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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Aves descendem dos dinossauros? - novas descobertas, novas dúvidas

Acabou de ser publicada uma nova pesquisa por Devon Quick e John Rubin na Oregon State University, no The Journal of Morphology, que pôe em dúvida a crença Darwinista amplamente estabelecida de que as aves evoluíram dos dinossauros Teropodes. Este trabalho foi relatado pela EurekAlert! um serviço de notícias globais on-line operado pela Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS). O comentário é intitulado "Descoberta levanta novas dúvidas sobre as relações dinossauro-pássaro". Relata que o Professor Rubin disse

É realmente espantoso que depois de séculos a estudar as aves e seu voo ainda não compreendemos um aspecto básico da biologia das aves. Esta descoberta provavelmente significa que as aves evoluíram num caminho paralelo aos dinossauros, iniciando esse processo antes mesmo da maior parte das espécies de dinossauro existirem.

bird thigh, dinosaurEnquanto as aves caminham e correm, o movimento dos membros é gerado principalmente nas articulações do joelho e do tornozelo; nos humanos, o movimento ocorre nas articulações do joelho, tornozelo e quadril. A coxa do pássaro não se move substancialmente da sua posição quase horizontal rígida em que serve de apoio lateral aos sacos de ar de paredes finas do sistema respiratório. (Crédito: Image courtesy of Oregon State University)

A investigação na Oregon State University tem incidido sobre a fixidez da estrutura do esqueleto e muscultatura únicas para dar apoio ao pulmão e na necessidade das aves de 20 vezes mais oxigénio do que os répteis de sangue frio. O pesquisador Devon Quick é citado no EurekAlert!
Isto é fundamental para a fisiologia das aves. É realmente estranho que ninguém tenha percebido isto antes. A posição dos ossos e músculos da coxa nas aves é fundamental para a sua função pulmonar, que por sua vez é o que lhes dá a suficiente capacidade pulmonar para o voo.


Existe agora um crescente corpo de evidências que enfraquece a crença darwinista de que as aves evoluíram dos dinossauros. Por exemplo, o Professor Rubin é citado como tendo dito
As aves encontram-se mais cedo no registo fóssil do que os dinossauros dos quais era suposto terem descendido. Isso é um problema bastante grave, e há outras inconsistências com as teorias pássaro-de-dinossauro. Um Velociraptor não brotou penas a determinada altura e saiu voando para o pôr do sol.

Enquanto os investigadores defendem que as aves e dinossauros podem ter tido um ancestral comum, o Professor Rubin é citado como se segue:
Francamente, há um grande número de políticos dos museus envolvidos nisto, muitas carreiras dependentes de um determinado ponto de vista, mesmo que novas provas científicas suscitem questões. Em algumas exposições de museus, a teoria evolucionária das aves-descendentes-de-dinossauros tem sido retratado como um facto amplamente aceite, com um asterisco apontando para letras pequenas que dizem que "alguns cientistas discordam". Mas agora há cada vez mais asteriscos. Isso é parte do processo da ciência.

Indicamos aos leitores o artigo da Truth in Science mostrado aqui. Além disso, nós não antecipamos um documentário de David Attenborough!

(por Truth in Science)

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Documentário Anti-Darwinista

John Lynch queixa-se que “historiadores ilustres”* não foram adequadamente informados de que o documentário para o qual foram entrevistados - The Voyage That Shook the World (A viagem que sacudiu o mundo) - ia adoptar uma linha anti-Darwinista. Lynch está indignado: os autores do documentário são culpados por “mentiras” e por “falsidade”. Será que uma acusação de fraude se sustentaria em tribunal? Eu suspeito que os autores do documentário apenas guardaram para si alguma informação. Isto é errado? A BBC, por exemplo, não me informou que um documentário que estavam a fazer sobre o Design Inteligente iria ter como titulo “A War on Science” (Uma guerra pela ciência) e que eu seria retratado como uma das “pessoas más” tentando “destruir a ciência”. Eu fiquei, para ser sincero, descontente com este resultado, mas eu reconheço que é assim que as coisas funcionam. O outro lado tem feito este jogo desde há muito tempo, mas não gostam quando o jogo vira ao contrario.






*Será que Lynch estaria bem com o documentário se os historiadores em questão tivessem sido meramente “historiadores medíocres” ou “historiadores cuja confiabilidade com respeito ao darwinismo fosse questionável”?


(por William Dembski)

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

HOME - nosso planeta, nossa casa

O documentário HOME, nosso planeta, nossa casa é uma iniciativa de Yann Arthus-Bertrand, Luc Besson e François-Henri Pinault.
A ambição deles é comum: compreender e partilhar os desafios do nosso planeta e sensibilizar para as questões de responsabilidade social e ambiental.

Vejam o trailer de HOME, nosso planeta, nossa casa:



Este documentário é lançado hoje, dia 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, com alcance mundial.

É exibido nos cinemas e televisão de muitos países, e na internet, no youtube (até 14 de Junho).

Para ver o documentário completo em português, clique em HOME, o mundo é a nossa casa

Apesar de o trailer demonstrar que os realizadores alinharam com o discurso evolucionista, não deixa de ser um excelente documentário pela beleza das imagens da Terra, filmadas em 54 países (a maior parte delas captadas a partir do ar), que mostra o esplendor da vida na Terra, e de que forma esta pode estar ameaçada. Um documentário a não perder!

Também pode sobre este magnifico documentário no jornal Público.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Time denuncia o SENSACIONALISMO DOS MEDIA em torno do Darwinius masillae - IDA

Veredicto da Time quanto ao fóssil IDA: "A maioria dos paleontólogos vão reagir com desaprovação e descrença ao disparate sobrevalorizado pela promoção sensacionalista, especialmente tendo em conta a ciência verdadeira que o fóssil poderia possibilitar. Depois de tanta falsa publicidade, porém, encontrá-la pode ser uma tarefa difícil para a maioria das pessoas". História completa aqui.

Então aparece esta pérola: "A maior parte do que nós sabemos sobre a evolução de primatas é montado de pedaços de dentes e de maxilares", diz Michael Novacek, curador de paleontologia no Museu Americano de História Natural ".

Dentes e maxilares. Parece-me que isso deixa uma enorme margem para a interpretação, a qual é, naturalmente, influenciada pela visão do mundo (ou "preconceitos metafísicos se quiserem) tanto como qualquer outra coisa.

(por Barry Arrington)


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domingo, 24 de maio de 2009

O Lemur IDA e a manipulação dos meios de comunicação

Ida - Darwinius masillaeIDA, a criatura semelhante a um Lemur, tem recebido alguns altos elogios por parte dos Darwinistas mais proeminentes. David Attenborough anunciou com confiança que o elo que faltava "já não está faltando", mas a forma como as evidências foram apresentadas e manipuladas levantou suspeitas de manipulação mediática, especialmente por parte do correspondente de ciência do London Times, Mark Henderson; que pareceu bastante irritado.

Mais informações sobre a Ida: reivindicações exageradas e um precedente preocupante

Mark Henderson relata que surgiram dúvidas agora que outros tiveram finalmente acesso ao fóssil e sugere que a Ida não está relacionada com «nada que existe hoje". Embora Ida seja um fóssil importante, ele escreve que "ela não é isso tudo" e afirma que os investigadores não forneceram evidências suficientes para justificar as suas reivindicações. Ele argumenta que isto é ...

"... especialmente grave dado o ataque súbito de publicidade por trás da Ida ... um livro popular, um documentário, um website, e uma exposição, foram lançados na retaguarda deste achado, antes de ter recebido pleno escrutínio científico".

Henderson comenta que os pesquisadores parecem ter apressado o seu trabalho «para se encaixar com o calendário dos meios de comunicação". Foram vendidos direitos a alguns meios de comunicação, incluindo a BBC, e isso moldou a forma como a evidência foi estudada e e apresentada. Os jornalistas de ciência sem aquele acesso privilegiado não tiveram tempo suficiente para avaliar adequadamente a história. Henderson escreve;
"Será que é correcto que o pleno acesso a importantes e controversas descobertas de investigação seja restringido pelos autores, aos meios de comunicação que melhor se encaixam na sua estratégia publicitária? Especialmente quando o dinheiro mudou de mãos?"

Henderson termina corrigindo uma afirmação anterior;
"houve um lamentável erro no gráfico que acompanhou o meu artigo. Um rascunho anterior foi impresso por engano. Darwinius masillae não é um antepassado directo dos lemurs/lorises e símios/macacos. Parece que está sobre o ramo símio/macaco, após o último ancestral comum de ambos os grupos, e pode muito bem ser um antepassado directo de absolutamente nada do que existe hoje. "

(por Andrew Sibley)


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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Estará a avó Ida a receber mais honras do que merece?

Darwinius masillae - Ida - toastQuando parecia que o alvoroço em torno da Avó Ida poderia continuar indefinidamente, apareceram indicios daquilo que o fóssil realmente significa. Que a promoção sensacionalista em torno da Ida tem mais a ver com vendas do que com evidências significativas, está a começar a tornar-se claro. A página de negócios do New York Time escreveu sobre como tudo parece muito bem orquestrado para impulsionar o documentário do History Channel que acompanhou a divulgação do fóssil. O relato de um escritor de ciência de Londres também ajudou a realçar o facto de as boas-vindas à Ida terem estado mais do que acima das marcas.

Mas o mais perspicaz é este post de um escritor de ciência na Smithsonian, oferecendo palavras um pouco mais temperadas do que as palavras dos anciãos darwinistas. De certa forma esta é uma peça muito impressionante, mesmo aparecendo apenas no seu blog. Como é sabido, a Smithsonian não é condescendente com as pessoas que não seguem a linha. Switek não comete o pecado de não reconhecer um ponto de vista estritamente darwinista, mas ele censura severamente o "establishment" por ter sobrevalorizado este último "elo perdido".

Ele começa com isto:

Portanto, o grande dia finalmente chegou. "Ida", um esqueleto de primata de 47 milhões de anos, de Messel, na Alemanha, foi finalmente revelado no PLoS One e num corrupio de conferências de imprensa, em anúncios de livro, e num aparato dos meios de comunicação em geral. Noutras circunstâncias eu ficaria feliz em ver um excepcional fóssil receber esse tratamento, mas receio que a Ida se tenha tornado uma vítima de uma media sensacionalista que valoriza o tamanho da audiência em detrimento da substância científica.

E fecha da mesma forma, depois de alguma escrita muito boa pelo meio.
Isto é uma vergonha. Eu esperava que este fóssil recebesse os cuidados e a atenção que merece, mas por agora parece ser uma fonte inesgotável de receitas para o History Channel. Com efeito, esta associação pode não ter apenas exagerado as alegações que foram apresentadas ao público, mas pode também ter sido um obstáculo à boa ciência. Tal como James Karen sugeriu, a má qualidade geral do relatório apresentado e a promoção sensacionalista desproporcionada faz-me perguntar se a pesquisa não foi empurrada apressadamente para ser publicada, para que o efeito bombástico dos meios de comunicação ocorresse na altura certa.

Ler o resto do artigo em inglês aqui.

(por Robert Crowther)



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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução