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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Visita Virtual à exposição "A Evolução de Darwin" na Gulbenkian

Para quem não visitou a exposição "A Evolução de Darwin" na Fundação Calouste Gulbenkian, ou para quem foi e quer recordar, aqui fica a visita virtual:



Hoje foi anunciado que a exposição atingiu 100.000 visitantes desde que foi inaugurada em 12 de Fevereiro deste ano. José Feijó bem que dizia que era a exposição maior do mundo. Com esta exposição que custou 1,3 milhões de euros (cerca de 260 mil contos na moeda antiga) Lisboa transformou-se num verdadeiro centro de peregrinação/evangelização darwinista. Mas não se fica por Lisboa. A exposição estará aberta ao público em Lisboa até final de Maio de 2009, mas depois andará em itinerância por outras cidades nacionais e estrangeiras até 2011 .

Agora já não restam dúvidas que a campanha de doutrinação do público com esta exposição foi uma campanha em grande escala. Ainda gostava de saber quanto daquele dinheiro foi retirado ao bolso dos contribuintes portugueses para acabar sendo usado numa evangelização darwinista, numa doutrinação ideológica de alcance mundial.



Outros posts sobre as comemorações de Darwin, sobre a GRANDE exposição e sobre a subserviência jornalistica:


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terça-feira, 14 de abril de 2009

Elo Perdido - Montagem Fotos

Elo perdido é um "termo pouco preciso em termos científicos, pois a evolução das espécies é muito mais complexa do que uma simples cadeia onde há um elo em falta". Por isso é que trago aqui não 1, não 2, não 3 elos perdidos... mas 16 elos perdidos:



















Se não fosse a montagem de fotos para nos trazer as evidências da macroevolução, o que seria dos evolucionistas... rsrsrs

Estas evidências, estes milagres do photoshop, pelo menos são mais palpáveis que as "evidências" dos "elos perdidos" que os darwinistas, de vez em quando, dizem encontrar, aqui ou ali, no registo fóssil, se bem que estes últimos sejam de longe bem mais criativos, superando qualquer artista de edição de imagens digitais!



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domingo, 12 de abril de 2009

Reconstrução filogenética é pura fantasia ...

Aqui estão algumas pesquisas realizadas a cerca de 100 milhas de distância de mim. Reparem na frase destacada em itálico. As filogenias reais que aqui se tratam eram conhecidas através da experimentação e apesar disso a teoria evolutiva padrão levou a conclusões completamente erradas. Ah, mas tratava-se de uma população pequena, pequenos genomas, e intensa pressão selectiva. Poupem-me.

"Evolução Convergente Excepcional num Vírus"
Bull JJ, Badgett MR, Wichman HA, Huelsenbeck JP, Hillis DM, Gulati A, Ho C, Molineux IJ.
Department of Zoology, Institute of Cellular and Molecular Biology, University of Texas, Austin 78712, USA. bull@bull.zo.utexas.edu

Replicar linhagens do bacteriófago phiX 174 adaptado para crescer a altas temperaturas em qualquer dos hospedeiros, apresentaram altas taxas de substituições idênticas e independentes. Tipicamente uma dúzia ou mais de substituições acumularam-se no genoma de 5,4-kilobases durante a propagação. Em todo o conjunto de dados de nove linhagens, 119 substituições independentes ocorreram em 68 locais de nucleotídeos. Mais de metade dessas substituições, responsáveis por um terço dos locais, foram idênticas às substituições de outras linhagens. Algumas substituições convergentes eram específicas ao hospedeiro usado para a propagação do fago, mas outras ocorreram em ambos os hospedeiros. Uma adaptação continua de um fago evoluído a altas temperaturas, mas no outro hospedeiro, levou a alterações adicionais que incluíram reversões de substituições anteriores. A reconstrução filogenética utilizando a sequência completa do genoma não só não conseguiu recuperar a história evolutiva correcta devido a estas mudanças convergentes, mas a verdadeira história foi rejeitada por ser significativamente inferior no ajuste aos dados. Linhagens replicadas submetidas aos mesmos desafios ambientais apresentaram taxas de substituição e taxas similares de melhoramento ao longo de tempos adaptação correspondentes. Taxas de substituição e melhoramentos de aptidão foram mais elevadas durante o período inicial de adaptação do que durante um período posterior, excepto quando se mudava o hospedeiro.


PMID: 9409816 [PubMed - indexado para o MEDLINE]


(por William Dembski)


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sábado, 11 de abril de 2009

Cores estruturais nas penas das aves

Embora a nossa compreensão dos objetos coloridos seja dominada pelo papel dos pigmentos e corantes, o mundo natural faz amplo uso da nanotecnologia para produzir cores vívidas, frequentemente acrescentando-lhes um efeito arco íris. Os mecanismos envolvem interferência construtiva e destrutiva da luz - isto é referido como cor estrutural. Esta é a melhor maneira de obter um branco brilhante ou um ultra negro. Cores estruturais podem ser produzidas por cristais fotónicos altamente periodicos (como nas asas das borboletas), e também por "amorfas, ou quase-ordenadas, nano-estruturas dieléctricas onde existem correlações locais, mas pouca ordem de longo alcance" (como nas penas dos pássaros).

Cores das penas dos pássaros bird feather colorsNano-estruturas que produzem a plumagem "brilhantemente" colorida de algumas aves, como o azul das penas do macho Eastern Bluebird, têm uma estrutura como esponja. (Foto: Ken Thomas, fonte aqui)

As cores das penas resultam da presença de um material esponjoso com bolhas de ar de tamanho nanométrico. Em linguagem técnica, os efeitos visuais são criadas pela "dispersão da luz pela beta-queratina esponjosa e por nanoestruturas de ar no interior das células medulares das ramificações das penas das aves". Uma equipe interdisciplinar de investigação analisou as penas de vários pássaros e testou várias hipóteses para a formação de cor. Eles são a favor de um modelo de separação de fases:

"Eles compararam as nanoestruturas a exemplos de materiais que passam pela separação de fases, em que as misturas de diferentes substâncias tornam-se instáveis e separadas umas das outras, tal como as bolhas do dióxido de carbono que se formam quando o é removida a tampa de uma bebida com gás. Eles descobriram que as estruturas que produzem as cores nas penas parecem auto-montarem-se da mesma maneira. Bolhas de água formam-se numa sopa rica em proteínas dentro da célula viva e são substituídas por ar à medida que a pena cresce. "

Eles identificaram duas classes distintas de nano-estruturas: morfologias de canal e morfologias esféricas. A partir de trabalhos anteriores, eles descobriram que essas nano-estruturas são alheias à filogenia e concluíram que as "nanoestruturas de canal e esféricas evoluíram de forma independente em muitas linhagens de aves".

A fim de formar padrões de plumagem reconhecíveis e reproduzíveis, é necessário para o desenvolvimento da nano-estrutura, que seja controlada de uma forma precisa durante o desenvolvimento da pena. Isto não é tarefa fácil. Baseados no modelo de separação de fases, eles são capazes de esclarecer as implicações para a gestão do processo.
"Neste modelo, as aves desenvolvem nano-estruturas que produzem cor, ao controlar o processo combinado de separação de fases e de prisão cinética com três variáveis: as taxas de expressão de beta-queratina, polimerização beta-queratina, e filamentos entrecruzados".

Há dois pontos dignos de nota aqui. O primeiro diz respeito à complexidade do processo e ao potencial de Biomimética. Os investigadores falam da complexidade e elegância. Auto-montagem pode ocorrer - mas apenas sob condições estreitamente controladas de engenharia. Assim, o contexto para a auto-montagem é o do design inteligente.
"Descobrimos que a natureza auto-monta de forma elegante intrincadas estruturas ópticas nas penas das aves. Estamos agora simulando esta abordagem para fazer uma nova geração de materiais ópticos no laboratório."

O outro ponto diz respeito à narrativa fantasiosa darwinista relativa às cores das penas das aves. Muitos sugeriram que as cores das penas apontam para a aptidão. As investigações recentes separam de uma forma clara a teoria darwinista adaptacionista dos dados empíricos.
"Muitos biólogos pensam que a cor da plumagem pode codificar informações sobre qualidade - basicamente, que um macho mais azul é um melhor parceiro de acasalamento", disse Richard Prum, presidente do Departamento de Ecologia e de Biologia Evolucionária e um dos autores do documento. "Essa informação teria de ser codificados na pena à medida que as bolhas crescem. Acho que a nossa hipótese de que a separação de fases está envolvida prevê menos oportunidade para a codificação de informações sobre a qualidade do que aquilo que a maioria dos biólogos pensavam. Ao mesmo tempo, é emocionante pensar sobre outras formas como as aves poderiam estar usando a separação de fases. "

Self-assembly of amorphous biophotonic nanostructures by phase separation
Eric R. Dufresne, Heeso Noh, Vinodkumar Saranathan, Simon G. J. Mochrie, Hui Cao and Richard O. Prum
Soft Matter, Online 30 March 2009, DOI: 10.1039/b902775k

Algumas das cores mais vivas, no reino animal, não são criadas por pigmentos, mas pela dispersão selectiva da luz através de nano-estruturas. Aqui nós investigamos nano-estruturas quase-ordenadas da plumagem das penas das aves que produzem cores vivas sem um efeito de arco iris. A beta-queratina e nanoestruturas de ar são encontradas em duas morfologias básicas: tortuosos canais e corpos de esferas amorfos. Cada classe de nano-estrutura é isotrópica e tem uma escala de comprimento característica acentuada de variação na composição. Estas correlações de estruturas locais conduzem a uma forte dispersão através de uma estreita gama de frequências ópticas e a pouca variação no ângulo de incidência. Tais propriedades ópticas desempenham papéis importantes na comunicação social e sexual. Para serem eficaz, as aves necessitam de controlar precisamente o desenvolvimento destas estruturas à escala nanométrica, apesar de ainda pouco se saber sobre a forma como elas crescem. Nós supomos que múltiplas linhagens de aves tenham evoluído de forma convergente para explorarem a separação de fases e a detenção cinética para auto-montarem nano-estruturas esponjosas que produzem cor na pluma das penas. As nano-estruturas das aves são extremamente semelhantes às auto-montados durante a separação das fases de misturas de fluidos; as morfologias em forma de canal e de esfera são características da separação de fases pela decomposição "spinodal" e nucleação e crescimento, respectivamente. Estas estruturas instáveis são fixadas pela detenção cinética da matriz de beta-queratina, provavelmente através do emaranhamento ou inter-ligação das fibras beta-queratina supermoleculares. Usando o poder de auto-montagem, as aves podem realizar uma gama diversificada de morfologias nanométricas com relativamente pequenas alterações físicas e químicas durante o desenvolvimento da pena.



Ver também:

Bird Feathers Produce Color Through Structure Similar to Beer Foam, Yale University Office of Public Affairs (April 2, 2009)

Tyler, D. Optimal design for brilliant whiteness in a beetle, (ARN Literature blog, 20 January 2007)


(por David Tyler)


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quinta-feira, 9 de abril de 2009

A vida no interior da célula - fruto do acaso?

Já vimos aqui neste blog como as animações podem ser fundamentais para a aprendizagem. Indiquei uma extraordinária colecção de animações dos processos celulares e moleculares.

Mas, se quiserem espreitar para o interior da célula e observar alguma da actividade que lá se passa, ainda com mais realismo, então vejam este video:



Este vídeo, “The Inner Life of the Cell” (A vida interior da célula), foi produzido pela Biovisions, da Universidade de Harvard.

Tanta complexidade, em tão pouco espaço...
Mais uma oportunidade para os darwinistas começarem a tentar explicar como surgiram todos estes mecanismos e organização interior da célula, através de mutações cegas filtradas pela selecção natural... ao trabalho meninos de Darwin! rsrs

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Cientificismo e Darwinismo

cientifismoCientificismo identificado como bloqueio do Debate sobre a Evolução

Há um artigo interessante na coluna no "Vancouver Sun" de hoje, "'Cientificismo' infecta os debates Darwinistas. Uma firme convicção de que a ciência pode explicar tudo sobre a evolução torna-se a sua própria ideologia". Interessante porque é raro ver o cientificismo abordado e criticado, especialmente por alguém que mostra o seu próprio alto nível de fé na evolução.

Segundo o autor, Douglas Todd:

Existem dois grandes obstáculos para uma discussão pública enriquecida sobre a teoria da evolução de Charles Darwin e sobre o que ela significa para todos nós.

O mais óbvio obstáculo é o literalismo religioso, que leva ao Criacionismo. É a crença de que a Bíblia ou outros antigos textos sagrados oferecem a primeira e a última palavra sobre o como o homem surgiu.

O segundo grande obstáculo para uma conversa pública gratificante sobre o impacto da evolução na forma como entendemos o mundo, não é abordado muitas vezes.

Trata-se do "cientificismo".

O cientificismo é a crença de que as ciências não têm fronteiras e, acabarão por ser capazes de explicar tudo no universo. O cientificismo pode, tal como o literalismo religioso, tornar-se a sua própria ideologia.

A Enciclopédia da Ciência, Tecnologia e Ética define o cientificismo como "uma exagerada confiança na eficácia da ciência natural de ser aplicada a todas as áreas de investigação (como na filosofia, ciências sociais e humanas)."

Pode ler o resto aqui.

(por Robert Crowther )


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução