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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Galáxias Distantes Confundem Cientistas

Rachel Courtland na New Scientist relata que "As galáxias em expansão confundem os astrónomos" (19 agosto 2008).

far-off galaxies galaxias distantesAstrónomos continuam a ficar intrigados com a recente descoberta de uma população estranha de galáxias densas e compactas que existiram no início do universo, mas que não é possível ver hoje em lado nenhum. Eles suspeitam que as galáxias de alguma forma se expandiram para as dimensões gigantes que vemos à nossa volta, mas novas pesquisas encurtam o tempo durante o qual esta misteriosa expansão poderia ter acontecido.

O problema parece ser o facto de que ninguém sabe como elas poderiam ter-se expandido tão rapidamente como parece ter acontecido.

Várias explicações foram propostas para explicar porque as galáxias que nos são mais próximas estão "expandidas" em comparação com aquelas outras compactas dos confins do universo, mas nenhuma explicação consegue explicar todas as observações.

Isso realmente soa promissor. Vamos esperar por novas descobertas sobre o nosso universo que certamente se seguirão.

Os astrónomos assumem que o universo aumentou em espaço, bem como em tempo, desde o Big Bang, e de que nada viaja mais rápido do que luz. Por isso, a luz que agora nos chega a partir daquelas galáxias distantes começou a viajem lá há 10 biliões de anos atrás, cerca de 3,7 milhões de anos após o Big Bang. Isso significa que nós estamos a olhar para elas como elas eram naquela altura, e não como são agora. Por isso, se observamos que uma galáxia era muito compacta, isso significa que ela era muito compacta naquela época. Mas agora ela podem até nem existir mais.

Isto poderia soar estranho para nós, nestes dias de mensagens instantâneas, mas ironicamente os nossos antepassados poderiam compreender melhor do que nós. Séculos atrás, levava até um ano para receber uma carta da Índia ou da China. Portanto, você podia estar a ouvir noticias de uma pessoa que entretanto já tinha morrido, (mas você talvez não soubesse disso até meses ou anos depois). A astronomia dos confins do nosso universo ainda é assim. E a menos que alguém invente viagens mais rápidas do que a luz, será sempre assim.

Então, a pergunta é, partindo do princípio de que o universo é basicamente igual em todas as direcções (sim, isso é outro pressuposto que os astrónomos fazem), a questão é, o que aconteceu com as galáxias compactas à nossa volta, e como é que isso aconteceu?

Aqui fica o resumo.

(Nota: A imagem é da NASA ESA Hubble, para ver galáxias de 13 biliões de anos-luz de distância.)

(por O'Neil)

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terça-feira, 26 de agosto de 2008

A singularidade do nosso sistema solar

Planetary System SolarContinuamos a descobrir e a classificar sistemas planetários que estão para além do nosso próprio sistema solar. Esses esforços podem conduzir à descoberta de formações exóticas. Sistemas solares como o nosso são mais raros do que pensávamos contém este parágrafo:

Os astrónomos, para sua evidente satisfação, já descobriram cerca de 250 sistemas planetários além do nosso próprio sistema, muitos deles com características curiosas. Em particular, a descoberta de vários "hot Jupiters" gigantes de gás que orbitam perto das estrelas mãe, desafiam as nossas teorias de formação dos planetas. O raciocínio é que gigantes de gás só se poderiam formar longe das estrelas porque o gás e a poeira simplesmente são soprados para longe das regiões interiores.

Os dados recolhidos a partir do estudo de outros sistemas solares podem influenciar as teorias sobre o modo como o nosso sistema solar se formou. Outra citação:

Mas os dados também tem implicações para nós. Um gigante de gás migrante varre tudo no seu caminho, e isso significa que sistemas solares como o nosso são provavelmente muito raros.

Como Thommes e os amigos dizem: "Tudo isto nos leva a prever que, dentro do conjunto diversificado de sistemas planetários, os que lembram o nosso próprio sistema são a excepção e não a regra."

Paradigmas mudam com o tempo. O paradigma que avançava com a crença de que habitamos um sistema solar que não é muito especial, e que tem uma estrela ordinária, está a ser contestado. Quão Especial é o Sistema Solar? Vamos ver.

Com as evidências de que dispomos até à data, o nosso sistema solar poderia ser radicalmente diferente da maioria dos sistemas planetários que se encontram em torno de estrelas, porque se formou de uma forma diferente. Se for esse o caso, planetas como a Terra serão muito raros. Depois de examinar as características de cerca de 100 sistemas planetários extrasolares conhecidos e depois de avaliar as duas formas como os planetas se podem formar, o Dr. Martin Beer e o Professor Andrew King da Universidade de Leicester, o Dr. Mario Livio do Space Telescope Science Institute e o Dr. Jim Pringle da Universidade de Cambridge, avançam com a possibilidade de que o nosso sistema solar é especial, num artigo que será publicado no Monthly Notices da Royal Society Astronómico.

O Design Inteligente tem uma componente cosmológica. Se o surgimento da vida é um acontecimento invulgar no nosso universo, a formação de sistemas solares, com planetas com condições semelhantes à Terra, poderá ser ainda mais rara.

(por Bradford)


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sábado, 16 de agosto de 2008

O Design do Sistema Solar

Já percorremos um longo caminho desde a hipótese nebular de Laplace…

O Sistema Solar é Muito Especial, de Acordo Com Uma Nova Simulação de Computador

Solar System Planets Planetas Sistema SolarOs modelos teóricos predominantes para a explicação da formação do sistema solar têm assumido que ele não tem nada de especial. Agora, um novo estudo realizado por astrônomos da Northwestern University, utilizando os dados recentes de 300 exo-planetas descobertos que orbitam outras estrelas, dá uma reviravolta a essa visão.

FONTE: Science Daily (8 Agosto, 2008)

(por William Debmski)

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sábado, 9 de agosto de 2008

A Complexidade Não é Pró-Inteligência ?!

A New Scientist Pensa que a Complexidade é um Argumento Contra a Inteligência

New Scientist 6 August 2008Não é fácil ser um evolucionista nos dias que correm. Não se pode deixar de sentir pena pelos críticos que se expressaram na New Scientist, que agora recorreram a um novo argumento contra o design inteligente:

Quanto mais complexas são as coisas, mais vemos que não é possível que a inteligência as pudesse ter criado.

É isso mesmo - a complexidade é agora um argumento contra o design inteligente. No último número da revista podemos ler:

Tal como sabia bem Sócrates, os que são realmente inteligentes conhecem os limites da sua própria capacidade, uma ideia que parece que estamos agora a reaprender. Poderia dizer-se que os apoiantes do design inteligente inverteram as coisas: quanto mais observamos o funcionamento do nosso universo complexo, mais temos de concluir que nenhuma inteligência individual as poderia ter criado.

Xiii... só pena?!
Coitados... parece que realmente não conhecem os limites das suas próprias capacidades, pois se os conhecessem teriam evitado exporem-se com tal inépcia!!.... Rsrsrs


(texto a azul, por Anika Smith)



Veja também outro post sobre as criticas "inteligentes" da New Scientist:

"Uma lição sobre cinismo"

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O Abate dos Dissidentes de Darwin

Slaughter of the Dissidents: The Shocking Truth About Killing the Careers of Darwin Doubters
(O Abate dos Dissidentes: A Verdade Chocante Sobre a Destruição das Carreiras de Quem Duvida de Darwin)
por Dr. Jerry Bergman


Agosto de 2008, 488 páginas, com índice e extensa bibliografia.


Slaughter of the Dissidents abate dissdentesO filme de Ben Stein Expelled: No Intelligence Allowed tem sido classificado como sendo a "ponta do icebergue" em relação à discriminação que existe na comunidade académica e nos meios de comunicação contra aqueles que desafiam a teoria da evolução de Darwin. Com o lançamento do novo livro de Jerry Bergman, Slaughter of the Dissidents (O Abate dos Dissidentes), você está prestes a conhecer o resto deste icebergue da escala de um Titanic. Bergman experimentou na própria pele o abate da sua própria carreira há mais de trinta anos atrás, enquanto docente na Bowling Green University, o que o lançou na tarefa de uma vida de documentar a discriminação académica e religiosa que é exibida contra estudantes, cientistas e educadores que ousam duvidar de Darwin.

Bergman entrevistou mais de 300 pessoas, na sua tarefa de documentar um dos crimes de ódio em crescimento na América. Ele também não poupou esforços para entrevistar pessoas de ambos os lados de cada caso e pediu para que cada vítima revisse a descrição do seu caso antes da publicação.

Kennedy, Eidsmoe, Bergman e Wirth lançam as bases do trabalho nas páginas de abertura para ajudá-lo a compreender o contexto desta situação. Depois Bergman mergulha numa interessante narrativa descrevendo como carreiras após carreiras foram ceifadas pela grande máquina Darwinista... e não há fim à vista desta crescente discriminação, a menos que você leve este livro até às mãos de todos os que se preocupam com as nossas liberdades académicas e religiosas.



Conteúdo do Livro:

Agradecimentos.

Introdução pelo Dr. D. James Kennedy

Introdução pelo Dr. John Eidsmoe

Introdução pelo Dr. Jerry Bergman

Capítulo 1: Um Contexto para a Discriminação Contra os Cépticos de Darwin por Kevin H. Wirth

Capítulo 2: Intolerância Contra os Cépticos de Darwin

Capítulo 3: Negação de Graduações Alcançadas

Capítulo 4: O Linchamento Público de Roger DeHart

Capítulo 5: Os Professores Richard Bube e Dean Kenyon

Capítulo 6: O Caso de Ray Webster

Capítulo 7: Peloza, Bishop e Johnson

Capítulo 8: Rodney LeVake e Larry Booher

Capítulo 9: O Caso de Nancy Bryson

Capítulo 10: Caroline Crocker: Expulsa Duas vezes

Capítulo 11: O Caso do Professor de Biologia Dan Scott

Capítulo 12: Raymond Damadian: Inventor da Ressonancia Mágnética (MRI)
Capítulo 13: Guillermo Gonzalez e o Planeta Previligiado

Capítulo 14: Os Sobreviventes Von Braun, Adler e Chain
Capítulo 15: O que pode ser feito?
Índice.

Bibliografia



Pode ser encomendado a um preço exclusivo de pré-lançamento aqui.


Comprar o livro?

Ao comprar o Slaughter of the Dissidents...

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Podemos criar software que ganhe vida ?

Pode-se ler num interessante artigo do Telegraph:

"A Evolução por si só parece não poder fazer os saltos criativos que têm ocorrido na história da vida", diz o Dr. Seth Bullock, outro dos organizadores da conferência. "É um grande processo de refinação, ajustes, e assim por diante. Mas a auto-organização é o processo que é necessário a par da selecção natural antes de se obter o tipo de poder criativo que vemos à nossa volta.

artificial life vida robot
aonde se lê ainda:

A Evolução está prestes a entrar numa nova fase?

Hoje, 300 biólogos, cientistas informáticos, físicos, matemáticos, filósofos e cientistas sociais de todo o mundo estão-se reunindo em Winchester. O seu objectivo é abordar um dos maiores desafios da ciência moderna: como criar uma verdadeira forma de vida artificial.

[...]

O Dr. Richard Watson da Universidade de Southampton, co-organizador da conferência, manifesta as suas preocupações. "Embora Darwin nos tenha dado uma componente essencial para a evolução da complexidade, ela não é uma teoria suficiente", diz ele. "Existem outras componentes essenciais que estão faltando."


FONTE: Telegraph.co.uk



Veja ainda os seguintes posts:



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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução