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sábado, 21 de março de 2009

A Figueira Estranguladora

No dia da árvore trago-vos a Figueira Estranguladora.

Figueira estranguladora
A Figueira Estranguladora(Ficus macrophylla) fez-me lembrar outra vez a árvore darwinista.

É uma espécie australiana, de Queensland, que chega a viver 500 anos. As raízes saem de cima, dos ramos, e pouco a pouco dirigem-se até ao solo. É desta maneira que a árvore procura ancorar-se nos solos pantanosos de que é originária. Sem este tipo de raízes a árvore não se sustentaria e tombaria.

Ela apoia-se também nas outras árvores para não tombar. De tal forma que acaba por as matar. É um abraço sufocante que pode durar dezenas de anos.

As raízes vão muito longe, por vezes quebram as canalizações, provocando avarias nas infraestruturas humanas.

Porque ela faz lembrar a árvore darwinista?
Figueira estranguladora - raízes aéreasPorque a árvore darwinista sustentada no pântano da sua sopa primordial não se aguenta. Porque os darwinistas constroem os ramos da sua árvore no ar, e também precisam de levá-los até ao solo, muito como as raízes da figueira estranguladora.
Porque a árvore darwinista também é exclusivista.
Figueira estranguladoraPorque também ela estende seus tentáculos, matando, sufocando a liberdade da floresta em seu redor. Essa espécie de árvore, a darwinista, também é centenária. Podemos imaginar todos os abraços fatais que ela já causou na floresta da liberdade académica após tantos anos. E as perturbações e avarias que tem provocado no engenho humano.

Infelizmente no mundo académico não podemos ainda celebrar a "Floresta", por enquanto as raízes aéreas e os abraços fatais vão perpetuando 150 anos do culto generalizado da "Figueira Estranguladora"!


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Viagem Cósmica

Esta semana passou um documentário muito interessante na RTP2, que fez-me lembrar um tópico deste blog chamado Universo MACRO - MICRO. Encontrei um excerto no youtube que tem precisamente a parte mais interessante do documentário, a parte em que nos vamos afastando da terra em potências de 10, e depois nos aproximamos inversamente desde uma gota de água até ao espaço ínfimo do interior do átomo. Vale bem a pena ver:



E a pergunta que não quer calar: Como surgiu tudo isso?
Resposta dos darwinistas: Surgiu por acaso! Rsrs

Titulo Original:«COSMIC VOYAGE»
A Terra vista do espaço...
Viagem Cósmica combina imagens reais com gráficos gerados por computadores de última geração, focalizando a dimensão do ser humano no universo infinito. Um dos pontos altos dessa jornada é o zoom cósmico que utiliza potências matemáticas de base 10, variando desde a superfície da Terra até as maiores estruturas observáveis do Universo, e de volta às esferas subnucleares - uma viagem ao longo de 42 diferentes escalas de tamanho.

Fonte: RTP


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sexta-feira, 20 de março de 2009

Darwinistas como as lagartas

Thaumetopoea pityocampa - Lagarta do PinheiroSerá que a lagarta do pinheiro aprendeu com os darwinistas? Ou foram os darwinistas que aprenderam com a lagarta do pinheiro?

O ciclo de vida de alguns darwinistas ("Lagartus darwinisticus")

Estabelecem-se numa árvore da vida que acreditam ser a única que existe (não têm capacidade de enxergar a uma distância maior do que uma agulha de pinheiro) e que acreditam que apareceu ali por acaso. Nela criam ninhos infestando-a. As virtudes que possam existir nessa árvore podem ficar comprometidas pelas fantasias tóxicas criadas por esta lagarta. A acção nociva da lagarta darwinista pode enfraquecer a árvore e pode mesmo levar à sua morte:

Árvore morta - dead tree
É habitual as lagartas verem-se obrigadas a descer aos fundamentos da árvore. Uma dessas lagartas "darwinisticus" lidera o grupo, indo na frente, com todas as restantes lagartas seguindo a primeira, em fila indiana, sem questionarem. Quiçá se trate de alguma expedição em busca da sopa primordial, ou do LUCA (Last Universal Common Ancestor - Último Antepassado Comum Universal)...

Depois de descerem, verificam que não há nenhuma sopa (nem nenhum LUCA) na base da árvore. Mas não perdem a fé. Mantêm-se umas atrás das outras e iniciam uma migração no solo em busca da sopa/LUCA noutros locais. Thaumetopoea pityocampa - Lagarta do PinheiroFrequentemente atravessam estradas que não compreendem (também acham que surgiram por acaso). Não acreditam em projectos, nem em "árvores" rolantes projectadas por uma forma de inteligência, que se deslocam nesses pisos de alcatrão. Por não terem noção dessas peças de engenharia com rodas, ignoram os riscos de atravessarem as vias públicas. É habitual serem esmagadas pelas evidências que ali circulam. Um grupo de lagartas que seja esmagado raramente recupera. Normalmente as que sobrevivem começam a circular sobre si mesmas em argumentos fechados dos quais jamais se irão libertar.

Os grupos de lagartas que conseguem chegar ao outro lado continuam a odisseia. Quando percebem que não vão encontrar o LUCA/sopa em lado nenhum, encasulam-se no solo. Esperam transformar-se em lindas mariposas.

Conseguem transformar-se em mariposas porém desprovidas da beleza que ansiavam. Perdem a pestilência inicial, mas passam a conseguir voar. Seus voos levam-nas às mais variadas acrobacias especulo-fantasiosas. Mas nem com estas manobras conseguem encontrar, nem explicar, a sopa/LUCA. Acabam por pousar noutras árvores, inclusive em árvores de fruto, mas não as reconhecem. Ignoram-nas, mesmo quando lindas borboletas lhes falam da doçura e do néctar delicioso daqueles alimentos.

Apesar das evidências, continuam a acreditar que tudo (inclusive outras árvores) teve origem na sua árvore de eleição, o pinheiro.

E é nela que depositam mais uma vez toda a sua fé. Dirigem-se para ela e depositam ali seus ovos. Mais uma geração de insectos perigosos para os outros seres vivos, e para a própria árvore, nascerão para repetir a odisseia das larvas darwinistas.


P.S. - Antes que me acusem de fixação com os darwinistas relembro que à semelhança das lagartas que se atravessam constantemente no meu caminho, quando vou dar um passeio a pé, também os darwinistas, e as suas visões materialistas/naturalistas, infestam os meios de comunicação, dominando as revistas e jornais, e entrando, sem pedir licença, na casa das pessoas, pela televisão, com propagandas das suas mensagens e doutrinas.


A Lagarta do Pinheiro é realmente perigosa, para as pessoas, para os animais, e para os pinheiros atacados. Veja o ciclo da lagarta "Thaumetopoea pityocampa" (Processionária) aqui.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Mini-dinossauro escondido com uma pena de fora

Descobriram mais um microdino. Foi baptizado de Hesperonychus elizabethae.

Não é o dinossauro mais pequeno do mundo, porque esse titulo ainda pertence ao Microraptor. Mas é o dinossauro mais pequeno da América do Norte, região do mundo aonde são habitualmente encontrados dinossauros maiores, de grande ou médio porte.

Da metade do tamanho de um gato, teria cerca de 50 cm de altura, e pesaria cerca de 2 Kg. Ou seja teria o tamanho de uma galinha.

Hesperonychus elizabethae garra - claw

Tudo o que eles têm é a parte de uma pelvis e alguns ossos digitais. Chegaram à conclusão que se tratava de um adulto, e não de uma cria de um dinossauro maior, pelo facto da pelvis apresentar seus elementos fundidos.

Hesperonychus elizabethae bacia - hip

É interessante que, baseados em tão poucos fragmentos, os darwinistas facilmente constroem todo um conjunto de especulações sobre os hábitos predatórios, dieta, comportamentos, etc.

Vejam algumas especulações:

"Segundo o estudo, o pequeno carnívoro era rápido,..."
Jornal da Ciência

É até uma vergonha para esse Jornal da Ciência ter gente a escrever assim. Quando muito um estudo ciêntifico podia sugerir que o animal era rápido, nunca afirmar. Muito menos quando as evidências são apenas um pedaço do osso da bacia e alguns digitos...


"Embora seja considerado pequeno em relação aos outros dinossauros do Cretáceo, o H. elizabethae é grande se comparado aos mamíferos daquele período. Segundo Longrich, a competição entre esses grupos teria inibido a evolução tanto de mamíferos grandes quanto de dinossauros muito pequenos. “Por isso não era comum a existência de mamíferos gigantes ou dinossauros minúsculos”, completa."
Ciência Hoje
E já cá faltava uma historinha "Just So", imaginação darwinista no seu melhor. Obrigado Longrich por animar os cépticos! Rsrs


Bem... pelo menos não trataram de colocar logo umas asinhas no bicho, como fizeram com o Microraptor, e com outros dinossauros plumados, que foram tão amados pelos darwinistas, mas que pouco tempo depois foram depenados pelas evidências!...

Hummm... vendo melhor... parece que afinal o artista(Nicholas Longrich) tentou enfiar um casaco de penas na sua criação especulativo-fantasioso-darwinista:

Hesperonychus elizabethae

Mas nesta imagem... nesta imagem pelo menos o artista já não foi tão explicito:

Hesperonychus elizabethae
Provavelmente nesta ultima imagem tenha evitado as penas por causa de alguns fracassos darwinistas do passado recente. Mas o resultado desta ultima criação artística, foi que deixou o dinossauro meio depenado, dando mesmo a ideia de que, se falta lá alguma coisa com certeza são as penas. Aquilo parece mas é um frango depenado a fugir do cozinheiro...

Rsrsrs... E depois não gostam que se diga que o darwinismo é um género literário...


Vejam os posts relacionados:



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segunda-feira, 16 de março de 2009

Lógica, evidência e a matemática apoiam o Design Inteligente

Por vezes os darwinistas em vez de responder às criticas a Darwin e ao Darwinismo, partem para o ataque acusando os defensores do DI de não apresentarem evidência positiva do DI e de se limitarem a criticar Darwin.

As evidências contra o Acaso e a Necessidade (o que também dá pelo nome de darwinismo) são evidências para o Design

Em matemática, há um método de prova denominado "prova por contradição". A lógica por trás desta prova é a seguinte: Criar duas alternativas possíveis. Assumir que uma das alternativas é verdadeira, e provar que ela é logicamente contraditória. Um magnífico exemplo da prova por contradição é a prova de Euclides (de há cerca de 300 aC) de que o número de primos é infinito.

Vamos aplicar o método de prova por contradição ao debate do acaso-e-necessidade versus design.

Evidentemente, este não é um modelo matemático, mas há semelhanças muito esclarecedoras. Existem duas opções: 1) design (previsão e planeamento), e 2) as leis materialistas da física, química, e das probabilidades - que se alega terem produzido todos os fenômenos biológicos, desde as máquinas de processamento de informação da célula até à mente humana.

A opção 2) poderia ter sido defensável no século 19, quando se pensava que a vida era fundamentalmente simples, mas é completamente indefensavel à luz da ciência moderna. A preponderância da evidência científica e da análise matemática pesa de forma esmagadora no apoio ao design, como uma prova por contradição.

Coloquemos de parte a "auto-organização". O cloreto de sódio forma cristais de sal, e a água congela em flocos de neve, mas os cristais de sal e os flocos de neve não contêm nenhuma informação (que não seja a informação sobre a forma como as moléculas interagem mecanicamente e de como elas coalescem), e eles certamente não formam maquinaria de processamento de informação.

Claro, que há sempre a possibilidade de haver uma terceira opção, além do design versus acaso-e-necessidade, mas eu gostaria de saber qual é. Entretanto, a lógica, a evidência, e a matemática pesam para lado do design, como uma prova por contradição.

(por GilDodgen)



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A complexidade que Darwin não resolveu

"Para os zooólogos, os equidios têm, entre outras particularidades a posse de cascos. cascos de cavaloEstes são verdadeiros órgãos cuja eficácia implica uma anatomia fina, complexa e uma modificação na parte distal dos membros. Como pôde constituir-se uma estrutura deste tipo, que exige modificações qualitativas muito mais complicadas que a fusão de dois ou três núcleos de hélio? Aí está o grande problema, de que todos os progressos de conhecimento desde Darwin mais não fizeram do que aumentar o mistério da sequência de ciclos de controlo nos fagos até aos órgãos dos animais superiores passando pelos organitos celulares e pelos tecidos diferenciados dos seres multicelulares. Em todos os casos, deve fazer-se a dupla constatação de uma enorme complexidade estrutural e de uma funcionalidade surpreendente."

( do Prefácio do livro "Para Acabar o Darwinismo", por Marcel Schutzenberger.)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução