Home RSS

terça-feira, 31 de março de 2009

DE ONDE VIEMOS?

Vejam este video:



Tradução do vídeo:

Em 1859 a visão do mundo de um homem mudou tudo.

"O universo que observamos tem precisamente as propriedades que deveríamos esperar. Não há na base nenhum design, nenhum propósito, nada mais do que uma indiferença impiedosa e cega." - Charles Darwin

NA RUA:
  • Não sei!... Estou bastante satisfeita com a explicação da evolução.

  • Sim, realmente acredito que somos descendentes de animais.

  • A evolução é óbvia.

  • O homem não foi criado à imagem de Deus. Deus foi criado à imagem do homem, para que pudéssemos abordar esses assunto de que éramos ignorantes.

  • posso pensar que a grande piada de tudo isto é que antes de haver pés haviam barbatanas, antes de haver pulmões havia guelras. Sabe, faz tudo parte desse processo que nos trouxe ao que somos hoje.

NÃO HÁ DESIGN?

NÃO HÁ PROPÓSITO?

INDIFERENÇA CEGA?

DE ONDE É QUE VIEMOS?

Phillip Johnson (Autor de Ciência):
Ás vezes pergunto-me porque ninguém fala sobre mais nada. Porque este é o assunto mais interessante que existe.
De onde viemos? Como aqui chegamos? O que nos trouxe à existência? Qual é a nossa relação com a realidade como um todo?


Paul Nelson (Filósofo de biologia):
Se olharmos para a enorme diversidade e complexidade da vida, inevitavelmente uma questão se levanta: O que trouxe tudo isto à existência? Foram apenas as forças não direccionadas do acaso e da necessidade? Ou há mais alguma coisa em jogo? Há um propósito? Um plano? Um design? Um projecto com uma causa inteligente?

AONDE É QUE AS EVIDÊNCIAS LEVAM?


Michael Behe (Microbiólogo):
É realmente interessante notar que quanto mais sabemos sobre a vida, quanto mais sabemos sobre a biologia, mais problemas o darwinismo tem que explicar, mais o design se torna aparente.

Dean Kenyon (Bioquimico):
Não temos a mínima hipótese de termos uma origem química evolucionaria, ou mesmo da origem da célula mais simples.

Stephen Meyer (Filósofo de Ciência):
A descoberta das propriedades de armazenamento da informação do DNA e do RNA é um desafio fundamental para todas as teorias materialistas sobre a origem da vida.
O Neo-darwinismo e as suas teorias associadas para a sua evolução química, não vão conseguir sobreviver à biologia da informação, que é a biologia do século XXI.


Jonathan Wells (Biólogo Molecular):
Quando olho para a biologia de uma forma objectiva, sem excluir a possibilidade de design, o design simplesmente se destaca como a explicação mais provável. E é por isso que acredito que é verdade.

Scott Minnich (Biólogo Molecular):
Não podemos explicar estes sistemas pela Lei Natural. E se procurarmos a verdade, e se foram de facto projectados (e temos que ser engenheiros projectistas para os entender) então eu digo, qual é o problema? Sabe, vamos aonde as evidências nos levarem. Sim, isto tem implicações metafísicas profundas, mas se tiver que ser assim, que seja.


Por vários séculos têm-nos dito que o universo não tem consciência da nossa existência. Que existimos numa pequena partícula de poeira num universo enorme. E que o universo não foi projectado para seres como nós.

Jay Richards (Filósofo):
A evidência sugere algo completamente diferente. Sugere que o universo teve um propósito.

Robin Collins (Filósofo de Ciência):
As leis da física equilibram-se de forma a permitir que a vida ocorra. O que temos é um universo, que não só é friamente afinado para que a vida possa ocorrer, mas também tem uma estrutura matemática bela, e uma estrutura tal que nos permite que descubramos essa estrutura.

Guillermo Gonzalez (Astrónomo):
Há qualquer coisa no universo que não pode ser simplesmente explicado pelas forças impessoais da natureza e de átomos que colidem com átomos. E por isso somos levados a procurar algo para além do universo para tentar explicá-lo.

Jay Richards (Filósofo):
Os fundadores da ciência moderna tais como Copérnico, Kepler, Galileu e o próprio Newton acreditavam que o universo era produto de uma mente, que o universo era inteligível para seres como nós porque o próprio universo era o produto de um ser inteligente.

Lee Strobel (Jornalista):
Eu fui treinado no jornalismo e na lei para responder pela verdade. Tive que dar um passo de fé na mesma direcção em que a evidência está a fluir. Não é preciso cometermos suicídio intelectual para chegar à conclusão de que há um designer inteligente, porque hoje a ciência está a apontar de uma forma mais directa e mais poderosa para um criador do que em qualquer outra altura da história do mundo.



Posts relacionados:


Continuar a Ler >>

segunda-feira, 30 de março de 2009

Animações de Biologia Celular e Molecular

Colecção de Animações Virtuais da Célula

Os educadores debatem-se muitas vezes com limitações no ensino de processos celulares e moleculares, porque normalmente eles têm apenas ferramentas de duas dimensões para ensinar algo que acontece na realidade em quatro dimensões. Investigações da aprendizagem tem demonstrado que a visualização de processos em três dimensões auxilia na aprendizagem, e que as animações são ferramentas de visualização eficazes para novos alunos e ajuda na retenção, na memória de longo prazo. A World Wide Web Instructional Comité na North Dakota State University tem utilizado estes resultados da investigação como uma inspiração para desenvolver um conjunto de animações de alta qualidade dos processos moleculares e celulares.
Actualmente, essas animações representam a transcrição, a tradução, a expressão genética bacteriana, o processamento do RNA mensageiro (RNAm), a divisão do mRNA, transporte de proteína numa organela, cadeia de transportes de electrões, bem como a utilização de um gradiente biológico para sintetizar a adenosina trifosfato. Estas animações são integradas com um módulo de ensino que consiste nos componentes Primeiro Olhar e Olhar Avançado que caracterizam imagens capturadas da animação representando as principais etapas dos processos em diferentes níveis de complexidade.

Uma experiência de investigação levada a cabo no interior da sala de aula demonstrou que a retenção dos conteúdos por parte dos alunos era significativamente melhor quando os estudantes recebiam as animações na aula, e em seguida, as animações eram utilizadas como uma actividade de estudo individual.

FONTE: http://www.lifescied.org/cgi/reprint/4/2/169

PROCESSOS CELULARES:
ATP Sintase
Os gradientes fornecem a energia para muitos ciclos biológicos importantes. A ATP sintase utiliza um gradiente de um ião de hidrogénio para ajudar a produzir uma fonte de energia fundamental para os organismos biológicos - ATP.

Cadeia de Transportes de Electrões
A respiração celular e as etapas da cadeia de transporte de electrões (ETC), permitem que as células animais e vegetais produzam energia utilizável. Esta secção fornece imagens com legendas e uma animação que cobrem as etapas fundamentais na ETC.

Distribuição de proteínas
O aparelho de Golgi está envolvido no tráfego e triagem de proteínas produzidas dentro de uma célula. As proteínas traduzidas no retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o Golgi. De lá, elas são modificadas e embaladas em vesículas para distribuição. Esta secção dá uma visão geral dos mecanismos envolvidos neste processo.

Modificação de proteínas
O aparelho Golgi é uma organela celular responsável pela modificação e transporte de proteínas para outras organelas como a lisossomo, a organela da digestão da célula. As proteínas traduzidas no retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o Golgi. De lá, elas são modificados e embaladas em vesículas para distribuição. Esta secção incide sobre a forma como as modificações feitas no Golgi ajudam a orientar este processo.

A secreção constitutiva (Golgi)
As proteínas podem ser segregadas, ou transferidas para fora da célula, através de várias vias. A secreção constitutiva é um desses processos. Na secreção constitutiva as proteínas são segregadas de uma célula continuamente, independentemente de factores externos ou sinais. Este percurso também é utilizado por todas as células eucarióticas para manter as células da membrana plasmática.

A secreção regulada (Golgi)
As proteínas podem ser segregadas, ou transferidas para fora da célula, através de várias vias. A secreção regulada é um desses processos. Na secreção regulada as proteínas são segregadas de uma célula em grandes quantidades quando um sinal especifico é detectado pela célula. O exemplo utilizado nesta animação é a libertação de insulina após um sinal de glicose entra numa célula beta pancreática.

Transporte de proteínas para a mitocôndria
O transporte de proteínas ocorre em vários locais numa célula. Esta animação segue os passos necessários para o transporte de uma proteína para a mitocôndria.

Fotossíntese
A fotossíntese é o meio pelo qual as plantas fazem uso da clorofila e da luz para produzir energia. Esta secção dá uma panorâmica das etapas fundamentais do da cadeia de transporte fotossintética de electrões.

Fotossistema II
A fotossíntese é o meio pelo qual as plantas fazem uso da clorofila e da luz para produzir energia. Esta secção dá uma panorâmica dos mecanismos que ocorrem no fotossistema II - um complexo fundamental na cadeia fotosintética de transporte de eletrões e o único que pode produzir oxigénio a partir da água e da luz.



PROCESSOS MOLECULARES:
A transcrição
A transcrição é um processo biológico vital nas formas de vida. É através deste processo que o roteiro biológico codificado numa banda de DNA é utilizado para produzir uma cópia de RNA complementar. O RNA pode então continuar para ajudar a produzir as proteínas e enzimas que alimentam os organismos vivos.

Processamento do mRNA
Depois de ser transcrito, o pré-mRNA tem que ser processado. Durante o processamento algumas funcionalidades são adicionadas ao mRNA original. Esta secção fornece uma animação e um conjunto de imagens que abrangem as etapas básicas da transformação do mRNA.

Divisão do mRNA
Depois de processamento do pré-mRNA estar concluído, a banda de mRNA está pronta para ser dividida. A divisão é a fase durante a qual os intrões são removidos da banda, e os exões que permanecem são montados numa banda final de mRNA que está pronta para a tradução. Esta secção fornece uma animação e um conjunto de imagens que abrangem as etapas básicas da divisão do mRNA.

A tradução
A tradução é um processo biológico fundamental nos seres vivos. É este conjunto de eventos que transforma o código contido no DNA e, mais tarde o mRNA, nas proteínas necessárias para a vida celular.

O operão lac
O operão lac é um exemplo de um sistema induzível da expressão do gene. O seu estado padrão é o inactivo. Só quando o catalisador certo é adicionado ao sistema, neste caso o açúcar lactose, é que é activado o processo, permitindo que os genes em questão se expressem.


Estas animações educativas com base em módulos estão disponíveis em http://vcell.ndsu.edu .

E isto é apenas uma amostra da complexidade dos processos celulares e moleculares.
Não sei se repararam que a este nível da biologia normalmente não vemos as habituais manifestações de fé darwinistas e as suas explicações fantásticas.

Aqui está mais uma oportunidade para os avestruzes darwinistas mais conscientes tirarem a cabeça da areia e começarem a tentar explicar como pode a filosofia darwinista explicar como estes mecanismos surgiriam através da graça da selecção natural e através da acção aleatória do espirito santo das mutações omnipresentes e omnipotentes.

Ao trabalho, Darwinistas! ;)



Continuar a Ler >>

Texas aprovou a analise critica da Teoria da Evolução

Grande Vitória no Texas, este Estado Lidera a Nação ao Exigir a Análise Crítica da Evolução nas Aulas de Ciências do Ensino Médio

Texas Flag FreedomNuma grande vitória para aqueles que têm sido a favor do ensino das evidências científicas a favor e contra a evolução, hoje o Texas passou a exigir que os estudantes “critiquem” e "examinem “todos os lados da evidência” e exige especificamente que os estudantes “analisem e avaliem” a evidência para os principais conceitos evolutivos tais como a ancestralidade comum, a selecção natural, e as mutações.

“O Texas mandou uma mensagem clara de que a evolução deve ser ensinada como uma teoria científica aberta ao escrutínio crítico, e não como um dogma sagrado que não pode ser questionado,” disse o Dr. John West, um Membro Senior do Discovery Institute. “Ao contrário das afirmações do lobby evolucionista, absolutamente nada daquilo que o Conselho fez, promove o ‘criacionismo’, ou a religião, nas salas de aula. Os grupos que afirmam o contrário pura e simplesmente mentem. Sob os novos parâmetros, espera-se dos alunos que analisem e avaliem a evidência científica a favor da evolução, e não da religião. Ponto final.”

As novas exigências fazem parte dos parâmetros de ciência revistos e aprovados hoje (em 27/03/2009) pelo Texas State Board of Education (Conselho Estadual de Educação do Texas). Os parâmetros de ciência trechos que exigem que os alunos “analisem avaliem e critiquem explicações científicas… inclusivamente que examinem todos os lados da evidência científica… a fim de encorajar o pensamento crítico pelos estudantes.” Igualmente importante, os parâmetros de biologia do ensino médio exigem agora que os estudantes “analisem e avaliem” a evidência científica das partes mais importantes da teoria da evolução, incluindo a ancestralidade comum, a selecção natural e as mutações.

O Discovery Institute há muito tempo que tem apoiado a ideia de que a evolução deve ser apresentada aos estudantes de uma forma total e completa, incluindo as suas questões não resolvidas.

(por Robert Crowther)



Posts relacionados:



Continuar a Ler >>

quinta-feira, 26 de março de 2009

O Dilema Cambriano de Darwin

O último filme do Illustra Media, há muito aguardado, da trilogia do Design Inteligente, O Dilema de Darwin, será lançado este Verão e estará disponível para compra no site da ARN.

Dilema de DarwinEste documentário irá analisar aquilo que muitos consideram ser a mais poderosa refutação da evolução darwiniana - o registro fóssil do Cambriano. Charles Darwin percebeu que a evidência fóssil não apoiava a sua teoria do desenvolvimento evolucionário gradual, passo-a-passo. Ele esperava que as futuras gerações de cientistas fizessem as descobertas necessárias para validar as suas idéias. Hoje, depois de mais de 150 anos de exploração, a evidência fóssil para as mudanças biológicas lentas e incrementais ainda está por encontrar. Em vez disso, encontramos uma imagem de aparição rápida de organismos complexos completamente desenvolvidos durante o início do era geológica Cambriana. Organismos que encaixam quase todos os planos corporais dos animais que existem hoje. Esta explosão notável de vida é melhor explicada pela existência de uma inteligência transcendente.

Tal como aconteceu com os dois primeiros documentários do Illustra Media sobre o DI,
Unlocking the Mystery of Life and The Privileged Planet, O Dilema de Darwin está cheio de animações de alta qualidade para ajudar o espectador a visualizar a incrível complexidade e design das criaturas do Cambriano. Você pode ver um trailer do Dilema de Darwin aqui.


Não posso dar uma resposta satisfatória à questão de porquê não se encontraram ricos depósitos fossilíferos pertencentes a estes períodos anteriores ao Câmbrico”. - Charles Darwin, escreveu isto em 1859, que resume o que veio a ser conhecido como o “Darwin's Dilemma” (O Dilema de Darwin): a ausência de fósseis no período pré-Câmbrico (período de tempo que ainda se refere ao tempo entre o surgimento da Terra e o surgimento dos fósseis de animais).


Ver posts relacionados:



Continuar a Ler >>

domingo, 22 de março de 2009

Biosfera - jornalistas servis perante Darwin

Biosfera - Programa da RTP2Mais um programa da televisão portuguesa que prova bem a forma parcial e subserviente com que o jornalismo em Portugal lida com a questão do Darwinismo. Foi na passada quarta-feira, no programa Biosfera da RTP2:

O episódio do Biosfera pode ser visto clicando no play do seguinte video:

(pode também ser visto site da RTP, aqui)


Seguem-se algumas partes daquilo que foi dito no programa e alguns comentários deste blog:


Biosfera, 18 de Março de 2009


Porque é que existem tantas espécies?

Charles Darwin respondeu a esta questão com "A Origem das Espécies", uma obra que derruba a criação divina [se derruba a criação divina já demonstra a natureza pouco cientifica da obra. Como é que a ciência poderia derrubar a ocorrência ou não de uma intervenção divina de criação? Pois, Darwinismo não é ciência!] e mostra como os seres vivos descendem uns dos outros. [Que os seres vivos descendem uns dos outros já se sabia antes de Darwin. Que mais não fosse porque os filhos descendem dos seus pais, e isso sempre foi do conhecimento do homem. Agora o como... esse como ainda está a ser descoberto, à medida que vão sendo desvendados os processos reprodutivos ao nível molecular. E estes processos moleculares revelam uma complexidade extraordinária, complexidade que os darwinistas nem se atrevem a explicar, complexidade com a qual Darwin nem sonhava, complexidade que nenhuma selecção natural nem milhões, triliões de mutações parecem poder valer aos darwinistas.] Ficamos ainda a saber como a genética confirma esta teoria e de que modo contribui para o estudo da evolução humana. [Vi o programa todo e não vi em parte nenhuma explicarem como a genética confirma a macroevolução. Porque é esta que é controversa! A microevolução das bactérias por acção dos antibióticos, por exemplo, é até consensual, e não confirma nenhuma das grandes alegações de Darwin.]

O biosfera falou com vários biólogos: José Feijó, André Levi e Nuno Ferra. [Todos darwinistas! E o contraditório? Pois... e assim vai sobrevivendo a teoria, se é assim tão forte como muitos apregoam, porque é que não pode ser contrariada!?] Explicam os fundamentos da teoria de Darwin e mostram como ainda se mantém tão actual. [Mantém-se actual, não pelas suas virtudes e méritos, mas pela hegemonia instalada de uma ideologia disfarçada de ciência com a cumplicidade, quer por conluio quer por ingenuidade, dos meios de comunicação social, como este programa da RTP2 é um bom exemplo. A Teoria da Evolução darwinista é fortemente atacada por muitos cientistas, mas isso os responsáveis por estes programas bajuladores nunca relatam.] Jorge Rocha aplica a mesma teoria à evolução humana. Visitamos duas exposições comemorativas dos 200 anos do nascimento de Darwin, em Lisboa e em Vila Nova de Gaia.

No programa diz-se que 1,7 milhões de animais e plantas, fungos e algas, identificadas. Mas acredita-se que o numero real esteja entre 5 e 10 milhões de espécies.

A habitual historieta de que a "evolução é um facto, Facto, FACTO":


José Feijó diz:
Escreveu o livro com duas intenções principais... uma estabelecer a evolução como um facto, e essa aposta é ganha. [Mais uma vez, a evolução é um facto quando falamos em termos de microevolução. Já quanto à macroevolução ela é cada vez mais controversa e contestada. Curioso, porque é que os darwinistas nunca fazem a distinção entre a microevolução e a macroevolução? E fazem até questão de confundir os dois conceitos...] No final do século XIX a classe cientifica inteira e praticamente todas as pessoas com algum tipo de cultura e suficientemente capazes de conciliar a sua fé, mesmo sem a criação bíblica, que ainda é a situação actual. [Ad ignorantium detected - Apelo à ignorância. Dizer que toda a classe cientifica acreditava na Teoria da Evolução é uma falácia que apela à ignorância das pessoas. Como se não tivesse havido sempre cientistas contestatários da ideologia darwinista... Para além disso este biólogo defende que não acreditar no Darwinismo é um sinal de falta de cultura e de dificuldades de conciliação. Ou seja, a Teoria da Evolução é um facto, quem não concordar, ou não tem cultura ou tem problemas de conciliar a sua fé! Lindo!] A generalidade da comunidade cientifica acredita na evolução. Portanto isso ele conseguiu. [hehehehehe... Repararam no mesmo que eu? No século XIX "a classe cientifica inteira" acreditava na "evolução". Mas, agora, só a "generalidade da comunidade cientifica acredita na evolução". Rsrsrs. Já nem os darwinistas escapam à verdade incontornável de que a Teoria da Evolução (que é isto que eles querem dizer quando usam o termo "evolução") é cada vez mais contestada nos meios científicos.]
A segunda intenção do livro era estabelecer a selecção natural como mecanismo, como explicação de como a evolução acontece.

Não há dois indivíduos iguais...
Ele [Darwin] infere e muito bem, porque na altura ainda não eram conhecidos os mecanismos da hereditariedade, que aquilo que o individuo é, herda-o dos seus pais e portanto são essas características herdadas que são importantes depois para transmitir à geração seguinte. Ele não sabe os mecanismos que geram a variabilidade nem sabe como esses mecanismos são transmitidos mas infere e intui, de uma forma geral, de uma forma correcta que são essas características que passam à geração seguinte.
[Que desilusão! Como dizem os brasileiros: "que papo furado"! Para saber que o individuo é aquilo que herda dos seus pais nem era preciso Darwin. Eu infiro (rsrs) que o homem como ser inteligente que é, desde os primórdios, desde antes da própria civilização, sabia que os filhos herdavam as características dos pais! Se Darwin foi assim tão genial bem que podia ter inferido coisas que qualquer outro ser humano não inferisse facilmente!]


Lineu propõe um sistema de classificação e um sistema de ordenação dos seres vivos, e dos seres inanimados curiosamente. A biologia continua ainda hoje a seguir o sistema de Lineu. A geologia não adoptou o sistema de Lineu. Ao fazê-lo iniciou um debate extraordinário e extremamente interessante que é o debate sobre o que é uma espécie.
Lineu claro era um criacionista, uma pessoa crente, um cristão fervoroso. O que ele estava a tentar fazer expressamente era encontrar a ordem de Deus na natureza. Estava a tentar entender o plano engenhoso que Deus usou para classificar e para criar todas as espécies.
[Ou seja, afinal para se progredir no campo cientifico, e deixar uma herança muito significativa, não faz falta o darwinismo. Um criacionista deixou um sistema tão importante para a ciência que ainda hoje é usado na biologia. Este blog é dedicado ao Design Inteligente, mas isto mostra bem como o fantasma do criacionismo, que é constantemente invocado pelos darwinistas, não passa de um espantalho, de uma falácia do espantalho. Pode-se fazer muito boa ciência independentemente das crenças de cada um. Quem fica a perder com esta dogmatização do darwinismo é o conhecimento humano e a própria ciência.]


Jornalista:
Esta noção de espécie fixa e imutável é imediatamente atacada por outros pensadores. O mais notável foi o francês Buffon que é constantemente advertido pela inquisição. [Qual noção de espécie fixa e imutável?!!!]

José Feijó:
Buffon ataca violentamente Lineu e o sistema de Lineu porque diz isto não pode ser assim, as espécies não são imutáveis. Há imensa variabilidade entre as espécies e inclusivamente há espécies que provavelmente deram origem a outras espécies, e inclusivamente assume em alguns dos seus escritos que até a origem humana provavelmente não tem uma natureza divina mas tem provavelmente uma natureza biológica.
[Mais apelo à ignorância. Lineu e os naturalistas da época, acreditavam que não havia variação no número de espécies desde a criação do mundo. Mas Lineu sabia que havia variações nos seres vivos, aliás ele dizia que diferentes tipos de seres vivos eram como cópias defeituosas ou imperfeitas de um certo tipo ideal e perfeito. Esta falácia de apelo à ignorância ainda é mais relevante se pensarmos que pouco tempo antes este mesmo biólogo tinha reconhecido que Lineu iniciou um debate extraordinário do que é uma espécie. Ora esse debate ainda existe já que ainda hoje coexistem várias noções de "espécie"!]

Só nos anos 30 e 40 do século passado, já depois da descoberta da genética, é que fica definitivamente comprovada a selecção natural como mecanismo de evolução das espécies, chegamos assim à síntese moderna de um Darwinismo revigorado, ou seja, ao Neodarwinismo. Segundo esta teoria a evolução resulta não só da selecção natural mas também de outros mecanismos aleatórios. Significa que novas espécies são originadas pela acumulação gradual de mutações dos próprios genes.[Rsrsrs... Darwinismo revigorado? ou o Neodarwinismo manco e coxo das mutações aleatórias!!]

E aqui também se faz a propaganda à exposição da Calouste Gulbenkian - A Evolução de Darwin, dizendo-se que é a "maior exposição do mundo".

O darwinismo, a religião do "todos diferentes todos iguais"?


Jornalista:
Alguns anos depois do "A Origem da Espécies" Darwin lança em 1871 uma obra sobre a evolução humana. Uma teoria ainda limitada porque vai buscar à selecção natural a razão das diferenças entre as raças mas revolucionária para a época. Definia o ser humano como uma única espécie independentemente da cor da pele ou de outras diferenças físicas. O livro é publicado logo após a abolição da escravatura nos Estados Unidos.
[Por isso que eu acho que darwinismo é religião! Até prega a igualdade entre os homens! Vejam como o darwinismo é unificador... Seria lindo se a realidade não fosse irónica por ser o oposto, seria louvável se não fossem trágicas as consequências do darwinismo na humanidade, seria belo se a ideologia darwinista não tivesse ligada à eugenia e ao surgimento de outras ideologias exclusivistas e racistas como o regime nazi.]

"Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução “foi usada” para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia. O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:

“Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”"
- Leia o resto aqui.


O biólogo que não sabe que o cóccix tem funções importantes


André Levi:
O corpo humano tem algumas estruturas vestigiais, que já não têm função. Como seja o cóccix, o resto daquilo que era a cauda nos outros macacos, no homem encontra-se bastante reduzido mas ainda está presente. É razoável para ver que essa estrutura porque já não tem função nenhuma e tem algum custo em termos da sua formação, venha a diminuir.
[Incrível como ainda há biólogos darwinistas ingénuos que continuam a recorrer a argumentos furados como o dos órgãos vestigiais.
Se o cóccix não tem função nenhuma porque não tiram logo o cóccix dos atletas de velocidade? É uma estrutura que não serve para nada não é? Não serve por exemploCóccix - zonas de apoio de músculos - Coccyx, support structure for muscles como estrutura de suporte para uma série de músculos que ali se apoiam, não é? Então porque não o removem do corpo dos atletas? Umas gramas a menos podia trazer umas vantagens de preciosos milésimos segundos, por exemplo na prova 100 metros, certo?
Porque o darwinista fundamentalista não começa por retirar logo o seu próprio cóccix para provar a sua inutilidade?
O cóccix já não tem função? Vá mas é estudar biologia em vez andar a tentar evangelizar os outros com essas ideologias ocas e vazias do darwinismo de cauda curta! Cada uma...]

"Assim, houve uma altura em que os evolucionistas alegavam que haviam 180 estruturas vestigiais (sem função, incluindo o apêndice) no corpo humano. Hoje, esta lista encolheu literalmente para nenhuma. Imagine pedir a um médico em 1925 para remover do seu corpo todas estas estruturas 'sem função'!" - Leia o resto aqui.

Bem se o cóccix fosse evidência de evolução, pelo menos em algum dos nossos "primos" darwinistas ele poderia ter desaparecido completamente... Vejamos:

Cóccix - O homem e os grandes macacosConclusão: Macaco sem cauda também tem cóccix!




Veja ainda sobre os orgãos vestigiais, os posts:

Sobre as ligações do darwinismo a Hitler, os posts:

Sobre outros programas bajuladores de Darwin, os posts:




Continuar a Ler >>

sábado, 21 de março de 2009

A Figueira Estranguladora

No dia da árvore trago-vos a Figueira Estranguladora.

Figueira estranguladora
A Figueira Estranguladora(Ficus macrophylla) fez-me lembrar outra vez a árvore darwinista.

É uma espécie australiana, de Queensland, que chega a viver 500 anos. As raízes saem de cima, dos ramos, e pouco a pouco dirigem-se até ao solo. É desta maneira que a árvore procura ancorar-se nos solos pantanosos de que é originária. Sem este tipo de raízes a árvore não se sustentaria e tombaria.

Ela apoia-se também nas outras árvores para não tombar. De tal forma que acaba por as matar. É um abraço sufocante que pode durar dezenas de anos.

As raízes vão muito longe, por vezes quebram as canalizações, provocando avarias nas infraestruturas humanas.

Porque ela faz lembrar a árvore darwinista?
Figueira estranguladora - raízes aéreasPorque a árvore darwinista sustentada no pântano da sua sopa primordial não se aguenta. Porque os darwinistas constroem os ramos da sua árvore no ar, e também precisam de levá-los até ao solo, muito como as raízes da figueira estranguladora.
Porque a árvore darwinista também é exclusivista.
Figueira estranguladoraPorque também ela estende seus tentáculos, matando, sufocando a liberdade da floresta em seu redor. Essa espécie de árvore, a darwinista, também é centenária. Podemos imaginar todos os abraços fatais que ela já causou na floresta da liberdade académica após tantos anos. E as perturbações e avarias que tem provocado no engenho humano.

Infelizmente no mundo académico não podemos ainda celebrar a "Floresta", por enquanto as raízes aéreas e os abraços fatais vão perpetuando 150 anos do culto generalizado da "Figueira Estranguladora"!


Vejam também o tópico:



Continuar a Ler >>



A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução