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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Descoberta Rã sem Pulmões

rã sem pulmões lungless frog  Barbourula kalimantanensisBarbourula kalimantanensis

A primeira rã sem pulmões que se conhece foi encontrada na região indonésia do Bornéu. Ela vive em água de correntes rápidas e respira totalmente através da sua pele.

"Os pesquisadores estavam inicialmente fazendo dissecação de rãs à medida que as capturavam no campo, eles ficaram surpreendidos ao descobrir que esses anfíbios não tinham pulmões." No inicio eu não acreditei que as rãs não tinham pulmões, mas depois, ficamos apenas a observar as evidências a aparecerem. Eu fiquei boquiaberto", disse Bickford".


Embora as palavras "evolução" e "história evolutiva" se destaquem nos relatórios e nos meios de comunicação, vale a pena recordarmos a nós próprios que "sem pulmões" envolve a perda de um órgão complexo. A descoberta revela mudanças degenerativas, um pouco como a cegueira nos peixes das cavernas. Tais características são características derivadas, indicativas de extrema especialização.

"De todos os tetrapodes (animais com quatro membros), só nos anfíbios se conhece a ocorrência de ausência de pulmões. Existem muitos salamandras sem pulmões e uma única espécie de gimnofiono, um anfíbio sem membros que lembra uma minhoca, conhecido da ciência. Contudo, disse Bickford, a completa perda de pulmões é um caso particularmente raro de evolução que provavelmente só ocorreu três vezes. A descoberta de ausência de pulmões numa rã do Bornéu apoia a ideia de que os pulmões são um característica maleável em anfíbios, que são o grupo evolutivo irmão de todos os outros tetrápodes, de acordo com estes pesquisadores."


Como regra geral, como o conhecimento se desenvolve, o mesmo acontece com a nossa linguagem. Os pesquisadores descobrem que necessitam definir sua terminologia e até mesmo inventar novas palavras para garantir clareza. Significativamente, o mesmo não aconteceu com uma palavra em especial na biologia evolutiva. Existem numerosos significados da palavra "evolução" e ainda assim a sua utilização no seio da comunidade científica é muito parecida com o uso que dela faz o homem da rua. Às vezes ela se refere a mudanças de alelos numa população (por exemplo, as mariposas), por vezes, ao desenvolvimento de barreiras à reprodução (por exemplo, espécies em anel), e existem vários outros usos que têm um alcance profundo na "Árvore da Vida" de Darwin. Além disso, existe o sentido filosófico da palavra: que acarreta o gradualismo, o materialismo e a rejeição de um objectivo final. Há muitos anos atrás, Phillip Johnson chamou a atenção para este problema em suas palestras e livros, mas a comunidade evolutiva parece preferir a palavra permaneça com um significado difuso.

Estes pensamentos são relevantes para a rã sem pulmões, porque este não é um exemplo que ilustra a evolução de complexidade, mas o inverso. Também é relevante porque, para o progresso da investigação é importante clarificar mecanismos. A tendência dentro da biologia evolutiva é a de explorar uma variedade de mecanismos, mas voltar a cair no Darwinismo sempre que as coisas se complicam. O Darwinismo é a linha de base que é considerada segura (especialmente à medida que se aproxima o ano de 2009). O problema é que o Darwinismo pode explicar apenas mudanças menores, e a extrapolação de pequenas variações observadas para explicar grandes transições nunca foi cientificamente justificada. Os significados difusos da "Evolução" são inibidores: eles não fazem nada para que a investigação avance.

Como analogia, esta rã tem algumas semelhanças com a investigação da biologia evolutiva. Enquanto houver abundância de água bem oxigenada, a equipa de investigação tem a impressão de que está a fazer progressos. No entanto, quando a água se torna estagnada (como muitas vezes acontece!), a equipa descobre que não pode respirar correctamente. As ferramentas que estão a utilizar não trazem respostas convincentes. O que é necessário é uma lufada de ar fresco - e isto pode ser feito por pessoas que estão dispostas a procurar/investigar fora do naturalismo filosófico dos seus pares e reconhecer as amplas características de design presentes no mundo natural. Ao lidar com o design dos seres vivos, as capacidades e limitações de cada mecanismo proposto podem ser explorados sem terem que ser encaixados à força em determinado paradigma.



Uma rã sem pulmões descoberta no Bornéu
David Bickford, Djoko Iskandar, e Anggraini Barlian
Current Biology, on-line 17 de Abril de 2008, 18 (9), | DOI 10.1016/j.cub.2008.03.010

Resumo: A evolução da ausência de pulmões em tetrapodes (anfíbios, répteis, pássaros e mamíferos) é um evento extremamente raro. Até agora a ausência de pulmões era conhecida apenas em anfíbios, em particular em duas famílias de salamandras [1, 2], e numa única espécie de gimnofiono [3]. Aqui, relatamos o primeiro caso de ausência de pulmões numa rã, Barbourula kalimantanensis, da região indonésia do Bornéu. Anteriormente eram conhecidos apenas dois exemplares [4, 5], mas uma recente expedição até ao centro de Kalimantan no Bornéu redescobriu duas novas populações desta enigmática rã aquática. Isto permitiu uma avaliação mais completa da ecologia e anatomia da espécie que levou à descoberta da sua falta de pulmões. A perda de pulmões em Amphibia é mais provável devido à sua história evolutiva no interface entre habitats aquáticos e terrestres e da sua antiga capacidade de respirar através da pele [5].



Veja também:

Descoberta a Primeira Rã sem Pulmões, ScienceDaily (8 Abril, 2008)

Choi, C.Q. Rã Bizarra não tem Pulmões, Livescience (7 de Abril de 2008)

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O Biologic Institute

biologic instituteO Centro para a Ciência e Cultura apoia o Biologic Institute , um laboratório de investigação que abre novas fronteiras para a descoberta cientifica. O Biologic Institute demonstra o valor do design inteligente para a prática das ciências biológicas e testa alegações empíricas especificas do neo-darwinismo, design inteligente, e outras teorias de origem biológica.

Partindo do trabalho teórico de cientistas e investigadores antes deles, os cientistas no Biologic Institute têm estado calma e pacientemente a trabalhar no laboratório para testarem as previsões de design inteligente.

A liderar esta equipa está o Director Biológico, que trabalhou como cientista investigador na Cambridge University, Douglas Axe, cujo trabalho já apareceu em revistas como Proceedings of the National Academy of Sciences, Journal of Molecular Biology, and Biochemistry, e foi comentado na Nature.

Cientistas seniores no Biologic incluem o Dr. Axe, o biólogo evolutivo Dr. Richard Sternberg, e o Dr. Ann Gauger, que foi membro de pós-doutoramento em Harvard, membro pré-doutoramento da National Science Foundation e membro pós-doutoramento da American Cancer Society.

(por Anika Smith)

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Genes Humanos nos Ouriços do Mar ?

ouriços do mar sea urchinsGenética dos Ouriços do Mar Aumenta o Conhecimento do Cancro, Alzheimer e Infertilidade é um artigo do Science Daily que relata que os seres humanos e ouriços do mar partilham mais de 7.000 genes, e que este facto pode facilitar o tratamento de doenças e até mesmo do cancro. A esperança é que mapear o genoma do ouriço do mar possa levar a uma melhor compreensão da função dos genes o que, por sua vez, poderia ajudar a tratar ou mesmo impedir algumas doenças comuns nos seres humanos.

Curiosamente o artigo também refere que, embora os ouriços do mar não tenham olhos, orelhas nem nariz, eles contêm genes encontrados nos seres humanos que estão envolvidos na função destes nossos órgãos sensoriais:

Eles são pequenos,coberto por espinhos e desprovidos de espinha dorsal. Mas o que os pré-históricos ouriços do mar têm em comum com os seres humanos? Desvendar os seus mistérios pode ajudar a resolver alguns dos mais difíceis e mortais problemas da ciência.
[...]
Outro facto fascinante é que os ouriços do mar não têm olhos, ouvidos nem nariz, mas eles têm os genes que os seres humanos têm para a visão, a audição e para o olfacto.

Fonte: Science Daily


Espantoso!...



Ver também o post: Como é que as anémonas têm genes humanos?


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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Hobbit , Palau - e o FIASCO evolucionista

Gruta Caverna Palau cave paleontologiaEm Janeiro deste ano cientistas espanhois afirmaram que afinal "as particularidades do esqueleto do Homo floresiensis não se devem a adaptações ao seu habitat mas sim a má-formações". No inicio de Março foi a vez de cientistas australianos afirmarem algo parecido, dizendo que os fósseis do "hobbit" não eram de uma nova espécie mas de homens "com severa deficiência de iodo". E apenas uma semana depois um cientista sul-africano faz uma descoberta no Palau que sugere que os Homo floresiensis não seriam uma espécie primitiva diferente, mas apenas seres humanos modernos anões:

Descoberta Lança Dúvidas Sobre a Teoria do Hobbit

Homo floresiensis hobbit homo sapiens skull cranioA descoberta de restos ósseos incomuns, nas ilhas de Palau, sugere que os "hobbits" encontrados há vários anos atrás na Indonésia podem ter sido seres humanos anões, e não uma espécie diferente.

Os pesquisadores relataram que descobriram partes de esqueletos humanos de entre 900 e 2800 anos atrás em cavernas de ilhas do Pacífico do Palau. Os pesquisadores dizem que os restos, apesar de bastante pequenos, pertencem claramente a seres humanos modernos.

A população que vive em isolamento, como numa ilha, pode desenvolver "nanismo insular", dizem os pesquisadores. O restos recém encontrados são semelhantes aos restos que foram encontrados na ilha das Flores há vários anos, mas os investigadores não podem dizer definitivamente que em ambos os conjuntos de restos mortais estão em jogo factores semelhantes.

Lee Berger, um dos autores do novo estudo publicado na PLoS One, fala ( OUVIR AGORA ) sobre o trabalho.

FONTE: NPR, Research News, 14/03/2008


Tem também essa noticia da Folha Online que diz:

"Homo sapiens" isolado em ilha diminuiu de tamanho

Pela segunda vez em menos de duas semanas, o achado mais sensacional da paleoantropologia nas últimas décadas é colocado sob suspeita. Esqueletos descobertos no arquipélago de Palau, na Micronésia, sugerem que o hominídeo anão Homo floresiensis --apelidado de "Hobbit" -- pode não ser outra espécie, apenas um humano moderno pequeno.

O "Hobbit" sacudiu o mundo dos estudos de evolução humana quando seus fósseis foram descobertos na ilha indonésia de Flores, e descritos em 2004. Ali estava um hominídeo adulto com um metro de altura e o menor cérebro conhecido na linhagem humana.
[...]

Na semana passada, uma dupla de médicos australianos apresentou uma nova hipótese para mostrar que os "Hobbits" não seriam uma outra espécie. Eles seriam, disseram, Homo sapiens com desnutrição crônica --"gabirus", apelidado dado a pessoas com esse problema no Nordeste do Brasil.

Nesta semana, a identidade do H. floresiensis leva uma nova bordoada: cientistas da África do Sul e dos EUA afirmam, com base em esqueletos achados em cavernas de Palau, que os Hobbits não precisavam ser uma espécie diferente nem uma população doente para ter aquele tamanho.

Eles podem simplesmente ter sido humanos modernos que diminuíram em razão da vida na ilha. Os traços físicos que supostamente lhes garantiriam um posto como espécie distinta seriam só efeito colateral da redução.
[...]

"Diversas características morfológicas consideradas ou primitivas para o gênero Homo (por exemplo, cérebro pequeno, toros supraorbitais [osso da sobrancelha] aumentados ou ausência de queixo) ou únicos no Homo floresiensis em relação ao resto do gênero Homo (megadontia [tamanho grande dos dentes] relativa) podem emergir como correlatos de desenvolvimento de um tamanho corporal pequeno", escrevem os cientistas. A conclusão foi publicada na revista "PLoS One" (www.plosone.org).

FONTE: Folha Online, 11/03/2008


Cada vez aparecem mais cientistas a afirmar ou a admitir a hipótese de que o "Hobbit", ou Homo floresiensis, não era senão um ser humano como todos nós.

Entretanto alguns artigos do passado continuam publicados para comédia de todos nós (nós, para quem não é evolucionista, claro - para quem é evolucionista esses artigos são tragédia, rsrs). O artigo da Wikipedia (tão amada por alguns evolucionistas) que eu tinha referido num post anterior continua lá publicado, cheio de certezas relativamente ao que afinal será apenas um "ser humano com malformações". Vejam as certezas na Wikipedia:

"Homo floresiensis é uma espécie extinta da família Hominidae que viveu na Ilha de Flores, pertencente à Indonésia, até há 13.000 anos.
[...]
A anatomia do homem de Flores mistura características de Australopithecus e Homo erectus (extintas há 1,4 milhoes e 200 mil anos respectivamente) com traços do homem moderno Homo sapiens, numa combinação que intriga os cientistas."



Hehehe... acho que os evolucionistas já se devem estar a benzer sempre que é anunciada uma nova descoberta de fósseis !! :)

Se certas características morfológicas consideradas primitivas (nomeadamente a capacidade craniana reduzida) podem afinal não o ser, imagino o impacto destas descobertas na credibilidade das interpretações que os evolucionistas fazem de muitos outros fósseis já encontrados e atribuidos por eles a outros "hominídeos".
É o descrédito... a evolução humana no seu melhor!


P.S. - Ver também os posts:

"Hobbit - mais um FIASCO evolucionista"

"Homo floresiensis - mais um FIASCO evolucionista ?

"O descrédito do ÍCONE da EVOLUÇÃO HUMANA

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EXPELLED - trailer ( LEGENDADO )

Hoje encontrei o mesmo trailer do filme Expelled que eu já havia postado em 3/11/07, mas agora com legendas em PORTUGUÊS.

O que é curioso é que a tradução que utilizaram nas legendas é a mesma tradução que eu próprio fiz quando postei aqui, naquele post de Novembro. Como não sou evolucionista, duvido sempre do poder do acaso para tornar reais "certas improbabilidades", não acredito que duas pessoas diferentes tenham traduzido este trailer obtendo no final exactamente as mesmas palavras e frases. Por isso, encontrar a minha tradução a ser usada nas legendas deste trailer, acaba por ser um bom indicador, não só de que há pessoas interessadas no design inteligente a acompanhar este blog, suficientemente competentes para manusear/editar vídeos e aplicar legendas, mas também de que as minhas modestas traduções recebem alguma confiança dos leitores ao ponto de poderem ter sido adoptadas como foram, o que também considero positivo e desde já agradeço o voto de confiança.



a minha tradução:

Eu fui visto como um terrorista intelectual....Se vc questionou o Darwinismo então vc está feito, a sua carreira está acabada....Disseram-me que me calasse....Apenas se levante e questione o Darwinismo e vc vai descobrir o quão arriscado é fazê-lo....Há pessoas lá fora que querem manter a ciência numa pequena caixa aonde não seja possível tocar Deus....A religião é somente fantasia, basicamente.....Os cientistas não estão autorizados sequer a pensar pensamentos que envolvam um Criador Inteligente....Não podemos aceitar que o Design Inteligente seja tratado como uma teoria cientifica alternativa....Eu estou assustado com isto mas não vou deixar que nos impeçam de investigar e falar sobre este assunto

EXPELLED, em exibição em Fevereiro de 2008



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terça-feira, 22 de abril de 2008

Proteínas - Um Impressionante Material de Design

Proteinas proteins variedade função variety functionTodos os seres vivos dependem das proteínas. No entanto, por vezes pergunto-me quantas pessoas param para pensar o quão surpreendentes são as proteínas. Considere o seu próprio corpo. Se você analisar bem as coisas, muitas vezes é como se um importante sistema orgânico estivesse centrado em torno da função de uma proteína ou de um pequeno subconjunto de proteínas. Seus músculos? Pense na actina e miosina, as proteínas contrácteis. Seu cérebro e nervos? Pense nos receptores de membrana e canais que geram e transmitem sinais eléctricos. Seu sangue? Pense na hemoglobina que transporta o oxigénio. Seu sistema digestivo? Pense nas enzimas que quebram todas as moléculas dos alimentos (que, naturalmente, inclui as proteínas). Seus ossos e articulações? Pense no colágeno que liga os tecidos. Sua pele e cabelos? Pense naquela proteína dura, a queratina. Suas glândulas? Pense nas hormonas e nos receptores que as detectam. Seu sistema imunológico? Pense nos anticorpos que defendem o seu corpo.

Veja as proteínas como um material de design e de repente você fica espantado com a sua imensa versatilidade, como se elas representassem a substância por excelência para gerar função, pronta para todos os propósitos.

Proteinas proteins variedade função variety functionElas podem gerar luz, detectar luz, ou usar luz para gerar gradientes iónicos e energia química. Elas podem funcionar como um sinal ou detectar um sinal. Elas podem transmitir movimento e funcionar como motores. Você pode usá-las para ligar as coisas e para desligar coisas. Elas podem ser usadas para catalisar milhares de reacções químicas, transportar minúsculas ou volumosas moléculas, transmitir sinais através de grandes distâncias, e/ou registar erros. Podem existir como qualquer coisa, desde uma simples fibra até uma complexa e sofisticada, máquina molecular. Elas podem funcionar isoladamente ou como parte de um circuito. Combine-as com lípidos, e você terá uma barreira controlável, perfeita para compartimentação. Combine-as com o DNA e você tem um cromossoma que pode ser regulado e embalado. Combine-as com RNA e você terá máquinas que podem produzir proteínas e fazer cortes de genes perfeitos. Você pode usá-las para desenvolver coisas, uma vez que o profundamente influente processo de duplicação genética, recombinação, e transferência horizontal de genes dependem das, você adivinhou, proteínas. Você pode até utilizar proteínas para formar a casca dura de uma tartaruga, a pele macia de um coelho, as penas de voo de um pato.

Proteinas proteins variedade função variety function
Então perguntamos-nos se existe um material de design mais versátil em todo o Universo. Mas as coisas ainda ficam melhores. No cerne de toda essa funcionalidade e versatilidade que nos deixam estonteados, que tem servido a Vida por milhões de anos, está o mesmo processo de fabrico. Agora isso é que é um material de design: um processo de fabrico, responsável por milhares e milhares de funções.

Isto tudo levanta algumas questões interessantes. Por exemplo, sem proteínas, e sem o seu processo de fabrico, o que é feito do relojoeiro cego? Sem proteínas, e sem as funções latentes que elas contêm, pode não existir o relojoeiro cego impotente, incapacitado, relojoeiro cego cuja existência ninguém detecta? Se assim for, que crédito o relojoeiro cego realmente merece?

É claro que, se tudo começou, como eles dizem, unindo certos aminoácidos para actuarem como grupos catalisadores, ou para se engatarem de forma fortuita a pequenos peptídeos para funcionarem como ligadores-cruzados, então aconteceu talvez o Acontecimento Mais Improvável de todos, o de que tal material tão humilde contivesse em si o potencial latente de tornar o relojoeiro cego num imitador-de-designer bastante impressivo. ;)

(por Mike Gene)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução