, Estados Unidos
  • Scott Turner, Fisiologia, Ecologia e Evolução, Universidade Estadual de Nova York-Syracuse, Estados Unidos
  • Jiří Vacha, Fisiologia Patológica e Teoria Evolutiva; Masaryk University (emérito), República Checa
  • John Walton, Química, Universidade de St Andrews, Reino Unido
  • Jonathan Wells, Biologia Celular e do Desenvolvimento, Biologic institute, Estados Unidos

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sábado, 1 de maio de 2010

Evolução das Proteínas

Argumento Contra A Origem Darwiniana Das Dobras das Proteínas
Douglas D. Axe*
Biologic Institute, Redmond, Washington, USA


Abstract:
Há quatro décadas atrás, vários cientistas sugeriram que a impossibilidade de qualquer processo evolutivo ter uma amostra disponível de não mais do que uma minúscula fracção do total de possíveis sequências de proteína, representava um problema para a evolução de novas proteínas. Este problema potencial - o problema da amostra disponível - foi amplamente ignorado, em parte porque aqueles que o levantaram tiveram que confiar em suposições para preencher algumas lacunas na compreensão das proteínas. Os enormes avanços desde aqueles tempos exige uma reavaliação cuidadosa da questão que eles levantaram. Concentrando-me especificamente sobre a origem das dobras nas proteínas, argumento que o problema da amostra disponível permanece. A dificuldade decorre do fato de que as novas funções da proteína, quando analisadas ao nível de novos fenótipos benéficos, normalmente requerem múltiplas novas dobras de proteínas, que por sua vez, exigem longas novas sequências de proteínas. Existem duas maneiras possíveis de isso não representar uma barreira intransponível para a selecção Darwinista. Uma delas é que a função da proteína pode geralmente ser bastante indiferente à sequência da proteína. A outra é que manipulações relativamente simples de genes já existentes, como a mistura de módulos genéticos, poderiam ser capazes de produzir as novas dobras necessárias. Defendo que estas ideias estão agora em desacordo tanto com os princípios conhecidos da estrutura da proteína como com a evidência experimental directa. Se isto estiver correcto, o problema de amostra disponível está para ficar, e nós devemos procurar bem fora do enquadramento Darwiniano por uma explicação adequada para a origem das dobras das proteínas.


Fonte: http://bio-complexity.org/ojs/index.php/main/article/view/BIO-C.2010.1/BIO-C.2010.1

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.

Como se desenvolveu a vida?

Existe Aquecimento Global?