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quarta-feira, 20 de maio de 2009

A Queda do Lemur Macaco

Google Darwinius masillae imageSe eles não fossem ateus, você ia achar que os cientistas que estão a levantar tanto alarde em torno da Ida (Darwinius masillae) estavam a celebrar a segunda vinda.

Aqui está mais um ícone de evolução. De cada vez que uma destas descobertas é feita, há um enorme trabalho por parte do lobby de Darwin para fazer com que pareça que a nova descoberta responde a todas as questões e objecções. Pensei que o Tiktaalik tinha feito isso. Ou talvez o Archaeopteryx. E por aí vai até, pelo menos, ao proconsul. De todas as vezes os Darwinistas parecem esquecer que já encontraram o elo que faltava - o fóssil de eleição - e reencontram-no de novo.

Pelo menos a CBS News foi um pouco mais céptica do que a Sky News quando relataram sobre o fóssil na sexta-feira.

Enquanto o fóssil não está relacionado com o debate mais aceso sobre se os chimpanzés e os seres humanos partilham uma identidade comum - o fóssil não é o chamado "elo perdido" - as duas facções, vão provavelmente centrar a atenção sobre este novo achado, com os evolucionistas a alegarem que o esqueleto acrescenta ao limitado registo fóssil.

O artigo da Sky News de hoje é incrível na sua excitação ofegante quanto a este último elo-perdido. Naturalmente, esta peça é a que os meios de comunicação estão a divulgar hoje com grande alarde.
A descoberta de um 'lemur macaco' 95% completo - apelidado de Ida - é descrita por especialistas como a "oitava maravilha do mundo".

Sério?

Eu apresento-vos uma melhor com um lemur macaco 100% completo! Nove maravilhas do mundo não são assim tantas como isso.



Dizem que o seu impacto sobre o mundo da paleontologia será "um pouco como um asteróide cair na Terra".



Então, não deveriamos estar todos a correr por nossas vidas?
O Prof Hurum disse que quando viu o marco da evolução pela primeira vez - o "mais bonito fóssil do mundo" - ele não conseguiu dormir por dois dias. Um filme caseiro regista o momento dramático. "Isto é realmente algo que o mundo nunca viu antes, este é um espécime único, totalmente único", diz ele, claramente emocionado.

Se você não dormisse por dois dias, você estaria claramente emocional também.

(por Robert Crowther)


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Darwinius masillae complica o quadro da evolução humana



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Darwinius masillae complica o quadro da evolução humana


Para uma leitura errada fascinante daquilo que o fóssil de Messel Pit, recentemente anunciado, realmente mostra, ir aqui:

Cientistas encontraram um ancestral humano de 47 milhões de anos de idade. Descoberto em Messel Pit, na Alemanha, o fóssil, descrito como Darwinius masillae, é 20 vezes mais velho do que a maioria dos fósseis que explicam a evolução humana.

Esse fóssil não "explica" a evolução humana; ele complica as coisas.

tarsiusA teoria que estava a ganhar terreno era a de que os seres humanos eram descendentes de criaturas como os Tarsius, mas este fóssil, divulgado como sendo um primata ancestral, é uma criatura semelhante aos lemures. Lemur

Muitas vezes, ouço das pessoas que tentam tapar as fissuras na teoria da evolução darwinista não guiada o seguinte: "Temos mais informação do que nunca!"

Sim, mas e se - como é neste caso - a evidência é contraditória?

[...]

Não admira que cada vez menos pessoas acreditem no darwinismo.

(por O'Leary)

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domingo, 17 de maio de 2009

A Oposição de Mendel à Evolução e a Darwin

Artigo de Investigação

Mendel versus DarwinResumo: Embora a década passada tenha assistido a um ressurgimento do interesse no papel de Mendel na origem da teoria genética, apenas um escritor, L.A. Callender (1988), concluiu que Mendel era contra a evolução. No entanto, um exame cuidadoso do documento de Mendel sobre o género Pisum, publicado em 1866, e o tempo e as circunstâncias em que apareceu sugere não só que é antievolucionário no conteúdo, mas também que foi especificamente escrito em contradição com o livro A Origem das Espécies de Darwin, publicado em 1859, e que as teorias de Mendel e de Darwin, as duas teorias que foram unidas na década de 1940 para formar a síntese moderna, são completamente contraditórias.

Fonte Oxford Journals “Journal of Heredity” (Jornal de Hereditariedade)

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Colágeno e sangue degradado num osso de um hadrossauro

Hadrossauro ImagemA nova descoberta ou "não vai ser nada, ou vai ser a maior revolução de sempre na paleontologia". Estas palavras foram pronunciadas por um paleontólogo em resposta à investigação recém-publicada. Ele estava comentando um relatório sobre os tecidos bem-preservados e sequências de colágeno primário recuperados do fémur de um dinossauro herbívoro identificado como um hadrossauro. Seguiram-se vários anos de intensa actividade para Mary Schweitzer e seus colegas, cujos trabalhos anteriores sobre tecidos moles em ossos de dinossauro foram recebidos com grande cepticismo. No ano passado, parecia que esta ideia de tecidos preservados tinha encontrado a sua refutação final quando a mesma paleontóloga citada acima propôs que os tecidos moles "vieram de qualquer contaminação bacteriológica". No entanto, a nova pesquisa parece ter respondido às críticas de forma muito eficaz.

Células sangue hadrossauroMúltiplas "células" de sangue vermelhas de hadrossauro rodeadas de branco, matriz fibrosa (Crédito Mary H. Schweitzer, Fonte aqui)

Os autores estavam bem cientes de que o seu trabalho recentemente publicado leva combustível ao fogo da controvérsia. Eles começam o seu resumo recordando isso mesmo aos seus leitores e acabam o seu relatório com comentários que abordam o "adequado cepticismo" do seu trabalho anterior. O problema é este: todas as medidas directas da degeneração das biomoléculas sugerem escalas de tempo de centenas ou milhares de anos (dependendo das condições ambientais). Medições indirectas, baseadas na detecção de biomoléculas em artefactos de idade conhecida, sugerem que o limite superior é inferior a um milhão de anos. No entanto, considera-se que as biomoléculas detectadas em dinossauros têm 80 milhões de anos. Duas ordens de grandeza justificam o considerável cepticismo!

Consequentemente, os autores não se pouparam a esforços para abordarem as preocupações de contaminação - em particular pela invasão da bactérias que formariam um biofilme. O fémur que utilizaram veio de uma perna articulada posterior de um hadrossauro. Os elementos das patas, a tíbia e a fíbula foram colectados em 2006, portanto eles sabiam que o fémur estava ainda incorporado no rocha. No ano seguinte, a rocha que continha o fémur foi removida, tomando precauções para que o osso fossilizado "não fosse exposto no campo". Todos os esforços foram feitos para evitar a contaminação, para que todos os materiais analisados fossem representativos do próprio fóssil. Os pesquisadores descobriram uma variedade de evidências morfológicas que indicavam que eles estavam a manipular material fóssil significativo. "A variação na textura, a microestrutura, e a cor da amostra de dinossauro é compatível com tecidos existentes e não é explicado de forma plausível através do argumento dos biofilmes". Uma série de testes seguiram-se, com a replicação dos testes por outro laboratório, levando a algumas descobertas muito convincentes. Muitos críticos do trabalho anterior reconhecem agora a natureza substancial da nova investigação. Service escreve:


Tecidos moles do Hadrossauro"Ambos os grupos, realizaram então independentemente estudos bioquímicos e de ligação de anticorpos que mostraram evidência de colágeno (ou colágenio), bem como de laminina e elastina, duas proteínas encontradas em vasos sanguíneos."
[McIntosh, um crítico do trabalho anterior, é citado como tendo dito:] "Eu não estou dizendo que é verdade. Mas não posso agora construir um argumento plausível de que não é verdade". Ele acrescenta: "A porta está se fechando para alternativas plausíveis".

Mas um outro aspecto da pesquisa recentemente publicada é uma comparação das sequências do colágeno de hadrossauro com o colágeno Tecidos moles do T-rexde aves, répteis, mamíferos, anfíbios e com as sequências anteriores obtidas a partir de um T. Rex. Os resultados desta comparação produziram manchetes por todo o mundo. A árvore filogenética emergente coloca em primeiro lugar os dois dinossauros adjacentes às aves - posterior ao ponto de ramificação dos répteis. Sem dúvida, ambas as sequências de dinossauro são fragmentárias. "As oito sequências de péptido para o colágeno alfa1 tipo I e para colágeno alfa2 tipo I representam 7,8 e 2,5% da sequência total para organismos relacionados, respectivamente". No entanto, embora reconhecendo esta situação, os autores consideram as suas análises como de resultados significativos.

"A quantidade de dados perdidos nas sequências de B. canadensis e de T. rex em relação aos existentes nas amostras resultaram numa relativamente baixa resolução dentro dos Dinosauria, mas mesmo assim, a relação filogenética das sequências de B. canadensis recuperadas apoiam a colocação da espécie nos Archosauria, mais próximos das aves do que do Crocodilo".

Em vista disto, as comparações de sequências podem e serão criticadas. Comentários nesta fase podem ser prematuros (embora possa ir aqui para mais reflexões sobre o assunto). A partir de uma perspectiva do design, há um outro ângulo sobre as comparações de sequências que vale a pena considerar. Em vez de interpretar as sequências em termos de percursos evolutivos, com as semelhanças a mapearem as relações ancestral/descendente, sequências similares podem na verdade estar relacionadas com funcionalidades semelhantes. Assim, por exemplo, semelhanças entre o colágeno de dinossauro e o das aves pode resultar de requisitos de design relativos a critérios de tamanho/peso/força critérios. Estas semelhanças não são evidências das aves e os dinossauros pertencerem ao mesmo clado, mas são evidências para as aves e os dinossauros terem características anatómicas e fisiológicas comuns.

Um outro ponto diz respeito ao estilo de argumentação "deus-das-lacunas". Os cientistas do DI são injustamente acusados de encontrarem uma lacuna no conhecimento e de a preencherem com um milagre (enquanto os argumentos de design são na realidade baseados nas evidências - e não na falta delas). Com a preservação dos tecidos moles de dinossauro, o sapato está no outro pé. Todo o conhecimento que temos aponta para a impossibilidade de detectarmos quaisquer sequências proteicas de dinossauros. Por estes motivos, muitos foram profundamente cépticos da análise do T. rex. Agora que as sequências de colágeno foram confirmadas pela replicação, o desafio consiste em explicar o que anteriormente era considerado impossível. Os autores concluem seu trabalho com as palavras: "Ainda é desconhecida a química por trás dessa preservação". Com base no que sabemos, a alegação criacionista de que os dinossauros não têm milhões de anos pode parecer mais parcimoniosa. O que estou argumentando é que as acusações de "deus-das-lacunas" mal direcionadas sempre que as pessoas argumentam pelas evidências, e que a maioria dos casos em que a frase é usada revela o papel que ela tem como um instrumento retórico.

Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur B. canadensis (Caracterização biomolecular e seqüências protéicas do Hadrosaur B. canadensis)
Mary H. Schweitzer, et al.
Science, 324, 1 May 2009: 626-631.


Resumo: Preservação molecular em dinossauros não-aviários é controversa. Presenciamos múltiplas linhas de evidência de que material proteico endógeno está preservado em fragmentos ósseos e em tecidos moles de um hadrossauro de 80 milhões de anos, Brachylophosaurus canadensis [Museum of the Rockies (MOR) 2598]. Dados microestruturais e imunológicos são consistentes com a preservação da matriz óssea múltiplas e de proteínas de vasos sanguíneos, e análises filogenéticas do colágeno do Brachylophosaurus sequenciado por espectrometria de massa apoia de forma robusta o clado ave-dinossauro, coerentes com uma fonte endógena destes peptídeos de colágeno. Estes dados complementam os resultados anteriores do Tyrannosaurus Rex (MOR 1125) e confirmam que a preservação molecular nos dinossauros do Cretáceo dinossauros não é um acontecimento único.

Veja também:

Service, R.F. 'Protein' in 80-Million-Year-Old Fossil Bolsters Controversial T. rex Claim, Science 324, 1 May 2009: 578.

New Data from 80-Million-Year-Old Dinosaur Demonstrates Ancient Protein Is Preserved, Beth Israel Deaconess Medical Center Press Release, 30 April 2009.

(por David Tyler)


Posts anteriores sobre tecidos moles de dinossauros:


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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Os Fósseis Não Mentem: Porque o Darwinismo é Falso, Parte III

Coyne continua para falar sobre várias formas "transicionais". "Um dos nossos melhores exemplos de uma transição evolutiva", escreve ele, é o registo fóssil das baleias, "pois temos uma série de fósseis ordenados cronologicamente, talvez uma linhagem de antepassados e descendentes, mostrando o seu movimentos da terra para a água". 9

Indohyus"A sequência começa", escreve Coyne, "com o recém descoberto fóssil de um parente próximo das baleias, um animal de tamanho de um texugo, chamado Indohyus. Vivendo há 48 milhões de anos atrás, o Indohyus era... provavelmente muito próximo do aspecto que o ancestral de baleia teria tido. "No parágrafo seguinte, Coyne escreve,"o Indohyus não era o ancestral de baleias, mas foi quase de certeza o seu primo. Mas se voltarmos mais 4 milhões de anos, para os 52 milhões de anos atrás, vemos o que poderia muito bem ser esse antepassado. É um fóssil do crânio de uma criatura do tamanho de um lobo chamado Pakicetus, que é um pouco mais parecido com as baleias do que o Indohyus". Na página que separa estes dois parágrafos está uma figura legendada" Formas de transição na evolução das baleias modernas", que mostra o Indohyus em primeiro lugar na série e o Pakicetus em segundo.10

Mas o Pakicetus - tal como Coyne nos disse - é 4 milhões de anos mais velho que o Indohyus. Para uma darwinista, isto não importa: Pakicetus é "mais parecido com as baleias" do que o Indohyus, pelo que deve situar-se entre o Indohyus e as baleias modernas, independentemente da evidência fóssil.

(Coyne faz o mesmo truque com fósseis que são supostamente ancestrais das aves modernas. O ícone dos livros didácticos, o Archaeopteryx, com asas de penas como um pássaro moderno, mas com dentes e uma cauda como um réptil, é datado em 145 milhões de anos. Mas o que Coyne chama de "fósseis de dinossauro de penas não voadores" - que deveriam ter surgido antes do Archaeopteryx - surgiram dezenas de milhões de anos mais tarde. Tal como fizeram os darwinistas Kevin Padian e Luis Chiappe onze anos antes, Coyne simplesmente reorganiza as evidências para se encaixarem na teoria darwinista.) 11

Lá se vai a previsão de Coyne que "espécies mais recentes devem ter características que as tornam parecidas com as descendentes das mais antigas." E que "se evolução não fosse verdadeira, os fósseis não ocorreriam numa ordem que faz sentido do ponto de vista evolutivo". Ignorando os factos que ele próprio acabou de apresentar, Coyne conclui: "Quando encontramos formas de transição, elas ocorrem no registo fóssil precisamente onde elas deveriam estar". Se o livro de Coyne fosse transformado num filme, esta cena poderia ser representada por Chico Marx, que dizia: "Quem é você vai acreditar, em mim ou nos seus próprios olhos?" 12

Há outro problema com a série da baleia (e com todas as outras séries de fósseis) que Coyne não abordou: Nenhuma espécie da série poderia ser o antepassado de qualquer uma das outras, porque todas elas possuem características que primeiro teriam que perder antes de evoluírem para uma forma subsequente. É por isso que tipicamente a literatura científica mostra cada espécie ramificando-se de uma suposta linhagem.

Na figura abaixo, todas as linhas são hipotéticas. O diagrama à esquerda é uma representação da teoria evolutiva: A espécie A é ancestral da B, que é ancestral da C, que é ancestral da D, que é ancestral da E. Mas o diagrama à direita é uma melhor representação da evidência: As espécies A, B, C e D não estão na verdadeira linhagem que leva a E, a qual permanece desconhecida.
Lihagens evolução - evolution lineages

Acontece que nenhuma série de fósseis pode fornecer evidência para a descendência com modificação darwinista. Mesmo no caso das espécies vivas, restos enterrados geralmente não podem ser utilizados para estabelecer relações ancestral-descendente. Imagine encontrar dois esqueletos humanos na mesma sepultura, um cerca de trinta anos mais velho que o outro. Era a pessoa mais velha pai/mãe do mais jovem? Sem registos genealógicos e marcas de identificação (ou, em alguns casos, DNA), é impossível responder a essa pergunta. E, neste caso estaríamos a lidar com dois esqueletos da mesma espécie que estão apenas separados por uma geração e que são do mesmo local. Com fósseis de diferentes espécies que já estão extintas, e amplamente separados no tempo e no espaço, não existe maneira de provar que uma é o antepassado da outra, não importa quantos fósseis transitórios encontramos.

Em 1978, Gareth Nelson do Museu Americano de História Natural, escreveu: "A ideia de que podemos ir ao registro fóssil e esperar recuperar empiricamente uma seqüência ancestral-descendente, quer se trate de espécies, géneros, famílias, ou seja o que for, tem sido, e continua a ser, uma ilusão perniciosa".13 O escritor de ciência da Nature, Henry Gee, escreveu em 1999 que" nenhum fóssil é enterrado com a sua certidão de nascimento". Quando nós chamamos às novas descobertas fósseis de "elos perdidos", é "como se a cadeia da ascendência e descendência fosse um verdadeiro objeto para a nossa contemplação, e não o que ela realmente é: uma invenção completamente humana criada após o facto, moldado de acordo com preconceitos humanos". Gee concluiu: "Tomar uma linha de fósseis e afirmar que eles representam uma linhagem não é uma hipótese científica que possa ser testada, mas uma afirmação que carrega a mesma validade que uma divertida história de deitar, talvez até instrutiva, mas não científica. "14

Da próxima vez, vou abordar os erros de Coyne sobre os embriões.

Notas:
9 Coyne, Why Evolution Is True, p. 48.
10 Coyne, Why Evolution Is True, pp. 49-51.
11 Kevin Padian & Luis M. Chiappe, “The origin and early evolution of birds,” Biological Reviews 73 (1998): 1-42. Disponivel online (2009) aqui.
Wells, Icons of Evolution, pp. 119-122.
12 Coyne, Why Evolution Is True, pp. 25, 53.
Chico Marx in Duck Soup (Paramount Pictures, 1933). Esta e outras citações de Marx Brothers estão disponiveis online (2009) aqui.
13 Gareth Nelson, “Presentation to the American Museum of Natural History (1969),” in David M. Williams & Malte C. Ebach, “The reform of palaeontology and the rise of biogeography—25 years after 'ontogeny, phylogeny, palaeontology and the biogenetic law' (Nelson, 1978),” Journal of Biogeography 31 (2004): 685-712.
14 Henry Gee, In Search of Deep Time. New York: Free Press, 1999, pp. 5, 32, 113-117.
Jonathan Wells, The Politically Incorrect Guide to Darwinism and Intelligent Design (Washington, DC: Regnery Publishing, 2006). Mais informação disponivel online (2009) aqui.

(por Jonathan Wells)

Leia a Parte I e a Parte II:



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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Mais fotos dos tecidos moles de dinossauro preservados

Na sequência do post "Tecidos Moles preservados num fóssil de dinossauro bico de pato ", aqui ficam mais algumas fotos daquilo que foi encontrado em fragmentos de osso de um Hadrossauro (dinossauro bico de pato). Lembramos que por incrível que pareça foram encontrados tecidos moles preservados alegadamente por 80 mihões de anos: vasos sanguíneos, células, proteínas (colágeno e osteocalcina).

Clique na imagem para AMPLIAR
Tecidos Moles de dinossauro - ImagemFonte: ScienceDaily

E você? Você acredita nisso?


Mais posts sobre tecidos moles de dinossauros:


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução