Aprenda sobre como chegamos até aqui com o a aula do Dr. Ateu, o melhor professor ateu que eu já vi! Ele explica a origem do universo, da vida e da espécie humana e também algumas coisas sobre a natureza da ciência, imperdível!
Eu postei esse vídeo para mostrar como os militantes ateus incorporaram a palavra “ciência” em seu arsenal de erística. Na verdade, o que eles fazem é trocar a palavra ateísmo/naturalismo/materialismo/fisicalismo por “ciência”. Isso pode estar acontecendo na sua escola ou universidade…
(por Maximiliano Mendes, Areópago)
sábado, 27 de dezembro de 2008
As aulas do Professor Ateu
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
O "Peer-Review" e o Avanço da Ciência
"Ao invés de se empenharem por uma nova ideia, os cientistas tendem a ir com a maioria"
A jornalista de ciência Suzan Mazur tem vindo a relatar extensivamente sobre as dúvidas dos cientistas quanto à evolução darwinista e quanto a uma futura mudança paradigmática - uma mudança que certas pessoas como Eugenie Scott nos asseguram que não está para vir, que não existe, e que é simplesmente uma jogada dos "criacionistas". Scott, e outros dogmáticos como ela, continuam a insistir que não há controvérsia, que não há discordância entre os cientistas sobre os mecanismos que Darwin defendeu, nomeadamente a selecção natural agindo sobre as mutações aleatórias. As entrevistas de Mazur sublinham aquilo que já temos vindo a dizer. Existe uma controvérsia, e ela merece ser ouvida.
Mazur e quem ela entrevista não são simpatizantes da ideia do design inteligente. Numa viragem interessante, essas pessoas encontraram-se elas próprias sob o ataque da ortodoxia darwinista, mas ao mesmo tempo parecem incapazes de ver que eles próprios estão a tratar os cientistas pró-ID de maneira semelhante. Ou talvez eles o vejam, mas não saibam como lidar com isso sem parecerem demasiado abertos a novas e perigosas ideias.
Mazur foi recentemente entrevistada pelo progressivo locutor de rádio, Jeff Farias, e apresentou algumas ideias muito interessantes sobre tudo isso. Ela relata como as suas histórias sobre Altenberg 16 foram recebidas e do modo como alguns cientistas reconhecem os problemas que existem com a moderna teoria evolucionista, mas insistem que seria melhor atacar criacionistas do que lidar com essas questões, e de como os cientistas se grudam politicamente uns em torno dos outros quando está em causa financiamentos e publicação.Suzan Mazur: Mas parte do problema é "o ciclo de submissão", tal como Lima-de-Faria coloca a questão. Quando você tem um processo de revisão por pares para percorrer. Se você tem uma teoria muito pouco ortodoxa, mas algo que você vê como uma sólida ideia, você pode não ter muito sucesso quando a tentar enviar para uma revista, para aprovação. Porque os cientistas apoiam-se uns nos outros, eles querem garantir financiamento. Caso obtenham a aprovação dos seus pares, então isso torna mais fácil obter financiamentos, etc. Ao invés de se empenharem por uma nova ideia, os cientistas tendem a ir com a maioria. E a ciência não avança tanto como poderia.
Leia tudo aqui.
(por Robert Crowther)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
O Design Inteligente e a Investigação Médica
Ver também os posts:
- O Contributo do Darwinismo para a Medicina e para a Ciência
- Darwinismo não vale nada para a medicina moderna
- O contributo do Darwinismo para a medicina Nazi
- Resistência a antibióticos - evidência evolucionista ??
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Os computadores e o darwinismo
Design inteligente e a cultura popular: Computadores vs darwinismo? Um professor de computadores comenta
Recentemente, tenho estado a ler Angus Menuge sobre "O Fracasso do Darwinismo", a partir da perspectiva de um professor de computadores. Menuge é um Professor de filosofia e de ciência computacional na Concordia University, em Wisconsin. Os seguintes trechos do seu livro, Agentes Debaixo de Fogo é a mais clara explicação da razão porque não são aceitáveis os argumentos darwinistas de que máquinas intrincadas dentro da célula podem ser construídas sem nenhuma inteligência subjacente no universo:
Um Diagnóstico do Fracasso do DarwinismoRepetidamente, temos visto que mesmo que a duplicação de genes pudesse formar todas as partes de um sistema de complexidade irredutível de maneira que ficassem simultaneamente disponíveis, o darwinismo não pode fornecer soluções credíveis para os problemas de coordenação destas peças e de garantir a sua compatibilidade de interligação.
Da minha perspectiva como um professor de programação informática, esta limitação do darwinismo como uma estratégia de resolução de problemas é surpreendente. Em primeiro lugar, consideremos o problema análogo de coordenar as instruções de um programa. À medida que os programas se tornam mais complexos, torna-se virtualmente impossível conseguir que eles funcionem se eles forem escritos de baixo para cima (bottom-up), com uma instrução de cada vez.
Com tantos detalhes, é altamente provável que algumas tarefas críticas sejam especificadas de forma incompleta ou na ordem errada. Para evitar tais erros, os programadores consideram essencial usar um design de cima para baixo (Top-down). O design Top-down é uma estratégia de resolução de problemas que começa com uma especificação abstracta da tarefa do programa e, em seguida, divide-a em vários sub-problemas principais, cada uma dos quais é ainda mais refinado em seus próprios sub-problemas.
Esta estratégia é bem representada por coisas como as receitas, aonde a tarefa é dividida em ingredientes e utensílios (iniciação), e a mistura dos ingredientes e o cozinhar (transformação), e uma especificação do que se tem que fazer quando aquelas especificações estiverem prontas (finalização). A mesma abordagem está bem patente nas instruções para montar peças de mobiliário, tais como uma estante de livros.
Primeiro, a montagem da estante de livros é reduzida às suas principais tarefas, a construção da estrutura, do painel traseiro, e as estantes. Em seguida, cada uma dessas tarefas é pormenorizadamente especificada. Em todos os níveis, a ordem das tarefas é importante, por exemplo, o painel de trás e as prateleiras não podem ser instalados sem que a estrutura esteja completa. A qualidade do design Top-down é sensível à correcta colocação das tarefas, garantindo que determinada tarefa não é omitida, repetida de forma redundante, ou realizada fora de sequência correcta. Desta forma, o design top-down facilita a boa coordenação dos módulos de resolução de problemas.
Infelizmente, a selecção natural não pode implementar um design top-down (de cima para baixo). A selecção natural é um processo de baixo para cima (bottom-up) atomístico. As tarefas devem ser resolvidas de forma gradual, independentes umas das outras. Não existe uma consciência da função futura do sistema montado para coordenar essas tarefas. Se até mesmo agentes inteligentes (programadores experientes) precisam de design top-down para resolver problemas complexos, é tendencioso supor que a selecção não inteligente possa resolver problemas pelo menos tão complexos sem o auxílio do design "top-down".
De fato, mesmo com o design top-down, os programadores consideram que é necessário fazer dois níveis de testes para produzir um programa funcional. Um nível, o teste da unidade, testa a função de um módulo em isolamento de todo o programa. O outro nível, o ensaio de integração, garante que quando todos os módulos estão montados, eles interagem de tal maneira que se possa resolver o problema global. Estes dois tipos de testes são necessários: é uma falácia de composição argumentar que, uma vez que todas as partes do sistema funcionem, o sistema montado também irá funcionar.
Compare os exemplos a seguir.
Todos os jogadores de futebol futebol estão em forma, pelo que a equipa vai jogar eficazmente.
Cada tijolo é sólido; portanto, a parede resultante vai ser forte.
As conclusões não procedem porque é importante como os tijolos e os jogadores são coordenados, e é importante saber se eles são compatíveis. Suponhamos que cada jogador está em forma mas que o ataque tenta marcar golo somente quando perde a posse de bola: a equipa vai estar irremediavelmente descoordenada. E se cada jogador tiver uma forma de jogar diferente para as mesmas circunstâncias, a equipa irá sofrer por elementos incompatíveis.
Da mesma forma, se os tijolos são sólidos mas são empilhados de forma aleatória ou então se são são incompatíveis em tamanho e forma, será impossível construir um muro eficaz.
Infelizmente, o Darwinismo comete justamente essa falácia de composição, no caso dos sistemas de complexidade irredutível. O Darwinismo tem que supor que o teste das unidades independentes dos componentes atómicos (que a selecção natural providencia) é uma maneira plausível de coordenar e sintonizar os componentes para o seu papel combinado. Mas não é. A maioria dos subgrupos retirados de grupos poderosos de sólidos jogadores de futebol e tijolos serão completamente não funcionais quando combinados como equipas ou paredes.
Nota 65: De uma outra perspectiva, o Darwinismo também é culpado da falácia invertida, a falácia da divisão. O Darwinismo argumenta que porque um determinado sistema de "complexidade irredutível" tem uma função, ele deve ser composto por subsistemas com a mesma função ou com uma função diferente. Mas, só por si, o motor do flagelo nem apoia a locomoção nem qualquer outra função.
(pp. 120-21, Agentes Debaixo de Fogo)
Você não vai ler isso nos livros didácticos financiados pelo governo, por isso guarde este link.
(por O'Leary)
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outros posts relacionados com a informática, a vida e a evolução:
- Podemos criar software que ganhe vida ?
- Computadores e biologia, erros e entropia
- Novo Software de Simulação da Evolução
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Dawkins e a «Desgraça Nacional»
De acordo com uma sondagem Mori, no Reino Unido, 29% dos professores de ciências quer permitir o ensino do criacionismo nas aulas de ciências. Presume-se que isso inclui o design inteligente que é, geralmente, metido num "saco do criacionismo que dá para tudo". Além disso, 73 % dos professores de ciências acham que o criacionismo deveria ser discutido em outro tipo de aulas. Dawkins classifica o facto de que 29 % dos professores de ciências quererem permitir que o criacionismo seja ensinado nas escolas, como sendo uma "desgraça nacional".Richard Dawkins e Steve Jones dão suas opiniões sobre a sondagem aos professores sobre o criacionismo
Um quarto [29%] de professores de ciências ensinaria o criacionismo
Em primeiro lugar, vou deixar de lado a questão interessante de como Dawkins pode considerar alguma coisa uma 'des-graça' quando ele próprio começa por acreditar que 'graça' é um conceito sem sentido. Mas, sobre a questão de uma «desgraça nacional»; quando a maioria dos professores querem respeito às cosmovisões dos alunos nas escolas, é estranho que alguma coisa possa ser uma "desgraça nacional". Ou até mesmo para uma pequena minoria, sem dúvida, ela deveria ter a sua opinião respeitada numa democracia. Acho que dar "carta branca" a um grupo restrito de humanistas seculares e ateus para ditarem uma política de educação que desrespeita as cosmovisões das crianças numa sociedade multi-religiosa é que é a verdadeira desgraça nacional. Mas Dawkins quer reeducar os professores, até que todos aceitem a evolução como um facto, ou se isso não acontecer até que, presume-se, lhes sejam removidos os seus empregos. Parece que Dawkins e os amigos não têm grande respeito por uma sociedade livre. AC Grayling tem também apelado a uma "guerra" contra a religião em geral, principalmente justificando que a religião é a causa da guerra em primeiro lugar. Mas deixemos este assunto de parte. Guerra de morte contra a religião - AC Grayling
O que Dawkins não pode reconhecer (não lhe convém) é que a razão pela qual o design inteligente está a ganhar terreno é porque a ciência ela própria está avançando, e os conhecimentos sobre a complexidade da vida biológica estão extravasando apesar das tentativas de conter esses conhecimentos através dos poderes que controlam a política da educação da ciência.

- Silenciar as ciências biológicas e ocultar o conhecimento sobre o grau de complexidade da célula até que as crianças estejam completamente doutrinadas na evolução.
- Publicar livros didácticos com investigação desactualizada ou utilizar evidências já falseadas - eles serão muito novos para se aperceberem.
- Usar argumentos emocionais, polémicos e retóricos contra os defensores do design inteligente, e assim usar o medo e pressão dos pares para impedir as crianças de fazerem perguntas embaraçosas, ou de investigarem as evidências fora do currículo estreito e de arriscarem uma mudança de lado.
- Deturpar os argumentos dos defensores do design inteligente, e usar falácias de lógica nas críticas ao design inteligente. Além disso, não dar às crianças as habilidades necessárias para reconhecerem logicamente os argumentos falaciosos.
- Enganar e confundir as crianças com argumentos falaciosos, para que desistam completamente da ciência - e o mito de Darwin seja conservado com eles para todas as suas vidas.
FONTE: Ciência e Valores
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Professores a favor do ensino do Criacionismo
A Press Association noticiou ontem os resultados de uma nova sondagem feita aos professores no Reino Unido:Três em cada 10 professores acham que o criacionismo devia ser ensinado nas aulas de ciência, de acordo com uma nova sondagem.
Mais de um terço (37%) dos professores primários e secundários, em geral são da opinião que o criacionismo deveria ser ensinado a par com a evolução e com a teoria do Big Bang.
A sondagem Ipsos Mori de mais de 900 professores primários e secundários na Inglaterra e no País de Gales concluiu que, enquanto quase metade (47%) acham que não deveria ser ensinado nas aulas de ciências, dois terços (65%) concordam que o criacionismo deveria ser discutido nas escolas.
Isto aumenta para três quartos os professores (73%) com a ciência como na sua especialidade. Dois em três especialistas em ciência (65%) não acham que o criacionismo deveria ser ensinado nas aulas de ciência. Mas poucos professores pensam que o criacionismo como ideia deveria ser imediatamente posta de lado.
Apenas um em cada quatro (26%) concordam com a opinião expressa pelo Professor Chris Higgins, vice-chanceler da Universidade Durham que o "criacionismo é totalmente indefensável como teoria, e que a única razão para mencionar o criacionismo nas escolas é o de permitir aos professores demonstrarem por que razão a ideia é um disparate científico e não tem base em evidências ou no pensamento racional. "
Fiona Johnson, chefe de pesquisa em educação na Ipsos Mori e directora da Ipsos Mori Teachers Omnibus, afirmou: "Os nossos resultados sugerem que muitos professores estão a tentar adoptar uma abordagem ponderada a esta controversa questão, uma abordagem que procura não só explicar as diferenças essenciais entre as teorias cientificas e outros tipos de "teoria", mas que também procura reconhecer que - independentemente da, ou mesmo apesar da, "ciência" - os alunos podem ter uma variedade de firmes convicções, e de crenças baseadas em fé igualmente defensáveis"
O Prof Higgins disse: "O Criacionismo, como uma alternativa à evolução das espécies, há muito que foi completamente desacreditado através da análise rigorosa dos dados. Claro que, se um aluno levanta o criacionismo como uma hipótese, então uma breve discussão sobre o motivo por que o criacionismo está errado pode ser apropriada como parte de uma educação intelectualmente integra e de pensamento racional.
"Mas isso iria pôr em causa qualquer sistema de ensino para que propositadamente se ensinassem ideias desacreditadas que só são perpetuadas por ignorância ou por um pensamento errado - poderia-se também ensinar astrologia, que a terra é plana, alquimia ou um universo geocêntrico."
Uma sondagem de TV a 1200 professores, publicada no mês passado, revelou que um terço dos professores acreditam que ao criacionismo devia ser dado o mesmo estatuto que à evolução na sala de aula. Em Setembro, o biólogo de renome, o Rev Professor Michael Reiss demitiu-se do cargo de director de educação da Royal Society uns dias após ter sugerido que o criacionismo devia ser incluído nas aulas de ciência.
Falando no Festival da Associação Britânica da Ciência na Universidade de Liverpool, o Prof Reiss - um ministro ordenado da Igreja da Inglaterra - disse que era melhor para os professores de Ciências não verem o criacionismo como um "equívoco", mas como uma "visão do mundo". A Ipsos Mori questionou 923 professores nas escolas primárias e secundárias na Inglaterra e no País de Gales entre 5 de Novembro e 10 de Dezembro.
A Truth in Science está convencida que se as questões fossem colocadas em relação ao Design Inteligente, um grande número de professores teria apoiado o ensino desta teoria científica nas aulas de ciências. Há um verdadeiro debate científico por fazer sobre a capacidade dos mecanismos darwinistas para produzirem o mundo vivo como o conhecemos hoje. O Design Inteligente defende que a aparência de design, que toda a gente concorda que é encontrado no mundo vivo, é exatamente o que parece ser: o trabalho de uma inteligência projectista.
Em 2006, a Truth in Science enviou um DVD para todos os departamentos de ciências das escolas secundárias do Reino Unido, que definia a teoria do design inteligente. O debate sobre o design inteligente, como muitos professores sabem, não é sobre ciência versus "crenças baseadas em fé", nem é sobre a ciência versus "ideias desacreditadas". É sobre a ciência versus ciência.
A opinião da Truth in Science sobre a recente controvérsia que envolve o Prof Reiss e a Royal Society pode ser encontrada aqui.
(por Truth in Science)
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Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução







