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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Jornalista de ciência avisa contra a "idolatria da ciência institucionalizada"

cientifismo cientista maluco scientism mad scientistUm amigo enviou este relatório por Geoffrey Lean, "Cuidado com os cientistas que insistem que eles é que sabem" do Daily Mail, no qual ele observa,

Em votações abrangentes e altamente debatidas, ao longo dos últimos dois dias, os deputados têm estado a tomar decisões que tocam na essência do que é ser humano, quando é certo matar, e até que ponto devemos ir a fim de salvar vidas".

[... ]

"Lamentavelmente os piores criminosos são os cientistas e os seus apoiantes, as mesmas pessoas que defendem com alarde a razão e os factos em vez do fundamentalismo".


Nada daquilo nos deveria surpreender. Como me disse um bioeticista há alguns anos atrás, nada deixava alguns cientistas mais satisfeitos do que pôr as suas mãos em seres humanos vivos com os quais pudessem fazer o que quisessem.

Não sei porque alguém deveria ficar surpreendido com isso. A decisão de seguir ciência não garante mais moral do que uma decisão de ir trabalhar em acção social ou no policiamento. Moralidade deve ser determinada por aquilo que acontece depois disso.

Se a mística da ciência (o que Lean diz que o Professor Brian Wynne LancasteraUniversity chama de "a idolatria da ciência institucionalizada") nos cega, todos vamos ser culpados juntamente com os perpetradores.

(por O'Leary)

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Expelled ainda não exibido e já tem impacto no Canadá

Expelled no intelligence allowed CanadaEnquanto apresenta seus comentários sobre o tema do filme de Ben Stein, Expelled (classificado em 5ºlugar em documentários políticos no momento em que escrevo) , o químico e escritor de sci-fi canadiano, Peter Kazmaier, remete para o episódio "Buscando a Verdade", de Listen Up, de Lorna Dueck, que inclui uma entrevista com Stein que você pode ver on-line. Veja parte da introdução:

Talvez o Papa ilustre melhor. Aos 81 anos de idade, a maior parte de sua carreira foi passada na universidade. Ele foi um especialista em explorar a fé e a razão, um fabuloso professor e autor. Ele é bem-vindo quase em todo o lado - mas recentemente foi rejeitado por académicos e estudantes. A prestigiada Universidade La Sapienza de Roma protestou contra a visita planeada do Papa, porque achavam que o papa tinha opiniões científicas que eram ofensivas.

A sua visita aquela universidade foi então cancelada, em nome da "natureza secular da ciência". É o tipo de interferência que lançou um documentário satírico de alto orçamento que diz que é precisamente essa "natureza secular" que prejudica a investigação científica.


Tem havido muito disso recentemente. Em 2005, vários neurocientistas tentaram, em nome do materialismo, impedir que o Dalai Lama falasse na conferência de neurociência. Host Dueck diz,

O programa de hoje faz-me lembrar que todos nós temos uma maneira de ver o mundo. Cada um de nós tem uma cosmovisão - é um quadro de pensamento e de ideias que nos ajuda a organizar as nossas crenças acerca de como a vida e o mundo funcionam. Hoje, será abordado o conflito entre a cosmovisão do mundo naturalista e a cosmovisão Cristã. A cosmovisão Cristã inclui Deus - uma força sobrenatural criativa no mundo. A cosmovisão naturalista diz que o Universo é a soma de tudo aquilo que é - um sistema auto-contido e auto-explicativo. Eu não sou anti-ciência, mas há algo que o naturalismo não pode explicar - por que é que existe alguma coisa em vez de não existir nada. E aquilo que eu faço com o mistério de existirem algumas coisas na minha vida a ciência não pode explicar. Penso que fomos construídos para responder perante Deus, e o debate sobre Design Inteligente é apenas mais uma ferramenta que Deus usa para nos chamar a atenção. É por isso que uma cosmovisão Cristã faz sentido para mim.


Kazmaier conclui seu pensamento com,

Enumerei a forma como a ciência de 2008 é ainda mais susceptível à supressão do que a ciência nos tempos de Galileu. Existem vantagens do lado daqueles que acreditam que estão a ser bloqueados? Sim, existem. Através da democratização do conhecimento, é muito mais fácil disseminar ideias hoje do que no tempo do Galileu. Pode-se contornar o processo de revisão das revistas e publicar as informações directamente através de livros, filmes, ou pela Internet.

Então, quais são as mensagens pessoais que eu posso tirar para mim? Em primeiro lugar eu preciso compreender e acompanhar as alegações feitas pelo filme Expelled. Em segundo lugar, como eu faço revisão de artigos, eu preciso estar consciente dos meus próprios preconceitos e tendências e não permitir que influenciem meus comentários. Por último, eu preciso de me opor sempre à supressão da liberdade de discussão de ideias científicas, independentemente da sua origem.


O Expelled, um alvo de controvérsia a partir do momento em que surgiu em Seattle, ainda nem sequer foi exibido nos cinemas no Canadá, em parte devido a um processo judicial interposto por Yoko Ono. O materialismo é na verdade, como disse Pamela Winnick, um "deus egoísta".

Quer venha alguma vez a ser exibido ou não no Canadá, o Expelled está a mostrar com clareza que nem todos os canadianos adoram o deus egoísta.

(por O'Leary)

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Download de Livro sobre Design Inteligente em PDF

The Mystery Of Life's OriginSoube que um dos primeiros livros sobre o Design Inteligente (possivelmente o primeiro), The Mystery of Life's Origin -, de Charles Thaxton, Walter Bradley e Roger Olson (1984), com prefácio por Dean Kenyon, tem estado há algum tempo sem ser publicado. Mas ele está disponível para download em formato "pdf", aqui (67,8 Mb, em inglês).

Extracto do livro:

"A teoria da informação é um ramo especial de matemática que desenvolveu uma forma de medir a informação.
Resumindo, o conteúdo de informação de uma estrutura é o número mínimo de instruções necessárias para a descrever ou para a especificar, quer a estrutura seja uma pedra ou uma nave espacial, um monte de folhas ou um organismo vivo. Quanto mais complexo for uma estrutura, mais instruções são necessárias para a descrever." , Charles Thaxton, bioquímico.

(por O'Leary)




NOTA: Se aquele link para download não estiver a funcionar, pode-se ler alguns capítulos do livro neste link.



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domingo, 25 de maio de 2008

EXPELLED - opinião de William Dembski

william dembski expelled ben steinFIRST-PERSON: The difference 'Expelled' will make é um artigo da autoria de William Dembski sobre o filme Expelled. Foi escrito antes do filme ser exibido, mas agora, várias semanas após a sua estreia, continua a ser bem interessante a opinião dele sobre o filme, filme em que ele próprio é entrevistado:

Fort Worth, Texas (BP) - O novo filme de Ben Stein "Expelled: No Intelligence Allowed" estreia esta semana nas salas de cinema. Ele explora a perseguição generalizada - destruição dos meios de subsistência, carreiras e reputações - a cientistas que duvidam da teoria da evolução de Darwin e que pensam que é necessária inteligência para explicar a origem da vida e seu desenvolvimento.

Este filme está envolto em controvérsia. As críticas tendem a ser extremamente positivas ou extremamente negativas. Quem é que gosta dele? As pessoas que pensam que Deus pode ter tido algo a ver com a nossa existência neste mundo, e que por conseguinte acham razoável que Deus possa ter deixado evidências tangíveis da Sua participação na criação. Quem é que o odeia? Uma elite na ciência, na educação e nos meios de comunicação, que prefere que Deus não tenha tido nada a ver com isso e que pensam que a natureza tem que fazer toda a sua própria criação.

Quem é que está certo? Essa é a pergunta errada.
Qualquer pessoa que tenha estudado a história da ciência conhece a "indução pessimista". A indução pessimista diz que todas as teorias científicas do passado demonstraram estar erradas a determinado nível e precisaram ser modificadas (algumas estavam tão erradas que tiveram que ser abandonadas por completo). Nenhuma teoria científica está escrita em pedra. Nenhuma teoria científica deve ser venerada. Toda a teoria científica devia de vez em quando ser submetida a um escrutínio rigoroso. Isso é saudável para a ciência.

O filme Expelled, pelo contrário, realça o estado doentio da ciência contemporânea quanto às origens biológicas. A nossa elite intelectual isolou a evolução Darwinista do escrutínio científico. Para além disso institucionalizou a intolerância a qualquer crítica lhe seja feita. O Expelled documenta esta intolerância institucionalizada e desmascara assim a hipocrisia de uma classe intelectual que finge dar valor à liberdade de pensamento e de expressão, mas que a corta sempre que ela entra em conflito com os seus ideais seculares profundamente enraizados.

Felizmente, o Expelled também sugere uma forma de avançar no debate sobre as origens biológicas. A coisa mais surpreendente que os telespectadores aprendem ao assistir o filme é a fragilidade das evidências científicas quanto a se pensar que a vida pode ser explicada sem uma inteligência projectista . Tome-se como exemplo a opinião sobre o filme de Jeffrey Kluger na Time Magazine:

"Ele [Stein] comete todos os erros habituais que cometem todos os não-cientistas sempre que tentam deitar abaixo evolução, perguntando, por exemplo, como é que algo tão complexo como uma célula viva poderia ter surgido formada a partir da sopa primordial da Terra. A resposta é que não poderia - e não surgiu assim. Produtos químicos orgânicos precisam de ser agitados e cozinhados lentamente ao longo de eons antes que eles possam produzir compostos que possam começar a levar-nos a uma coisa viva. "

Como é que é? Tome alguns produtos químicos orgânicos, cozinhe-os lentamente, dê o tempo suficiente, e aparece vida? Esta não é uma teoria científica. Este é um artigo de fé especulativa.

No filme Expelled, Stein entrevista cientista ateu após cientista ateu, e todos eles admitem que não fazem a mínima ideia de como a vida surgiu. Não existe nenhuma teoria materialista da origem da vida, e quem sugerir o contrário está a fazer bluf. Ao criar espaço conceptual para o Design Inteligente, Stein, e não os defensores dogmáticos de Darwin, luta pela verdadeira liberdade de pensamento e de expressão.

Vai o filme ter sucesso na abertura dos debates sobre a evolução e o Design Inteligente? Aqui temos que ser realistas. Tal como Thomas Kuhn, no seu "Structure of Scientific Revolutions", claramente documentou, aqueles que apoiam o status quo raramente alteram os seus pontos de vista (e o Darwinismo é o status quo). Ou, como diz Kuhn, um novo paradigma científico (neste caso o Design Inteligente) tem sucesso com os túmulos da guarda antiga. Não espere que a comunidade científica e as elites intelectuais se virem para o Design Inteligente em resposta a este filme. Se há alguma coisa a esperar, é uma reacção adversa.

Mas OK. As massas, nas quais eu me coloco a mim mesmo, vão adorar o filme. As pessoas comuns, que frequentemente pagam o salário dos Darwinistas através dos seus dólares de impostos, irão ficar justamente revoltados. Eles vão ver que basta: Eles já não vão ser intimidados por um Richard Dawkins, que lhes diz que se não assinarem por baixo da evolução darwinista, que eles são estúpidos, ímpios, ignorantes ou dementes. Eles vão começar a exigir que a evolução seja ensinada honestamente - com verrugas e tudo. E os jovens serão incentivados a assumir carreiras na ciência para restabelecer a sua saúde e integridade.

O impacto do Expelled será sentido imediatamente. Mas os seus efeitos a longo prazo serão ainda maiores. O filme começa com imagens do Muro de Berlim a subir e acaba com ele a vir abaixo. O dia em que o darwinismo e o Design Inteligente poderem ser discutidos sem medo de represálias representa a remoção de uma barreira ainda maior do que a do Muro de Berlim. Quando futuros historiadores intelectuais descreverem os principais eventos que levaram à queda do "Muro de Darwin", o Expelled de Ben Stein estará no topo da lista.


Realmente é engraçado o que diz esse tal Jeffrey Kluger na Time Magazine. E ilustra bem o tipo de raciocínio produzido pela maior parte dos evolucionistas/materialistas/naturalistas no que diz respeito à muleta do tempo:

"Produtos químicos orgânicos precisam de ser agitados e cozinhados lentamente ao longo de eons antes que eles possam produzir compostos que possam começar a levar-nos a uma coisa viva."

O autor acha que está a ser inteligente e que está a mostrar a ignorância de Ben Stein de um elemento essencial e garante do processo - eons de tempo. Mas ele não faz mais do que ilustrar bem a substituição de evidência de dados empíricos por fé científica - coisa que os não-cientistas, sem falar nos cientistas, certamente considerarão objectável.



Mais alguns posts sobre o filme Expelled:

EXPELLED - trailer ( LEGENDADO )


Clip do Filme Expelled - As Mutações Genéticas

Clip do Filme Expelled - A Célula

Clip do Filme Expelled - A Informação

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O movimento do Design Inteligente

O artigo The Intelligent Design Movement é da autoria de William Dembski. Ele proporciona algum enquadramento histórico ao Design Inteligente e contém este parágrafo:

scrabble design inteligente intelligentO que é então o Design Inteligente? O Design Inteligente começa com a observação de que causas inteligentes podem fazer coisas que causas naturais não direccionadas não podem. Causas naturais não direccionadas podem colocar peças do jogo Scrabble num tabuleiro, mas não podem arranjar as peças em palavras ou frases com um determinado significado. Para obter um arranjo de peças com significado é preciso uma causa inteligente. Essa intuição, de que há uma distinção fundamental entre causas naturais não direccionadas de um lado, e causas inteligentes do outro lado, tem servido de base aos argumentos pró-design dos séculos passados.


Um arranjo de partes com um determinado significado caracteriza os objectos de design conhecido. A escrita é um exemplo. A disposição dos símbolos com determinado objectivo é característico de design. Tem também o seguinte:

Dizer que causas inteligentes são empiricamente detectáveis é dizer que existem métodos bem definidos que, com base nas características observáveis do mundo, são capazes de distinguir de forma fiável causas inteligentes de causas naturais não direccionadas. Muitas ciências especiais já desenvolveram tais métodos para produzir esta distinção, nomeadamente a ciência forense, criptografia, arqueologia, e a busca de inteligência extraterrestre (como no filme Contacto).

Sempre que esses métodos detectam causalidade inteligente, a entidade subjacente que eles revelam é a informação. O Design Inteligente correctamente formulado é uma teoria da informação. Dentro de tal teoria, a informação passa a ser um indicador fiável de causalidade inteligente, bem como um bom objecto para a investigação científica. O Design Inteligente, torna-se assim uma teoria para detectar e medir a informação, explicando a sua origem, e traçando o seu fluxo. O Design Inteligente não é, portanto, o estudo das próprias causas inteligentes, mas dos percursos tomados pela informação, percursos induzidos por causas inteligentes.


A geração de informação armazenada e transportada dentro de sistemas simbólicos é um indicador de design. Símbolos alfanuméricos têm os seus homólogos na área da biologia - codões compostos de "letras" nucleótidas.

(por William Bradford)

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sábado, 24 de maio de 2008

Mitocôndria no comando ?

Levedura dá origem a novo conceito: o combustível da célula é o "cérebro" por trás da divisão

mitocondria levedura yeast mitochondria cellCom o custo da gasolina e do gasóleo a ficar mais perto do salário mínimo por hora, é pena que o combustível não faça mais trabalho - como decidir o caminho a tomar ou pressionar o acelerador.

Embora não seja provável que este conceito funcione para o combustível dos veículos, um novo estudo descobriu que isso é, na realidade, o que acontece nas células de levedura.

De acordo com os bioquímicos do Texas AgriLife Research, descobriu-se que a mitocôndria, o combustível da célula, é o "motorista" da divisão celular. Esta descoberta, dizem eles, pode desempenhar um grande papel na procura da cura para muitas doenças humanas.

Os bioquímicos estudaram as células da levedura e constataram que a mitocôndria, que gera 90 por cento da energia da célula, pode ser o factor decisivo - o "cérebro" - por trás de quão rápido as células se dividem.

A descoberta realizada pelo Dr. Michael Polymenis e Dr. Mary Bryk e seus grupos de pesquisa no departamento de bioquímica e biofísica da Texas A & M University foi publicada hoje no jornal de acesso livre Public Library of Science-Genetics. A pesquisa foi financiada pelo National Institute of Health.

"A descoberta muda a perspectiva tradicional da mitocôndria que era vista como um 'depósito de energia' ao serviço da célula que a acolhe, para um 'comando central' que dirige a divisão celular", disse Polymenis.

Os pesquisadores utilizaram fermento corrente de padaria - de uso corrente em pães, vinho e para fazer cerveja - porque muitos dos processos celulares da levedura são semelhantes aos das células humanas, de acordo com Bryk.

"Desde a levedura unicelular até aos mamíferos complexos, o processo é o mesmo", disse Bryk. "O objectivo de uma célula é dividir-se e crescer. O metabolismo traz 'alimento' e transforma-o em combustível e blocos de construção para a replicação do DNA e para a expressão genética. "

Mas quando estes processos falham, podem surgir doenças. Demasiada divisão celular ocorrendo muito rapidamente, por exemplo, é típico de células cancerígenas, salientou Polymenis. Por outro lado, um metabolismo deficiente - decorrente de deficiências mitocôndriais - está na raiz de danos causados a vários órgãos tais como o cérebro, coração, fígado e músculos esqueléticos.

"Todos os processos corporais que requerem uma grande quantidade de energia são afectados por esta", acrescentou Polymenis. "De fato, pelo menos 1 em cada 4000 pessoas no mundo sofrem de deficiências mitocôndriais que resultam em problemas com o desenvolvimento normal, com o controlo motor, visão, audiência, ou com a função do fígado e rins. "

Por outro lado, há momentos em que acelerar a divisão celular pode ser útil, como na cicatrização de feridas e na produção ou colheita de plantas, observou Bryk.

"Se pudermos entender o processo básico que regula a divisão celular, nós poderemos pensar em maneiras de refinar as diferentes etapas desse processo com terapêuticas para ajudar as pessoas que têm problemas com esses órgãos de alta energia", disse ela.

Polymenis disse que a investigação mostrou que quando a mitocondria de uma célula de levedura decidiu 'ligar o interruptor', o núcleo da célula - que carrega a maior parte do material genético - recebeu a mensagem e a divisão celular começou.

"Portanto, agora temos de estabelecer essa ligação," disse Polymenis. "Temos de entender como e quando a mensagem é enviada. Se soubermos como a mensagem é enviada a partir do mitocôndrias, talvez a possamos controlar."

FONTE: EurekAlert


Outros posts sobre a mitocôndria:

I - Mitocôndrias: uma peça no puzzle das nossas origens?

II - O que o nosso DNA mitocondrial Diz Sobre a Ascendência Humana?

III - A Eva Africana - quando a cultura pop se apaixona pela ciência

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução