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sábado, 27 de dezembro de 2008

Ciência em 2008 - Darwin ou Design ?

Ciência 2008As Principais Noticias de Ciência de 2008 Deixam Darwin de Fora, mas Apontam Para o Design Inteligente

No início de 2008, a Academia Nacional de Ciências dos E.U. afirmou no seu relatório Ciência, Evolução, e Criacionismo, que a "Biologia evolutiva tem sido e continua a ser uma pedra angular da ciência moderna". Parece que aquela afirmação não se enquadra muito bem com o resto do ano de 2008. Duas organizações publicaram recentemente listas das melhores noticias de ciência e descobertas cientificas para 2008: A Access Research Network e a revista Science. Nenhuma das principais noticias seleccionadas surgiram como resultado da biologia evolutiva.

acontecimento ciência 2008 Science breakthroughO maior acontecimento cientifico de 2008 segundo a Science foi o método em que os cientistas descobriram como colher células estaminais a partir de pacientes vivos, uma descoberta que tem um enorme potencial para tratar doenças. Na verdade esta é uma descoberta científica muito importante, mas ela não tem nada a ver com a biologia evolutiva. De facto, a comunicação à imprensa desta descoberta afirma que "se os cientistas puderem dominar a reprogramação celular de maneira que seja controlada de uma forma mais fina, eficiente e segura, os pacientes podem um dia ser tratados com versões mais saudáveis das suas próprias células". Tenha em mente que na opinião deles, os investigadores estão simplesmente "reprogramando" uma entidade que surgiu através de processos cegos e não direccionados. De facto, o principal artigo na Science intitulava-se "Reprogramação de células", mas só o simples facto das células poderem ser "programadas" e "reprogramadas" já não aponta para uma origem não inteligente e não direccionada. O mesmo artigo admite que os investigadores não entendem completamente o modo como a reprogramação acontece: "Apesar de dezenas de laboratórios terem utilizado a técnica, o que se passa no interior das células reprogramadas permanece um mistério". Embora a Science nunca fosse admiti-lo, o seu principal acontecimento de 2008 mostra que os cientistas estão estudando as células tratando-as como se elas funcionassem com base em programas de software que podem controlar a forma física, e o input/ouput do hardware celular. Eles estão tentando "dominar" um sistema de programação que nem sequer compreendem totalmente, mas que eles acreditam que tenha surgido através de processos naturais cegos e não direccionados. Parece que todos os progressos que estão a ser feitos neste domínio resultam de cientistas que tratam as células como se fossem projectadas. (ver aqui VIDEO sobre a reprogramação celular)

Também é interessante notar que nenhuma das 10 maiores noticias cientificas seleccionadas pela Science para 2008 vêm da biologia evolutiva. As suas outras descobertas científicas "top" abordam temas científicos fascinantes, que vão desde a detecção de planetas extrasolares, à compreensão do porquê que algumas células se tornam cancerosas, a se encontrar métodos para novas formas de geração de electricidade utilizando a água, mas não há nenhuma que tenha a ver com a biologia evolutiva.

As Top 10 Novidades de Ciência para 2008, seleccionadas pela Access Research Network, mostram também - embora de uma forma mais explícita - que é cada vez mais difícil fazer-se boa ciência sem o design inteligente (DI) e que as velhas noções de evolução estão a falhar.

O mais importante acontecimento cientifico da ARN foi a reunião do verão de Altenberg 16, uma conferência de cientistas "que reconhecem que a teoria da evolução, que a maioria dos biólogos activos aceita e que é ensinada hoje nas salas de aula, é insuficiente para explicar a nossa existência". Outros acontecimentos "top" de ciência da ARN para 2008 incluiu o facto de ateus e agnósticos estarem cada vez mais defendendo o DI, o lançamento do Stylus pelo Biologic Institute como um método melhorado de usar os computadores para simular a evolução, a embraiagem molecular descoberta nos flagelos, e biólogos de renome maravilhando-se com a complexidade irredutível do ribossoma. A ARN também registou o recurso crescente dos engenheiros à Biomimética - em que os engenheiros mimetizam a natureza para melhorar a tecnologia. De acordo com a ARN, as "Metodologias baseadas no Design em Biomimética estão produzindo resultados tangíveis".

(A ARN também disponibilizou uma lista dos 10 Recursos Top de "Darwin e Design" para 2008, que inclui o Expelled, o jogo Spore, o The Devil's Delusion de David Berlinski, a edição da Salvo Magazine sobre o DI, o Intelligent Design 101 e a sua refutação a Francis Collins por mim e por Logan Gage, e o novo livro Entendendo o Design Inteligente de William Dembski e Sean McDowell.)

Com 2009 sendo o aniversário do bicentenário do nascimento de Darwin, sem dúvida os Darwinistas vão procurar dar um grande empurrão no próximo ano para promoverem as glórias da evolução darwinista. Mas, se 2008 foi de alguma indicação, parece perfeitamente possível fazer boa ciência sem a evolução neo-darwinista. Como membro da Academia Nacional de Ciências, Phil Skell escreveu na The Scientist, em 2005:

Evolução darwinista - quaisquer que sejam as suas outras virtudes - não fornece uma heurística frutífera em biologia experimental. Isto torna-se particularmente claro ao compará-la com uma enquadramento heurístico tal como o modelo atómico, que abre a química estrutural e leva a avanços na síntese de uma multiplicidade de novas moléculas de utilidade prática. Nada disto demonstra que o Darwinismo é falso. Mas quer, no entanto, dizer que a alegação de que é a pedra angular da biologia moderna experimental será recebida com muito cepticismo por parte de um número crescente de cientistas em domínios onde as teorias realmente servem como pedras angulares para fazer avanços concretos.

Será interessante ver se no próximo ano, as descobertas científicas na verdade vêm como resultado de os cientistas empregarem os princípios subjacentes à evolução darwinista, ou aos que estão por trás do design inteligente.

(por Casey Luskin)

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As aulas do Professor Ateu

Aprenda sobre como chegamos até aqui com o a aula do Dr. Ateu, o melhor professor ateu que eu já vi! Ele explica a origem do universo, da vida e da espécie humana e também algumas coisas sobre a natureza da ciência, imperdível!



Eu postei esse vídeo para mostrar como os militantes ateus incorporaram a palavra “ciência” em seu arsenal de erística. Na verdade, o que eles fazem é trocar a palavra ateísmo/naturalismo/materialismo/fisicalismo por “ciência”. Isso pode estar acontecendo na sua escola ou universidade…

(por Maximiliano Mendes, Areópago)

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O "Peer-Review" e o Avanço da Ciência

"Ao invés de se empenharem por uma nova ideia, os cientistas tendem a ir com a maioria"

Suzan MazurA jornalista de ciência Suzan Mazur tem vindo a relatar extensivamente sobre as dúvidas dos cientistas quanto à evolução darwinista e quanto a uma futura mudança paradigmática - uma mudança que certas pessoas como Eugenie Scott nos asseguram que não está para vir, que não existe, e que é simplesmente uma jogada dos "criacionistas". Scott, e outros dogmáticos como ela, continuam a insistir que não há controvérsia, que não há discordância entre os cientistas sobre os mecanismos que Darwin defendeu, nomeadamente a selecção natural agindo sobre as mutações aleatórias. As entrevistas de Mazur sublinham aquilo que já temos vindo a dizer. Existe uma controvérsia, e ela merece ser ouvida.

Mazur e quem ela entrevista não são simpatizantes da ideia do design inteligente. Numa viragem interessante, essas pessoas encontraram-se elas próprias sob o ataque da ortodoxia darwinista, mas ao mesmo tempo parecem incapazes de ver que eles próprios estão a tratar os cientistas pró-ID de maneira semelhante. Ou talvez eles o vejam, mas não saibam como lidar com isso sem parecerem demasiado abertos a novas e perigosas ideias.

Mazur foi recentemente entrevistada pelo progressivo locutor de rádio, Jeff Farias, e apresentou algumas ideias muito interessantes sobre tudo isso. Ela relata como as suas histórias sobre Altenberg 16 foram recebidas e do modo como alguns cientistas reconhecem os problemas que existem com a moderna teoria evolucionista, mas insistem que seria melhor atacar criacionistas do que lidar com essas questões, e de como os cientistas se grudam politicamente uns em torno dos outros quando está em causa financiamentos e publicação.

Suzan Mazur: Mas parte do problema é "o ciclo de submissão", tal como Lima-de-Faria coloca a questão. Quando você tem um processo de revisão por pares para percorrer. Se você tem uma teoria muito pouco ortodoxa, mas algo que você vê como uma sólida ideia, você pode não ter muito sucesso quando a tentar enviar para uma revista, para aprovação. Porque os cientistas apoiam-se uns nos outros, eles querem garantir financiamento. Caso obtenham a aprovação dos seus pares, então isso torna mais fácil obter financiamentos, etc. Ao invés de se empenharem por uma nova ideia, os cientistas tendem a ir com a maioria. E a ciência não avança tanto como poderia.

Leia tudo aqui.

(por Robert Crowther)

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

O Design Inteligente e a Investigação Médica

Vídeo retirado do DVD Expelled, mostrando que, ao contrário da choradeira ateísta, um pesquisador pode adoptar o design como paradigma e continuar efectuando pesquisas científicas à vontade. (por Maximiliano Mendes, Areópago)



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Os computadores e o darwinismo

Design inteligente e a cultura popular: Computadores vs darwinismo? Um professor de computadores comenta

Angus MenugeRecentemente, tenho estado a ler Angus Menuge sobre "O Fracasso do Darwinismo", a partir da perspectiva de um professor de computadores. Menuge é um Professor de filosofia e de ciência computacional na Concordia University, em Wisconsin. Os seguintes trechos do seu livro, Agentes Debaixo de Fogo é a mais clara explicação da razão porque não são aceitáveis os argumentos darwinistas de que máquinas intrincadas dentro da célula podem ser construídas sem nenhuma inteligência subjacente no universo:


Um Diagnóstico do Fracasso do Darwinismo

Agents Under FireRepetidamente, temos visto que mesmo que a duplicação de genes pudesse formar todas as partes de um sistema de complexidade irredutível de maneira que ficassem simultaneamente disponíveis, o darwinismo não pode fornecer soluções credíveis para os problemas de coordenação destas peças e de garantir a sua compatibilidade de interligação.

Da minha perspectiva como um professor de programação informática, esta limitação do darwinismo como uma estratégia de resolução de problemas é surpreendente. Em primeiro lugar, consideremos o problema análogo de coordenar as instruções de um programa. À medida que os programas se tornam mais complexos, torna-se virtualmente impossível conseguir que eles funcionem se eles forem escritos de baixo para cima (bottom-up), com uma instrução de cada vez.

Com tantos detalhes, é altamente provável que algumas tarefas críticas sejam especificadas de forma incompleta ou na ordem errada. Para evitar tais erros, os programadores consideram essencial usar um design de cima para baixo (Top-down). O design Top-down é uma estratégia de resolução de problemas que começa com uma especificação abstracta da tarefa do programa e, em seguida, divide-a em vários sub-problemas principais, cada uma dos quais é ainda mais refinado em seus próprios sub-problemas.
Esta estratégia é bem representada por coisas como as receitas, aonde a tarefa é dividida em ingredientes e utensílios (iniciação), e a mistura dos ingredientes e o cozinhar (transformação), e uma especificação do que se tem que fazer quando aquelas especificações estiverem prontas (finalização). A mesma abordagem está bem patente nas instruções para montar peças de mobiliário, tais como uma estante de livros.

Primeiro, a montagem da estante de livros é reduzida às suas principais tarefas, a construção da estrutura, do painel traseiro, e as estantes. Em seguida, cada uma dessas tarefas é pormenorizadamente especificada. Em todos os níveis, a ordem das tarefas é importante, por exemplo, o painel de trás e as prateleiras não podem ser instalados sem que a estrutura esteja completa. A qualidade do design Top-down é sensível à correcta colocação das tarefas, garantindo que determinada tarefa não é omitida, repetida de forma redundante, ou realizada fora de sequência correcta. Desta forma, o design top-down facilita a boa coordenação dos módulos de resolução de problemas.

Infelizmente, a selecção natural não pode implementar um design top-down (de cima para baixo). A selecção natural é um processo de baixo para cima (bottom-up) atomístico. As tarefas devem ser resolvidas de forma gradual, independentes umas das outras. Não existe uma consciência da função futura do sistema montado para coordenar essas tarefas. Se até mesmo agentes inteligentes (programadores experientes) precisam de design top-down para resolver problemas complexos, é tendencioso supor que a selecção não inteligente possa resolver problemas pelo menos tão complexos sem o auxílio do design "top-down".

De fato, mesmo com o design top-down, os programadores consideram que é necessário fazer dois níveis de testes para produzir um programa funcional. Um nível, o teste da unidade, testa a função de um módulo em isolamento de todo o programa. O outro nível, o ensaio de integração, garante que quando todos os módulos estão montados, eles interagem de tal maneira que se possa resolver o problema global. Estes dois tipos de testes são necessários: é uma falácia de composição argumentar que, uma vez que todas as partes do sistema funcionem, o sistema montado também irá funcionar.


Compare os exemplos a seguir.

Todos os jogadores de futebol futebol estão em forma, pelo que a equipa vai jogar eficazmente.

Cada tijolo é sólido; portanto, a parede resultante vai ser forte.

As conclusões não procedem porque é importante como os tijolos e os jogadores são coordenados, e é importante saber se eles são compatíveis. Suponhamos que cada jogador está em forma mas que o ataque tenta marcar golo somente quando perde a posse de bola: a equipa vai estar irremediavelmente descoordenada. E se cada jogador tiver uma forma de jogar diferente para as mesmas circunstâncias, a equipa irá sofrer por elementos incompatíveis.

Da mesma forma, se os tijolos são sólidos mas são empilhados de forma aleatória ou então se são são incompatíveis em tamanho e forma, será impossível construir um muro eficaz.

Infelizmente, o Darwinismo comete justamente essa falácia de composição, no caso dos sistemas de complexidade irredutível. O Darwinismo tem que supor que o teste das unidades independentes dos componentes atómicos (que a selecção natural providencia) é uma maneira plausível de coordenar e sintonizar os componentes para o seu papel combinado. Mas não é. A maioria dos subgrupos retirados de grupos poderosos de sólidos jogadores de futebol e tijolos serão completamente não funcionais quando combinados como equipas ou paredes.

Nota 65: De uma outra perspectiva, o Darwinismo também é culpado da falácia invertida, a falácia da divisão. O Darwinismo argumenta que porque um determinado sistema de "complexidade irredutível" tem uma função, ele deve ser composto por subsistemas com a mesma função ou com uma função diferente. Mas, só por si, o motor do flagelo nem apoia a locomoção nem qualquer outra função.

(pp. 120-21, Agentes Debaixo de Fogo)


Você não vai ler isso nos livros didácticos financiados pelo governo, por isso guarde este link.


(por O'Leary)

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outros posts relacionados com a informática, a vida e a evolução:


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Dawkins e a «Desgraça Nacional»

Richard DawkinsDe acordo com uma sondagem Mori, no Reino Unido, 29% dos professores de ciências quer permitir o ensino do criacionismo nas aulas de ciências. Presume-se que isso inclui o design inteligente que é, geralmente, metido num "saco do criacionismo que dá para tudo". Além disso, 73 % dos professores de ciências acham que o criacionismo deveria ser discutido em outro tipo de aulas. Dawkins classifica o facto de que 29 % dos professores de ciências quererem permitir que o criacionismo seja ensinado nas escolas, como sendo uma "desgraça nacional".

Richard Dawkins e Steve Jones dão suas opiniões sobre a sondagem aos professores sobre o criacionismo

Um quarto [29%] de professores de ciências ensinaria o criacionismo

Em primeiro lugar, vou deixar de lado a questão interessante de como Dawkins pode considerar alguma coisa uma 'des-graça' quando ele próprio começa por acreditar que 'graça' é um conceito sem sentido. Mas, sobre a questão de uma «desgraça nacional»; quando a maioria dos professores querem respeito às cosmovisões dos alunos nas escolas, é estranho que alguma coisa possa ser uma "desgraça nacional". Ou até mesmo para uma pequena minoria, sem dúvida, ela deveria ter a sua opinião respeitada numa democracia. Acho que dar "carta branca" a um grupo restrito de humanistas seculares e ateus para ditarem uma política de educação que desrespeita as cosmovisões das crianças numa sociedade multi-religiosa é que é a verdadeira desgraça nacional. Mas Dawkins quer reeducar os professores, até que todos aceitem a evolução como um facto, ou se isso não acontecer até que, presume-se, lhes sejam removidos os seus empregos. Parece que Dawkins e os amigos não têm grande respeito por uma sociedade livre. AC Grayling tem também apelado a uma "guerra" contra a religião em geral, principalmente justificando que a religião é a causa da guerra em primeiro lugar. Mas deixemos este assunto de parte. Guerra de morte contra a religião - AC Grayling

O que Dawkins não pode reconhecer (não lhe convém) é que a razão pela qual o design inteligente está a ganhar terreno é porque a ciência ela própria está avançando, e os conhecimentos sobre a complexidade da vida biológica estão extravasando apesar das tentativas de conter esses conhecimentos através dos poderes que controlam a política da educação da ciência.
Mas se Dawkins leva a sério a preservação da crença na evolução então ele tem que impedir as crianças de descobrirem e conhecerem a incrível complexidade da célula. Aqui estão algumas tácticas que ele poderia usar para manter o rebanho sob controle e manter o dogma de Darwin:
Rebanho de Dawkins Priestwood
  1. Silenciar as ciências biológicas e ocultar o conhecimento sobre o grau de complexidade da célula até que as crianças estejam completamente doutrinadas na evolução.
  2. Publicar livros didácticos com investigação desactualizada ou utilizar evidências já falseadas - eles serão muito novos para se aperceberem.
  3. Usar argumentos emocionais, polémicos e retóricos contra os defensores do design inteligente, e assim usar o medo e pressão dos pares para impedir as crianças de fazerem perguntas embaraçosas, ou de investigarem as evidências fora do currículo estreito e de arriscarem uma mudança de lado.
  4. Deturpar os argumentos dos defensores do design inteligente, e usar falácias de lógica nas críticas ao design inteligente. Além disso, não dar às crianças as habilidades necessárias para reconhecerem logicamente os argumentos falaciosos.
  5. Enganar e confundir as crianças com argumentos falaciosos, para que desistam completamente da ciência - e o mito de Darwin seja conservado com eles para todas as suas vidas.

FONTE: Ciência e Valores


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução