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Darwinismo

sábado, 30 de abril de 2011

Estudantes de Biologia Rejeitam a Teoria de Darwin

O Times Education Supplement (TES) tem hoje um artigo interessante acerca de um estudo sobre estudantes de biologia da universidade de Glasgow, que rejeitam a teoria de Darwin. O artigo afirma que o estudo "pode sugerir uma consciência crescente do movimento do design inteligente entre os alunos do secundário."

É um artigo objectivo, com o ex-Director de Educação da BBC Alastair Noble a dar a sua visão sobre a investigação:

Alastair Noble, director do Centro para o Design Inteligente, disse que se a mensagem da pesquisa foi a de que os alunos devem ter mais oportunidade de avaliar as evidências científicas para as várias posições em torno de origens, ninguém irá discordar disso. Ele disse que a definição do estudo para o design inteligente foi imprecisa e demasiado simplista, embora ele não se tenha surpreendido com os altos níveis de consciência em relação ao design inteligente - ao contrário da evolução, ele é intuitivo e é também "uma posição não-dogmática, não-religiosa que tenta explicar a sofisticação que encontramos em sistemas vivos e naturais em termos de mente, assim como em termos de matéria e energia ".

(por Anika Smith)

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Alien Planet - Darwin IV

Alien Planet é um vídeo que foi lançado no Discovery Channel, sobre dois robots que procuram vida alienígena no planeta Darwin IV. Baseou-se no livro Expedition do autor de fantasia e ficção cientifica Wayne Douglas Barlowe.

O "documentário" da fantasia usa sofisticadas imagens geradas por computador, entremeadas com entrevistas de notáveis personalidades, tais como Stephen Hawking, George Lucas, Michio Kaku e Jack Horner. Foi filmado na Islândia e no Mono Lake na California.



O que é interessante é vermos como os vários darwinistas ao longo do vídeo falam das criaturas fictícias alienígenas como se elas fossem reais, descrevendo-as e explicando cada uma delas com todo o "rigor" da "ciência" darwinista. Sim, com essa mesma certeza com que normalmente eles se apresentam a falar da origem da vida e a falar de como os seres vivos evoluíram na Terra.

A bola de cristal do Darwinismo dá para tudo.
Para além de fantasiarem sobre o passado da vida na Terra, os darwinistas também não se inibem de fantasiar sobre o futuro, arranjando histórias igualmente fantásticas para explicarem cada um dos seres "vivos" ETs do planeta Darwin IV.

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

A bióloga Lynn Margulis critica o neo-darwinismo

Um amigo partilhou comigo este artigo da Revista Discover, de uma entrevista com a bióloga de renome Lynn Margulis. E pensei que valia a pena partilhá-lo com todos os leitores deste blog.

Algumas declarações dela reveladoras:

Todos os cientistas concordam que a evolução ocorreu... A questão é: a selecção natural é suficiente para explicar a evolução?... Este é o problema que tenho com o neo-darwinistas: Eles ensinam que o que gera a novidade é a acumulação de mutações aleatórias no DNA, numa direcção definida pela selecção natural ... A selecção natural elimina e talvez mantenha, mas ela não cria. ...

Ensinaram-me uma e outra vez que o acumulo de mutações aleatórias levou à mudança evolucionária - conduziu a novas espécies. Eu acreditei nisso até que eu olhei para as evidências. ...
Não há nenhum gradualismo no registo fóssil ... O "equilíbrio pontuado" foi inventado para descrever a descontinuidade. ...
Os críticos, incluindo os críticos criacionistas, estão certos nas críticas que fazem. Só não têm nada a oferecer, a não ser o designio inteligente ou o "Foi Deus que fez". Eles não têm alternativas que sejam científicas. ...

Os biólogos acreditam que o padrão evolucionário é uma árvore. Não é. O padrão evolucionário é uma rede ...

Este é o tipo de de honestidade intelectual, e a busca de mente aberta dos factos e da verdade, sobre a qual ciência se desenvolve. Quem sabe, talvez, se a Margulis investisse algum tempo a familiarizar-se com os princípios e as bases de inferência da detecção de design, ela pudesse estar mais inclinada a favorecer uma compreensão mais teleológica sobre a evolução.

(por Jonathan M)

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domingo, 10 de abril de 2011

PUF... aconteceu!



A dramatização de John Piper é até divertida, demonstra bem a incompatibilidade e a improvável aceitação do evolucionismo pela maior parte dos teístas, mas ele reproduz um erro que é comum os evolucionistas mais fanáticos cometerem. É que quando se dirige aos cientistas ele dá a impressão que os cientistas são todos darwinistas, quando está mais do que provado que isso não é assim.

Não são só os sectores religiosos que têm problemas com a visão de Darwin. As criticas ao evolucionismo estão a vir da ciência, e isso é o que está a abalar cada vez mais essa teoria do século XIX, e que está a deixar os evolucionistas mais fanáticos cada vez mais incomodados.

Este blog está repleto de exemplos de cientistas cépticos em relação ao darwinismo, que criticam a visão evolucionista, que defendem que a selecção natural não é capaz de explicar o aparecimento de toda a diversidade de vida na Terra.

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.

Como se desenvolveu a vida?

Existe Aquecimento Global?