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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Senado Aprova Lei que Protege a Liberdade Académica

Senado da Louisiana Aprova Lei para a Educação da Ciência sobre a Evolução e Outras Controvérsias

Liberdade Académica Academic FreedomPor votação unânime de 36-0, o Senado do Estado da Louisiana aprovou o Louisiana Science Education Act, que visa proteger o direito dos professores e dos distritos escolares locais a promoverem "competências de pensamento crítico, de análise lógica, e a lançarem uma discussão objectiva das teorias científicas que são estudadas, incluindo (mas não se limitando a estas) a evolução, as origens da vida, o aquecimento global, e a clonagem humana". Devido ao facto da lei ter passado na Câmara de Louisiana a 11 de Junho por uma votação de 94-3, o projecto de lei vai agora para o Governador da Louisiana, Bobby Jindal, para a sua assinatura. Estejam preparados para um ataque de desinformação sobre a Lei, mais precisamente para a falsa alegação de que a lei permite a utilização de materiais "religiosos" nas aulas de ciência. Leia abaixo o projecto de lei, especialmente a Secção 1D, que afirma veementemente que a lei "não deve ser interpretada no sentido de promover qualquer doutrina religiosa, promover a discriminação a favor ou contra um determinado conjunto de crenças religiosas, ou promover a discriminação a favor ou contra a religião ou a não-religião". Para uma análise clara daquilo que a lei irá fazer, leia aqui.

(texto original, de John West)


Aqui está o texto da Lei tal como passou na Câmara dos Representantes:


AN ACT

Para promulgar a R.S. 17:285.1, relativa ao currículo e à instrução; para preceituar sobre o ensino de assuntos científicos nas escolas elementares e secundárias públicas; para a promoção de competências de pensamento crítico e discussão aberta dos alunos relativamente a teorias científicas; para definir normas relativamente ao apoio e orientação dos professores; para estabelecer normas em relação aos livros didáticos e materiais de instrução; para estabelecer as regras e os regulamentos; para definir a sua efectivação; e para preceituar sobre questões conexas.

Seja ela promulgada pelo Poder Legislativo da Louisiana:

A Secção 1 R.S. 17:285.1 é assim promulgada com a seguinte redacção:

285,1 Educação da Ciência; desenvolvimento de competências de pensamento crítico

A. Esta secção deve ser conhecida e pode ser citada como a "Louisiana Science Education Act" [A Lei da Educação da Ciência na Louisiana].

B. (1) O Conselho do Estado do Ensino Elementar e Secundário, a pedido de uma cidade, paróquia, ou outro quadro escolar público local, deve permitir e ajudar os professores, directores, e outros administradores escolares a criarem e fomentarem dentro das escolas públicas elementares e secundárias um ambiente que promova as competências de pensamento crítico, de análise lógica, e de discussão objectiva e aberta das teorias científicas que são estudadas incluindo a evolução, mas não se limitando à evolução, às origens da vida, ao aquecimento global, e à clonagem humana.

(2) Essa ajuda incluirá o apoio e orientação para os professores com os meios eficazes para ajudarem os estudantes a entenderem, analisarem, criticarem, e a reverem objectivamente as teorias científicas que são estudadas, incluindo as que são enumeradas no ponto (1) da presente Subsecção.

C. Um professor deve ensinar as matérias apresentadas no livro didático padrão fornecido pelo sistema escolar e, posteriormente, poderá utilizar livros didáticos suplementares e outros materiais de instrução para ajudar os estudantes a entenderem, analisarem, criticarem e reverem as teorias científicas de uma forma objectiva, tal como permitido pela cidade, paróquia, ou outro quadro escolar público local.

D. Esta Secção não deve ser interpretada no sentido de se promover qualquer doutrina religiosa, promover a discriminação a favor ou contra um determinado conjunto de crenças religiosas, ou no sentido de promover a discriminação a favor ou contra a religião ou a não-religião.

E. O Conselho do Estado do Ensino Elementar e Secundário e cada cidade, paróquia, ou outro quadro escolar público local devem aprovar e promulgar as regras e os regulamentos necessários à execução das disposições da presente Secção antes do início do ano lectivo de 2008/2009.


O texto original em inglês:

AN ACT

To enact R.S. 17:285.1, relative to curriculum and instruction; to provide relative to the teaching of scientific subjects in public elementary and secondary schools; to promote students' critical thinking skills and open discussion of scientific theories; to provide relative to support and guidance for teachers; to provide relative to textbooks and instructional materials; to provide for rules and regulations; to provide for effectiveness; and to provide for related matters.

Be it enacted by the Legislature of Louisiana:

Section 1. R.S. 17:285.1 is hereby enacted to read as follows:

§285.1. Science education; development of critical thinking skills
A. This Section shall be known and may be cited as the "Louisiana Science Education Act."

B.(1) The State Board of Elementary and Secondary Education, upon request of a city, parish, or other local public school board, shall allow and assist teachers, principals, and other school administrators to create and foster an environment within public elementary and secondary schools that promotes critical thinking skills, logical analysis, and open and objective discussion of scientific theories being studied including, but not limited to, evolution, the origins of life, global warming, and human cloning.

(2) Such assistance shall include support and guidance for teachers regarding effective ways to help students understand, analyze, critique, and objectively review scientific theories being studied, including those enumerated in Paragraph (1) of this Subsection.

C. A teacher shall teach the material presented in the standard textbook supplied by the school system and thereafter may use supplemental textbooks and other instructional materials to help students understand, analyze, critique, and review scientific theories in an objective manner, as permitted by the city, parish, or other local public school board unless otherwise prohibited by the State Board of Elementary and Secondary Education.

D. This Section shall not be construed to promote any religious doctrine, promote discrimination for or against a particular set of religious beliefs, or promote discrimination for or against religion or nonreligion.

E. The State Board of Elementary and Secondary Education and each city, parish, or other local public school board shall adopt and promulgate the rules and regulations necessary to implement the provisions of this Section prior to the beginning of the 2008-2009 school year.

Section 2. This Act shall become effective upon signature by the governor or, if not signed by the governor, upon expiration of the time for bills to become law without signature by the governor, as provided by Article III, Section 18 of the Constitution of Louisiana. If vetoed by the governor and subsequently approved by the legislature, this Act shall become effective on the day following such approval.


Veja também o post "Petição para a Liberdade Académica na América"


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domingo, 22 de junho de 2008

Behe fala sobre o último livro de Miller

Michael Behe dá a sua opinião acerca do novo livro de Ken Miller, Only a Theory, no seu blog no Amazon:

Only a Theory - Keneth MillerKenneth R. Miller, professor de biologia na Universidade de Brown, escreveu um novo livro Only a Theory: Evolution and the Battle for America’s Soul (Apenas uma Teoria: A Evolução e a Batalha Pela Alma Americana), no qual ele defende o darwinismo, ataca o design inteligente, e defende uma Evolução Teísta (definida algo como "Deus usou a evolução darwiniana para fazer a vida"). Em tudo isto, é em grande medida uma recorrência do seu anterior livro publicado há mais de uma década, Finding Darwin's God: A Scientist’s Search for Common Ground between God and Evolution (Encontrando o Deus de Darwin: A Procura de Um Cientista Por Terreno Comum Entre Deus e a Evolução). Então se você leu este livro, você terá uma ideia muito boa do que fala 90% do novo livro. Para as pessoas que pensam que uma ratoeira não tem complexidade irredutível porque parte dela pode ser usada como um pisa-papeis ou como um clip, e por isso, poderia facilmente evoluir por obra do acaso, Miller é o seu homem. Apesar das dúvidas de muitos biólogos evolutivos - talvez da maioria - em relação ao poder do mecanismo darwiniano, para a imaginação fácil de Miller a evolução de um sistema complexo através do acaso mais selecção é canja, e os intermediários encontram-se por trás de toda a porta. Um devoto mais puro do pensamento Darwinista seria difícl de encontrar.


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Câmara Aprova Liberdade Académica para a Evolução

Louisiana House of RepresentativesCâmara da Louisiana Adopta Projecto de Lei da Liberdade Académica para a Evolução e Outros Assuntos da Ciência

A Câmara dos Representantes da Louisiana aprovou no passado dia 11 de Junho o Louisiana Science Education Act por uma votação esmagadora de 94-3. O projecto de lei foi anteriormente aprovado pelo Senado da Louisiana por uma votação de 35-0. Porque houve uma pequena alteração à proposta de lei na Câmara, o projeto vai agora voltar para o Senado para a sua aprovação final, mas o autor original do projecto (Senador Nevers), deu o seu apoio à versão ligeiramente alterada, e assim é provável que o Senado o aprove.

O Louisiana Science Education Act destina-se a salvaguardar o direito dos professores da Louisiana "para criarem e fomentarem um ambiente no ensino público básico e secundário que promova competências de pensamento crítico, de análise lógica, e que lance uma discussão objectiva das teorias científicas que são estudadas, incluindo (mas não se limitando a estas) a evolução, as origens da vida, o aquecimento global, e a clonagem humana".
A lei afirma enfaticamente que "não deve ser interpretada no sentido de promover qualquer doutrina religiosa, promover a discriminação a favor ou contra um determinado conjunto de crenças religiosas, ou promover a discriminação a favor ou contra a religião ou a não-religião". Assim, quaisquer alegações de que esta lei é sobre "criacionismo" são completamente falsas.

Antes da votação da Câmara, Rep. Frank Hoffmann fez uma excelente declaração dos motivos para o projecto de lei, enfatizando que seu foco é a ciência e que não pode ser utilizado para promover a religião. Estou certo de que o outro lado vai agora entrar em hiper-actividade tentando deturpar o projecto. Esperemos que as pessoas realmente leiam a legislação para que assim possam ver por sí próprias que a retórica histérica do outro lado é exactamente isso - retórica.

(texto original, de John west)


Veja o post "Petição para a Liberdade Académica na América"


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sábado, 21 de junho de 2008

Evidências cientificas a favor de um Criador

The Case for a Creator Reunindo evidências de um CriadorSe Darwin tivesse certo nós seríamos apenas macacos sofisticados, não haveria certo ou errado, apenas uma ética inventada e não haveria Deus. Esta foi a avaliação que fez um local de Kanawha County na Virgínia Ocidental quando o jornalista Lee Strobel chegou para fazer a cobertura da história dos protestos Anti-Darwinismo em 1974. Strobel na altura era uma ateu declarado, que acreditava que muito do que o movimento anti-darwinismo promulgava reflectia nada mais do que uma ignorância cega. Ele considerava a história da criação bíblica como simples ficção, superada e desacreditada pelo conhecimento adquirido através da ciência moderna. Naquele ano, como os protestos contra o ensino de Darwin nas escolas da Virgínia Ocidental aqueceram, Strobel achou-se ele próprio numa posição de indesejado pelos moradores de uma cidade que já tinha banido várias centenas de diversos livros didácticos de circulação escolar - livros que, de acordo com o concelho da escola, ensinavam o "tipo errado de ética". Na verdade Strobel era um convertido pela história científica da evolução, convencido pelos "factos" e pelos aparentemente claros exemplos de apoio à teoria evolutiva. Como Strobel via as coisas, o carácter aleatório e não direccionado do Darwinismo não podia ser conciliado com a natureza repleta de propósito do relato bíblico. O mínimo que se poderia dizer era que, se o Darwinismo era tão inabalável como defendiam os seus proponentes, Deus não seria necessário para a vida surgir. O livro The Case For A Creator é o relato da viagem de Strobel para testar a veracidade dos aparentes "factos" da evolução e da visão do mundo materialista - uma viagem que o leva através dos Estados Unidos à medida que entrevista vários especialistas chave em vários campos da ciência.

A primeira paragem para Strobel foi com Jonathan Wells - um graduado de Berkeley cuja crítica aberta a alguns dos ícones da evolução é bem conhecida. Durante a entrevista Wells destrói as evidências que Strobel tinha ele próprio aprendido como graduado ao mostrar-lhe como muito daquilo que supostamente sabemos sobre evolução é incompatível com as evidências.
É agora amplamente aceite, por exemplo, que as experiências laboratoriais de Stanley Miller que mostravam como os aminoácidos podiam ser gerados sob condições atmosféricas redutoras não imitava com precisão o ambiente da terra primitiva. E ainda hoje essas experiências continuam a predominar nos livros de Biologia tal como acontece com a árvore da vida de Darwin. Como assinala Wells, em vez de revelar uma cadeia ininterrupta de intermediários ligando toda a vida até algumas poucas formas primitivas como a árvore de Darwin requeria, o registro fóssil mostra uma súbita "explosão" de vida aproximadamente de há 550 milhões de anos atrás durante o qual apareceu a maior parte dos grandes táxons animais durante um periodo de tempo de cinco milhões de anos sem quaisquer intermediários anteriores. Igualmente preocupante é a descoberta de que o embriologista Ernst Haeckel modificou os seus agora famosos desenhos de embriões vertebrados, para que eles se encaixassem dentro das ideias preconcebidas de uma continuidade evolucionaria. A crítica de Wells em relação à discrepância que existe entre estruturas aparentemente homólogas nos vertebrados - ou seja, aquelas estruturas que se considera que revelam ancestralidade comum - e os genes responsáveis pela sua formação, de como eles são diferentes em diferentes espécies de animais, mostra como tanto daquilo que sabemos hoje contradiz os princípios básicos do darwinismo.

Durante a viagem de Strobel, o filósofo Stephen Meyer defende um universo projectado por uma inteligência com o argumento de que o código do DNA, rico em informação, que compõe a vida, tem um paralelo directo com códigos ricos em informação que se sabe terem sido gerados por agentes inteligentes. Meyer descreve como é a complexidade irredutível de muitas das "máquinas" do mundo celular, com a necessidade de todos os seus componentes estarem presentes para que a sua função possa ser alcançada, o que desafia claramente as expectativas do pensamento darwinista. Tal como diz Meyer, uma vez que selecção natural só pode começar a seleccionar sistemas que tenham atingido um nível mínimo de funcionalidade e uma vez que esta funcionalidade só é atingida quando todos os componentes destes sistemas se encontram presentes, a sua montagem inicial deve ter sido dirigida por algum processo orientador. Isto é, eles devem ter sido projectados por uma inteligência. O Professor de Bioquímica, Michael Behe, também na longa lista de visitas de Strobel, foi o primeiro proponente da complexidade irredutível na biologia. Behe tem fornecido vários exemplos de sistemas biológicos de complexidade irredutível nomeadamente a cascata da coagulação sanguínea, a estrutura do flagelo bacteriano e a composição de minúsculos pêlos chamados cílios citando-os como evidência de um mundo biológico projectado por inteligência.

Uma grande massa de dados está a acumular-se fora da área da biologia que apoia a inferência de design e muitos cientistas estão agora a perceber como a nossa própria terra parece ser singularmente adequada à existência de vida. Sabemos agora que não só a nossa Terra está numa posição ideal no nosso sistema solar de modo a satisfazer as necessidades de sobrevivência de animais e plantas, mas que está também muito bem colocada para o ser humano fazer importantes descobertas científicas sobre o nosso cosmos. A entrevista de Strobel ao filósofo Jay Richards e ao astrónomo Guillermo Gonzalez fornece uma lista de tais 'biocentrismos". Tudo desde a influência protectora dos maiores planetas no nosso sistema solar até ao consistente calor e energia do nosso Sol, desde o efeito da lua sobre a inclinação do eixo da Terra até à massa global da Terra, desde a influência do próprio calor interno da Terra no meio ambiente da Terra, até à órbita do nosso sistema solar dentro de limites rígidos de uma "zona de habitabilidade" em torno de nossa galáxia leva-nos à inevitável conclusão de que o nosso é, em todos os sentidos, um mundo único, projectado para o nosso bem estar. Como as discussões de Strobel com o físico Robin Collins deixam bem claro, as características físicas dos elementos que compõem a matéria por todo o cosmos caem justamente na gama estreita de valores que são admissíveis para a vida existir. A magnitude da força gravitacional, o tamanho da constante cosmológica nas equações da relatividade geral de Einstein, a diferença de tamanho entre os protões e os neutrões dos núcleos atómicos e o tamanho das forças atómicas fortes e fracas que mantêm os átomos unidos, são colocados de forma tão precisa nesta gama admissível que só podemos concluir que uma inteligência tem estado a trabalhar no design do nosso cosmos. O teólogo William Lane Craig também apresenta seus argumentos para uma origem cósmica única, finamente sintonizada e controlada, que teria ocorrido há aproximadamente 14 mil milhões de anos atrás, a partir da qual nosso universo se expandiu.

Uma das últimas entrevistas de Strobel foi com o filósofo J.P Moreland para discutir o tema da consciência humana e animal. Enquanto muitos alegam que a consciência nos seres humanos não é nada mais do que o subproduto da acumulação da capacidade do cérebro, outros, como Moreland concluem que ela revela algo muito mais profundo. Com efeito observações sobre comportamento humano apontam para o que os psicólogos chamam de "dualismo'- um estado em que a consciência e a mente existem separadamente do resto do cérebro. A nossa consciência dos nossos próprios pensamentos, das nossas próprias emoções, dos nossos desejos e das nossas próprias decisões - apontam para uma entidade que se poderia chamar de "alma" que existe fora dos circuitos eléctricos da massa cerebral que existe dentro das nossas cabeças. Esta 'mente interior e privada' do homem, afirma o filósofo Alvin Platinga, é aquela parte do homem que aparece inacessível a uma explicação naturalista. O que sabemos sobre a mente do homem, alega Moreland, está em concordância directa com a visão Cristã do mundo de um Deus omnipresente, que existe em todos os lugares e que manifesta a sua presença na humanidade através da alma. No final Strobel é levado também a identificar o Deus do cristianismo como o projectista cujas obras formaram todos que vemos à nossa volta. Mas afirmações metafísicas à parte, as evidências científicas que Strobel acumula em seu livro, apresentam um forte argumento contra as afirmações puramente naturalistas do darwinismo moderno. Na verdade podemos apenas imaginar como as coisas teriam sido diferentes para os habitantes do Condado de Kanawha e do resto da Virgínia Ocidental, se tivessem tido conhecimento desta evidência em 1974. Eles teriam tido um argumento para defender que era baseado numa história científica muito convincente.

(por Robert Deyes)



P.S. -> Para ver em VIDEO o trabalho de Strobel, veja o post "Reunindo evidências de um Criador"


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Desvendado Padrão de Círculos nas Colheitas da Inglaterra

Desvendar círculos que aparecem em campos cultivados constitui uma inferência de design que não só nos diz que alguma coisa foi planeada, mas diz-nos também algo sobre o conhecimento de quem os fez.

No inicio deste mês, a 1 de Junho de 2008, apareceram círculos num campo cultivado de Barbury Castle, a cerca de 130 km de Londres. Veja a seguinte fotografia dos mesmos:

Barbury Castle Crop Circle Circulo de colheita
Neste caso foi possível perceber que os círculos foram feitos por alguém que percebe matemática, ouBarbury Castle Crop Circle Unravelled que pelo menos conhece o número PI.

Um Engenheiro Electrotécnico da Carolina do Norte, descobriu que estes círculos eram uma representação abstracta do PI, o número que está no centro da geometria Euclideana. Eles representam em espiral, do centro para o exterior, os 10 primeiros digitos do numero PI, ou seja, 3,141592654.

FONTE: Fox News
, 19 de Junho de 2008

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Vídeo Húngaro do Design Inteligente

Os darwinistas muitas vezes repetem que o Design Inteligente é claramente um movimento americano; eles querem com isso dizer, naturalmente, que todo mundo está do outro lado. É assim, com grande alegria que graças às novas tecnologias como o YouTube nós agora podemos ver como isso é falso.



István Tasi, um membro do movimento húngaro do DI, é apresentado num novo vídeo por Viktor Gardos. O oponente de István é o Dr. Zoltan Galantai, um historiador da ciência húngaro.

Esta não é a primeira aparição de István na televisão. Já em 2005 ele e o físico Dr. Ferenc Jeszenszky apareceram no mais popular programa sobre a ciência na Hungria ( "Omniscient University") num debate com dois Darwinistas, que se intitulava "Será que existimos acidentalmente?"

Este novo vídeo tem legendas em Inglês!

(por Logan Gage)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução