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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Um Ateu Defende o Design Inteligente

Bradley MontonBradley Monton é um ateu que é professor de Filosofia da Universidade do Colorado, em Boulder.

Trabalhando na área da filosofia da ciência, epistemologia probabilística, filosofia do tempo, e filosofia da religião, ele escreveu um livro (ainda não publicado) sobre o Design Inteligente.

No livro ele defende, entre outras coisas, que "é legítimo ver o design inteligente como ciência", e que "o design inteligente deveria ser ensinado nas aulas de ciência das escolas públicas". Vejam:

A doutrina do design inteligente foi ostracizada pelos ateus, mas mesmo eu sendo um ateu, eu sou da opinião de que os argumentos a favor do design inteligente são mais fortes do que a maioria percebe. O objectivo deste livro é o de tentar fazer com que as pessoas levem a sério o design inteligente. Defendo que é legítimo ver o design inteligente como ciência, que há alguns argumentos plausíveis para a existência de um criador cósmico, e que o design inteligente deveria ser ensinado nas aulas de ciência das escolas públicas.
O livro está escrito de uma forma que pode cativar tanto professores como não-académicos. Prevejo que tanto os defensores como os opositores do design inteligente estarão interessados em lê-lo. Nele concordo com muito do que dizem os defensores do design inteligente - tentando ser intelectualmente honesto e dando crédito aos seus proponentes sempre que este é devido. Ao rejeitar os argumentos falaciosos contra o design inteligente, estou ajudando todos a compreender as questões e argumentos de forma mais clara. A longo prazo, isto é o que vai dar o maior apoio à causa da razão.

Tanto quanto sei, ninguém publicou um livro como este nem está no processo de escrever um. Existe uma quantidade razoável de literatura hoje sobre ateísmo vs teísmo, e sobre os méritos do design inteligente, mas essa literatura se tornou como uma guerra entre dois campos, e o objectivo do meu livro é transcender isso.

FONTE: http://spot.colorado.edu/~monton/BradleyMonton/ID.html


Vindo de um ateu isto é uma lufada de ar fresco que contrasta com o fundamentalismo a que muitos ateus nos têm vindo a habituar. Resta-nos pois desejar que ele encontre logo uma editora interessada em avançar com a publicação.

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segunda-feira, 21 de julho de 2008

DVD do filme Expelled

O seu lançamento está previsto para 21 de Outubro. O Amazon.com está a vendê-lo pelo preço de pré-encomenda de $18.90.

DVD do filme Expelled

Veja também o post "Vivendi adquiriu direitos do Expelled para lançar DVD"

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Como ser um ateu intelectualmente realizado - ou não

A ser lançado em Outubro…

Descrição do livro no Amazon):

Book How to Be an Intellectually Fulfilled Atheist — Or Not"Embora o ateísmo possa ter sido logicamente defensável antes de Darwin", escreve Richard Dawkins, "Darwin deu a possibilidade de se ser um ateu intelectualmente realizado". Este pequeno livro mostra que ateísmo tem que procurar a realização intelectual noutro lugar ao demonstrar de forma decisiva a necessidade da inteligência na explicação da origem da vida. Esta é a melhor visão global do porquê de a investigação tradicional da origem da vida ter desabado e porque o design inteligente é necessário para explicar a engenharia de alta tecnologia existente no interior da célula. Já não é possível ser um ateu intelectualmente realizado porque a origem da vida requer uma causa inteligente - este livro mostra porquê.

(por Wlilliam Debmski)

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domingo, 20 de julho de 2008

Antony Flew, ex-ateu, critica Dawkins e o THE GOD DELUSION

Antony Flew former atheist ex-ateuO ex-ateu Antony Flew, que já foi mesmo o ateu mais proeminente no mundo da lingua Inglesa, lança critica mordaz sobre Dawkins, o seu sucessor como ateu mais proeminente:

"O The God Delusion [em português A Desilusão de Deus] escrito pelo ateu Richard Dawkins é notável, em primeiro lugar por ter conseguído uma espécie de recorde ao vender mais de um milhão de cópias. Mas o que é muito mais notável do que o sucesso económico é que o conteúdo - ou melhor, a falta de conteúdo - deste livro mostra que o próprio Dawkins tornou-se o que ele e seus colegas secularistas acreditam tipicamente ser uma impossibilidade: ou seja, um fundamentalista secular. (a minha cópia do Dicionário de Oxford define um fundamentalista como 'um obstinado ou um adepto intolerante de um ponto de vista')."
FONTE: bethinking.org

Flew abandonou o ateísmo, em 2004 admitiu reconhecer evidências em favor da existência de Deus. Flew afirma que certas considerações filosóficas e científicas o levaram a repensar seu trabalho de apoio ao ateísmo de toda uma vida, para se tornar favorável a um tipo de deísmo, similar ao defendido por Thomas Jefferson:

"Por um lado a razão, principalmente na forma de argumentos pró-design nos assegura que há um Deus, por outro, não há espaço seja para alguma revelação sobrenatural, seja para alguma transacção entre tal Deus e seres humanos individuais".
FONTE: Biola University, [My Pilgrimage from Atheism to Theism An Exclusive Interview with Former British Atheist Professor Antony Flew, Gary R. Habermas, Biola, December 9, 2004. pp 6]


Em 2007, Flew lançou um livro intitulado "There's a God" (Existe um Deus) aonde, apesar da sua visão particular de Deus, chega mesmo a exaltar o Cristianismo:

"Na verdade, eu acho que o cristianismo é a religião que mais claramente merece ser honrada e respeitada, quer seja verdade ou não sua afirmação de que é uma revelação divina. Não há nada como a combinação da figura carismática de Jesus com o intelectual de primeira classe que foi São Paulo. Praticamente todo o argumento sobre o conteúdo da religião foi produzido por São Paulo, que tinha um raciocínio filosófico brilhante e era capaz de falar e escrever em todas as línguas relevantes"
(Antony Flew, There is a God, p. 185, 186)


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terça-feira, 15 de julho de 2008

Uma lição sobre cinismo

New Scientist July 2008 CynismA actual edição da revista New Scientist (de 12 Julho 2008) traz um editorial intitulado "Uma lição sobre cinismo". Relacionado com a lei aprovada recentemente pelo estado da Louisiana. O editorial sugere:

Agora, de acordo com os defensores do Louisiana Science Education Act, que se tornou uma lei estadual há duas semanas, liberdade académica é o que os professores e os funcionários dos quadros das escolas elementares e secundárias necessitam para alcançarem uma "discussão aberta sobre as teorias científicas" com os seus alunos. Não surpreende que dada a origem da lei no direito religioso ("Evolution, global warming and cloning: up for grabs in Louisiana"), ela coloca a evolução no topo da lista das teorias agora abertas à discussão. Em seguida preconiza que os professores introduzam livros e outros materiais exteriores ao currículo padrão para ajudar os alunos a "criticarem" a ciência que lhes é ensinada.

Além disso, a revista inclui um relatório especial intitulado "Class Conflict" escrito por Amanda Gefter que descreve a campanha liderada por Barbara Forrest [Professora de Filosofia na Southeastern Louisiana University], que tentou impedir que a proposta de lei se tornasse lei. Por uma questão de clareza e de rigor, incluímos aqui o próprio texto da legislação da Louisiana:

AN ACT

Para promulgar a R.S. 17:285.1, relativa ao currículo e à instrução; para preceituar sobre o ensino de assuntos científicos nas escolas elementares e secundárias públicas; para a promoção de competências de pensamento crítico e discussão aberta dos alunos relativamente a teorias científicas; para definir normas relativamente ao apoio e orientação dos professores; para estabelecer normas em relação aos livros didácticos e materiais de instrução; para estabelecer as regras e os regulamentos; para definir a sua efectivação; e para preceituar sobre questões conexas.

Seja ela promulgada pelo Poder Legislativo da Louisiana:

A Secção 1 R.S. 17:285.1 é assim promulgada com a seguinte redacção:

285,1 Educação da Ciência; desenvolvimento de competências de pensamento crítico

A. Esta secção deve ser conhecida e pode ser citada como a "Louisiana Science Education Act" [A Lei da Educação da Ciência na Louisiana].

B. (1) O Conselho do Estado do Ensino Elementar e Secundário, a pedido de uma cidade, paróquia, ou outro quadro escolar público local, deve permitir e ajudar os professores, directores, e outros administradores escolares a criarem e fomentarem dentro das escolas públicas elementares e secundárias um ambiente que promova as competências de pensamento crítico, de análise lógica, e de discussão objectiva e aberta das teorias científicas que são estudadas incluindo a evolução, mas não se limitando à evolução, às origens da vida, ao aquecimento global, e à clonagem humana.

(2) Essa ajuda incluirá o apoio e orientação para os professores com os meios eficazes para ajudarem os estudantes a entenderem, analisarem, criticarem, e a reverem objectivamente as teorias científicas que são estudadas, incluindo as que são enumeradas no ponto (1) da presente Subsecção.

C. Um professor deve ensinar as matérias apresentadas no livro didáctico padrão fornecido pelo sistema escolar e, posteriormente, poderá utilizar livros didácticos suplementares e outros materiais de instrução para ajudar os estudantes a entenderem, analisarem, criticarem e reverem as teorias científicas de uma forma objectiva, tal como permitido pela cidade, paróquia, ou outro quadro escolar público local.

D. Esta Secção não deve ser interpretada no sentido de se promover qualquer doutrina religiosa, promover a discriminação a favor ou contra um determinado conjunto de crenças religiosas, ou no sentido de promover a discriminação a favor ou contra a religião ou a não-religião.

E. O Conselho do Estado do Ensino Elementar e Secundário e cada cidade, paróquia, ou outro quadro escolar público local devem aprovar e promulgar as regras e os regulamentos necessários à execução das disposições da presente Secção antes do início do ano lectivo de 2008/2009.


Por conseguinte, a lei permite a promoção das "competências de pensamento crítico, de análise lógica, e de discussão objectiva e aberta das teorias científicas que são estudadas incluindo a evolução, mas não se limitando à evolução, às origens da vida, ao aquecimento global, e à clonagem humana". Além disso, os professores são obrigados a leccionarem em primeiro lugar a partir dos livros didácticos padrão e a não promoverem qualquer doutrina religiosa. No entanto, o editorial da New Scientist prossegue:

Mesmo para o amplo conceito de liberdade académica, este é um trecho muito forte, mas também é corrosivamente cínico. Pega numa característica acarinhada da ciência - a natureza do questionamento racional sem restrições - e transforma-a na sua cabeça para promover uma agenda não racional.

É interessante considerar algumas das definições de cinismo que estão disponíveis na web. Uma definição é a seguinte: "Uma atitude de contentamento extremo ou de negatividade depressiva, especialmente uma desconfiança geral da integridade ou das motivações expressas pelos outros: o cinismo público suscitado pelos escândalos governamentais". Perguntamos-nos se a New Scientist gostaria de incluir o estado da Louisiana aqui como um exemplo de um escândalo governamental. O editorial conclui:

Desta vez o envolvimento é essencial. O facto de terem sido introduzidas este ano em seis estados dos EUA, propostas de lei sobre liberdade académica, e de a da Louisiana ter tido um apoio quase unânime, demonstra o fosso entre o modo como os cientistas percebem a realidade e o modo como alguns políticos o fazem. É por isso que não é suficiente para os cientistas afirmar que a evolução é correcta ou que o aquecimento global é real: os cientistas e educadores precisam de ajudar as pessoas a compreenderem o que constitui o pensamento científico.

Uma questão - quem aqui é que está realmente a ser cínico?


Fonte: Truth in Science



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sexta-feira, 11 de julho de 2008

O enigmático ornitorrinco e seu genoma peculiar

Desde a sua descoberta, o Ornitorrinco é conhecido como "uma das criaturas mais estranhas da natureza, aparentemente montado a partir de peças sobresselentes de outros animais". Esperava-se que a sequenciação do genoma lançasse luz sobre a sua história evolutiva, mas agora que ele foi publicado (em Maio 2008), a imagem não é mais clara. O mosaico de características de repteis, aves e mamíferos, aparentes ao nível macro reflecte-se também no seu código genético.

"Não há nada tão enigmático como um Ornitorrinco", diz Richard Gibbs, que dirige o Centro de Sequenciação do Genoma Humano no Baylor College of Medicine em Houston, Texas. "Você tem estes padrões reptiliários repetidos, e estes genes do leite mais recentemente evoluídos, e evolução independente do veneno. Tudo isso aponta para uma idiossincrasia da evolução".

graphic illustrates the traits that the platypus shares with reptiles, birds, and mammalsEsta imagem da National Geographic "ilustra as características que o Ornitorrinco partilha com os répteis, pássaros e mamíferos"

"Idiossincrasia" significa "peculiar ao indivíduo", "excêntrico". Ainda que este seja um justo resumo da forma peculiar, imprevisível de como se supõe que a transformação evolutiva tenha ocorrido, o princípio subjacente à análise dos genomas é de que o curso da evolução passada pode ser monitorado. Técnicas cladísticas oferecem supostamente a possibilidade de redesenhar a Árvore da Vida. Neste caso, o verdadeiro problema não é a "idiossincrasia da evolução", mas a descoberta de um genoma idiossincrático do Ornitorrinco!

Há várias características genéticas destacadas no relatório da Nature News:
  • O Ornitorrinco tem "genes para a família de proteínas do leite chamadas caseínas, que se juntam em aglomerados que correspondem aos dos humanos."
  • "O Ornitorrinco partilha com outros mamíferos quatro genes associados com a zona pellucida, uma espécie de gel que facilita a fertilização do ovo".
  • Ele "tem genes que correspondem aos genes ZPAX que anteriormente só tinham sido encontrados em aves, anfíbios e peixes. E partilha com a galinha um gene para um tipo de proteína da gema de ovo chamada vitelogenina."
  • "Os Ornitorrincos machos têm esporões nas suas patas que estão carregados com um veneno tão potente que pode matar um cão. Tal como o veneno dos répteis, o veneno dos ornitorrincos é um cocktail de variações de pelo menos três tipos de peptídeo."
  • "[N]enhum dos cromossomas X do Ornitorrinco se assemelha ao cromossoma X do ser humano, do cão ou do rato. [...] Em vez disso, os cromossomas X do Ornitorrinco correspondem melhor ao cromossoma sexual Z das aves".
  • "os microRNAs que regulam a expressão gênica, [revelaram] uma mistura de exemplos répteis e mamíferos". Temos microRNAs que são partilhados com as galinhas e não com mamíferos, bem como uns que são partilhadas com os mamíferos, mas não com as galinhas," diz Hannon."

Apesar das alegações de que os novos dados fornecem mais "elementos para o seu lugar na linha ancestral da evolução animal", a história evolutiva é distintamente confusa. Identificar uma linhagem razoável foi considerado impossível no caso do veneno reptiliário: este é considerado pelos investigadores como tendo uma origem independente. "A semelhança do veneno é um exemplo de evolução convergente entre as dois tetrápodes."


Estas características, e outras, são considerados num artigo no website da Truth in Science aqui. As várias evidências são pesadas e conclui-se que a teoria evolutiva não produz uma história coerente. Na verdade, é muito pior do que isso: o genoma do Ornitorrinco é realmente idiossincrático! O ensaio conclui:

Assim, o Ornitorrinco permanece sem se encaixar no esquema Darwinista. Será ele de uma linhagem Sauropsida que inclui répteis e aves? Será de uma linhagem Sinápsida que supostamente levou ao aparecimento dos mamíferos? Ou derivou ele de forma independente de algum ancestral amniota desconhecido? Ou será que a hipótese darwinista, a análise cladística, ou qualquer outro sistema de classificação para esta questão, são apenas demasiado restritivos? Sem dúvida, há mamíferos com semelhanças com os répteis como existem répteis com semelhanças com os mamíferos. O Ornitorrinco é uma fábula darwinista da qual se deveriam tirar algumas lições. Será um réptil, uma av... é o velho ornitorrinco?



Análise do genoma do Ornitorrinco revela assinaturas únicas de evolução
Wesley C. Warren, et al.
Nature 453, 175-183 (8 maio 2008) | DOI: 10.1038/nature06936

Resumo: Apresentamos um esboço da sequência do genoma do Ornitorrinco, Ornithorhynchus anatinus. Este monotremado exibe uma fascinante combinação de características de répteis e mamíferos. Por exemplo, os ornitorrincos têm um casaco de peles adaptado a um estilo de vida aquático; os ornitorrincos fêmeas lactam, no entanto põem ovos; os machos estão equipados com veneno semelhante ao dos répteis. A análise do primeiro genoma de monotremados alinhou estas características com inovações genéticas. Nós descobrimos que as proteínas do veneno do Ornitorrinco e dos répteis foram desenvolvidas independentemente a partir das mesmas famílias de genes; os genes da proteína do leite estão conservados, apesar dos Ornitorrincos porem ovos; e expansões da família dos genes imunitários estão directamente relacionadas com a biologia do Ornitorrinco. Expansões de famílias de proteínas, de RNA não codificante de proteínas, e de MicroRNA, bem como elementos repetidos, foram identificados. A sequenciação deste genoma oferece agora um recurso valioso para profundas análises comparativas dos mamíferos , assim como para a biologia e conservação dos monotremados.

Veja também:

Brown, S. Top billing for platypus at end of evolution tree, Nature, 453, 7 de Maio de 2008, 138-9 | DOI: 10.1038/453138a

Um esboço da sequência do genoma do Ornitorrinco revela elementos dos répteis e dos mamíferos e fornece mais evidências para o seu lugar no linha ancestral da evolução animal. O Ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) é endémico da Austrália e uma das criaturas mais estranhas da natureza, aparentemente montado a partir de peças sobresselentes de outros animais. O monotremado semi-aquático é um mamífero venenoso, com bico de pato, que põe ovos, que cuida das suas crias e ocupa um raminho solitário no final de um ramo esparso da árvore evolutiva dos vertebrados. Agora, a estrutura do seu genoma revelou novas pistas sobre a forma como os mamíferos evoluíram.

(por David Tyler)

Pode ver também os posts:


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução