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sábado, 6 de setembro de 2008

Descoberta Surpreendente: Esponjas Têm Genes Para Nervos !!

Já aqui falámos sobre a descoberta surpreendente de genes de funções complexas (funções só encontradas em animais mais "evoluídos"), em anemonas, ouriços-do-mar e em medusas, animais supostamente primitivos, nos quais os cientistas não esperavam encontrar genes tão "evoluídos".

Bem... chegou a vez das esponjas!...

Esponja spongeAs esponjas são animais muito primitivos. Elas não têm células nervosas (nem músculos, nem olhos, nem um monte de outras coisas que é comum associarmos com animais). Por isso, os cientistas assumiram que as esponjas se separaram na árvore da vida antes dos nervos evoluírem.

Contudo, um novo estudo surpreendeu os pesquisadores.

Esponja sponge"Estamos confiantes que foi depois das esponjas se separarem do tronco da árvore da vida e as esponjas irem para um lado e os animais se desenvolveram para outro, que os nervos se começaram a formar", disse Bernie Degnan da Universidade de Queensland. "O que descobrimos nas esponjas porém foram os blocos de construção para os nervos, algo que nunca esperávamos encontrar".

o mesmo artigo diz ainda:

Esponja sponge"Mas o que foi extraordinário", disse ele, "é que pegámos em alguns destes genes e fizemos com que se expressassem em sapos e moscas, e o gene da esponja tornou-se funcional - o gene da esponja conduziu a formação de nervos nestes animais mais complexos.

FONTE: LiveScience, 28 de Agosto de 2008

Essa vida de Darwinista está ficando cada vez mais complicada! Rsrsrs...


Vejam os seguintes posts todos eles relacionados com a descoberta inesperada de genes de funções complexas encontrados em seres supostamente primitivos:

E para aqueles que ainda vêem a esponja como o animal mais simples, que por isso teria sido o primeiro a surgir na Terra, aqui vai mais um choque para os evolucionistas:


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A Beleza das Moscas

Mosca flySe você ainda não leu "Flies In Danger Escape With Safety Dance" (traduzido seria "As Moscas Ameaçadas Escapam com uma Dança de Segurança"), uma história por Joe Palca, então aproveite e leia agora. E não se esqueça de ver os vídeos que mostram como as moscas descolam a partir de uma posição estacionária.

Este tipo de história coloca um travão nos ataques de retórica que é comum ouvirmos dos Darwinistas, tais como, "Será que realmente queremos fazer Deus responsável por moscas e mosquitos?" Toda vez que alguém gasta seu tempo a estudar uma dessas criaturas - neste caso, o cientista Michael Dickinson - regressa da experiência maravilhado, dizendo coisas como:

"Quando você vê uma mosca percorrendo seu cabelo, ou a sua salada de batata, você poderá ver um incómodo", diz ele [Dickinson]. "Mas no meu laboratório você realmente vê uma máquina maravilhosa, indiscutivelmente o mais sofisticado dispositivo a voar sobre o planeta."

excerto do "Flies In Danger Escape With Safety Dance":

". . . Dickinson utilizou câmaras de vídeo especiais para estudar como uma mosca evita o golpe de um apanha-moscas ... Dickinson diz que uma mosca tipicamente dá um salto a partir da superfície, e então começa a voar para longe do apanha-moscas. Mas as câmaras de alta velocidade revelaram algo surpreendente sobre o que acontece antes da mosca saltar.

"Ela desempenha um elegante balé com as suas patas", afirma Dickinson. "Ela move suas patas de forma a reposicionar o seu corpo, para que quando ela saltar, ela vai atirar-se bem para longe da ameaça eminente."

Esse balé parece dar-lhes uma vantagem fundamental para escapar ao apanha-moscas.

Dickinson diz o que é notável sobre este posicionamento do corpo é a velocidade com que acontece. Em menos de um décimo de um segundo, a mosca tem de perceber a ameaça usando seus olhos, determinar de que direcção ela vem, e em seguida fazer o movimento adequado com as suas pernas para que salte na direcção certa. E tudo isto é realizado por um cérebro que é do tamanho de uma semente de papoila. . . .

. . . no meu laboratório você realmente vê uma máquina maravilhosa, indiscutivelmente o mais sofisticado dispositivo a voar sobre o planeta. . . ".

(a azul, por Logan Gage)


P.S.: Ainda sobre as moscas veja o post "Um Cálculo Simples da Origem dos Genes"

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Agnóstico Pró-DI versus Teísta Anti-DI

Num debate a ocorrer brevemente, o defensor do Design Inteligente é um agnóstico, e o oponente (o que acha que não há evidência de design no universo) é um Cristão:

Newsletter do Instituto Faraday n º 32 (Setembro 2008)

O Curso Faraday, intitulado "Ciência e Religião para Líderes da Igreja", também destinado aqueles que se estão a formar para o ministério, terá lugar Nov 4-6a. Como é habitual todos os pormenores estão disponíveis no web-site Faraday (www.faraday-institute.org). . . .

Steve FullerQuem estiver na área de Birmingham, no Reino Unido, pode estar interessado em saber que, no sábado de 27 de Setembro, às 16:00 no Hotel George, Lichfield, o Director do Instituto estará em debate com o Prof Steve Fuller (Professor de Sociologia na Universidade Warwick) no Festival Literário de Lichfield (hwww.lichfieldfestival.org) sob o tema do Design Inteligente. Este é um debate um pouco contra-intuitivo em que o Prof Fuller, um agnóstico, é um adepto do DI, enquanto que o Director, um teista, é um crítico do DI.

Esperemos que a troca de pontos de vista venha a clarificar em vez de ofuscar ainda mais um tema que sempre esteve envolto por um espesso nevoeiro de confusão.

Denis Alexander [Diretor do Instituto Faraday]



Pode-se ler no site do Festival Literário de Lichfield:

Dissent Over DescentAlguns pensam que o Design Inteligente (DI) é apenas uma face do fundamentalismo Cristão, outros vêem a evolução como a única cosmovisão científica sensata. Mas o DI impulsionou a ciência ao longo de 500 anos. Foi responsável pela Revolução Científica do século 17, e ajudou a construir as histórias modernas da física, matemática, genética, e ciências sociais. Os proponentes do DI tomam literalmente a ideia Bíblica de que os humanos foram criados à imagem de Deus. Esta visão da humanidade capacitou o Ocidente a triunfar na era moderna. A Evolução, por outro lado, deriva de ideias antigas, sobre o nosso enraizamento na natureza e a transitoriedade de todas as formas de vida. Até Darwin poucos evolucionistas eram cientistas. O que aconteceu para se inverterem os destinos destes dois movimentos?

Com os eventos comemorativos do segundo centenário de Darwin no horizonte junte-se a nós para esta discussão provocativa para todos que queiram uma compreensão mais profunda do debate mais vociferante na ciência, de um lado com um não-Cristão, epistemólogo social, argumentando a favor da teoria do Design Inteligente, e do outro lado com um cientista que acredita apaixonadamente tanto na doutrina bíblica da criação como na coerência da teoria evolucionista.

Steve Fuller é Professor de Sociologia na Universidade de Warwick. Denis Alexander é Director do Faraday Institute of Science and Religion, em Cambridge.

Não sei se repararam que este último texto já contém uma incorrecção grossa relativamente ao DI, acabando mesmo por entrar em contradição. É que quem tiver o mínimo de conhecimento do que é o Design Inteligente sabe que o Design Inteligente não está dependente de uma leitura da Bíblia, muito menos literal, nem de nenhum outro relato religioso em particular. E o próprio texto acaba depois por confirmar isto ao registar que o proponente do DI no debate é um não-Cristão.

Já foi aqui referido neste blog outros agnósticos apoiantes do Design Inteligente, e até mesmo um ateu apoiante do DI (Vejam o post "Um Ateu Defende o Design Inteligente")

Para quem não sabia o Design Inteligente afirma que certas características no universo e nos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e que os sinais de uma causa inteligente são empiricamente detectados na natureza.

Para dissipar o "espesso nevoeiro de confusão" em torno do DI era bom que o mesmo começasse por ser representado de forma precisa e rigorosa.

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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Primeiro-ministro australiano reconhece Design no universo

Prime Minister Kevin RuddO Primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, diz que a natureza do cosmos o convence da existência de Deus.

"No meu ponto de vista você não pode simplesmente tomar a criação como um evento fruto do acaso, porque ela é tão intrinsecamente ordenada, e o facto de que o ambiente natural está sendo ordenado para que possa coexistir ao longo do tempo."

"Se você fosse simplesmente reduzi-la a probabilidades matemáticas, eu devo dizer que provavelmente não teria acontecido.

"Portanto, penso que existe uma mente inteligente a trabalhar."

FONTE: The Sydney Morning Herald

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Galáxias Distantes Confundem Cientistas

Rachel Courtland na New Scientist relata que "As galáxias em expansão confundem os astrónomos" (19 agosto 2008).

far-off galaxies galaxias distantesAstrónomos continuam a ficar intrigados com a recente descoberta de uma população estranha de galáxias densas e compactas que existiram no início do universo, mas que não é possível ver hoje em lado nenhum. Eles suspeitam que as galáxias de alguma forma se expandiram para as dimensões gigantes que vemos à nossa volta, mas novas pesquisas encurtam o tempo durante o qual esta misteriosa expansão poderia ter acontecido.

O problema parece ser o facto de que ninguém sabe como elas poderiam ter-se expandido tão rapidamente como parece ter acontecido.

Várias explicações foram propostas para explicar porque as galáxias que nos são mais próximas estão "expandidas" em comparação com aquelas outras compactas dos confins do universo, mas nenhuma explicação consegue explicar todas as observações.

Isso realmente soa promissor. Vamos esperar por novas descobertas sobre o nosso universo que certamente se seguirão.

Os astrónomos assumem que o universo aumentou em espaço, bem como em tempo, desde o Big Bang, e de que nada viaja mais rápido do que luz. Por isso, a luz que agora nos chega a partir daquelas galáxias distantes começou a viajem lá há 10 biliões de anos atrás, cerca de 3,7 milhões de anos após o Big Bang. Isso significa que nós estamos a olhar para elas como elas eram naquela altura, e não como são agora. Por isso, se observamos que uma galáxia era muito compacta, isso significa que ela era muito compacta naquela época. Mas agora ela podem até nem existir mais.

Isto poderia soar estranho para nós, nestes dias de mensagens instantâneas, mas ironicamente os nossos antepassados poderiam compreender melhor do que nós. Séculos atrás, levava até um ano para receber uma carta da Índia ou da China. Portanto, você podia estar a ouvir noticias de uma pessoa que entretanto já tinha morrido, (mas você talvez não soubesse disso até meses ou anos depois). A astronomia dos confins do nosso universo ainda é assim. E a menos que alguém invente viagens mais rápidas do que a luz, será sempre assim.

Então, a pergunta é, partindo do princípio de que o universo é basicamente igual em todas as direcções (sim, isso é outro pressuposto que os astrónomos fazem), a questão é, o que aconteceu com as galáxias compactas à nossa volta, e como é que isso aconteceu?

Aqui fica o resumo.

(Nota: A imagem é da NASA ESA Hubble, para ver galáxias de 13 biliões de anos-luz de distância.)

(por O'Neil)

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terça-feira, 26 de agosto de 2008

A singularidade do nosso sistema solar

Planetary System SolarContinuamos a descobrir e a classificar sistemas planetários que estão para além do nosso próprio sistema solar. Esses esforços podem conduzir à descoberta de formações exóticas. Sistemas solares como o nosso são mais raros do que pensávamos contém este parágrafo:

Os astrónomos, para sua evidente satisfação, já descobriram cerca de 250 sistemas planetários além do nosso próprio sistema, muitos deles com características curiosas. Em particular, a descoberta de vários "hot Jupiters" gigantes de gás que orbitam perto das estrelas mãe, desafiam as nossas teorias de formação dos planetas. O raciocínio é que gigantes de gás só se poderiam formar longe das estrelas porque o gás e a poeira simplesmente são soprados para longe das regiões interiores.

Os dados recolhidos a partir do estudo de outros sistemas solares podem influenciar as teorias sobre o modo como o nosso sistema solar se formou. Outra citação:

Mas os dados também tem implicações para nós. Um gigante de gás migrante varre tudo no seu caminho, e isso significa que sistemas solares como o nosso são provavelmente muito raros.

Como Thommes e os amigos dizem: "Tudo isto nos leva a prever que, dentro do conjunto diversificado de sistemas planetários, os que lembram o nosso próprio sistema são a excepção e não a regra."

Paradigmas mudam com o tempo. O paradigma que avançava com a crença de que habitamos um sistema solar que não é muito especial, e que tem uma estrela ordinária, está a ser contestado. Quão Especial é o Sistema Solar? Vamos ver.

Com as evidências de que dispomos até à data, o nosso sistema solar poderia ser radicalmente diferente da maioria dos sistemas planetários que se encontram em torno de estrelas, porque se formou de uma forma diferente. Se for esse o caso, planetas como a Terra serão muito raros. Depois de examinar as características de cerca de 100 sistemas planetários extrasolares conhecidos e depois de avaliar as duas formas como os planetas se podem formar, o Dr. Martin Beer e o Professor Andrew King da Universidade de Leicester, o Dr. Mario Livio do Space Telescope Science Institute e o Dr. Jim Pringle da Universidade de Cambridge, avançam com a possibilidade de que o nosso sistema solar é especial, num artigo que será publicado no Monthly Notices da Royal Society Astronómico.

O Design Inteligente tem uma componente cosmológica. Se o surgimento da vida é um acontecimento invulgar no nosso universo, a formação de sistemas solares, com planetas com condições semelhantes à Terra, poderá ser ainda mais rara.

(por Bradford)


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução