O documentário HOME, nosso planeta, nossa casa é uma iniciativa de Yann Arthus-Bertrand, Luc Besson e François-Henri Pinault.
A ambição deles é comum: compreender e partilhar os desafios do nosso planeta e sensibilizar para as questões de responsabilidade social e ambiental.
Vejam o trailer de HOME, nosso planeta, nossa casa:
Este documentário é lançado hoje, dia 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, com alcance mundial.
É exibido nos cinemas e televisão de muitos países, e na internet, no youtube (até 14 de Junho).
Para ver o documentário completo em português, clique em HOME, o mundo é a nossa casa
Apesar de o trailer demonstrar que os realizadores alinharam com o discurso evolucionista, não deixa de ser um excelente documentário pela beleza das imagens da Terra, filmadas em 54 países (a maior parte delas captadas a partir do ar), que mostra o esplendor da vida na Terra, e de que forma esta pode estar ameaçada. Um documentário a não perder!
Também pode sobre este magnifico documentário no jornal Público.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
HOME - nosso planeta, nossa casa
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Time denuncia o SENSACIONALISMO DOS MEDIA em torno do Darwinius masillae - IDA
Veredicto da Time quanto ao fóssil IDA: "A maioria dos paleontólogos vão reagir com desaprovação e descrença ao disparate sobrevalorizado pela promoção sensacionalista, especialmente tendo em conta a ciência verdadeira que o fóssil poderia possibilitar. Depois de tanta falsa publicidade, porém, encontrá-la pode ser uma tarefa difícil para a maioria das pessoas". História completa aqui.
Então aparece esta pérola: "A maior parte do que nós sabemos sobre a evolução de primatas é montado de pedaços de dentes e de maxilares", diz Michael Novacek, curador de paleontologia no Museu Americano de História Natural ".
Dentes e maxilares. Parece-me que isso deixa uma enorme margem para a interpretação, a qual é, naturalmente, influenciada pela visão do mundo (ou "preconceitos metafísicos se quiserem) tanto como qualquer outra coisa.
(por Barry Arrington)
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domingo, 24 de maio de 2009
O Lemur IDA e a manipulação dos meios de comunicação
IDA, a criatura semelhante a um Lemur, tem recebido alguns altos elogios por parte dos Darwinistas mais proeminentes. David Attenborough anunciou com confiança que o elo que faltava "já não está faltando", mas a forma como as evidências foram apresentadas e manipuladas levantou suspeitas de manipulação mediática, especialmente por parte do correspondente de ciência do London Times, Mark Henderson; que pareceu bastante irritado.
Mais informações sobre a Ida: reivindicações exageradas e um precedente preocupante
Mark Henderson relata que surgiram dúvidas agora que outros tiveram finalmente acesso ao fóssil e sugere que a Ida não está relacionada com «nada que existe hoje". Embora Ida seja um fóssil importante, ele escreve que "ela não é isso tudo" e afirma que os investigadores não forneceram evidências suficientes para justificar as suas reivindicações. Ele argumenta que isto é ..."... especialmente grave dado o ataque súbito de publicidade por trás da Ida ... um livro popular, um documentário, um website, e uma exposição, foram lançados na retaguarda deste achado, antes de ter recebido pleno escrutínio científico".
Henderson comenta que os pesquisadores parecem ter apressado o seu trabalho «para se encaixar com o calendário dos meios de comunicação". Foram vendidos direitos a alguns meios de comunicação, incluindo a BBC, e isso moldou a forma como a evidência foi estudada e e apresentada. Os jornalistas de ciência sem aquele acesso privilegiado não tiveram tempo suficiente para avaliar adequadamente a história. Henderson escreve;"Será que é correcto que o pleno acesso a importantes e controversas descobertas de investigação seja restringido pelos autores, aos meios de comunicação que melhor se encaixam na sua estratégia publicitária? Especialmente quando o dinheiro mudou de mãos?"
Henderson termina corrigindo uma afirmação anterior;"houve um lamentável erro no gráfico que acompanhou o meu artigo. Um rascunho anterior foi impresso por engano. Darwinius masillae não é um antepassado directo dos lemurs/lorises e símios/macacos. Parece que está sobre o ramo símio/macaco, após o último ancestral comum de ambos os grupos, e pode muito bem ser um antepassado directo de absolutamente nada do que existe hoje. "
(por Andrew Sibley)
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
Estará a avó Ida a receber mais honras do que merece?
Quando parecia que o alvoroço em torno da Avó Ida poderia continuar indefinidamente, apareceram indicios daquilo que o fóssil realmente significa. Que a promoção sensacionalista em torno da Ida tem mais a ver com vendas do que com evidências significativas, está a começar a tornar-se claro. A página de negócios do New York Time escreveu sobre como tudo parece muito bem orquestrado para impulsionar o documentário do History Channel que acompanhou a divulgação do fóssil. O relato de um escritor de ciência de Londres também ajudou a realçar o facto de as boas-vindas à Ida terem estado mais do que acima das marcas.
Mas o mais perspicaz é este post de um escritor de ciência na Smithsonian, oferecendo palavras um pouco mais temperadas do que as palavras dos anciãos darwinistas. De certa forma esta é uma peça muito impressionante, mesmo aparecendo apenas no seu blog. Como é sabido, a Smithsonian não é condescendente com as pessoas que não seguem a linha. Switek não comete o pecado de não reconhecer um ponto de vista estritamente darwinista, mas ele censura severamente o "establishment" por ter sobrevalorizado este último "elo perdido".
Ele começa com isto: Portanto, o grande dia finalmente chegou. "Ida", um esqueleto de primata de 47 milhões de anos, de Messel, na Alemanha, foi finalmente revelado no PLoS One e num corrupio de conferências de imprensa, em anúncios de livro, e num aparato dos meios de comunicação em geral. Noutras circunstâncias eu ficaria feliz em ver um excepcional fóssil receber esse tratamento, mas receio que a Ida se tenha tornado uma vítima de uma media sensacionalista que valoriza o tamanho da audiência em detrimento da substância científica.
E fecha da mesma forma, depois de alguma escrita muito boa pelo meio. Isto é uma vergonha. Eu esperava que este fóssil recebesse os cuidados e a atenção que merece, mas por agora parece ser uma fonte inesgotável de receitas para o History Channel. Com efeito, esta associação pode não ter apenas exagerado as alegações que foram apresentadas ao público, mas pode também ter sido um obstáculo à boa ciência. Tal como James Karen sugeriu, a má qualidade geral do relatório apresentado e a promoção sensacionalista desproporcionada faz-me perguntar se a pesquisa não foi empurrada apressadamente para ser publicada, para que o efeito bombástico dos meios de comunicação ocorresse na altura certa.
Ler o resto do artigo em inglês aqui.
(por Robert Crowther)
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Darwinius masillae (Ida) - Ciência ou Espectáculo Mediático ?
Parece que não fui só eu que estranhei a forma como o fóssil Darwinius masillae foi divulgado nos meios de comunicação. Só faltou dizerem que era a maior descoberta da humanidade! (aliás, não faltou muito!)...
Fazendo uma incursão pela blogosfera facilmente verificamos que muita gente atenta se apercebeu também do cheiro a sensacionalismo programado. Aqui fica um pouco desse espectáculo mediático:
E um pouco da estranheza e cepticismo do "autor" do vídeo:
Coloquei este vídeo não para influenciar a maneira de pensar de ninguém, ou para alterar as suas convicções.
Nem sei mesmo se a descoberta é assim tão importante quanto estes investigadores dizem. Coloquei este vídeo apenas pela sua natureza "sensacionalista".
A revelação do fóssil da Ida surge como parte de uma campanha de publicidade cuidadosamente orquestrada incomum para descobertas científicas.
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IDA: O Santo Graal dos elos perdidos?
ALERTA DE PROMOÇÃO SENSACIONALISTA
Num exemplo estelar de colocação do vestido de gala evolucionário, o dia de ontem assistiu ao lançamento no Museu de História Natural em Nova York do último e mais importante fóssil transicional (não são todos eles?) que se diz estar ligado ao homem. "IDA", um primata fóssil alegadamente com 47 milhões de anos encontrado na Alemanha, está sendo aclamado como o mais importante elo na evolução humana já descoberto.
Teremos que verificar novamente dentro de alguns anos para ver se ele chama mais atenção do que chamou LUCY na sua recente visita sem brilho em Seattle (bocejo). A exposição do Rei Tut, que abriu no passado mês de Outubro no Museu de Arte de Dallas portou-se muito melhor, com lucro. [1]
Os media e os especialistas evolucionários por todo o mundo parece que fizeram macacos de si mesmos (manchete do Guardian ...) uma vez que literalmente tropeçaram todos uns nos outros com expressões e exclamações extravagantes e ícones sonantes para transmitirem o significado deste achado fóssil. Aqui estão apenas alguns exemplos:
PEDRA DE ROSETA "É realmente uma espécie de Pedra de Roseta", comentou o co-autor do estudo, o Professor Philip Gingerich, do Museu de Paleontologia da Universidade de Michigan. [2]
FÓSSIL PATRIMÓNIO MUNDIAL "Este é o primeiro link para todos os seres humanos ... realmente um fóssil que liga património mundial", cientista de fósseis norueguês de renome mundial, o Dr. Jorn Hurum, Museu de História Natural da Universidade de Oslo . [2] Relatos dos media referem que Horum continuou a enumerar de que forma este fóssil era único ...
O SANTO GRAAL e a ARCA PERDIDA O Dr. Jorn Hurum, o cientista no coração do projecto, fez os paralelos mais exóticos. Ele exibiu fotografias da Mona Lisa e da Pedra de Roseta, sem explicar, embora as implicações sejam evidentes. Ele descreveu de forma variada o fóssil como o Santo Graal da paleontologia e como a Arca Perdida de arqueologia. [4]
O PRIMEIRO LINK NA EVOLUÇÃO HUMANA e a NOSSA MONA LISA "Este é o primeiro elo na evolução humana. Um achado como este é algo para toda a humanidade. Ele conta-nos uma parte da nossa evolução que tem estado oculta até agora ... Esta é a nossa Mona Lisa e vai ser... pelos próximos 100 anos. " - Paleontólogo Jorn Hurum [5]
"O" ELO PERDIDO (e quantas vezes ouvimos esta?) "Esta pequena criatura vai nos mostrar a nossa ligação com todo o resto dos mamíferos. A ligação que teriam dito até agora que estava faltando ... já não está faltando". Radiodifusor e naturalista de renome Sir David Attenborough. [2]
ESTE FÓSSIL MUDA TUDO Nancy Dubuc do History Channel disse que o Ida "prometeu mudar tudo o que pensávamos que compreendíamos sobre a origem da vida humana". A mais sublime imagem foi a de Michael Bloomberg ao lado da caixa de vidro da Ida, o braço sobre os ombros de uma menina da escola que estava vestindo uma camiseta com o logótipo da TV: "O Link. Isto muda tudo". A principal coisa que Bloomberg estava presumivelmente à espera que isto mudasse era a possibilidade de ganhar um inédito terceiro mandato como prefeito de Nova York nas próximas eleições. [4]
Tora Aasland, ministro da educação superior no governo norueguês ... apareceu a pensar que a Ida era uma maravilha da ciência norueguesa em oposição a uma maravilha da evolução pré-histórica. [4]
E, claro, há também a obrigatória (e muito especulativa) história de como a IDA morreu e acabou sendo preservada para que pudéssemos ver e analisá-la 47 milhões de anos mais tarde:
"Os cientistas acreditam que ela foi envolvida por dióxido de carbono, enquanto bebia no lago Messel: as águas tranquilas do lago eram frequentemente cobertas por uma fina manta de gás como resultado das forças vulcânicas que formaram o lago e que ainda estavam activas. Fragilizada pelo seu pulso partido, Ida escorregou para a inconsciência, foi engolida pelo lago, e afundou para o fundo, onde as condições únicas a conservaram por 47 milhões de anos. " [2]
Afinal, será que a IDA realmente faz jus a toda a aclamação? Historicamente, a resposta é um retumbante "Não". Apesar de toda a promoção sensacional e extravagante em torno da IDA, um facto chave permanece esquivo e desconhecido -- que faria da IDA um achado evolucionário verdadeiramente espectacular.
Não se conhecem precursores ou antepassados. Como é o caso da maior parte dos fósseis, não há conhecimento de ancestrais ou precursores directos para a IDA. Que criaturas precederam a sua espécie? Não temos nenhuma pista, apenas especulações. Em que tipo de espécies é que ela evolui depois? Mais uma vez, os especialistas mantêm-se silenciosos - porque não temos evidências fósseis. No entanto, parece que a sua mera existência é suficiente para a qualificar como um "elo perdido", sem uma clara compreensão de quais as criaturas a que ela se liga, de e para. Este é um dos mais consistentes aspectos de persuasão enganadora da evidência fóssil utilizada para promover a evolução. Todos os fósseis são considerados como uma peça do puzzle evolucionário que falta, que nos leva cada vez mais perto de melhor compreender a nossa alegada herança evolutiva, mas que nunca nos leva lá. Mas ALGUM DIA vamos finalmente começar a preencher os espaços vazios, ou pelo menos é o que os especialistas nos dizem.
Entretanto, e até lá, a IDA é apenas mais um exemplo de uma criatura sem um património, não obstante a promoção sensacional dos meios de comunicação sobre o seu significado.
Para se qualificar como um fóssil de "transição", é preciso haver muito mais do que uma espécie prima ao lado de uma outra espécie prima. Tem que haver uma clara ligação evolutiva demonstrando de que criaturas evoluiu a IDA. Mas a distância evolucionária (ou seja, homóloga) entre a Ida e sua suposta "parente" é tão grande que você poderia colocar uma série de exemplos antes e depois dela, e afirmam que eles estão relacionados. Isso não é "evidência" ciêntifica convincente - são apenas especulações e conjecturas.
Está na altura dos evolucionistas começarem a demonstrar o quanto eles realmente não sabem, em vez de apresentarem criaturas futeis como a IDA como um outro grande exemplo de evolução. Ela não é nada disso.
Para além de ficar muito bem nos livros de ciência das nossas crianças, francamente, não existe qualquer evidência que nos leve a acreditar na sua linhagem evolutiva. Como um dos meus colegas já comentaram a "Ida não é o primeiro fóssil a ser sobrevalorizado, e certamente não será o último". Na minha opinião, este é apenas mais um espectáculo oportunistico da publicidade dos media para dar a mais um fóssil um imerecido pilar no panteão evolutivo dos chamados "elos de transição evolutivos". Eu prevejo que não vamos encontrar os antepassados mais próximos da Ida ou os seus descendentes evolutivos. Depois de toda esta promoção sensacional arrefecer, ela vai continuar a ser apenas mais um ramo a tracejado no arbusto conjectural evolutivo para a primatas.
Mas, ei, Warren Beatty parece-se um pouco como eu. Visto que estamos a construir relações evolutivas baseadas nas aparências, acho que ele poderia passar por meu primo à muito perdido? Talvez se nós realizassemos uma conferência de imprensa para mostrar a nossa semelhança poderíamos obter alguma boa publicidade ...
[1] NY Times, March 13, 2009 - "They Didn't Love Lucy" - http://www.nytimes.com/2009/03/19/arts/artsspecial/19bust.html?_r=2&pagewanted=all
[2] Science Daily, May 19, 2009 - http://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519104643.htm
[4] The Guardian [UK] "To get a glimpse of the Ida fossil, the media make monkeys of themselves" - http://www.guardian.co.uk/science/2009/may/19/ida-fossil-primate-media-us
[5] The Hindu, May 20, 2009 - "Backgrounder to Ida Fossil" http://www.hindu.com/holnus/008200905201041.htm
(por Kevin H. Wirth)
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Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução






