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domingo, 13 de abril de 2008

Clip do Filme Expelled - As Mutações Genéticas



Giertych: A selecção natural não fornece nenhuma informação genética nova. Para a evolução é preciso informação genética nova.

Stein: De onde é que vem essa nova informação genética?

Giertych: Essa é a grande questão. Darwin assumiu que o aumento de informação vinha da selecção natural, mas a selecção natural reduz a informação genética, e nós sabemos isto de todos os estudos de informação genética que foram feitos. Geralmente temos medo das mutações, não queremos expor-nos a demasiada radiação de raios X, não queremos expor-nos a substâncias mutagênicas,..., portanto nós evitamos as mutações porque sabemos que as mutações destroem, não conhecemos nenhuma mutação que seja positiva.

Stein: Então o que você está dizendo é que a ideia de que pode haver mutações ao acaso causadas por ultra violetas, por radiação, ou por alguma temperatura extrema, que pudessem criar novas espécies, são simplesmente desconhecidas.

Giertych: Isso nunca foi observado. Nunca observamos uma mudança, uma mudança genética por mutações, que produzisse alguma coisa nova e positiva.

Stein: Mas... se isso é verdade o Darwinismo desaba.

Giertych: Exactamente.

Maciej Giertych, PhD Population Geneticist

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Berlinski: Quando olhamos para qualquer tipo de sistema que construímos, que tenha algumas destas propriedades... e então dizemos, bem, vamos lançar algumas variações ao acaso, o que acontece? Podemos tentar fazer isso num computador. Pegamos num programa, e dizemos, agora vamos pressionar umas teclas aqui e ali e mudamos o programa, e o sistema colapsa. Apenas deixa de funcionar.

Stein: Ah, isto é muito bom, se por exemplo estabelecermos uma analogia entre um programa de computador e o DNA do interior da célula, não podemos apenas mudá-lo pois deixaria de funcionar.

Berlinski: Não apenas deixaria de funcionar mas comprometia todas as operações de imediato. A não ser que se introduzissem "toneladas" de protecções ao sistema que pudessem lidar com essas mudanças. Mas se o fizermos, e a célula tem esse tipo de mecanismos de protecção, então toda a ideia de que a força motora da evolução são mudanças ao acaso, perde logo muita plausibilidade.

David Berlinski, Filósofo e Matemático

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sábado, 12 de abril de 2008

WORLD entrevista Ben Stein

Ben Stein entrevista WORLD interviewCom a grande estreia do EXPELLED prevista para o próximo fim de semana, as entrevistas a Ben Stein continuam:

Escarnecido e denegrido

ENTREVISTA: O novo documentário de Ben Stein pode dar à teoria macro-evolucionista uns merecidos tempos difíceis, e pelo caminho ele espera divertir-se | Megan Basham

Apesar do público provavelmente conhecer melhor Ben Stein como o professor de economia de Ferris Bueller's Day Off, o actor teve uma ilustre carreira que precede o clássico do cinema dos anos 80 - não apenas na industria do entretenimento.

Muito antes de se lançar na lição de mercado livre com mais fama de enfadonha do mundo, Stein foi um advogado de tribunais formado em Yale, um professor na Universidade de Pepperdine, um economista, e um redactor de discursos para os presidentes Nixon e Ford. Ainda hoje, juntamente com a sua ocupação de actor, comentador, e trabalho de game-show-hosting, ele escreve regularmente em colunas de negócios para o The New York Times e para o Yahoo! Finance Online, bem como numerosos livros e artigos sobre diversos temas políticos. De todas as celebridades de Hollywood que expressam abertamente o que pensam, o impressionante currículo de Stein faz dele o candidato mais provável para o mais credível.

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Recentemente a WORLD conversou com o homem moderno renascentista sobre seu último filme, Expelled - documentário de estreia nacional no dia 18 Abril que questiona de forma interessante o darwinismo e defende a liberdade académica.

WORLD: Como você se envolveu com o Expelled?

STEIN: Fui abordado há um par de anos pelos produtores, e eles descreveram-me a questão central do Expelled, que era sobre o Darwinismo e sobre o porquê de ele manter um bloqueio no "establishment " académico apesar da teoria ter tantos buracos. E porque a liberdade de expressão se tem perdido em tantas faculdades ao ponto de não se poder sequer questionar nem um pouco o Darwinismo ou seus colegas irão descriminar você, você vai perder o seu emprego, e você será humilhado publicamente. À medida que eles me enviaram livros e me falaram sobre estas coisas eu me tornei mais entusiasmado em participar.

Para além disso eu nunca fui um grande fã do Darwinismo por ele ter tido uma influência tão grande na Solução Final dos Nazis para aquilo a que eles chamavam o "problema judeu", e por ter sido tão claramente instrumental na racionalização nazi do Holocausto. Portanto eu estava disposto a querer fazer um projecto sobre como o Darwinismo está relacionado com o fascismo e a realçar as falhas do Darwinismo em geral.

WORLD: Dado o sucesso que Michael Moore e Al Gore tiveram, ao que parece o direito cultural foi um pouco lento para usar o poder de um documentário.

STEIN: Eu sei! Deveríamos ter escolhido este gênero antes, e nós não o fizemos, o que foi o nosso erro. Michael Moore fez isso muito bem, embora eu pessoalmente ache os seus filmes irritantes e profundamente perturbadores.

Portanto, agora vamos tentar fazê-lo nós mesmos. Este vai ser um grande lançamento, e acho que muitas pessoas vão vê-lo e vão se surpreender com as histórias de repressão à liberdade de expressão, com as falhas do Darwinismo, e com os objectivos pouco felizes para os quais o Darwinismo tem sido colocado nas nossas vidas. Expellled é um filme muito sofisticado. E, ao contrário de alguns dos documentários que você mencionou, não é uma gritaria, e não é nada furioso ou frenético. Mas penso que muitas pessoas que não se imaginariam a serem capazes de estabelecer uma relação com ele vão acabar por se achar persuadidas.

WORLD: Você também diz abertamente o que pensa sobre as suas crenças pró-vida. Parece-lhe que o assunto da matéria do Expelled diz respeito a isso?

STEIN: Diz muito respeito, porque o Darwinismo esteve estreitamente ligado à fundadora do Planned Parenthood, Margaret Sanger, e outros, no movimento da eugenia. Eles propuseram restringir o nascimento de apenas aqueles que consideravam geneticamente desejáveis, o que geralmente significava os do tipo do Norte da Europa.

Não me parece que a maioria das pessoas perceba o quão comprometidos estavam Sanger e outros, que estiveram ligados ao inicio do movimento pró-aborto, com a eugenia e o quão extremamente, extremamente infelizes foram muitos dos seus escritos em termos de conteúdo racial. Gostaríamos de deixar claro para os espectadores que a Planned Parenthood e outras organizações como ela tiveram inícios
no mínimo altamente questionáveis.

WORLD: Alguns dos peritos em evolução que você entrevistou no Expelled estão agora dizendo à imprensa que eles foram deturpados. Como você responde a isso?

STEIN: Penso que não retirámos nada fora de contexto. Sei que um certo número de pessoas entrevistadas estão reclamando que falamos com elas sem terem conhecimento daquilo que tratava o filme, mas realmente não foi bem assim. Dissemos a todos os envolvidos que era sobre a intersecção da evolução e da religião, e penso que aqueles que agora estão dizendo que não sabiam não estão a ser exactos. Penso que eles estão apenas descontentes por o filme ter saído tão persuasivo e poderoso como saiu.

WORLD: Como é que você responda à acusação do [ateu e autor do livro bestselling, The God Delusion] Richard Dawkins de que o filme o utiliza para "gargalhadas baratas"?

STEIN: Bem, se o filme realmente o usa para gargalhadas baratas, talvez seja porque o que ele nos deu foi gargalhadas baratas! Ou seja, nós não alteramos nada do que ele disse, e ele não foi assim tão barato/económico - ele foi bastante extenso. Ele deu-nos o que pensava serem respostas sérias mas que afinal não são assim tão sérias. Francamente não me parece que o que ele disse tenha sido engraçado. Achei suas observações alarmantes.

WORLD: Depois de passar tanto tempo a ouvir cientistas de ambos os lados da questão, porque é que você acha que tantos se opõem tão activamente até a sequer considerar o design inteligente?

STEIN: As vidas e os meios de subsistência destas pessoas dependem de terem o Darwinismo como a ideia científica dominante. E se essa idéia começa a ser questionada, a sua posição torna-se cada vez mais ténue. Ninguém deseja ver os seus modos de subsistência tornarem-se mais ténues.

WORLD: Acha que essa é a sua principal motivação?

STEIN: Não. Também penso que eles não querem que exista um Deus, porque, se houver um Deus eles vão ser julgados, e eles não querem ser julgados. E eu não os culpo por isso - isso é uma espécie de padrão na natureza humana. Mas o que nós gostaríamos é que as pessoas que têm uma crença em Deus sejam capazes de expressar-se sem serem empurrados para fora das suas escolas e postos de trabalho.

WORLD: Você acha que o movimento de educação em casa teria crescido da forma que cresceu se tantos defensores do design inteligente não tivessem sido expulsos da academia?

STEIN: Não, e penso que o caso recente na California [onde um juiz tornou ilegal a educação em casa sem uma credencial de ensino] e as reacções de sindicatos de professores a isso sugerem que a educação em casa é muito ameaçadora para o "estabilishment" acadêmico, pois é uma ameaça para a ortodoxia científica/darwinista/estadual.

WORLD: Num mundo ideal, que impacto é que gostaria de ver este documentário ter?

STEIN: Eu gostaria que ele abrisse a liberdade de expressão em escolas e universidades, para que as pessoas possam expressar as suas preocupações e reservas quanto ao Darwinismo e sobre qualquer assunto relacionado com macroevolução na ciência, para que um pequeno grupo não bloqueie o que é discutido no campus. E há já alguns progressos nesta frente. Na Flórida, há uma lei a fazer o seu caminho através da Câmara de Representantes que ajuda a garantir a liberdade académica estabelecendo que não se pode ser punido por questionar o Darwinismo. E existe uma lei semelhante que está prestes a ser introduzida no Missouri para o mesmo efeito. E eu acho até lamentável que ainda tenhamos necessidade dessas leis, mas ao que parece precisamos delas.

Além disso, eu gostaria que após verem o filme as pessoas se lembrassem que existe muita coisa que o Darwinismo não pode explicar e que há muita coisa que pode ser explicada pelo design inteligente. Se você tem um livro na frente de você que tem centenas de milhares de palavras escritas, provavelmente elas foram escritas por um autor e não pelo gotejar de chuva sobre uma página.

WORLD: Você mantém quaisquer esperanças em receber o tipo de atenção dos Oscares que Michael Moore e Al Gore receberam?

STEIN [rindo]: Não, não espero nenhuma atenção dos Oscares. Penso que vamos ser escarnecidos e denegridos por esta produção.

Fonte: World Magazine

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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Os Darwinistas e a imaginação fértil

tartarugossauro tortunossauro tartarugas futuro evolução animaisCom sete metros de altura, o tortunossauro evoluiria a partir das modernas tartarugas-gigantes (Foto: The Future is Wild Limited/Pictural Charts Educational )

Cada vez me convenço mais que esse pessoal que acredita na "evolução sem limites criadora de mundos" vive no reino da fantasia onde tudo é possível... Vejam só:

Uma exposição na França, batizada de Animais do Futuro, tenta mostrar como será a fauna do planeta daqui a milhões de anos, com base em trabalhos científicos e projeções que levam em conta questões como as mudanças climáticas e os movimentos das placas terrestres.[...]

O meio-ambiente e os animais representados nessa exposição são fruto de uma teoria desenvolvida por cientistas britânicos a partir da evolução dos movimentos geológicos da Terra, do clima e da capacidade de resistência da fauna, que mudaria para se adaptar ao novo ambiente.

Dessa forma, os macacos uacari, ao darem origem aos "baboukari", desceriam das árvores da Amazônia, que não existiriam mais, para viver no solo. Eles não usariam sua cauda para se balançar entre os galhos e sim para se comunicar entre eles em meio à alta vegetação.

Um outro animal do futuro seria o "tortunossauro", que evoluiria a partir da tartaruga gigante. Esse réptil, em 100 milhões de anos, seria o maior animal terrestre, com sete metros de altura.

Maior do que um dinossauro, seu peso, de 120 toneladas, seria 40 vezes maior do que o de um elefante. Sem temer nenhum predador, perderia a maior parte de sua carapaça.

Mais fotos "fantasiásticas":

oisson peixes voadores evolução animaisDaqui a 200 milhões de anos, 'oisson' seria um descendente dos peixes-voadores (Foto: The Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational Trust )


lesma futuro evolução animaisLesma de pele endurecida desenvolveria defesa contra falta d'água (Foto: The Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational Trust )


Fonte: G1 Globo


Inacreditável!!...
Pois é!... A religião de Darwin também tem as suas... profecias!!... Rsrs

Ver também o post "Historinhas "fantasiásticas" dos evolucionistas"

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Clip do Filme Expelled - A Célula



Ben Stein: Deixe-me fazer-lhe uma pergunta. Darwin escreveu o Origem das Espécies em 1859, foi publicado em 1859, e a ideia que ele tinha da célula era de que a célula era bastante simples... o que é agora a célula em termos de complexidade?
Berlinski: Uma galáxia, uma galáxia.
Dr. David Berlinski, autor do "The Devil's Delusion"


Ben Stein: o que é que agora sabemos que a célula é? Se já não é um pedaço de geleia a que é que você a compararia?
Behe: É uma nano-fábrica.
Dr. Michael Behe, bioquimico, Lehigh University


Ben Stein: Então o que é que existe na célula por aquilo que agora sabemos?
Paul Nelson: Um mundo que Darwin não poderia ter imaginado.
Dr. Paul Nelson, Phd Filosofia


A célula é talvez a mais dinâmica massa de actividade, transmitindo informação... através da célula, abrindo portas, fechando portas, moléculas "motoras", moléculas "motoras" movendo-se ao longo de caminhos. É provavelmente o sistema fisico mais dinâmico do universo.
Dr. Gerald Schroeder, Físico Nuclear, Hebrew University

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O vazio no "espaço taxonómico"

Richard Lewontin Taxonomic Space Espaço TaxonómicoO seguinte texto é bem interessante vindo de um biólogo e geneticista evolucionista. Faz parte de um artigo de Richard Lewontin, chamado "Quatro Complicações na Compreensão do Processo Evolucionário". Dá que pensar, vejam:

A fim de discutir as complicações que surgem na compreensão dos processos evolucionários, é necessário primeiro tornar claro qual é o objectivo da explicação evolucionaria. Para este efeito, o conceito de "espaço taxonómico" é bastante útil.
Devemos este conceito a G. Evelyn Hutchinson, mas Walter Fontana e outros têm-no utilizado desde então de uma forma ou de outra. Este espaço taxonómico de organismos tem um enorme número de dimensões, cada uma correspondendo a alguma característica que poderia ser utilizada na caracterização de um indivíduo.
Se olharmos para a ocupação de tal espaço ficamos impressionados com o facto de ele ter uma estrutura.
Organismos individuais são agrupados no espaço e esses agrupamentos são eles próprios agrupados. E existem agrupamentos de agrupamentos de agrupamentos, um pouco como as estrelas no cosmos. A coisa mais importante para o evolucionista é que quase todo o espaço está vazio, não só quando são considerados os organismos existentes, mas também quando todos os organismos que se sabe que já existiram são considerados. A medida do vazio desse espaço é quase um, a medida da ocupação é quase zero.

O verdadeiro problema para os evolucionistas não é explicar os tipos de organismos que na realidade já existiram. O verdadeiro problema para os evolucionistas é explicar como é que a maioria dos tipos de organismos potencial e aparentemente razoáveis nunca existiram. O problema é explicar a localização dos espaços vazios no conjunto de agrupamentos de pontos ocupados. É fácil descrever organismos que nunca existiram.



Texto Original, em inglês:

IN ORDER TO DISCUSS complications that arise in the understanding of evolutionary processes, it is first necessary to make clear what the evolutionary explanation
is to accomplish. For this purpose the concept of “taxonomic space” is a useful one. We owe this notion to G. Evelyn Hutchinson, but Walter Fontana and others have since used it in one form or another. This taxonomic space of organisms has a huge number of dimensions, each corresponding to some character that might be used in the characterization of an individual. If one looks at the occupancy of such a space one is struck by the fact that it has a structure to it.
Individual organisms are clustered in the space and those clusters are themselves clustered. And there are clusters of clusters of clusters, rather like the stars in the cosmos. The most important thing for the evolutionist is that nearly the entire space is empty, not only when extant organisms are considered, but when all organisms known to have ever existed are considered. The measure of the emptiness of that space is nearly one, and the measure of the occupancy is nearly zero.

The real problem for the evolutionist is not to explain the kinds of organisms that have actually ever existed. The real problem for the evolutionist is how it is that most kinds of potential and seemingly reasonable organisms have never existed. The problem is to explain the location of the empty spaces in the clustered assemblage of occupied points. It is easy to describe organisms that have never existed. [...]


Fonte:
Four Complications in Understanding the Evolutionary Process

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

Clip do Filme Expelled - A Informação



De onde vem a informação:

Se você estiver a construir uma casa, a natureza dos tijolos e a sua constituição vão determinar até um certo ponto que tipo de parede você pode construir, mas não vão determinar o projecto da casa. Isso requer um "input" de informação de um arquitecto. Tomando as casas como construídas, elas vão determinar até um certo ponto quantas delas você pode colocar numa rua, mas elas não vão determinar o projecto da cidade.
Há uma hierarquia superior aonde existem causas direccionadas dos níveis superiores para os inferiores, porque você precisa de um "input" de informação. Portanto uma das questões chave com que se defronta a biologia moderna é:

De onde vem a informação?

Tendo tentado, por cerca de 50 anos, provar que matéria mais energia, mais tempo, mais o acaso e as leis da natureza geram informação... o tempo parece estar a esgotar-se... talvez tenha chegado a altura de simultaneamente tentar mostrar de forma cientifica que não é possível gerar informação através de processos naturais.

John Lennox. Phd Professor de Matemática na Universidade de Oxford

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução