Home RSS

sábado, 4 de abril de 2009

A Teoria da Evolução era um facto

Neste episódio do ID The Future um químico explica como ele já foi um Darwinista e como se tornou um céptico de Darwin

Clique aqui para ouvir.


Casey Luskin: Eu estou com Charles Garner, professor de química e de bioquímica na Universidade de Baylor, e estamos aqui em Austin Texas para falar hoje de uma entrevista de rádio recente, que o Dr. Gardner teve com o Dr. David Hillis, professor de biologia na Universidade do Texas, Austin. Tanto o Dr. Garner como o Dr. Hillis testemunharam como especialistas no Encontro de Janeiro do Concelho Estadual de Educação do Texas, sobre os parâmetros de ciência do Texas, e de como deviam tratar a evolução. E hoje Dr. Garner, você esteve numa entrevista de rádio da BBC, de alcance mundial, aonde debateu com o Dr. Hillis, e eu pedia-lhe que nos falasse um pouco do que se passou nessa entrevista.

Charles GarnerCharles Garner: Bem a BBC deu uns 3 ou 4 minutos de tempo de antena, foi tipo um debate, queriam saber quais eram as falhas na evolução, e o Dr. Hillis não respondeu a nada.
Eu levantei duas questões. Uma a de que o mecanismo da selecção natural deveria explicar as variações nos seres vivos, e eu defendi basicamente que essa era uma boa ideia, mas que há muito pouca evidência para a suportar. E o Dr. Hillis respondeu com o facto das bactérias poderem ser vistas a evoluir. E eu respondi dizendo que as mudanças nas culturas de bactérias são mínimas. Pode-se conseguir a mudança de um aminoácido. Uma mudança benéfica requer mais do que isso. Parece que não podemos ter mais do que uma de cada vez. Tem havido muita investigação sobre isto que tem mostrado cada vez mais os problemas com as mutações, pelo menos no que diz respeito às culturas de bactérias. Então a evidência de que pequenas mudanças podem alguma vez levar a grandes mudanças penso que é um questão de fé.

Casey Luskin: O Dr. Hillis tem sido um oponente da linguagem de "pontos fortes e pontos fracos da evolução" e você é um grande oponente à evolução neo-darwinista. Portanto isto leva-nos de volta ao que está na base deste debate, Dr. Garner. Você esteve aqui em Janeiro, e ouvimos dizer que a evolução está tão bem estabelecida que nem se devia dar aos estudantes a oportunidade de falar sobre as pontos fracos ou criticas à evolução, nas escolas públicas. Você ouve muito este tipo de reivindicações? O que ouve do outro lado, em termos de como o darwinismo devia ser tratado, e de quão bem documentado está?

Charles Garner: O que normalmente é dito é que a evolução é um facto, e tratam-na como uma teoria monolítica, que não tem partes, de tal forma que se alguma parte está estabelecida então está tudo estabelecido. E claro que nós sabemos que a microevolução é algo que está estabelecido, pois os organismos podem sofrer pequenas variações, as bactérias podem tornar-se resistentes a antibióticos, os pássaros podem sofrer variações no tamanho dos seus bicos, algumas ciosas desse tipo. Mas, o que estamos a falar agora, e o que estava em causa no programa da BBC, era como se vai de um tipo de criatura para outro tipo de criatura, e esse é o tipo de coisa que não está provado que a microevolução consiga produzir. Pensa-se que pode fazer isso, mas se me perguntar, para mim isso é uma questão de fé. Mas um dos principais problemas em todo o debate acerca da evolução é que tudo é tomado como pertencendo a um único bloco, sabe, se uma única parte... digamos que, se a microevolução está comprovada, então isso significa que a macroevolução está comprovada, isso significa que as mutações aleatórias estão comprovadas, que a selecção natural é o mecanismo, significa que não estamos autorizados a questionar nada.

Ouvimos as pessoas dizerem que a evolução é um facto. Que a evolução acontece todos os dias. Coisas desse tipo. Bem, os aspectos controversos da evolução não são factos e não acontecem todos os dias.

Casey Luskin: Na sua opinião, no que diz respeito às mutações aleatórias e à selecção natural, você acha que este mecanismo está tão bem demonstrado como outros mecanismos que você talvez estude no seu campo de investigação de química orgânica e biótica?

Charles Garner: Obviamente que não. Como químico orgânico eu penso em termos muito moleculares, sabe, quando vejo um organismo eu na verdade penso em termos dos quimicos, talvez o DNA, as mudanças no DNA que produzem as mudanças nas proteínas, e coisas assim. Então, se você me quer convencer de alguma coisa, eu quero ver evidência molecular para isso, e de facto, apesar de as pessoas poderem documentar mutações, de poderem ver mudanças no DNA, ao ir de um organismo para o outro, de poderem realmente ver similaridades e diferenças, o que não é nada claro é que eventos aleatórios não direccionados possam alguma vez converter uma criatura noutra criatura diferente. O facto de observarmos essas diferenças não quer dizer que elas aconteçam por si próprias. Eu quero ver a evidência molecular para isso em particular.

Casey Luskin: Então Dr. Garner, você obviamente é um céptico do Darwinismo em certo sentido. Você sempre teve este ponto de vista? Ou foi um ponto de vista que você adquiriu mais tarde na sua carreira? Quando é que você chegou ao seu posicionamento de céptico do Neo-darwinismo? E qual foi a evidência que realmente o conduziu a essa posição?

Charles Garner: Bem, na verdade Casey, eu cresci ateu, a minha família não era nada religiosa, e não havia nenhuma razão para eu ser religioso, e eu, sabe, eu abracei o ateísmo, incluindo a evolução, e que não havia razão para duvidar dela. Porquê? Porque era uma teoria conveniente, sabe, não tinha certas implicações religiosas com as quais eu não estaria à vontade. Lembro-me que quando era um rapaz eu encomendei o livro de Carl Sagan, "Vida Inteligente no Universo", eu li-o , e pensei que era bastante plausível que houvesse vida e de como poderíamos contactá-la, sabe, essa era a minha visão do mundo, ao longo de anos e anos. Depois, no 12ºano, tornei-me cristão, e comecei-me a aperceber que havia mais neste mundo do que aquilo que eu pensava. E desde então tornei-me céptico em relação a alegações, especialmente em relação a alegações históricas que parece que não têm muita evidência a sustentá-las. E à medida que passei pela universidade, estudei química, e eu perguntava-me sempre a mim próprio "qual é a evidência para esta teoria"? Bem, algumas coisas da história pareciam-me ter boas evidências, sabe, na universidade, eu tirei um curso de "placas tectónicas", e eu achei a evidência para as placas tectónicas bastante convincentes, sabe, as diferentes cadeias montanhosas, e isto e aquilo. Portanto não é que eu duvidasse de tudo, especialmente no que tinha a ver com a idade da terra. Sabe parte disso, especialmente as partes que eu procurei as evidências, não encontrei razões para duvidar. Mas quando se fazem grandes alegações. Carl Sagan disse "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias". Penso que ele estava a pensar noutra coisa quando ele disse isto. Mas eu aplicaria a frase dele à evolução. Se me vierem dizer que a complexidade da vida apenas acontece baseado em acidentes químicos, físicos e cósmicos, se me disserem que uma forma de vida se pode tornar noutra diferente, eu quero ver a evidência molecular para isso, de que isso pode acontecer num processo não guiado.

Casey Luskin: Bem, eu próprio como fã das placas tectónicas, posso apreciar o que que está a dizer. Talvez eu lhe possa colocar uma última questão Dr. Garner. Você como Professor doutorado, de ensino e investigação, que conselho daria aos estudantes universitários e de pós-graduação, que são cépticos em relação à evolução, ou que são a favor do design inteligente, e tentar perceber como é que eles se devem posicionar ao longo do seu percurso em busca dos seus diplomas. Quando eles têm estes pontos de vista, se é um fenómeno real, eles devem ser cuidadosos? Eles devem estar preocupados pelo que pode acontecer nas suas carreiras, e se assim for o que devem eles fazer?

Charles Garner: Absolutamente, têm que ser cuidadosos. O filme "Expelled" foi bastante esclarecedor e representativo da realidade. E de facto há muitos, muitos exemplos a níveis mais baixos, para além do filme "Expelled". Eu diria a um estudante que atravessa a universidade, à maior parte, especialmente a quem quer ter uma carreira académica: "Mantenham a cabeça para baixo". Por outras palavras sempre pensem na evidência, nos dados, mas têm que manter as vossas opiniões para vós próprios, para além de algumas perguntas muito cuidadosas aqui e ali. No testemunho do Concelho de Educação ontem havia pelo menos uma pessoa a falar sobre o seu diploma, uma pessoa no laboratório foi impedido de obter o seu diploma devido às suas dúvidas em relação à evolução. E tenho visto coisas, tenho visto repostas muito como essa. Sim, mantenham um "low-profile" até que sejam "efectivos". Se eu tivesse testemunhado no Concelho de Educação sem ser "efectivo" provavelmente eu estaria metido em sarilhos, mesmo na minha universidade.

Continuar a Ler >>

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Evidências de macroevolução

Finalmente apareceram as provas irrefutáveis da macroevolução. Duvidam? Então vejam:

(Elo perdido entre os sapos e os hipopótamos)


(forma transitória espectacular entre um lagarto e um leopardo)


Não, não são híbridos! São mesmo elos perdidos. Vejam mais:

(prova de que os animais de estimação também se transformam entre si)


(Um camaleão com corpo de macaco e asas de borboleta prova a existência de uma evolução trivergente)


(elefante com cabeça de orangotango... ou será um orangotango com cabeça de elefante?!! ... Não interessa... Evoluiu!)


(esta rã é evidência de um ramo desconhecido. Ocupa um lugar na arvore evolutiva entre os anfíbios e os porcos)


(Este papagaio com cabeça de crocodilo é a prova incontestável de que os pássaros evoluíram dos dinossauros)


Um concurso realizado por um site de fotografias na internet permitiu a "criação" de estranhas espécies de animais.
Os participantes foram convidados a utilizar um software de manipulação de imagens, o Avery, disponível gratuitamente no site.
Combinando fotos de dois ou até três bichos, os internautas apresentaram imagens que impressionaram pelo realismo.
FONTE: BBC Brasil


Gostaram? Então vejam também o amigo fiel dos darwinistas:


Continuar a Ler >>

terça-feira, 31 de março de 2009

DE ONDE VIEMOS?

Vejam este video:



Tradução do vídeo:

Em 1859 a visão do mundo de um homem mudou tudo.

"O universo que observamos tem precisamente as propriedades que deveríamos esperar. Não há na base nenhum design, nenhum propósito, nada mais do que uma indiferença impiedosa e cega." - Charles Darwin

NA RUA:
  • Não sei!... Estou bastante satisfeita com a explicação da evolução.

  • Sim, realmente acredito que somos descendentes de animais.

  • A evolução é óbvia.

  • O homem não foi criado à imagem de Deus. Deus foi criado à imagem do homem, para que pudéssemos abordar esses assunto de que éramos ignorantes.

  • posso pensar que a grande piada de tudo isto é que antes de haver pés haviam barbatanas, antes de haver pulmões havia guelras. Sabe, faz tudo parte desse processo que nos trouxe ao que somos hoje.

NÃO HÁ DESIGN?

NÃO HÁ PROPÓSITO?

INDIFERENÇA CEGA?

DE ONDE É QUE VIEMOS?

Phillip Johnson (Autor de Ciência):
Ás vezes pergunto-me porque ninguém fala sobre mais nada. Porque este é o assunto mais interessante que existe.
De onde viemos? Como aqui chegamos? O que nos trouxe à existência? Qual é a nossa relação com a realidade como um todo?


Paul Nelson (Filósofo de biologia):
Se olharmos para a enorme diversidade e complexidade da vida, inevitavelmente uma questão se levanta: O que trouxe tudo isto à existência? Foram apenas as forças não direccionadas do acaso e da necessidade? Ou há mais alguma coisa em jogo? Há um propósito? Um plano? Um design? Um projecto com uma causa inteligente?

AONDE É QUE AS EVIDÊNCIAS LEVAM?


Michael Behe (Microbiólogo):
É realmente interessante notar que quanto mais sabemos sobre a vida, quanto mais sabemos sobre a biologia, mais problemas o darwinismo tem que explicar, mais o design se torna aparente.

Dean Kenyon (Bioquimico):
Não temos a mínima hipótese de termos uma origem química evolucionaria, ou mesmo da origem da célula mais simples.

Stephen Meyer (Filósofo de Ciência):
A descoberta das propriedades de armazenamento da informação do DNA e do RNA é um desafio fundamental para todas as teorias materialistas sobre a origem da vida.
O Neo-darwinismo e as suas teorias associadas para a sua evolução química, não vão conseguir sobreviver à biologia da informação, que é a biologia do século XXI.


Jonathan Wells (Biólogo Molecular):
Quando olho para a biologia de uma forma objectiva, sem excluir a possibilidade de design, o design simplesmente se destaca como a explicação mais provável. E é por isso que acredito que é verdade.

Scott Minnich (Biólogo Molecular):
Não podemos explicar estes sistemas pela Lei Natural. E se procurarmos a verdade, e se foram de facto projectados (e temos que ser engenheiros projectistas para os entender) então eu digo, qual é o problema? Sabe, vamos aonde as evidências nos levarem. Sim, isto tem implicações metafísicas profundas, mas se tiver que ser assim, que seja.


Por vários séculos têm-nos dito que o universo não tem consciência da nossa existência. Que existimos numa pequena partícula de poeira num universo enorme. E que o universo não foi projectado para seres como nós.

Jay Richards (Filósofo):
A evidência sugere algo completamente diferente. Sugere que o universo teve um propósito.

Robin Collins (Filósofo de Ciência):
As leis da física equilibram-se de forma a permitir que a vida ocorra. O que temos é um universo, que não só é friamente afinado para que a vida possa ocorrer, mas também tem uma estrutura matemática bela, e uma estrutura tal que nos permite que descubramos essa estrutura.

Guillermo Gonzalez (Astrónomo):
Há qualquer coisa no universo que não pode ser simplesmente explicado pelas forças impessoais da natureza e de átomos que colidem com átomos. E por isso somos levados a procurar algo para além do universo para tentar explicá-lo.

Jay Richards (Filósofo):
Os fundadores da ciência moderna tais como Copérnico, Kepler, Galileu e o próprio Newton acreditavam que o universo era produto de uma mente, que o universo era inteligível para seres como nós porque o próprio universo era o produto de um ser inteligente.

Lee Strobel (Jornalista):
Eu fui treinado no jornalismo e na lei para responder pela verdade. Tive que dar um passo de fé na mesma direcção em que a evidência está a fluir. Não é preciso cometermos suicídio intelectual para chegar à conclusão de que há um designer inteligente, porque hoje a ciência está a apontar de uma forma mais directa e mais poderosa para um criador do que em qualquer outra altura da história do mundo.



Posts relacionados:


Continuar a Ler >>

segunda-feira, 30 de março de 2009

Animações de Biologia Celular e Molecular

Colecção de Animações Virtuais da Célula

Os educadores debatem-se muitas vezes com limitações no ensino de processos celulares e moleculares, porque normalmente eles têm apenas ferramentas de duas dimensões para ensinar algo que acontece na realidade em quatro dimensões. Investigações da aprendizagem tem demonstrado que a visualização de processos em três dimensões auxilia na aprendizagem, e que as animações são ferramentas de visualização eficazes para novos alunos e ajuda na retenção, na memória de longo prazo. A World Wide Web Instructional Comité na North Dakota State University tem utilizado estes resultados da investigação como uma inspiração para desenvolver um conjunto de animações de alta qualidade dos processos moleculares e celulares.
Actualmente, essas animações representam a transcrição, a tradução, a expressão genética bacteriana, o processamento do RNA mensageiro (RNAm), a divisão do mRNA, transporte de proteína numa organela, cadeia de transportes de electrões, bem como a utilização de um gradiente biológico para sintetizar a adenosina trifosfato. Estas animações são integradas com um módulo de ensino que consiste nos componentes Primeiro Olhar e Olhar Avançado que caracterizam imagens capturadas da animação representando as principais etapas dos processos em diferentes níveis de complexidade.

Uma experiência de investigação levada a cabo no interior da sala de aula demonstrou que a retenção dos conteúdos por parte dos alunos era significativamente melhor quando os estudantes recebiam as animações na aula, e em seguida, as animações eram utilizadas como uma actividade de estudo individual.

FONTE: http://www.lifescied.org/cgi/reprint/4/2/169

PROCESSOS CELULARES:
ATP Sintase
Os gradientes fornecem a energia para muitos ciclos biológicos importantes. A ATP sintase utiliza um gradiente de um ião de hidrogénio para ajudar a produzir uma fonte de energia fundamental para os organismos biológicos - ATP.

Cadeia de Transportes de Electrões
A respiração celular e as etapas da cadeia de transporte de electrões (ETC), permitem que as células animais e vegetais produzam energia utilizável. Esta secção fornece imagens com legendas e uma animação que cobrem as etapas fundamentais na ETC.

Distribuição de proteínas
O aparelho de Golgi está envolvido no tráfego e triagem de proteínas produzidas dentro de uma célula. As proteínas traduzidas no retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o Golgi. De lá, elas são modificadas e embaladas em vesículas para distribuição. Esta secção dá uma visão geral dos mecanismos envolvidos neste processo.

Modificação de proteínas
O aparelho Golgi é uma organela celular responsável pela modificação e transporte de proteínas para outras organelas como a lisossomo, a organela da digestão da célula. As proteínas traduzidas no retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o Golgi. De lá, elas são modificados e embaladas em vesículas para distribuição. Esta secção incide sobre a forma como as modificações feitas no Golgi ajudam a orientar este processo.

A secreção constitutiva (Golgi)
As proteínas podem ser segregadas, ou transferidas para fora da célula, através de várias vias. A secreção constitutiva é um desses processos. Na secreção constitutiva as proteínas são segregadas de uma célula continuamente, independentemente de factores externos ou sinais. Este percurso também é utilizado por todas as células eucarióticas para manter as células da membrana plasmática.

A secreção regulada (Golgi)
As proteínas podem ser segregadas, ou transferidas para fora da célula, através de várias vias. A secreção regulada é um desses processos. Na secreção regulada as proteínas são segregadas de uma célula em grandes quantidades quando um sinal especifico é detectado pela célula. O exemplo utilizado nesta animação é a libertação de insulina após um sinal de glicose entra numa célula beta pancreática.

Transporte de proteínas para a mitocôndria
O transporte de proteínas ocorre em vários locais numa célula. Esta animação segue os passos necessários para o transporte de uma proteína para a mitocôndria.

Fotossíntese
A fotossíntese é o meio pelo qual as plantas fazem uso da clorofila e da luz para produzir energia. Esta secção dá uma panorâmica das etapas fundamentais do da cadeia de transporte fotossintética de electrões.

Fotossistema II
A fotossíntese é o meio pelo qual as plantas fazem uso da clorofila e da luz para produzir energia. Esta secção dá uma panorâmica dos mecanismos que ocorrem no fotossistema II - um complexo fundamental na cadeia fotosintética de transporte de eletrões e o único que pode produzir oxigénio a partir da água e da luz.



PROCESSOS MOLECULARES:
A transcrição
A transcrição é um processo biológico vital nas formas de vida. É através deste processo que o roteiro biológico codificado numa banda de DNA é utilizado para produzir uma cópia de RNA complementar. O RNA pode então continuar para ajudar a produzir as proteínas e enzimas que alimentam os organismos vivos.

Processamento do mRNA
Depois de ser transcrito, o pré-mRNA tem que ser processado. Durante o processamento algumas funcionalidades são adicionadas ao mRNA original. Esta secção fornece uma animação e um conjunto de imagens que abrangem as etapas básicas da transformação do mRNA.

Divisão do mRNA
Depois de processamento do pré-mRNA estar concluído, a banda de mRNA está pronta para ser dividida. A divisão é a fase durante a qual os intrões são removidos da banda, e os exões que permanecem são montados numa banda final de mRNA que está pronta para a tradução. Esta secção fornece uma animação e um conjunto de imagens que abrangem as etapas básicas da divisão do mRNA.

A tradução
A tradução é um processo biológico fundamental nos seres vivos. É este conjunto de eventos que transforma o código contido no DNA e, mais tarde o mRNA, nas proteínas necessárias para a vida celular.

O operão lac
O operão lac é um exemplo de um sistema induzível da expressão do gene. O seu estado padrão é o inactivo. Só quando o catalisador certo é adicionado ao sistema, neste caso o açúcar lactose, é que é activado o processo, permitindo que os genes em questão se expressem.


Estas animações educativas com base em módulos estão disponíveis em http://vcell.ndsu.edu .

E isto é apenas uma amostra da complexidade dos processos celulares e moleculares.
Não sei se repararam que a este nível da biologia normalmente não vemos as habituais manifestações de fé darwinistas e as suas explicações fantásticas.

Aqui está mais uma oportunidade para os avestruzes darwinistas mais conscientes tirarem a cabeça da areia e começarem a tentar explicar como pode a filosofia darwinista explicar como estes mecanismos surgiriam através da graça da selecção natural e através da acção aleatória do espirito santo das mutações omnipresentes e omnipotentes.

Ao trabalho, Darwinistas! ;)



Continuar a Ler >>

Texas aprovou a analise critica da Teoria da Evolução

Grande Vitória no Texas, este Estado Lidera a Nação ao Exigir a Análise Crítica da Evolução nas Aulas de Ciências do Ensino Médio

Texas Flag FreedomNuma grande vitória para aqueles que têm sido a favor do ensino das evidências científicas a favor e contra a evolução, hoje o Texas passou a exigir que os estudantes “critiquem” e "examinem “todos os lados da evidência” e exige especificamente que os estudantes “analisem e avaliem” a evidência para os principais conceitos evolutivos tais como a ancestralidade comum, a selecção natural, e as mutações.

“O Texas mandou uma mensagem clara de que a evolução deve ser ensinada como uma teoria científica aberta ao escrutínio crítico, e não como um dogma sagrado que não pode ser questionado,” disse o Dr. John West, um Membro Senior do Discovery Institute. “Ao contrário das afirmações do lobby evolucionista, absolutamente nada daquilo que o Conselho fez, promove o ‘criacionismo’, ou a religião, nas salas de aula. Os grupos que afirmam o contrário pura e simplesmente mentem. Sob os novos parâmetros, espera-se dos alunos que analisem e avaliem a evidência científica a favor da evolução, e não da religião. Ponto final.”

As novas exigências fazem parte dos parâmetros de ciência revistos e aprovados hoje (em 27/03/2009) pelo Texas State Board of Education (Conselho Estadual de Educação do Texas). Os parâmetros de ciência trechos que exigem que os alunos “analisem avaliem e critiquem explicações científicas… inclusivamente que examinem todos os lados da evidência científica… a fim de encorajar o pensamento crítico pelos estudantes.” Igualmente importante, os parâmetros de biologia do ensino médio exigem agora que os estudantes “analisem e avaliem” a evidência científica das partes mais importantes da teoria da evolução, incluindo a ancestralidade comum, a selecção natural e as mutações.

O Discovery Institute há muito tempo que tem apoiado a ideia de que a evolução deve ser apresentada aos estudantes de uma forma total e completa, incluindo as suas questões não resolvidas.

(por Robert Crowther)



Posts relacionados:



Continuar a Ler >>

quinta-feira, 26 de março de 2009

O Dilema Cambriano de Darwin

O último filme do Illustra Media, há muito aguardado, da trilogia do Design Inteligente, O Dilema de Darwin, será lançado este Verão e estará disponível para compra no site da ARN.

Dilema de DarwinEste documentário irá analisar aquilo que muitos consideram ser a mais poderosa refutação da evolução darwiniana - o registro fóssil do Cambriano. Charles Darwin percebeu que a evidência fóssil não apoiava a sua teoria do desenvolvimento evolucionário gradual, passo-a-passo. Ele esperava que as futuras gerações de cientistas fizessem as descobertas necessárias para validar as suas idéias. Hoje, depois de mais de 150 anos de exploração, a evidência fóssil para as mudanças biológicas lentas e incrementais ainda está por encontrar. Em vez disso, encontramos uma imagem de aparição rápida de organismos complexos completamente desenvolvidos durante o início do era geológica Cambriana. Organismos que encaixam quase todos os planos corporais dos animais que existem hoje. Esta explosão notável de vida é melhor explicada pela existência de uma inteligência transcendente.

Tal como aconteceu com os dois primeiros documentários do Illustra Media sobre o DI,
Unlocking the Mystery of Life and The Privileged Planet, O Dilema de Darwin está cheio de animações de alta qualidade para ajudar o espectador a visualizar a incrível complexidade e design das criaturas do Cambriano. Você pode ver um trailer do Dilema de Darwin aqui.


Não posso dar uma resposta satisfatória à questão de porquê não se encontraram ricos depósitos fossilíferos pertencentes a estes períodos anteriores ao Câmbrico”. - Charles Darwin, escreveu isto em 1859, que resume o que veio a ser conhecido como o “Darwin's Dilemma” (O Dilema de Darwin): a ausência de fósseis no período pré-Câmbrico (período de tempo que ainda se refere ao tempo entre o surgimento da Terra e o surgimento dos fósseis de animais).


Ver posts relacionados:



Continuar a Ler >>



A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução