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domingo, 2 de março de 2008

Ben Stein liga o Darwinismo ao Imperialismo

John BullÉ claro que com o filme Expelled a chegar aos cinemas em Abril provavelmente vamos ouvir mais sobre Ben Stein, sobre o que ele pensa de Darwin e da teoria evolucionista moderna. Naquilo que ele escreveu ultimamente sobre o tema no News Blaze, Stein afirma que Darwin criou "uma teoria científica que racionalizou o imperialismo".

Darwin ofereceu o argumento mais atraente para o imperialismo. Ele não era bom nem mau, nem liberal nem conservador, era simplesmente um facto da natureza. Ao dominar África e a Ásia, a Grã-Bretanha estava simplesmente a agir em conformidade com os ditames da própria vida. Ele foi o último vendedor de rua do imperialismo.

Agora, sabemos que o imperialismo teve uma curta vida. O imperialismo era um sistema que não tinha em consideração as realidades da condição humana. Os seres humanos não gostam de ter os seus países no poder de pessoas de longe vestidas com peles. Eles gostam de se governar a si próprios.

O imperialismo teve uma história curta, mas odiosa - de repressão e assassinatos.

Mas os seus dias acabaram.

O darwinismo ainda está muito vivo, dominando completamente a biologia.

Este é um tema no qual Stein tem muito interesse, e que se percebe em algumas partes do filme Expelled. Você pode ler o resto aqui.

(por Robert Crowther)

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Os telhados de vidro da Evolução

O Membro Sénior do Discovery Institute, David Klinghoffer, tem um interessante artigo seu publicado na recente revista Townhall Magazine, em que ele analisa se os cientistas realmente são ou não são livres para investigarem o design inteligente. É evidente que os críticos do DI alegam que a liberdade académica reina de forma suprema:


Perguntei a líderes das críticas ao DI se aqueles que duvidam de Darwin enfrentam obstáculos, para além da força ou fraqueza do próprio DI, para pesquisarem e testarem as suas ideias. Kenneth Miller, um biólogo da Brown University, enviou-me um email com uma resposta assoladora: "A conclusão do 'Design' deve seguir-se a uma investigação bem-feita em genómica comparativa, biologia molecular, expressão genética e bioquímica. Não há, como certamente sabe, nenhum obstáculo a essa investigação."

Francisco Ayala, um biólogo da Universidade da Califórnia, Irvine, foi categórico: "Não posso imaginar qualquer cientista sério ou administrador académico a tentar dissuadir ninguém de levar a cabo qualquer projecto de investigação bem concebido."


Mas os cientistas que sofreram as consequências de terem desafiado o dogma darwinista contam uma história muito diferente.

Quem ainda não tem estabilidade académica concedida pela instituição vai, em regra, falar apenas sob a condição de que nem o nome deles nem o da sua instituição apareçam. Perguntei a um desses cientistas se se sentiu livre para seguir com os seus interesses de investigação relacionados com o DI. Ele disse, "Não, absolutamente não. Isso representa um problema para mim."


E,

Outro biólogo contou como, imediatamente após o seu interesse no design inteligente se tornar conhecido, ele ficou sem o seu espaço de laboratório. O assistente do director do estabelecimento enviou-lhe um email dizendo que, devido a imprevistas "limitações de espaço", ele tinha de saír dali a duas semanas.

Questionado sobre as declarações dos críticos do DI de que a investigação crítica de Darwin pode ser realizada livremente, o biólogo riu-se. "Essa é uma grande piada", disse. Ele explicou que a ciência profissional é "movida pelo prestígio e os [cientistas] não querem uma 'falha' no seu prestígio. É bom para si impressionar seus pares, pelo que você acaba se mostrando relutante em comprometer isso".


Você pode ler o artigo todo aqui.

E se você quiser fazer alguma coisa para ajudar, você pode assinar a Petição de Liberdade Académica.


(por Robert Crowther)

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Predições falhadas de Darwin, Parte 14

O que faria Darwin?

Darwin teach the controversyA PBS apresenta uma visão absolutamente pró-Darwin sobre o debate em torno da evolução. Na verdade, existem muitas razões pelas quais devemos ensinar a controvérsia sobre a evolução darwinista:

(1) O Congresso apoia essa política:

"Os Conferencistas reconhecem que uma educação científica de qualidade deve preparar os estudantes para distinguir os dados e as teorias testáveis da ciência das alegações religiosas ou filosóficas que são feitas em nome da ciência. Onde são ensinados temas que podem gerar controvérsia (como a evolução biológica), o currículo deve ajudar os estudantes a entender toda a gama de pontos de vista científicos que existem, por que esses temas podem gerar controvérsia, e como as descobertas científicas podem afectar profundamente a sociedade".1


(2) O Supremo Tribunal dos Estados Unidos aprova a seguinte política:
"Nós não queremos dizer que um legislador nunca possa exigir que críticas científicas às teorias científicas dominantes sejam ensinadas".2

(3) o próprio Darwin apoia tal política:
No livro Origem das Espécies, Darwin declarou, "Um resultado justo apenas pode ser obtido relatando e pesando inteiramente os factos e argumentos de ambos os lados de cada questão".3

A propaganda da PBS nem sequer utiliza a abordagem que o próprio Darwin recomendou. Quem vir o documentário da PBS "Dia do Juízo: Design Inteligente no banco dos réus" fará bem se procurar aprender sobre ambos os lados do debate.

Referências citadas:
1. Conference report to No Child Left Behind Act; House Committee of Conference, Report to Accompany H.R. 1, 107th Cong. 1st sess., 78 (2001) H. Rept. 334, 78. esta linguagem foi originalmente apoiada por 91-8 votos pelo Senado dos Estados Unidos
2. Edwards v. Aguillard, 482 U.S. 578, 593 (1987).
3. Charles Darwin, Origin of Species (1859), Introduction, disponível aqui.


[Nota do Editor: Este é o slide 14 de uma série de 14 slides disponiveis em JudgingPBS.com, um novo site que mostra as "Predições falhadas de Darwin", em resposta ao material online do documentário da PBS-NOVA chamado "Dia do Juízo: Design Inteligente no banco dos réus"]

(por Casey Luskin)


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Predições falhadas de Darwin, Parte 13

O aparecimento abrupto das formas biológicas

Explosão Cambriana, cambrian explosion, filos animais, animal phylaFig.: Representação esquemática do registo fóssil actual dos principais filos animais. As linhas verticais indicam o registo fóssil actual do filo. A linha descontinua representa a explosão Cambriana. O biólogo evolucionista Richard Dawkins diz que os animais que compõem a fauna que aparece na explosão Cambriana estão "já num estado avançado de evolução, quando aparecem pela primeira vez. É como se eles fossem ali plantados, sem qualquer história evolutiva".

A PBS colocou um slide que afirmava que os paleontólogos evolucionistas "continuam a desenterrar fósseis-chave que colmatam as lacunas que Darwin lamentou existirem." Mas o paleontólogo evolucionista David Raup escreveu em 1979 que "estamos agora a cerca de 120 anos de Darwin, e o conhecimento do registo fóssil expandiu-se muito... ironicamente, temos ainda menos exemplos de transições evolutivas do que tínhamos nos tempos de Darwin".1 A PBS afirma que os fósseis descobertos no "último meio século, preencheram" as lacunas que existiam para que a explosão cambriana pudesse ser explicada em termos evolucionistas. No entanto, um livro publicado apenas seis anos atrás reconhece que o registo fóssil não forneceu pistas para ajudar a explicar a origem dos filos animais na explosão cambriana:

"A maior parte dos filos animais que estão representados no registo fóssil aparecem pela primeira vez, 'totalmente formados', no Cambriano há cerca de 550 milhões de anos atrás ... O registro fóssil não oferece portanto qualquer ajuda em relação à origem e à diversificação inicial dos diversos filos animais".2


Mas esta não é a única "explosão" no registo fóssil. Os paleontólogos observaram uma explosão de peixes, uma explosão na origem das plantas, uma explosão de pássaros, e mesmo uma explosão de mamíferos. Explosões abruptas de diversidade biológica massiva parece ser a regra, e não a excepção, para o registo fóssil. Transições documentadas por fósseis plausíveis parecem ser a excepção rara. Como escreveu em 2001 o biólogo evolucionista Ernst Mayr: "Quando olhamos para o biota vivo, quer ao nível do taxon mais elevado como mesmo ao nível das espécies, as descontinuidades são esmagadoras e frequentes. . . As descontinuidades são ainda mais evidentes no registo fóssil. As novas espécies geralmente aparecem no registo fóssil de repente, sem estarem conectadas com os seus antepassados por uma série de intermediários".3

Este fenómeno existe não só a nível das espécies, mas também ao nível do taxon mais elevado, como um livro didáctico de zoologia refere:


"Muitas espécies permanecem praticamente inalteradas durante milhões de anos e, em seguida, desaparecem de repente para serem substituídas por uma forma muito diferente, mas relacionada. Para além disso, a maioria dos grandes grupos de animais aparecem abruptamente no registro fóssil, totalmente formados, e sem fósseis ainda descobertos que formem um grupo de transição do seu grupo progenitor".4


Em vez de reconhecer o padrão geral das explosões no registo fóssil, a PBS debruça-se sobre as poucas ocasiões em que existem possíveis formas transitórias. A PBS foca a atenção no Tiktaalik, uma alegada transição entre peixes e anfíbios, mas o Tiktaalik tem barbatanas completamente semelhantes às dos peixes, e não documenta em nada o aspecto fundamental da alegada transição dos peixes para anfíbios, ou seja, a transformação das barbatanas em pés/patas.

A PBS também cita o Archaeoptéryx como uma alegada transição entre os dinossauros e as aves. Mas o Archaeoptéryx é geralmente considerado uma verdadeira ave, e os seus alegados antepassados dinossauros são provenientes de somente uma localidade - a formação Yixian na China - que é "pelo menos 20 milhões de anos mais recente do que o Archaeoptéryx". 5 Se o Archaeoptéryx é a primeira ave conhecida então a partir de que é que, se é que de alguma coisa foi, que as aves evoluíram? O registro fóssil não nos diz. Apesar dos problemas com esta história evolucionista, Phillip Johnson dá-nos uma análise lúcida e generosa sobre a importância deste fóssil:


"O Archaeoptéryx é na globalidade um ponto para os Darwinistas, mas o quão importante ele é? As pessoas que se aproximam desta evidência fóssil como Darwinistas convictos verão nela uma confirmação estonteante, mas os cépticos verão uma excepção isolada de um consistente padrão de não-confirmação fóssil".6


Referências citadas:
1. David Raup, "Conflicts Between Darwin and Paleontology", Field Museum of Natural History Bulletin, Vol. 50 (1) (1979).
2. R.S.K. Barnes, P. Calow & P.J.W. Olive, The Invertebrates: A New Synthesis, páginas 9–10 (3rd ed., Blackwell Sci. Publications, 2001).
3. Ernst Mayr, What Evolution Is, página 189 (Basic Books, 2001).
4. C.P. Hickman, L.S. Roberts, and F.M. Hickman, Integrated Principles of Zoology, página 866 (Times Mirror/Moseby College Publishing, 1988, 8th ed).
5. Carl C. Swisher III, Yuan-qing Wang, Xiao-lin Wang, Xing Xu, and Yuan Wang, "Cretaceous age for the feathered dinosaurs of Lianoing, China" Nature, Vol. 400: 58-61 (1 de Julho de 1999).
6. Phillip E. Johnson, Darwin on Trial, página 81 (Intervarsity Press, 1993).


[Nota do Editor: Este é o slide 13 de uma série de 14 slides disponiveis em JudgingPBS.com, um novo site que mostra as "Predições falhadas de Darwin", em resposta ao material online do documentário da PBS-NOVA chamado "Dia do Juízo: Design Inteligente no banco dos réus"]

(por Casey Luskin)




Ver também os posts relacionados com as explosões biológicas:

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Predições falhadas de Darwin, Parte 12

A origem da vida permanece um mistério

Se, como sugere a Parte 11, as origens humanas são um mistério para os cientistas darwinistas, a origem química da vida apresenta um desafio muito maior. Tal como Gregg Easterbrook escreveu recentemente na Wired Magazine "O que é que cria a vida a partir dos compostos inanimados que compõem as coisas vivas? Ninguém sabe. Como é que os primeiros organismos foram montados? A natureza não nos tem dado a mínima pista. Se alguma coisa aconteceu ao longo do tempo foi o aprofundar do mistério".1

Os teóricos da origem da vida têm lutado para simplesmente explicarem a origem dos químicos orgânicos pré-biológicos da terra primitiva, com pouco sucesso. Tão drástica é a evidência contra a síntese pré-biótica, que em 1990 a Space Studies Board of the National Research Council recomendou que os cientistas da origem da vida levassem a cabo uma "reavaliação da síntese biológica do monómero sob ambientes semelhantes à terra primitiva, como revelado nos actuais modelos da Terra primitiva".2 Mas este é apenas o início do problema, como admitiu uma vez o teórico líder da origem da vida, Stanley Miller, dizendo que "fabricar compostos e fabricar a vida são duas coisas diferentes".3


Ao tentar "fazer" a primeira forma de vida, os cientistas não podem invocar os processos darwinistas. A evolução darwinista exige replicação, e antes da origem da vida, não havia replicação. O teórico da origem da vida, Arthur Shapiro, explica que uma explicação para a primeira molécula auto-replicante "ainda não foi descrita em detalhes ou demonstrada" mas ela "é considerada um dado adquirido na filosofia do materialismo dialéctico." 4

Explicar a origem de uma molécula auto-replicante ainda não explicaria como surgiram as células modernas. O nosso DNA exige um sistema complexo irredutível que requere a informação no DNA, as enzimas que ajudam na replicação do DNA e na protecção, uma membrana celular de protecção, e um complexo sistema de máquinas usadas para transcrever e traduzir a linguagem do DNA em proteínas. Confrontado com a complexidade deste sistema, o biólogo Frank Salisbury lamentou em 1971 que "todo o sistema deve surgir como uma unidade, ou então será inútil. Pode ser que hajam maneiras de sair deste dilema, mas neste momento não as vejo".5

Em 1995, os biólogos de renome, John Maynard Smith e Eors Szathmary, explicaram que explicar a origem deste sistema continua "talvez o problema de mais perplexidade na biologia evolutiva", porque "a maquinaria de tradução existente é ao mesmo tempo tão complexa, tão universal e tão essencial que é difícil ver como ela poderia ter surgido ou como a vida poderia ter existido sem ela".6

Os cientistas poderão um dia criar vida no laboratório. Mas eles a terão feito usando o design inteligente. A teoria de que a vida podia ter-se originado através de processos químicos naturais cegos que se baseia na pura e inexpressiva sorte permanece inexplicável.

Referências Citadas:
1. Gregg Easterbrook, “Where did life come from?,” Wired Magazine, página 108 (February, 2007).
2. National Research Council Space Studies Board, The Search for Life's Origins (National Academy Press: Washington D.C., 1990).
3. Declarações de Stanley Miller numa palestra dad por ele no UCSD Origins of Life seminar class em 19 de Janeiro de 1999.
4. Robert Shapiro, Origins: A Skeptics Guide to the Creation of Life on Earth, página 207 (Summit Books, 1986).
5. Frank B. Salisbury, "Doubts about the Modern Synthetic Theory of Evolution," página 338, American Biology Teacher (Setembro de 1971).
6. John Maynard Smith and Eors Szathmary, The Major Transitions in Evolution, página. 81 (W.H. Freeman, 1995).


[Nota do Editor: Este é o slide 12 de uma série de 14 slides disponiveis em JudgingPBS.com, um novo site que mostra as "Predições falhadas de Darwin", em resposta ao material online do documentário da PBS-NOVA chamado "Dia do Juízo: Design Inteligente no banco dos réus"]

(por Casey Luskin)

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Predições falhadas de Darwin, Parte 11

A evolução humana permanece um mistério

Evolução Humna Crânios, Human Evolution SkullsEm 1980, o famoso paleontólogo evolucionista Stephen Jay Gould observou que, a "[m]aior parte dos fósseis de hominídeos, apesar de servirem de base para intermináveis especulações e elaboradas narrativas, são apenas fragmentos de mandíbulas e pedaços de crânios." 1 A PBS afirma com grande confiança que a nossa espécie, o Homo sapiens, evoluiu de espécies simiescas, mas o registo fóssil conta uma história diferente. O registo fóssil contém dois tipos básicos de hominídeos: aqueles que podem ser classificados como simiescos e aqueles que podem ser classificados como semelhantes aos humanos modernos. Mas continua a haver um claro abismo entre a morfologia das espécies simiescas e a morfologia das espécies semelhantes aos humanos modernos, abismo que não é superado pelo conhecimento que temos do registo fóssil.

Por exemplo, a PBS exibe Lucy, um membro da espécie hominídea Australopithecus afarensis, como sendo um representante dos ancestrais da humanidade. Mas muitos estudos descobriram que os australopitecíneos eram mais semelhantes aos macacos modernos do que ao homem moderno.

Por exemplo, Lucy é habitualmente chamado de precursor da locomoção bípede dos humanos, no entanto um estudo descobriu que Lucy tinha ossos das mãos como os de um macaco que caminha sobre os punhos. Outro estudo diz, "De acordo com a nossa interpretação, tal como a de muitos outros, as evidências anatómicas mostram que os primeiros H[omo] sapiens eram significativa e dramaticamente diferentes dos australopitecíneos anteriores e contemporâneos em praticamente todos os elementos do seu esqueleto e em todos os seus comportamentos remanescentes."2

Estas mudanças rápidas, únicas, e com significado genético foram chamadas de "revolução genética" na qual "nenhum australopitecíneo é, obviamente, uma transição." 2 Um comentador propôs que esta evidência implica uma "teoria do big bang" da evolução humana.3 Do mesmo modo, dois paleoantropólogos afirmaram na revista Nature que os primeiros fósseis semelhantes aos humanos aparecem tão repentinamente no registo que "é difícil, neste momento, identificar a sua ascendência imediata no leste africano. Não é por acaso que tem sido descrito como um hominídeo "sem um antepassado, sem um passado claro". 4

Um paleoantropólogo evolucionista de Harvard declarou recentemente no New York Times, que fósseis hominídeos recentemente descobertos "mostram 'quão interessante e complexo foi o gênero humano e como entendemos tão mal a transição de ser algo muito mais simiesco para ser algo do tipo mais humano'". 5 Tal admissão foi retomada logo depois por um conjunto diferente de paleoantropólogos evolucionistas que afirmaram que "não sabemos nada sobre a forma como a linha humana realmente emergiu dos símios." 6 Embora estes pesquisadores apoiem sem dúvida a opinião de que os seres humanos e simios partilham um ancestral comum, talvez a PBS fizesse melhor figura se explicasse que há muitos mistérios por resolver sobre a origem humana, em vez de apresentar a frente unida de que os seres humanos são inequivocamente descendentes de espécies simiescas: A verdade é que cépticos da evolução humana tem ampla justificação científica para os seus pontos de vista.

Referências citadas:
1. Stephen Jay Gould, The Panda's Thumb, página 126 (W.W. Norton, 1980).
2. J. Hawks, K. Hunley, L. Sang-Hee, and M. Wolpoff, “Population Bottlenecks and Pleistocene Evolution,” Journal of Molecular Biology and Evolution, Vol. 17(1): 2-22 (2000).
3. University of Michigan News and Information Services News Release, "New study suggests big bang theory of human evolution" (January 10, 2000), disponível aqui.
4. Robin Dennell & Wil Roebroeks, "An Asian perspective on early human dispersal from Africa," Nature, Vol. 438:1099-1104 (22/29 de Dezembro de 2005).
5. Daniel Lieberman, citado em “Fossils in Kenya Challenge Linear Evolution,” by John Noble Wilford, New York Times (9 de Agosto de 2007), que se pode ver aqui.
6. Scientists quoted in "Fossil find pushes human-ape split back millions of years," (24 de Agosto de 2007), ver aqui.


[Nota do Editor: Este é o slide 11 de uma série de 14 slides disponiveis em JudgingPBS.com, um novo site que mostra as "Predições falhadas de Darwin", em resposta ao material online do documentário da PBS-NOVA chamado "Dia do Juízo: Design Inteligente no banco dos réus"]

(por Casey Luskin)


Ver também os posts relacionados com a evolução humana:


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução