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quinta-feira, 26 de junho de 2008

O flagelo bacteriano pode estar equipado com uma embraiagem

Flagellar Clutch Embraiagem FlagelarUma embraiagem nanotecnológica desengata a cauda do flagelo do motor que lhe fornece a energia de rotação (fonte aqui)

Há muitas espécies de bactérias com dois modos de vida: um em que as bactérias se movem nadando através de propulsão de flagelos rotativos, e o outro modo de vida é séssil em que as bactérias fazem parte de um biofilme. O que acontece quando elas mudam do modo de natação livre para o modo fixo?

"A seguir geralmente acontecem duas coisas. As células param de expressar os genes que codificam os componentes do flagelo, e elas segregam uma matriz pegajosa de polissacarídeos que as mantêm agregadas na superfície. Uma vez numa superfície, a natação pode ser um inconveniente ao invés de uma ajuda, e uma relação inversa entre natação e fixação tem sido observada em muitas e diversas espécies. No entanto, os detalhes moleculares subjacentes a esta detenção na mobilidade não foram inteiramente percebidos. Os flagelos são expelidos ou desmontados? Se não são, eles mantêm-se rodando até que sejam travados pela matriz pegajosa recém-formada?"

Acontece que nenhuma destas possibilidades se aplica. Uma pesquisa recente por Blair et al. demonstrou que há um "dispositivo para desligar a rotação". Este dispositivo utiliza uma proteína especial, a EpsE.

"Para saber se a EpsE funciona como um travão que bloqueia o motor, ou como uma embraiagem que deixa o rotor girando livremente, Blair et al. ligaram as bactérias a um substrato pelos seus filamentos e observaram a rotação dos corpos celulares em torno de motores flagelares únicos. Sob a influência da EpsE, as células pararam de girar, mas continuavam a sofrer movimento browniano de rotação livre, indicando um mecanismo de embraiagem. "


Esta constatação foi uma surpresa:

Pensava-se que as bactérias abrandavam desligando os genes que formam os flagelos, diz Richard Berry, um físico da Universidade de Oxford, Reino Unido, que estuda os motores moleculares.
"Isso é uma coisa completamente desconhecida", diz ele. "Anteriormente pensava-se que os flagelos girariam para sempre."


Fazendo uma retrospectiva, o mecanismo de embraiagem faz todo o sentido:

"A inibição directa da rotação do motor pela EpsE representa um mecanismo de controlo recém-descoberto para a natação bacteriana. Os flagelos bacterianos são grandes complexos de proteínas que requerem cerca de 40 a 50 genes para serem montados. Assim, a vantagem mais óbvia do mecanismo da EpsE sobre o controlo da transcrição dos genes flagelares é a velocidade. Na B. subtilis, apenas uma proteína, a EpsE, tem que ser expressa para parar o motor. Presumivelmente, isso é importante se as células tiverem que parar o seu movimento nas primeiras fases da formação do biofilme. Contudo, as vantagens de uma embraiagem sobre um mecanismo de frenagem não são tão claras. Talvez a livre rotação dos flagelos - ou, alternativamente, a reduzida mobilidade durante a transição para o estado inibido pela EpsE seja importante para a formação de biofilmes bem estruturados. Ou talvez uma embraiagem seja simplesmente mais fácil de fazer do que um travão."


Os pesquisadores comparam a estratégia de desligar a síntese do flagelo com a alternativa da embraiagem, e apresentam uma consideração adicional - a eventual necessidade de reactivar o motor flagelar:

"O flagelo é uma máquina molecular elaborada, durável, energicamente cara, e desligar simplesmente desde o inicio a síntese do flagelo não detém necessariamente a mobilidade. Quando a expressão genética flagelar é inactivada, vários ciclos de divisão celular podem ser necessários para segregar flagelos pre-existentes até à sua extinção nas células filhas. Em contraste, a embraiagem exige a síntese de apenas uma única proteína para inibir a mobilidade. Além disso, se a formação do biofilme é abortado prematuramente, o flagelo desactivado pela embraiagem poderá ser reactivado, permitindo às células evitar o novo investimento em síntese flagelar. Enquanto a expressão do flagelo e sua montagem são processos complexos e lentos, o controle pela embraiagem é simples, rápido e potencialmente reversível. "


A "solução" da embraiagem é, por conseguinte, um mecanismo limpo, efectivo e potencialmente reversível. Os autores descrevem-no como "simples", o que está correcto se o significado é o de que apenas um componente é necessário para desengatar o motor flagelar. No entanto, esta simplicidade conceptual em nada colide com o entendimento deste sistema em termos de informação complexa especifica. Os pesquisadores identificaram um gene epsE responsável por produzir a proteína EpsE a qual está envolvida na transmissão crítica do torque ao flagelo e na remoção da ligação à fonte do binário. A medida da complexidade está na forma única da proteína EpsE e na sua capacidade de intervir na proteína de transmissão do torque de maneira que o binário já não seja transmitido. A equipe está agora "à procura de uma proteína que desengate a embraiagem e torne a ligar o motor". Isso contribuiria para desagregar os biofilmes e poderia conduzir a importantes aplicações médicas. Uma medida da "simplicidade" é a facilidade de se encontrar tal proteína. A minha previsão é que os pesquisadores não irão usar a palavra "simples" para descrever esta fase da investigação. A comunidade científica está bem consciente de que os êxitos das nanotecnologias são alcançados apenas através da aplicação de ciência sofisticada e de engenharia de design inteligente.


Uma Embraiagem Molecular Inactiva os Flagelos no Biofilme da Bacillus subtilis
Kris M. Blair, Linda Turner, Jared T. Winkelman, Howard C. Berg, e Daniel B. Kearns
Science 320, 20 de Junho de 2008: 1636-1638.

Resumo: Os biofilmes são agregados multicelulares de bactérias sésseis cobertas por uma matriz extracelular e são importantes clinicamente como uma fonte de micróbios resistentes aos medicamentos. Na Bacillus subtilis, descobrimos que um operão necessário para a biossíntese da matriz do biofilme também codifica um inibidor da mobilidade, a EpsE. A EpsE detém a rotação flagelar de um modo semelhante ao de uma embraiagem, ao desengatar os elementos geradores de força do motor nas células incorporados na matriz do biofilme. A embraiagem é uma forma de controlo de mobilidade simples, rápida e, potencialmente reversível.

Veja também:

Berry R.M. e Armitage, JP, Como as Bactérias Mudam a Velocidade, Science 320, 20 de Junho de 2008: 1599-1600.

Whitfield, J. Motores bacterianos têm as suas próprias embraiagens, news@nature.com, 19 de Junho de 2008 | DOI: 10.1038/news.2008.903

(por David Tyler)

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O darwinismo é falseável ?

Michael Behe, bioquímico norte-americano, professor de bioquímica da universidade de Lehigh, fala sobre a questão do Design Inteligente ser ou não falseável e do Evolucionismo ser ou não falseável.


Tradução do que diz Behe no vídeo:

"A Academia Nacional de Ciências objectou que o design inteligente não é falseável, e eu penso que o que é verdade é precisamente o oposto. O design inteligente está bem aberto à falseabilidade. Eu alego, por exemplo, que o flagelo bacteriano não pode ser produzido pela selecção natural; ele precisava de ter sido deliberadamente projectado. Bem, tudo o que um cientista tem que fazer para provar que estou errado é pegar numa bactéria sem flagelo, ou eliminar os genes do flagelo numa bactéria, ir para o seu laboratório e desenvolver a bactéria por um longo período e ver se ele produz alguma coisa que se assemelhe a um flagelo. Se isso tiver acontecido, o design inteligente, como eu o entendo, terá sido 'apanhado'. Eu certamente não espero que isso aconteça, mas é facilmente falseável por uma série dessas experiências.

Agora vamos colocar a questão ao contrário, Como é que nós falseamos a afirmação de que foi a selecção natural que produziu o flagelo bacteriano? Se esse mesmo cientista fosse para o laboratório e eliminasse os genes do flagelo, desenvolvesse a bactéria por um longo período, e nada acontecesse, bem, ele diria que talvez não tivéssemos começado com a bactéria certa, talvez não tenhamos esperado tempo suficiente, talvez precisemos uma população maior, e seria muito mais difícil de falsear a hipótese Darwiniana.

Eu penso que o oposto é que é verdade. Eu penso que o design inteligente é facilmente testável, facilmente falseável, embora nunca tenha sido falseado."

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segunda-feira, 1 de outubro de 2007

O evolucionismo é falseável?

Vejam o que diz Behe sobre a falseabilidade:

"A Academia Nacional de Ciências objectou que o design inteligente não é falseável, e eu penso que o que é verdade é precisamente o oposto. O design inteligente está bem aberto à falseabilidade. Eu alego, por exemplo, que o flagelo bacteriano não pode ser produzido pela selecção natural; ele precisava de ter sido deliberadamente projectado. Bem, tudo o que um cientista tem que fazer para provar que estou errado é pegar numa bacteria sem flagelo, ou eliminar os genes do flagelo numa bacteria, ir para o seu laboratório e desenvolver o bichinho por um longo periodo e ver se ele produz alguma coisa que se assemelhe a um flagelo. Se isso tiver acontecido, o design inteligente, como eu o entendo, terá sido 'apanhado'. Eu certamente não espero que isso aconteça, mas é facilmente falseável por uma série dessas experiências.

Agora vamos colocar a questão ao contráiro, Como é que nós falseamos a afirmação de que foi a selecção natural que produziu o flagelo bacteriano? Se esse mesmo cientista fosse para o laboratório e eliminasse os genes do flagelo, desenvolvesse a bacteria por um longo periodo, e nada acontecesse, bem, ele diria que talvez não tivessemos começado com a bacteria certa, talvez não tenhamos esperado tempo suficiente, talvez precisemos uma população maior, e seria muito mais dificil de falsear a hipotese Darwiniana.

Eu penso que o oposto é que é verdade. Eu penso que o design inteligente é facilmente testável, facilmente falseável, embora nunca tenha sido falseado, e o Darwinismo é muito resistente a ser falseado. Eles podem sempre alegar que alguma coisa não estava bem."

Michael J. Behe,
bioquímico norte-americano, professor de bioquímica da universidade de Lehigh, Pensilvânia

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A incrível complexidade do flagelo

E agora silenciem-se os adoradores de Darwin:


É fantástica a extraordinária complexidade de tudo aquilo.

E ainda há quem acredite que mecanismos biológicos tão complexos se formaram "por obra do acaso", por um processo de tentativa e erro acidental.
Haja fé!

Procurar entender esta complexidade incrível que encontramos nos seres vivos, investigá-la, requer alta tecnologia. E é a própria tecnologia humana que no fim de contas fica a ganhar com a compreensão destas nanomáquinas presentes na natureza.

Aquecimento Glogal - Como é que o consumo de energia podia ser controlado para se enfrentar a grande questão que é colocada à humanidade neste século?

Um dos requisitos é um sistema altamente eficiente como nenhum outro.

E de facto existe um motor altamente eficiente com uma taxa de conversão de energia de praticamente 100%. E ainda por cima, gira a uma velocidade de rotação de 1500 rotações por segundo. Muito mais rápido que o mais rápido motor de fórmula 1: o motor flagelar bacteriano.

A estrutura revelada pelo microscópio electrónico é muito semelhante a um motor artificial com o seu estator, rotor e casquilho, e surpreendeu o mundo.

e o Director da investigação diz:
"O cérebro de uma mosca da fruta usa energia em microwatts para controlo complexo de voo e para processamento de informação visual para encontrar comida e voar até ela. Não me parece que um supercomputador possa ainda simular aquilo que o cérebro de uma mosca da fruta faz, mesmo quando usa megawatts de energia. A diferença de mais de 10 ordens de magnitude no nível de energia usada é uma indicação de quão incrível os sistemas biológicos são. E até existem nas bactérias.

O motor flagelar e o aparelho exportador de proteínas usa força movida por protões, ou mecanismos que utilizam o fluxo de protões, a níveis de energia extremamente pequenos. Perceber os mecanismos físicos básicos por trás deles vai fazer chegar o tempo em que eles podem ser realmente utilizados para projectar em engenharia. É trabalhar para alcançar o sonho de resolver os problemas globais de energia e do ambiente. Esta é a dimensão de tudo isto!"

Reiichi Namba - Director de Investigação do Projecto de Nanomáquinas Dinâmicas.

É interessante o contraste entre aquilo que pode produzir a procura de design na natureza e aquilo que normalmente produzem as vãs filosofias darwinistas. E deixa-nos a pensar na utilidade de continuar a alimentar uma ideologia naturalista inútil que precisa de comemorações, efemérides e homenagens constantes, como é o caso agora dos 200 anos de Darwin.

P.S. - Estava aqui eu a apreciar a incrível complexidade da formação do flagelo bacteriano e a pensar que aqueles tipos do vídeo não tinham feito uma única referência à evolução, quando, perto do final, lá surge alguém, sem se saber porque, a fazer um comentário de que aquilo tudo se formou pela evolução ao longo de biliões de anos! Já faltava...
Mas faltou também o como! Se não sabem explicar o "como", mais valia manterem-se em silêncio, pois ao manifestarem-se colocam em evidência o nível de crença que um darwinista precisa de ter face a este nível de complexidade integrada que lhes entra pelos olhos dentro. Haja fé!



Vejam outros posts sobre o flagelo.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Biologia substitui Tecnologia Humana

A Biologia Substitui a Tecnologia, os Cientistas Planeiam Usar Mecanismos Flagelares Para Pôr Nano-Robôs em Funcionamento

nanorobôs, nanobotsA tecnologia anseia frequentemente imitar a biologia. Mas às vezes os engenheiros descobrem que a própria biologia é um substituto superior à nossa melhor tecnologia. Isso pode estar a acontecer cada vez mais com a nano-tecnologia, tal como relata a MSNBC ao dizer que o "[f]lagelo tem potencial para fornecer locomoção… para enviar nano-robôs futuros ou outros micro-dispositivos médicos para percorrerem o interior do corpo humano." De acordo com o artigo, os engenheiros descobriram que um mecanismo útil para transportar a ATP, uma molécula-energia da biologia, encontra-se dentro do sistema de transporte de energia que funciona nos cílios do esperma (cílios também são por vezes chamados flagelos, como é o caso neste artigo da MSNBC). O artigo relata que há planos para integrar outros componentes da biologia em dispositivos nano-biomédicos.

A integração da biologia na nano-tecnologia humana levanta um cenário hipotético interessante: E se um dia a nano-tecnologia humana se tornar tão sofisticada que ela possa ser integrada no DNA de um organismo, e tornar-se parte dos sistemas auto-replicantes dos organismos vivos? (Isto seria semelhante ao Borg, da famosa Star Trek) Em seguida, suponhamos que os seres humanos morrem todos, mas mais tarde cientistas alienígenas descobrem nano-biotecnologia concebida por humanos que existe livremente dentro dos organismos vivos que ainda restam na Terra. É claro que esses sistemas nano-biotecnológicos não evoluíram, foram concebidos. Deveriam esses cientistas alienígenas ser impedidos de fazer uma inferência de design?


Em todo o caso, parece que a tecnologia-humana está agora a chegar ao ponto de partida: O primeiro dispositivo de motorização foi o flagelo bacteriano e, em seguida, veio o cílio eucariótico. Muito mais tarde, chegaram os humanos e os humanos inventaram o dispositivo de motorização utilizando motores rotativos - antes que eles tivessem qualquer conhecimento do dos motores rotativos flagelares. Então os humanos descobriram o flagelo biológico e constataram que ele tem um design surpreendentemente semelhante ao motor inventado pelos humanos.


flagelo bacteriano, flagellumMas agora pesquisadores biomédicos estão a abandonar a tecnologia humana, percebendo que os mecanismos biológicos são mais adequadas para a propulsão da nano-tecnologia humana do que é a própria tecnologia humana. Parece-me evidente para mim que o paradigma do design inteligente irá orientar este tipo de investigação muito melhor do que um paradigma Darwinista o faria.

Se você fôr um darwinista cuja cabeça está a andar à roda, você pode achar útil repetir a seguinte frase de Francis Crick:

"Os biólogos não se devem esquecer que o que vêem não foi projectado, mas que em vez disso evoluiu."

"Os biólogos não se devem esquecer que o que vêem não foi projectado, mas que em vez disso evoluiu."

"Os biólogos não se devem esquecer que ..."

(Por Casey Luskin)

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O flagelo bacteriano aplicado à Medicina

Procurar entender o design existente nos mecanismos naturais e biológicos leva a grandes progressos tecnológicos reais, enquanto que as especulações da biologia darwinista continuam a não produzir mais do que mais especulações, a não acrescentar mais senão mais à sua inutilidade para o desenvolvimento da humanidade.

Procurar inspiração no design dos sistemas biológicos pode mesmo levar a grandes avanços no campo da medicina e à solução de várias doenças.

Um dos maiores problemas que havia para desenvolver micro-robôs era a miniatuarização da fonte de energia e do seu sistema de propulsão. Os cientistas foram buscar a resposta para esse problema no sistema de propulsão das bactérias. O flagelo bacteriano, espécie de cauda em forma de saca-rolhas que gira a velocidades relativamente altas e que permite que a bactéria se movimente.

Agora esta microtecnologia está a chegar à medicina e prestes a entrar nas artérias do corpo humano para resolver vários problemas de saúde.

Várias operações cirúrgicas complexas, necessárias para o tratamento de vítimas de AVC, para tratar artérias endurecidas ou para resolver bloqueios no sangue, estão prestes a tornar-se mais seguras. Investigadores da Micro/Nanophysics Research Laboratory da Monash University da Australia dão os últimos retoques no design de micromotores suficientemente pequenos para serem injectados na corrente sanguínea humana.

Vejam:

Micromotores piezoeléctricos

Micromotores suficientemente pequenos para navegar no interior das artérias e das veias do corpo humano podem-se transformar nas mais modernas ferramentas para o tratamento de problemas cardiovasculares, incluindo embolias, enfartes e derrames.

Os minúsculos motores estão a ser desenvolvidos por investigadores da Universidade Monash, na Austrália. Cada micromotor mede 250 micrômetros (um quarto de milímetro) e seu funcionamento baseia-se na energia piezoeléctrica.

Cirurgias com robôs

As cirurgias não-invasivas, ou minimamente invasivas, estão entre as preferidas pelos médicos e pacientes devido aos menores riscos, menor tempo de internamento e maior conforto para o paciente.
Contudo, nem mesmo nesses casos os riscos estão totalmente afastados, principalmente pela dimensão geralmente excessiva dos cateteres e sondas. Em alguns casos, essas cirurgias não são prescritas justamente porque o local a ser operado, como é o caso de certas artérias, não comporta os equipamentos disponíveis.

Micro-robôs com controlo remoto

Esse problema poderá ser grandemente minimizado com robôs miniaturizados, controlados remotamente por meio de ligações sem fios.

Apesar de grandes progressos em novos sistemas de propulsão, os pesquisadores australianos acreditam que os motores ainda representam uma alternativa mais viável e mais fácil de serem adoptados em larga escala.


Tecnologia dos motores

O problema é que parece que a tecnologia dos motores não tem andado no mesmo ritmo que aquela empregada nos demais componentes utilizados na fabricação de robôs.

"Se você pegar um catálogo de produtos electrónicos, irá encontrar todo tipo de sensor, LED, chips e memória etc., que representam a última palavra em tecnologia e miniaturização. Entretanto, dê uma olhada nos motores e você encontrará poucas mudanças em relação aos motores disponíveis nos anos 1950," diz o Dr. James Friend, coordenador da pesquisa.

Motores piezoeléctricos miniaturizados

Foi pensando nesse hiato tecnológico que ele e a sua equipa desenvolveram os novos motores piezoeléctricos miniaturizados. Ao contrário dos motores eléctricos rotativos convencionais, os motores piezoeléctricos podem ser miniaturizados ao extremo, adaptando-se a uma série de novas aplicações.

"Oportunidades para micromotores estão por toda parte, em campos tão diversos quanto a biomedicina, a electrónica, a aeronáutica e a indústria de automatismos. As respostas para essas necessidades têm sido diversas, com projetos que utilizam forças de accionamento electromagnéticas, electrostáticas, termais e até osmóticas," comenta o Dr. Friend.

"Os designs piezoeléctricos, contudo, têm características de escalabilidade e, em geral, são projectos mais simples, que oferecem uma excelente plataforma para o desenvolvimento de micromotores," conclui ele.

Os pesquisadores agora estão trabalhando no aprimoramento do sistema de controle à distância dos micromotores, para que eles possam ser testados em aplicações reais.

Fonte:
Piezoelectric ultrasonic resonant motor with stator diameter less than 250 µm: the Proteus motor
B Watson, J Friend, L Yeo
Journal of Micromechanics and Microengineering - February 2009 - Vol.: 19, Number 2




Veja também o post:
Biologia substitui Tecnologia Humana


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quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Bactéria adapta-se mil vezes mais depressa

Vejam esta noticia recente:

Escherichia coliBactérias adaptam-se mil vezes mais depressa do que se admitia

As bactérias adaptam-se mil vezes mais rapidamente do que até agora se admitia, uma descoberta de quatro investigadoras portuguesas que poderá ter impacto na saúde pública por medir a capacidade de resistência a tratamentos e antibióticos.
Totalmente financiado e realizado em Portugal, o estudo que será publicado sexta-feira na revista Science utilizou uma técnica para identificar as mutações das bactérias que lhes conferem vantagens em termos da capacidade de resistência, concluindo que estes organismos "têm um potencial adaptativo extraordinariamente elevado". (Ciência Hoje)

Perceberam o interesse que esta noticia traz para os dois posts anteriores a este? Tanto para o exemplo de uma experiência para falsear a hipótese Darwinista sugerida por Behe(ver post anterior a este), como para o objectivo do seu livro de procurar os limites do Darwinismo (2 posts antes deste).

Experiência flagelar para falsear a hipótese Darwinista:
Vejam o que disse Behe:
"Se esse mesmo cientista fosse para o laboratório e eliminasse os genes do flagelo, desenvolvesse a bacteria por um longo periodo..."
Aquele "longo periodo" referido por Behe acabou de ficar 1000 vezes mais curto, depois do trabalho das investigadoras portuguesas.
E as bactérias que foram objecto do trabalho desenvolvido por aquelas investigadoras, as E. Coli, são precisamente bactérias que têm flagelos, flagelos que serviriam perfeitamente para a experiência da evolução do flagelo referida.

Livro de Behe - A Procura Pelos limites do Darwinismo:
Vejam o que Behe havia dito:
"A chave para determinar os poderes reais da evolução Darwinista, diz Behe, encontra-se nos micróbios que se reproduzem rapidamente. Alguns, tais como a malária, o HIV, e o E. coli, reproduzem-se tão rapidamente que dentro de algumas décadas, ou no máximo alguns milénios, eles geram tantas mutações como geraria um animal maior, de reprodução lenta, em milhões de anos. Observando até aonde estas criaturas evoluíram nos últimos tempos, nós podemos estimar os limites criativos das mutações aleatórias."
A E. Coli, referida por Behe, foi precisamente a bactéria trabalhada por aquelas investigadoras portuguesas. Graças a elas, sabemos agora que a procura dos limites do Darwinismo pode ser 1000 vezes mais fácil do que se pensava!

Será que é desta que vamos encontrar finalmente evidências da macroevolução (tão desejada pelos darwinistas), ou será que não vamos continuar apenas com mais microevolução das bactérias (ou seja, nada de novo) ?...

Vamos esperar para ver!...

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domingo, 30 de setembro de 2007

Flagelo ainda mais complexo do que se pensava

A revista Nature incluíu um novo estudo sobre sistemas flagelares, com uma abordagem pela perspectiva das redes da proteínas. A primeira coisa que o artigo demonstra (mais uma vez) é que há proteínas centrais que são absolutamente necessárias para a mobilidade do flagelo. Mas diz também algo completamente surpreendente: “De fato, permanece pouco claro se todos os componentes de proteína do aparelho flagelar foram identificados.” O artigo diz também que os genes de mobilidade previstos usando seqüências do genoma necessitam ser verificados contra um cenário funcional (aka “relevância biológica”). Estes cientistas deram-se ao trabalho de descobrir quais os genes necessários para a mobilidade flagelar (através de massivas análises). Encontraram diversas proteínas de mobilidade novas que parecem ser especificas a certas espécies.
de The ID update

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domingo, 23 de setembro de 2007

Flagelo Bacteriano

Algumas animações com o flagelo bacteriano:

"O intervalo de tempo para a mudança de direcção na rotação é de 1ms" - ver VIDEO 1


"Para medir a rotação do motor uma gota fluorescente de 40nm é aplicada ao segmento recto sem o filamento" - ver VIDEO 2


E para mim esta é a animação MAIS ESPETACULAR:
"Processo Montagem do Sistema Nanomáquina Flagelar"- ver VIDEO 3


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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Os computadores e o darwinismo

Design inteligente e a cultura popular: Computadores vs darwinismo? Um professor de computadores comenta

Angus MenugeRecentemente, tenho estado a ler Angus Menuge sobre "O Fracasso do Darwinismo", a partir da perspectiva de um professor de computadores. Menuge é um Professor de filosofia e de ciência computacional na Concordia University, em Wisconsin. Os seguintes trechos do seu livro, Agentes Debaixo de Fogo é a mais clara explicação da razão porque não são aceitáveis os argumentos darwinistas de que máquinas intrincadas dentro da célula podem ser construídas sem nenhuma inteligência subjacente no universo:


Um Diagnóstico do Fracasso do Darwinismo

Agents Under FireRepetidamente, temos visto que mesmo que a duplicação de genes pudesse formar todas as partes de um sistema de complexidade irredutível de maneira que ficassem simultaneamente disponíveis, o darwinismo não pode fornecer soluções credíveis para os problemas de coordenação destas peças e de garantir a sua compatibilidade de interligação.

Da minha perspectiva como um professor de programação informática, esta limitação do darwinismo como uma estratégia de resolução de problemas é surpreendente. Em primeiro lugar, consideremos o problema análogo de coordenar as instruções de um programa. À medida que os programas se tornam mais complexos, torna-se virtualmente impossível conseguir que eles funcionem se eles forem escritos de baixo para cima (bottom-up), com uma instrução de cada vez.

Com tantos detalhes, é altamente provável que algumas tarefas críticas sejam especificadas de forma incompleta ou na ordem errada. Para evitar tais erros, os programadores consideram essencial usar um design de cima para baixo (Top-down). O design Top-down é uma estratégia de resolução de problemas que começa com uma especificação abstracta da tarefa do programa e, em seguida, divide-a em vários sub-problemas principais, cada uma dos quais é ainda mais refinado em seus próprios sub-problemas.
Esta estratégia é bem representada por coisas como as receitas, aonde a tarefa é dividida em ingredientes e utensílios (iniciação), e a mistura dos ingredientes e o cozinhar (transformação), e uma especificação do que se tem que fazer quando aquelas especificações estiverem prontas (finalização). A mesma abordagem está bem patente nas instruções para montar peças de mobiliário, tais como uma estante de livros.

Primeiro, a montagem da estante de livros é reduzida às suas principais tarefas, a construção da estrutura, do painel traseiro, e as estantes. Em seguida, cada uma dessas tarefas é pormenorizadamente especificada. Em todos os níveis, a ordem das tarefas é importante, por exemplo, o painel de trás e as prateleiras não podem ser instalados sem que a estrutura esteja completa. A qualidade do design Top-down é sensível à correcta colocação das tarefas, garantindo que determinada tarefa não é omitida, repetida de forma redundante, ou realizada fora de sequência correcta. Desta forma, o design top-down facilita a boa coordenação dos módulos de resolução de problemas.

Infelizmente, a selecção natural não pode implementar um design top-down (de cima para baixo). A selecção natural é um processo de baixo para cima (bottom-up) atomístico. As tarefas devem ser resolvidas de forma gradual, independentes umas das outras. Não existe uma consciência da função futura do sistema montado para coordenar essas tarefas. Se até mesmo agentes inteligentes (programadores experientes) precisam de design top-down para resolver problemas complexos, é tendencioso supor que a selecção não inteligente possa resolver problemas pelo menos tão complexos sem o auxílio do design "top-down".

De fato, mesmo com o design top-down, os programadores consideram que é necessário fazer dois níveis de testes para produzir um programa funcional. Um nível, o teste da unidade, testa a função de um módulo em isolamento de todo o programa. O outro nível, o ensaio de integração, garante que quando todos os módulos estão montados, eles interagem de tal maneira que se possa resolver o problema global. Estes dois tipos de testes são necessários: é uma falácia de composição argumentar que, uma vez que todas as partes do sistema funcionem, o sistema montado também irá funcionar.


Compare os exemplos a seguir.

Todos os jogadores de futebol futebol estão em forma, pelo que a equipa vai jogar eficazmente.

Cada tijolo é sólido; portanto, a parede resultante vai ser forte.

As conclusões não procedem porque é importante como os tijolos e os jogadores são coordenados, e é importante saber se eles são compatíveis. Suponhamos que cada jogador está em forma mas que o ataque tenta marcar golo somente quando perde a posse de bola: a equipa vai estar irremediavelmente descoordenada. E se cada jogador tiver uma forma de jogar diferente para as mesmas circunstâncias, a equipa irá sofrer por elementos incompatíveis.

Da mesma forma, se os tijolos são sólidos mas são empilhados de forma aleatória ou então se são são incompatíveis em tamanho e forma, será impossível construir um muro eficaz.

Infelizmente, o Darwinismo comete justamente essa falácia de composição, no caso dos sistemas de complexidade irredutível. O Darwinismo tem que supor que o teste das unidades independentes dos componentes atómicos (que a selecção natural providencia) é uma maneira plausível de coordenar e sintonizar os componentes para o seu papel combinado. Mas não é. A maioria dos subgrupos retirados de grupos poderosos de sólidos jogadores de futebol e tijolos serão completamente não funcionais quando combinados como equipas ou paredes.

Nota 65: De uma outra perspectiva, o Darwinismo também é culpado da falácia invertida, a falácia da divisão. O Darwinismo argumenta que porque um determinado sistema de "complexidade irredutível" tem uma função, ele deve ser composto por subsistemas com a mesma função ou com uma função diferente. Mas, só por si, o motor do flagelo nem apoia a locomoção nem qualquer outra função.

(pp. 120-21, Agentes Debaixo de Fogo)


Você não vai ler isso nos livros didácticos financiados pelo governo, por isso guarde este link.


(por O'Leary)

Comprar o livro?

      
Ao comprar o Agents Under Fire...


outros posts relacionados com a informática, a vida e a evolução:


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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Bem Vindo ao Mundo das Máquinas Moleculares

Mais uma viagem desde o espaço interestelar, mergulhando em direcção ao nosso planeta, penetrando no corpo humano, espreitando o interior das células vivas e observando fantásticas máquinas moleculares em funcionamento, o ribossoma e o flagelo bacteriano.

Tudo com a música de fundo dos Pink Floyd: "Welcome To The Machine".


P.S. - Vejam também o post "Universo Macro - Micro"

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sábado, 21 de junho de 2008

Evidências cientificas a favor de um Criador

The Case for a Creator Reunindo evidências de um CriadorSe Darwin tivesse certo nós seríamos apenas macacos sofisticados, não haveria certo ou errado, apenas uma ética inventada e não haveria Deus. Esta foi a avaliação que fez um local de Kanawha County na Virgínia Ocidental quando o jornalista Lee Strobel chegou para fazer a cobertura da história dos protestos Anti-Darwinismo em 1974. Strobel na altura era uma ateu declarado, que acreditava que muito do que o movimento anti-darwinismo promulgava reflectia nada mais do que uma ignorância cega. Ele considerava a história da criação bíblica como simples ficção, superada e desacreditada pelo conhecimento adquirido através da ciência moderna. Naquele ano, como os protestos contra o ensino de Darwin nas escolas da Virgínia Ocidental aqueceram, Strobel achou-se ele próprio numa posição de indesejado pelos moradores de uma cidade que já tinha banido várias centenas de diversos livros didácticos de circulação escolar - livros que, de acordo com o concelho da escola, ensinavam o "tipo errado de ética". Na verdade Strobel era um convertido pela história científica da evolução, convencido pelos "factos" e pelos aparentemente claros exemplos de apoio à teoria evolutiva. Como Strobel via as coisas, o carácter aleatório e não direccionado do Darwinismo não podia ser conciliado com a natureza repleta de propósito do relato bíblico. O mínimo que se poderia dizer era que, se o Darwinismo era tão inabalável como defendiam os seus proponentes, Deus não seria necessário para a vida surgir. O livro The Case For A Creator é o relato da viagem de Strobel para testar a veracidade dos aparentes "factos" da evolução e da visão do mundo materialista - uma viagem que o leva através dos Estados Unidos à medida que entrevista vários especialistas chave em vários campos da ciência.

A primeira paragem para Strobel foi com Jonathan Wells - um graduado de Berkeley cuja crítica aberta a alguns dos ícones da evolução é bem conhecida. Durante a entrevista Wells destrói as evidências que Strobel tinha ele próprio aprendido como graduado ao mostrar-lhe como muito daquilo que supostamente sabemos sobre evolução é incompatível com as evidências.
É agora amplamente aceite, por exemplo, que as experiências laboratoriais de Stanley Miller que mostravam como os aminoácidos podiam ser gerados sob condições atmosféricas redutoras não imitava com precisão o ambiente da terra primitiva. E ainda hoje essas experiências continuam a predominar nos livros de Biologia tal como acontece com a árvore da vida de Darwin. Como assinala Wells, em vez de revelar uma cadeia ininterrupta de intermediários ligando toda a vida até algumas poucas formas primitivas como a árvore de Darwin requeria, o registro fóssil mostra uma súbita "explosão" de vida aproximadamente de há 550 milhões de anos atrás durante o qual apareceu a maior parte dos grandes táxons animais durante um periodo de tempo de cinco milhões de anos sem quaisquer intermediários anteriores. Igualmente preocupante é a descoberta de que o embriologista Ernst Haeckel modificou os seus agora famosos desenhos de embriões vertebrados, para que eles se encaixassem dentro das ideias preconcebidas de uma continuidade evolucionaria. A crítica de Wells em relação à discrepância que existe entre estruturas aparentemente homólogas nos vertebrados - ou seja, aquelas estruturas que se considera que revelam ancestralidade comum - e os genes responsáveis pela sua formação, de como eles são diferentes em diferentes espécies de animais, mostra como tanto daquilo que sabemos hoje contradiz os princípios básicos do darwinismo.

Durante a viagem de Strobel, o filósofo Stephen Meyer defende um universo projectado por uma inteligência com o argumento de que o código do DNA, rico em informação, que compõe a vida, tem um paralelo directo com códigos ricos em informação que se sabe terem sido gerados por agentes inteligentes. Meyer descreve como é a complexidade irredutível de muitas das "máquinas" do mundo celular, com a necessidade de todos os seus componentes estarem presentes para que a sua função possa ser alcançada, o que desafia claramente as expectativas do pensamento darwinista. Tal como diz Meyer, uma vez que selecção natural só pode começar a seleccionar sistemas que tenham atingido um nível mínimo de funcionalidade e uma vez que esta funcionalidade só é atingida quando todos os componentes destes sistemas se encontram presentes, a sua montagem inicial deve ter sido dirigida por algum processo orientador. Isto é, eles devem ter sido projectados por uma inteligência. O Professor de Bioquímica, Michael Behe, também na longa lista de visitas de Strobel, foi o primeiro proponente da complexidade irredutível na biologia. Behe tem fornecido vários exemplos de sistemas biológicos de complexidade irredutível nomeadamente a cascata da coagulação sanguínea, a estrutura do flagelo bacteriano e a composição de minúsculos pêlos chamados cílios citando-os como evidência de um mundo biológico projectado por inteligência.

Uma grande massa de dados está a acumular-se fora da área da biologia que apoia a inferência de design e muitos cientistas estão agora a perceber como a nossa própria terra parece ser singularmente adequada à existência de vida. Sabemos agora que não só a nossa Terra está numa posição ideal no nosso sistema solar de modo a satisfazer as necessidades de sobrevivência de animais e plantas, mas que está também muito bem colocada para o ser humano fazer importantes descobertas científicas sobre o nosso cosmos. A entrevista de Strobel ao filósofo Jay Richards e ao astrónomo Guillermo Gonzalez fornece uma lista de tais 'biocentrismos". Tudo desde a influência protectora dos maiores planetas no nosso sistema solar até ao consistente calor e energia do nosso Sol, desde o efeito da lua sobre a inclinação do eixo da Terra até à massa global da Terra, desde a influência do próprio calor interno da Terra no meio ambiente da Terra, até à órbita do nosso sistema solar dentro de limites rígidos de uma "zona de habitabilidade" em torno de nossa galáxia leva-nos à inevitável conclusão de que o nosso é, em todos os sentidos, um mundo único, projectado para o nosso bem estar. Como as discussões de Strobel com o físico Robin Collins deixam bem claro, as características físicas dos elementos que compõem a matéria por todo o cosmos caem justamente na gama estreita de valores que são admissíveis para a vida existir. A magnitude da força gravitacional, o tamanho da constante cosmológica nas equações da relatividade geral de Einstein, a diferença de tamanho entre os protões e os neutrões dos núcleos atómicos e o tamanho das forças atómicas fortes e fracas que mantêm os átomos unidos, são colocados de forma tão precisa nesta gama admissível que só podemos concluir que uma inteligência tem estado a trabalhar no design do nosso cosmos. O teólogo William Lane Craig também apresenta seus argumentos para uma origem cósmica única, finamente sintonizada e controlada, que teria ocorrido há aproximadamente 14 mil milhões de anos atrás, a partir da qual nosso universo se expandiu.

Uma das últimas entrevistas de Strobel foi com o filósofo J.P Moreland para discutir o tema da consciência humana e animal. Enquanto muitos alegam que a consciência nos seres humanos não é nada mais do que o subproduto da acumulação da capacidade do cérebro, outros, como Moreland concluem que ela revela algo muito mais profundo. Com efeito observações sobre comportamento humano apontam para o que os psicólogos chamam de "dualismo'- um estado em que a consciência e a mente existem separadamente do resto do cérebro. A nossa consciência dos nossos próprios pensamentos, das nossas próprias emoções, dos nossos desejos e das nossas próprias decisões - apontam para uma entidade que se poderia chamar de "alma" que existe fora dos circuitos eléctricos da massa cerebral que existe dentro das nossas cabeças. Esta 'mente interior e privada' do homem, afirma o filósofo Alvin Platinga, é aquela parte do homem que aparece inacessível a uma explicação naturalista. O que sabemos sobre a mente do homem, alega Moreland, está em concordância directa com a visão Cristã do mundo de um Deus omnipresente, que existe em todos os lugares e que manifesta a sua presença na humanidade através da alma. No final Strobel é levado também a identificar o Deus do cristianismo como o projectista cujas obras formaram todos que vemos à nossa volta. Mas afirmações metafísicas à parte, as evidências científicas que Strobel acumula em seu livro, apresentam um forte argumento contra as afirmações puramente naturalistas do darwinismo moderno. Na verdade podemos apenas imaginar como as coisas teriam sido diferentes para os habitantes do Condado de Kanawha e do resto da Virgínia Ocidental, se tivessem tido conhecimento desta evidência em 1974. Eles teriam tido um argumento para defender que era baseado numa história científica muito convincente.

(por Robert Deyes)



P.S. -> Para ver em VIDEO o trabalho de Strobel, veja o post "Reunindo evidências de um Criador"


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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Usando a Natureza como Guia de Design

comboio aveOs Engenheiros continuam a virar-se para a Biologia para Melhorar a Tecnologia Humana, e a Protecção Ambiental

Recentemente
comentei como os biólogos se estão a virar para os mecanismos bioquimicos naturais do flagelo para os ajudar a melhorar a tecnologia biomédica. Um novo artigo publicado na revista Business Week confirma que esta é uma tendência comum na indústria, observando que os engenheiros constantemente se viram para a natureza procurando inspiração para produzir tecnologia humana:

Diga qual o tema comum: um comboio bala com um distinto nariz semelhante ao bico de uma ave; turbinas eólicas maciças cuja forma foi inspirada pela forma das barbatanas das baleias; colas ultra-fortes e biodegradáveis, desenvolvidas a partir da análise de como os mexilhões se agarram às rochas debaixo de água. Os criadores de cada produto utilizaram a natureza como seu guia.

("Using Nature as a Design Guide," Business Week, Fev. 11, 2008)

O artigo ainda explica que a biologia pode igualmente fornecer soluções amigas do ambiente para as necessidades da indústria, fornecendo "tecnologias de fabrico não poluentes e energeticamente eficientes".

Outro projecto fascinante foi levado a cabo pela divisão Ford/Volvo para desenvolver "um sistema anti-colisão com base na forma como os gafanhotos se deslocam em enxame sem chocarem uns com os outros". O artigo também explica que a IBM está a desenvolver um sistema para imitar "a forma como as conchas abalone misturam partículas microscópicas de carbonato de cálcio num processo denominado 'self-assembly'(auto-montagem). Eles estão agora a aplicar os mesmos princípios para o desenvolvimento de uma série de processadores. Embora ainda experimentais, os resultados reduzem o consumo de energia em cerca de 35%. "

A Biologia está agora a ajudar-nos a melhorar os nossos métodos para proteger o ambiente, evitando acidentes de viação, e construindo chips de computador melhores e mais eficientes. Mas o artigo pressupõe que estes recursos biológicos "têm evoluído no mundo natural ao longo de bilhões de anos."

No entanto, parece que os alegados produtos dos processos cegos darwinistas estão a suplantar a tecnologia humana, que é o produto de projecto inteligente. Alguns podem-se maravilhar com a pretensa ingenuidade dos processos cegos e aleatórios. Outros irão ver isso como uma clara evidência de design inteligente. De qualquer forma, parece claro que os biólogos e engenheiros que ainda acreditam no neo-darwinismo necessitam de continuar a repetir o mantra de Francis Crick:

"Os biólogos não se devem esquecer que o que vêem não foi projectado, mas que em vez disso evoluiu".


(por Casey Luskin)

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domingo, 20 de janeiro de 2008

Resposta à brochura darwinista da NAS

Science, Evolution, and Creationism, brochura darwinistaJá escrevi uma extensa resposta à brochura anti-DI "Ciência, Evolução, e Criacionismo" da National Academy of Sciences (NAS) . A resposta completa, Os Factos sobre o Design Inteligente: Uma Resposta ao "Ciência, Evolução, e Criacionismo" da National Academy of Sciences (NAS) pode ser lida online aqui ou fazendo o download aqui no formato PDF. É permitida a livre reprodução deste documento para uso educacional.

O documento é longo, e está em inglês (tradução do google aqui), aqui fica a tradução do indice do conteúdo, e da conclusão:

  1. Introdução
  2. A NAS sobrevaloriza a importância ciêntifica da evolução
  3. A NAS, de forma nada ciêntifica, eleva a evolução ao estatuto de dogma inquestionável
  4. A NAS distorce os factos sobre o estado da investigação em relação à origem da vida
  5. A NAS distorce a natureza do registo fóssil
  6. A NAS distorce as evidências para um ancestral comum universal
  7. A NAS distorce a verdade relativamente à evolução humana
  8. A NAS distorce a complexidade irredutivel e o flagelo bacteriano
  9. A NAS distoce a natureza do Design Inteligente.
  10. A NAS adopta a abordagem de "Se o Juiz Judge Jones disse, eu acredito" em relação ao Design Inteligente

  11. Conclusão: A NAS desvaloriza os argumentos científicos a favor do Design Inteligente.

    A NAS afirma que "nenhuma evidência científica é favorável" ao design inteligente e que o design inteligente "rejeita descobertas e métodos científicos" uma vez que espera que o público confie nos seus pronunciamentos, em vez de olhar para as evidências. Pelo contrário, cada secção desta refutação é sobre evidências científicas favoráveis ao design inteligente e que desafiam a evolução. Estas evidências - que a NAS ignora amplamente - vêm de vários domínios, tais como bioquímica, paleontologia, genética, sistemática, antropologia, e teoria da informação.

    A brochura "Ciência, Evolução, e Criacionismo" da NAS não irá reduzir o ceticismo do público em relação à evolução porque nenhum pronunciamento ou decreto da NAS pode mudar os factos da ciência. Para aqueles que estão dispostos a investigar os factos deste assunto por si próprios e não se deixam levar em adesões cegas aos pronunciamentos de autoridades científicas, parece claro que uma dissidência científica legítima ao Neo-darwinismo, é possível. Infelizmente, se os educadores de ciência seguirem a abordagem da NAS, a educação científica tornar-se-á uma doutrinação da ciência. Talvez no que diz respeito à evolução, seja exatamente isso o que a NAS deseja.

    Se preferir pode ver uma versão completa do documento em português, neste link com a TRADUÇÃO do Google

    (Texto a azul, por Casey Luskin)

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    sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

    Aulas de Biologia do MIT - lendo nas entrelinhas 1

    célulaEu descobri na última Primavera que o Massachussets Institute of Technology (MIT), tem vindo a colocar seus cursos online gratuitamente naquilo a que chama o seu programa "Open Courseware". Para cada classe inclui coisas como notas de lições, problemas para resolver, atribuições de leitura e, em alguns casos, as próprias lições gravadas. Tendo um interesse pelas ciências e, mais recentemente, pelos debates evolução vs Intelligent Design, eu decidi que seria bem empregue o tempo gasto a ouvir um curso para obter uma visão geral dos mais recentes e melhores ensinos de biologia.

    Esta classe foi exatamente o que eu estava à procura, uma vez que abrangia muita matéria e em bastante profundidade, desde sistemas celulares à genética e outras coisas mais. Também achei muito agradável ouvir, e gostei particularmente das lições do Professor Eric Lander, director do Broad Institute no MIT, e um dos principais líderes do Human Genome Project. As sessões dele são entusiasmantes e freqüentemente incluem vislumbres da vanguarda da genética e das ciências médicas.

    Na verdade, a classe foi dirigida por 4 docentes diferentes, e deve-se salientar que todos eles concordaram com a evolução. Não foram realmente apresentadas provas para a evolução, e nada realmente surgiu no decorrer das lições que eu consideraria apoio implícito à teoria. No entanto, sempre que a pergunta de porquê um determinado sistema biológico ou comportamento apareceu, era simplesmente afirmado que tinha evoluído dessa maneira.

    Evidentemente, pode-se argumentar que as "provas"não foram apresentadas porque não se tratava de uma lição de "biologia evolutiva", onde as provas estariam na ordem do dia, mas é preciso salientar aos defensores da evolução, que insistem em que a ciência da biologia não faz sentido sem as presuposições de Darwin, que esses professores portaram-se muito bem na instrução que deram, sem dependerem de teoria de Darwin. Talvez o que esses defensores querem realmente dizer é que não se pode ter satisfação emocional nesta ciência sem algum dispositivo explicativo para preencher o vazio da curiosidade que surge após testemunhar as maravilhas da biologia celular. E uma vez que o design não é permitido na "boa" ciência, é preciso ter Darwin para amaciar o coração insatisfeito.

    O que foi bom é que, nesta sala, isolada do debate público sobre a teoria da evolução, onde a retórica é espessa e os dados são seletivamente ressaltados, estes instrutores foram totalmente sinceros e abertos naquilo que eles compartilhado e nas suas reações pessoais. Evidentemente, como alguém que está convencido da verdade do Design Inteligente, o meu radar estava sintonizado para captar provas do design e dificuldades da evolução. Mesmo que esses instrutores não tenham tido a intenção de sugerir tais coisas, eu descobri que se eu lêsse nas entrelinhas eu reuniria material valioso.

    Escutando as lições aproveitei o tempo para fazer anotações, esperando "blogar" sobre eles no futuro. Pretendo fazê-lo agora. Qualquer pessoa interessada em biologia e/ou na teoria do Design Inteligente(DI) pode achar isto estimulante e pode querer seguir o meu exemplo. O meu objectivo é apresentar isto como uma série que irá consistir nas minhas notas individuais das lições(talvez algumas por postagem), seguidas dos meus próprios pensamentos. Cada "nota de lição" irá conter algum ensinamento ou comentário diretamente retirados da aula. Vai ser na maioria das vezes o meu próprio parafrasear das palavras do professor, mas vai representar conteúdo objectivo da sala de aula livre dos meus próprios preconceitos, pelo menos até aonde eu conseguir. A minha própria reflexão pessoal seguirá cada nota.

    Assim, sem mais, apresento a primeira colecção das minhas observações sobre as lições de biologia do MIT.

    Nota da Lição:

    Na lição introdutória, o professor recorda o quão diferente é a lição desde quando ele próprio a recebeu a primeira vez, e até mesmo o quão diferente é desde que ele começou a ensiná-la. Ele lembra que isto é bastante exclusivo deste campo, uma vez que, por exemplo, a matemática e a física básicas baseiam-se, praticamente na mesma base de conhecimento que tem estado em vigor durante décadas ou séculos. A principal diferença na biologia é que tem-se descoberto que a célula é muito mais complicada do que inicialmente se pensava. E muito mais precisa de ser tido em conta, ao nível molecular, para se ter apenas uma compreensão básica daquilo que a célula é afinal.

    Os meus pensamentos:

    Na verdade, no tempo de Darwin pensava-se que a célula era um mero pedaço de protoplasma. Com aquela concepção, é muito mais compreensível poder imaginar que tal coisa pudesse vir a existir por acaso, em alguma sopa morna primordial, ou que pudesse evoluir facilmente. No entanto, nos anos que se seguiram, descoberta após descoberta foi-se revelando a incrível complexidade do que é afinal a célula e daquilo que está por explicar. Quaisquer ganhos teóricos feitos para fornecer essas explicações são rapidamente ultrapassados pelo anunciar incansável de novas descobertas. A determinada altura afigura-se razoável pôr em causa a teoria da origem da vida baseada no acaso, especialmente quando muitas das supostas explicações encontram obstáculos no caminho ou têm contra-exemplos. Se eu mostrar-lhe um monte de diversos pedaços de sucata metálica e, em seguida, lhe disser que eu a agitei durante um mês e que, em seguida, encontrei ali um skate, você pode acreditar nisso. E se fôr um uniciclo? Talvez. Mas se fôr um 747?

    Nota da Lição:
    O professor observa que nenhum dos diagramas da célula que a classe está prestes a ver são ilustrações precisas da verdadeira complexidade de qualquer das partes da célula que são representadas. Por exemplo, a parede celular é freqüentemente mostrada como uma membrana, talvez com alguns objetos incorporados. Na realidade, é uma estrutura complexa, que tem até o esboço de um esqueleto nos Eukaryotes - equipada com portais, bombas, e sensores.

    Os meus pensamentos:

    Deve-se perceber que cada estrutura na célula é geralmente composta de inúmeras moléculas interrelacionadas que estão instaladas de forma precisa para a forma e para as prpriedades eletro - químicas. E por trás das estruturas e das "máquinas" moleculares que se encontram por toda a célula, há uma série de sistemas de apoio necessários para montar, transportar, fornecer energia e para lhes dar assistência. A célula é um recipiente bem embalado de super-moléculas, que foi justamente comparada a uma cidade no que toca à sua complexidade e actividade. Os ganhos de pequenos passos que Darwin propôs seriam incapazes de construir a maioria dos sistemas integrados que encontramos na célula, muito menos as interacções complexas e dependentes entre eles. E uma vez que a evolução não "planeia" para o futuro, não pode acumular as partes necessárias na esperança de um dia colocá-las todas juntas para fazer uma estrutura de complexidade irredutivel (ou seja, uma estrutura que necessita de cada uma das suas partes ou ela não funcionará).

    Alguns têm proposto que sistemas simples e similares poderiam ter sido co-seleccionados na formação de outro mais complexo, como o flagelo bacteriano. Mas isto é como dizer que um skate poderia tornar-se uma bicicleta, que poderia tornar-se uma motocicleta, que poderia tornar-se um carro. Embora haja uma certa progressão funcional aqui, há também muito de reengenharia, e não apenas pequenos acréscimos, que precisa de ser feita para ir de uma fase para a outra. E lembre-se, cada estágio intermediário deve estar operacional e com algumas vantagens para a célula, ou então não teria vindo para sobreviver e dominar sobre os seus pares. Não existem empresas de aluguer de carros em que a motocicleta está na loja a ser reprojectada e revista para a forma de um carro; Eles têm que existir e estar disponíveis para o transporte em todo o processo.

    Nota da Lição:
    Uma referência de passagem à evolução aconteceu numa revisão do professor dos diversos elementos da célula. O recurso foi apresentado como "problemas que a célula tinha de resolver" e "soluções com que ela surgiu". Isto inclui coisas como interagir com o ambiente, a aquisição de fontes de energia, regular a produção de proteínas, etc

    Os meus pensamentos:

    Este tipo de linguagem de intencionalidade é muito comum no mundo da biologia. Na maior parte das vezes, é feito inconscientemente, e eu tenho certeza de que, se eu chamasse a atenção do professor sobre isto, ele iria voltar atrás e procurar uma forma mais naturalista de expressar o seu ponto.

    Reparem que, de acordo com a teoria evolutiva, a célula é apenas um saco de diversos produtos químicos. Ela não tem intenção de alguma coisa e não gasta um momento à procura de soluções para os problemas ou à procura de melhorias para si. Ela vive ou morre, reproduz-se ou não. Se ela tem um problema funcional insuperável, ela simplesmente deixa de funcionar. Ela não iria andar por aí dias e anos - certamente não gerações - vagueando até que tenha encontrado a sua solução. Em cada turno, a qualquer das fases de evolução, ela e os seus pares devem ser viáveis ou então serão exitintas.

    Se um problema surgir para o qual a célula tem que se adaptar ou morrerrá - como uma mudança ambiental na química ou temperatura - não iria começar a desovar mutações na esperança de que um membro da colônia iria avançar com a solução mágica. Não, a "solução" já deve residir na comunidade, ou ser milagrosamente produzida nos seus últimos esforços reprodutivos às portas da morte. A evolução baseada na pressão ambiental (para a qual o apelo é feito muitas vezes) implica dramáticos ganhos ou em curtos espaços de tempo, ou dramáticas novas funcionalidades que simplesmente vão ficando por alí na celula sem qualquer finalidade até que, e se, o acaso as chamar.

    A evolução evoca a ideia de mutações fortuítas ocorrendo no momento certo, ou apenas para satisfazer um tipo especifico de necessidade. Mas, na realidade, mesmo quando e se uma célula obtiver milagrosamente uma "boa" mutação, não é ainda garantido que ela seja boa de tal maneira que satisfaça as necessidades particulares de um organismo particular. Por exemplo, se uma célula subitamente adquirir a capacidade de decompor a celulose para alimento (como as bactérias no estômago das térmitas), seria bom que a celulose estivesse presente no ambiente. Mas, se não fosse esse o caso, então esta nova capacidade seria nenhuma vantagem. Na verdade, seria um entrave, uma vez que o fabrico das enzimas consumiria recursos valiosos que poderiam ser mais bem utilizados para ajudar o organismo a florescer no seu verdadeiro ambiente. A nossa célula nova múlti-talentos iria-se encontrar a sí própria batida pelos seus pares menos talentosos, e, assim, afogar-se-ia no pool genético antes mesmo de se encontrar com um pedaço de celulose no futuro.

    A ordem do dia para a evolução é adaptar-se rápidamente ou morrer. Não existem Boy Scouts, preparados para qualquer coisa, no mundo Darwinista. Ter uma mochila e bolsos cheios com produtos e ferramentas valiosas pode fazê-lo valioso para seus colegas escoteiros, mas nas trilhas acidentadas e de pouca visibilidade da Selecção Natural isso só vai deixar você na poeira das pessoas que transportam apenas aquilo que é necessário para alcançar o próximo cume.

    (Texto a azul, por Paul Pruett)

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    A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

    Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


    Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução