Darwin ou Design, com o Dr. Tom Woodward, é um podcast sobre o Design Inteligente e Apologética, apresentado pela C.S. Lewis Society.
O Dr. Woodward entrevista Caroline Crocker sobre os obstáculos com os quais ela se tem deparado ao ensinar na George Mason University e ao prosseguir ajudando a coordenar os clubes IDEA por todo o país. (por Tom Magnuson)
Clique aqui para ouvir.
Caroline Crocker é uma imunofarmacologista americana defensora do design inteligente.
Formação académica: um B.Sc. em microbiologia e virologia da Universidade de Warwick, Reino Unido, em 1979, um M.Sc. em microbiologia médica da Universidade de Birmingham, Reino Unido, em 1993, e PhD em Imunofarmacologia na Universidade de Southampton, Reino Unido, em 1999. (designações académicas anglo-saxónicas)
No Discovery Institute pode ainda ler-se sobre Crocker:
A Drª Caroline Crocker leccionava biologia numa grande universidade pública quando mencionou o design inteligente numa aula e viu em consequência disso a sua liberdade académica espezinhada. Crocker foi proibida de ensinar o design inteligente juntamente com evolução, e subsequentemente o seu contrato não foi renovado. (texto completo em inglês aqui)
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Entrevista com Caroline Crocker
domingo, 21 de dezembro de 2008
O Fantasma do Criacionismo e o Tabu do DI
Todos nós já nos habituámos a ver o Design Inteligente ser confundido propositadamente com o Criacionismo. Mas muitas vezes o DI é completamente ignorado/eliminado do debate em torno da Teoria da Evolução, como se não existisse. O síndrome do não ouvi, não vi e não falo ainda se encontra por aí no que diz respeito ao DI.
Foi o que aconteceu mais uma vez, desta feita num artigo do semanário de distribuição gratuita, o SEXTA, de 19 de Dezembro de 2008. Na página 10 daquele semanário encontramos um artigo que pretende abordar a temática do Criacionismo em Portugal em contraponto à Teoria da Evolução de Darwin.
O artigo presta um péssimo serviço informativo no tocante ao Criacionismo e à Teoria da Evolução pois limita-se a lançar algumas opiniões soltas de alguns adeptos de ambos os lados.
Mas o que demonstra que este artigo de Rui Passos Rocha é de facto de muito péssima qualidade é a forma como ele resume o debate apenas a Criacionismo versus Teoria da Evolução.
Como é possível falar do debate em torno da Teoria da Evolução sem sequer referir o Design Inteligente?
Mas o que demonstra que este artigo de Rui Passos Rocha é de facto de muito péssima qualidade é a forma como ele resume o debate apenas a Criacionismo versus Teoria da Evolução.
Como é possível falar do debate em torno da Teoria da Evolução sem sequer referir o Design Inteligente?
Como é que se pode pretender fazer um trabalho de informação sério sem informar os leitores de que a Teoria da Evolução está actualmente a ser seriamente posta em causa no campo da ciência? Como é que se pode tentar passar a ideia de que a Teoria da Evolução está do lado da ciência, em oposição à fé dos criacionistas (como se na ciência só houvesse espaço para uma visão darwinista), se muitos cientistas e académicos, alguns deles até agnósticos e ateus, se manifestam a favor do Design Inteligente e lançam fortes críticas à Teoria de Darwin?
Ou é ignorância e o jornalista não investigou, não se informou convenientemente, antes de informar os outros, o que não abona nada a seu favor. Ou então o jornalista não conseguiu que a imparcialidade imperasse sobre as suas próprias opções em torno do debate sobre a Teoria da Evolução, o que volta a não abonar nada a seu favor.
E assim vamos todos nós ficando empobrecidos com os nossos media ainda presos a uma Teoria do século XIX.
Aqui fica o artigo publicado esta semana no SEXTA:
Ou é ignorância e o jornalista não investigou, não se informou convenientemente, antes de informar os outros, o que não abona nada a seu favor. Ou então o jornalista não conseguiu que a imparcialidade imperasse sobre as suas próprias opções em torno do debate sobre a Teoria da Evolução, o que volta a não abonar nada a seu favor.
E assim vamos todos nós ficando empobrecidos com os nossos media ainda presos a uma Teoria do século XIX.
Aqui fica o artigo publicado esta semana no SEXTA:
Adão e Eva nos blogues
Criacionismo Há 150 anos, Darwin chocou o mundo ao dizer que as espécies evoluem e os humanos são parentes dos macacos. Ainda hoje, há quem mantenha a certeza da criação divina. Ciência e fé são conciliáveis?
Rui Passos Rocha
O criacionismo ainda não chegou às escolas portuguesas, por isso contenta-se, para já, com a blogosfera. É aí que Jónatas Machado ataca o método científico, a sua falibilidade e a ausência de provas da teoria da evolução das espécies. Em declarações escritas ao SEXTA, o professor de Direito da Universidade de Coimbra refere que o facto de que a ciência «nunca pode chegar à verdade absoluta, porque todo o conhecimento científico é provisório», é motivo suficiente para se acreditar no Génesis, que «é verdadeiramente fiável».As descobertas científicas transformaram Adão e Eva, a Arca de Noé e os Dez Mandamentos de Moisés, entre outras histórias bíblicas, em figuras de estilo. A Igreja Católica não mais ousa impor sobre os seus fiéis a interpretação literal da Bíblia; os cristãos, na sua maioria, concebem aqueles episódios como metáforas da experiência terrena. Mas há uma minoria que se apoia no Livro Sagrado e «a verdade não é definida pela maioria ou pela minoria» ? diz Jónatas.
Sérgio Mats, anfitrião de www.darwinismo.wordpress.com, argumenta que «o propósito da teoria da evolução é o de demonstrar que Deus não é necessário como explicação para a origem da biosfera». O criacionismo não é, então, «rejeitado por razões científicas», porque «o que há são razões ideológicas». Daí a conclusão: «Como Jónatas costuma dizer, religião por religião mais vale ficar com a cristã. Ao menos essa faz sentido no mundo em que vivemos.»
Marcos Ferreira (www.alogicadosabino.wordpress.com) vai mais longe: «O ateísmo é uma consequência da acção do Diabo» e «a Evolução promove o ateísmo», que «é o que o Diabo pretende». A ciência, garante, «mistura observação empírica com observações de fé», está «sujeita a especulação, interpretação, dedução». «Os manuais científicos são escritos e reescritos», mas «a palavra de Deus é imutável», remata.
O método científico faz-se de testes, verificação e discussão, e isso distingue-o do criacionismo, esclarece Ludwig Krippahl, o animador de Que Treta! (www.ktreta.blogspot.com). Segundo o professor da Universidade Nova de Lisboa, a reduzida aposta no conhecimento leva a que o cidadão comum não saiba como rejeitar a tese criacionista de que o mundo tem 6000 anos. «Os criacionistas aproveitam-se disso para apresentar a sua fé como uma hipótese ao nível das teorias científicas modernas. À superfície, parecem semelhantes. Só quem escava é que vê que o criacionismo é só a superfície ? acaba logo na Bíblia.»
Ao contrário do que afirmam os criacionistas, a teoria da evolução não se diz 100 por cento certa. «A questão é saber se há alguma alternativa teórica mais plausível, e não apenas possível logicamente», diz Desidério Murcho (www.dererummundi.blog spot.com), professor de Filosofia na Univ. Federal de Ouro Preto, Brasil. Completa Krippahl: «As teorias aceites na ciência moderna têm profundos alicerces em resultados experimentais e ramificações tecnológicas.» Trocada por linguagem futebolística, a distância que separa o criacionismo da ciência «é a diferença entre o fã que diz que o seu clube é o maior e o treinador que procura aperfeiçoar os treinos de forma a optimizar o rendimento dos atletas», diz Krippahl. Na mesma linha, Desidério Murcho adverte: «O pior que se pode fazer ao suposto debate sobre a teoria da evolução é pensar que se trata realmente de um debate intelectual. Para isso é preciso que quem debate esteja interessado em descobrir a verdade, e não apenas em fazer pressão política.»
Fonte: O semanário SEXTA (link directo para o texto).
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sábado, 20 de dezembro de 2008
O que nos trouxe o caso Kitzmiller v. Dover
Comemora-se hoje o terceiro aniversário da tentativa do juiz John Jones de proibir as discussões do design inteligente nas aulas de ciências no caso Kitzmiller v. Dover. Nos três anos desde que a decisão de Jones foi anunciada, ela não ficou muito bem vista. A critica supostamente devastadora do Juiz Jones ao design inteligente revelou ser uma cópia exacta (com erros factuais e tudo) de um documento escrito por advogados que trabalham com a ACLU. Professores da Lei (incluindo alguns que se opõem ao design inteligente) têm classificado a embaraçosa opinião judicial de Jones como uma argumentação pobre e não persuasiva. E muitos dos alegados factos sobre as quais o Juiz Jones assenta o seu parecer foram refutados. Entretanto, o interesse do público pelo design inteligente tem continuado a crescer, assim como o apoio à liberdade académica de se questionar o darwinismo (sem dúvida incentivado pelo documentário cinematográfico deste ano - o Expelled). Os Darwinistas, infelizmente, ainda têm de aprender a futilidade de tentar vencer debates científicos através de ordens de tribunal e de intimidação. Não importa - embora os Darwinistas possam não acreditar na liberdade de expressão e de debate, a grande maioria dos americanos acreditam.
(por John West) Continuar a Ler >>
O Contributo do Darwinismo para a Medicina e para a Ciência
Reivindicar créditos pelos avanços que para os iniciantes parecem credíveis é comum na área da medicina e da ciência. Os Darwinistas têm um hábito aborrecido de atribuírem todos os tipos de avanços da medicina e da biologia à teoria de Darwin. Os Darwinistas já afirmaram que a genética, a genética molecular, a taxonomia, a microbiologia, a genética populacional, e muitos outros campos da medicina e da biologia teriam sido impossíveis se não fosse pela visão de Darwin ('os sobreviventes sobrevivem'). Mesmo uma rápida olhada em muitos destes campos (por exemplo, a genética molecular) revela que o darwinismo obviamente não teve nada a ver com eles; A elucidação da estrutura e função do DNA, não teve absolutamente nada a ver com a 'selecção natural' (excepto o facto de Watson e Crick terem praticado a 'sobrevivência do mais forte/apto' ao concorrerem com Linus Pauling e seu tratamento de Rosalind Franklin). A descoberta do código genético teve tudo a ver com a bioquímica, biofísica, e com a biologia molecular. Os contos de fadas do Século XIX sobre a origem das espécies podem ter fornecido algum alívio cómico. Mas não tiveram nada a ver com a ciência.
(por Michael Egnor, Professor, neurocirugião norteamericano)
Ver também os posts:
- Darwinismo não vale nada para a medicina moderna
- Resistência a antibióticos - evidência evolucionista ??
- Historinhas "fantasiásticas" dos evolucionistas
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Consequências de Só Ensinar um Lado da Evolução
Aqui fica um podcast especial no ID The Future com o pai de Jesse Kilgore, jovem de 22 anos que se suicidou depois de ler o The God Delusion de Richard Dawkins :
Clique aqui para ouvir.
Este episódio de ID The Future conta a história de Jesse Kilgore, um estudante universitário cuja perda da fé e o seu subsequente suicídio tem sido associado à sua aula de biologia e ao The God Delusion ( em português 'Deus, Um Delírio' ou 'A Desilusão de Deus') de Richard Dawkins. Depois do seu professor o ter desafiado a ler o livro anti-teísta e excluir a possibilidade da existência de Deus, tendo em vista as evidências a favor da evolução, Jesse experimentou uma crise de fé. Agora o pai dele defende a liberdade académica a favor do design inteligente e a favor das criticas à teoria de Darwin. Escute como ele e outros explicam como Jesse foi afectado pela leitura deste livro. A tragédia da morte de Jesse Kilgore afecta-nos a todos. Nossos pensamentos e orações estão com aqueles que o conheciam e amavam.
Parafraseando Clarence Darrow, porque razão haveria a vida deste rapaz de estar associada a Richard Dawkins, esse cruzado britânico contra a religião? Não sei.
Só sei que está.
(por Anika Smith)
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Clubes IDEA
O Que É Mais Importante Do Que A Sua Liberdade ?
Estamos a trabalhar com o IDEA Center (Intelligent Design and Evolution Awareness) para ajudar os estudantes a iniciarem os capítulos do IDEA nos seus Campus. Tais clubes nos Campus são uma maneira divertida e educativa para os estudantes analisarem todos os lados do debate em torno da evolução.
Estamos a trabalhar com o IDEA Center (Intelligent Design and Evolution Awareness) para ajudar os estudantes a iniciarem os capítulos do IDEA nos seus Campus. Tais clubes nos Campus são uma maneira divertida e educativa para os estudantes analisarem todos os lados do debate em torno da evolução.
Os Clubes do Intelligent Design and Evolution Awareness (IDEA) são clubes de iniciação para estudantes que promovem a liberdade académica à medida que os alunos aprendem sobre a evidência científica que suporta o design inteligente e que também aprendem sobre teoria evolutiva moderna. Os Clubes IDEA são uma rede crescente de clubes de estudantes em Campus universitários e de ensino médio dos Estados Unidos com cerca de trinta novos capítulos formados até ao momento.
Visite www.ideacenter.org ou envie um e-mail para Westad Brian em brianw@ideacenter.org para informações sobre como você pode iniciar um clube IDEA na sua área.
(por Robert Crowther)
Visite www.ideacenter.org ou envie um e-mail para Westad Brian em brianw@ideacenter.org para informações sobre como você pode iniciar um clube IDEA na sua área.
(por Robert Crowther)
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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.
Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução







