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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fim do mundo em 2012

Com o lançamento do filme 2012 de Roland Emmerich (John Cusack é o protagonista) tem circulado na net muito material, mensagens e vídeos sobre o fim do mundo.

Achei particularmente interessante o seguinte vídeo com uma simulação de um impacto de um asteroide:

Música dos Pink Floyd "The great gig in the sky" (do álbum Dark Side of the Moon)

A ideia do fim do mundo acompanha o ser humano desde há milénios. No passado muitas datas foram avançadas para o fim do mundo mas em nenhuma delas o fim do mundo se concretizou pois continuamos todos cá. Provavelmente 2012 será apenas mais um desses falsos alarmes e paranóias colectivas.

Mas o vídeo acima é interessante porque nos lembra a jóia preciosa que é a Terra, para nós humanos e para todos os seres vivos. Um planeta especialmente talhado para a vida, a fervilhar de criaturas tão diversas.

Assistir à sua destruição pelo fogo é pior do que ficarmos a ver a nossa casa a arder. E sabermos que tal poderá vir a acontecer num futuro mais ou menos distante...
O local que habitamos no universo é um local tão único e ao mesmo tempo tão frágil!

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Audi R8 - mais um exemplo de Design Inteligente

Depois do último post em que um Audi A4 surgia através de um cubo de Rubik, para que os evolucionistas não ficassem a pensar que os carros eram criados pela selecção natural + mutações mágicas do cubo de Rubik (rsrsrs) aqui fica um vídeo que mostra um Audi R8 a ser construído:

Audi R8 - The slowest car Audi ever built

"Para criar um Audi R8, 70 trabalhadores altamente especializados encaixam mais de 5,000 partes, uma a uma, produzindo apenas 25 carros por dia."
Fonte: http://microsites.audi.co.uk/r8launch/

Mais uma evidência de especiação automóvel através de um Design Inteligente.

Não, não é um absurdo lembrar aos evolucionistas que os automóveis foram projectados, que houve uma inteligência na sua origem e diversificação. Afinal, tantas vezes vimos os evolucionistas apresentarem diferentes modelos de automóveis (carochas, minis, etc) para pregarem a fé darwinista na evolução. Mesmo nas escolas e nas universidades ainda há docentes evolucionistas que usam ilustrações de automóveis para difundir a mensagem evolutiva.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

O que é o Design Inteligente ?

O que é o Design Inteligente?

O Design Inteligente refere-se tanto a um programa de pesquisa científica, como a uma comunidade de cientistas, filósofos e outros académicos que procuram evidências de design na natureza. A teoria do design inteligente sustenta que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não-direccionado como a selecção natural. Através do estudo e análise dos componentes de um sistema, um teórico do design pode determinar se várias estruturas naturais são o produto do acaso, das leis da natureza, do design inteligente, ou de alguma combinação dos mesmos. Tal pesquisa é realizada observando-se os tipos de informação produzida quando agentes inteligentes agem. Os cientistas então procuram encontrar objectos que tenham os mesmos tipos de propriedades informativas que sabemos geralmente que são provenientes de inteligência. O design inteligente tem aplicado estes métodos científicos para detectar design em estruturas biológicas de complexidade irredutível, o conteúdo de informação complexa e especifica do DNA, a arquitectura física do universo que suporta a vida, e a origem geológica rápida da diversidade biológica no registo fóssil durante a explosão Cambriana de há cerca de 530 milhões de anos atrás.

O Design Inteligente é a mesma coisa que o criacionismo?

Não. A teoria do design inteligente é simplesmente um esforço para detectar empiricamente se o "design aparente" na natureza reconhecido por praticamente todos os biólogos é um design genuíno (o produto de uma causa inteligente) ou se é simplesmente o produto de um processo não-direccionado como a selecção natural actuando sobre variações aleatórias. O criacionismo normalmente parte de um texto religioso e tenta ver como as descobertas da ciência podem ser reconciliadas com ele. O design inteligente tem como ponto de partida as evidências empíricas da natureza e procura determinar quais as inferências que podem ser feitas com base nessas evidências. Ao contrário do criacionismo, a teoria científica do design inteligente não afirma que a biologia moderna pode determinar se a causa inteligente detectada pela ciência é sobrenatural.

Os críticos honestos do design inteligente reconhecem a diferença entre o design inteligente e o criacionismo. O historiador de ciência da Universidade de Wisconsin, Ronald Numbers, é crítico do design inteligente, mas de acordo com a Associated Press, ele "concorda que o rótulo criacionista é impreciso no que diz respeito ao movimento do DI[design inteligente]". Por que razão então alguns darwinistas continuam a tentar confundir o design inteligente com o criacionismo? Segundo o Dr. Numbers, é porque pensam que tais alegações são "o caminho mais fácil para desacreditar o design inteligente". Por outras palavras, a acusação de que o design inteligente é "criacionismo" é uma estratégia retórica por parte dos darwinistas que pretendem deslegitimar a teoria do design sem realmente abordar o seu mérito.

Design inteligente é uma teoria científica?

Sim. O método científico é geralmente descrito como um processo de quatro etapas que envolvem observações, hipóteses, experiências e conclusão. O design inteligente começa com a observação de que agentes inteligentes produzem Informação Complexa e Especifica (ICE). Os teóricos do design constroem a hipótese de que se um objecto natural foi projectado, ele irá conter níveis elevados de ICE. Os cientistas então realizam testes experimentais em objectos naturais para determinar se eles contêm Informação Complexa e Especifica. Uma forma facilmente verificável de ICE é a complexidade irredutível, que pode ser descoberta por engenharia reversa experimental de estruturas biológicas para ver se elas precisam de todas as suas partes para funcionar. Quando os pesquisadores do DI encontram complexidade irredutível na biologia, eles concluem que essas estruturas foram projectadas.

Fonte: intelligentdesign.org

P.S. - Design Inteligente (Intelligent Design em inglês) é também chamado de Desenho Inteligente, Concepção Inteligente e Projecto Inteligente (Projeto Inteligente no português do Brasil).

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sábado, 21 de novembro de 2009

O Design Inteligente do Audi A4 2.0 TDI, e o Cubo de Rubik (VÍDEO)

Este anúncio publicitário é fantástico! O cubo de Rubik foi usado como metáfora para a complexidade, precisão e rigor necessários para construir um carro, neste caso o novo Audi A4 2.0 TDI.
O Audi A4 é sem dúvida produto de um design inteligente. Realmente achei a ideia por trás do anúncio muito interessante e bem conseguida, e sugestiva do design, do bom design. Vejam o vídeo:



Sim, inicialmente o vídeo fez-me pensar no design e na capacidade que todos temos de detectar o design no mundo que nos rodeia. Mas após alguma atenção a forma como o cubo é apresentado passou a parecer-me mais uma metáfora do oposto, mais uma representação da visão evolucionista para o aparecimento da complexidade. Porquê?

Reparem como no vídeo o Cubo de Rubik se movimenta sozinho, sem qualquer agente inteligente a actuar. Imaginem os movimentos de rotação horizontais do cubo como sendo as mutações. E os movimentos de rotação verticais como sendo a selecção natural que filtra as mutações... Pois é, ficamos com uma metáfora perfeita da Teoria da Evolução. As várias peças vão-se combinando por acção das mutações + selecção natural, embora ninguém saiba muito bem em que direcção estas vão rodar o sistema, os defensores do Cubo de Rubik evolucionista continuam a afirmar que ele vai ficar girando e aumentando cada vez mais a complexidade ao longo de muitos milhões de anos, chegando a um nível de complexidade muito, mas muito superior a qualquer Audi, como por exemplo a complexidade da máquina que é o corpo humano.
Cada uma das peças é suficientemente complexa para que nem todos acreditem que o Cubo pode gerar aquele carro. Os críticos desta visão evolucionista alegam que não só cada uma das peças é complexa mas que cada uma delas parece ter sido projectada para funcionar em conjunto com as restantes. Mas os darwinistas não, estes continuam a achar que aquelas peças podem ter surgido através de um numero infinito de cubos de rubik movidos pelas mesmas forças mágicas das mutações e selecção natural, actuando desde as origens.

Claro que todos sabemos que o novo Audi A4 2.0 TDI não foi gerado por um grande Cubo de Rubik como o que vemos no vídeo... como é óbvio todos sabemos que o novo Audi A4 2.0 TDI surgiu da inteligência criativa do ser humano, de um projecto de engenharia detalhado, com objectivos bem definidos, com optimização de sistemas complexos até ao produto de design final...

E até sabemos que houve uma inteligência por trás do vídeo e que o cubo de rubik criando um automóvel é apenas uma ideia interessante para um anúncio publicitário... ;)

P.S. - Vejam o anúncio publicitário do Honda Accord, também muito interessante para os evolucionistas, rsrsrs.

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Viva o Criacionismo! - Ponto de vista de um evolucionista

Um livro para abandonar as críticas simplistas ao criacionismo:

O criacionismo põe as pessoas com medo. Nós acusamos o criacionismo de todos os males. É uma ameaça tanto para a ciência como para a sociedade democrática. Daí os apelos regulares para combatê-lo em nome da racionalidade e da laicidade. Não é altura de uma vez por todas acabar com essa doutrina religiosa de outra era dissimulada com pretensões científicas?

Não, não necessariamente, diz Thomas Lepeltier. Neste texto iconoclasta, onde ele discute a natureza cientifica do criacionismo, ele avança [com o argumento], de que aqueles que querem o desaparecimento do criacionismo, sob o pretexto de que [o criacionismo] não seria uma teoria científica, mas sim apenas uma doutrina religiosa, promovem, sem se aperceberem, uma sociedade onde todos os dissidentes de todas as teorias científicas dominantes terão desaparecido.

Se é isso que os opositores do criacionismo querem, o espírito de crítica que eles fingem que defendem está em risco. Sob o domínio de reflexão - como na política, se somos democráticos - não deveria ser sempre necessário congratularmo-nos sobre a existência de contraditores, mesmo quando consideramos que eles estão errados? Em suma dado o tom simplista dos debates contemporâneos sobre o criacionismo, este é um trabalho pertinente a ler com urgência.

Fonte: http://thomas.lepeltier.free.fr/creationnisme.html

Lepeltier Thomas é um historiador e filósofo da ciência, jornalista e professor na Universidade de Oxford. Ele é o autor de história do criacionismo: Darwin Herege, O eterno retorno do criacionismo (Darwin hérétique, L'éternel retour du créationnisme - Le Seuil, 2007).

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Relato sobre o debate de William Craig vs Francisco Ayala

Bradley Monton é um ateu que defende o DI

Eu fui o moderador do debate que aconteceu na noite passada (quinta-feira, 5 de Novembro de 2009) entre o filósofo William Lane Craig e o biólogo Francisco Ayala, na Universidade de Indiana. Ambos são cristãos, mas Craig argumentava que o design inteligente é viável, enquanto Ayala argumentava que não é viável.

O website para o debate está aqui. Uma gravação de áudio em MP3 do debate está aqui. Disseram-me que o vídeo também vai ficar disponível para download.

Eu percebi que Craig iria se destacar como o melhor debatedor, simplesmente porque Craig é magistral nesse tipo de coisa, como já foi discutido aqui. Conselhos para como debater com Craig estão disponível aqui e aqui, mas infelizmente parece que Ayala não leu aquilo. Ayala na verdade não se envolveu com Craig, mas antes apresentou as suas próprias informações, ignorando os argumentos que Craig estava usando. O assunto do debate é um tema novo para Craig (quando falamos nos bastidores, ele confirmou que não tinha publicado ou discutido sobre o design inteligente baseado em argumentos da biologia), e tivesse Craig debatido com um filósofo da biologia anti-DI como Kitcher ou Sober, e Craig poderia ter perdido o debate.

Aqui está uma análise interessante do debate, pelo blogueiro Ranger:

Foi um péssimo desempenho de Ayala, que é considerado por muitos como o melhor defensor público da evolução nos Estados Unidos. Como eu acho que já disse anteriormente, eu geralmente alinho com os evolucionistas teístas, e tinha as minhas esperanças. No final, eu estou frustrado e a ficar farto e cansado de tantos floreados e falta de argumentação sólida do lado da evolução.

1. Em sua conclusão, depois de literalmente não oferecer nenhuma argumentação em resposta aos pontos de Craig, ele diz algo como "Deixe-me lhe dizer uma coisa, há muita evidência para os mecanismos da evolução em milhares de artigos e livros escritos por pessoas que conhecem o método científico". Óptimo! Então devia ser realmente fácil apresentar um bom argumento contra Craig baseado nesses milhares de artigos, certo?

2. Craig trouxe Behe ao debate, e Ayala respondeu de duas maneiras ... numa delas ele simplesmente afirmou que Behe foi refutado. Presumo que ele se referia a Ken Miller, pois aqueles que defendem a evolução quase fizeram um cliché ao dizer "Miller obliterou Behe em Dover e em "Only a Theory". Eu li e gostei, mas também sei que Behe respondeu e concordo com Behe que Miller não deu uma resposta satisfatória... então o cliché (geralmente oferecido por aqueles que realmente nem leram Behe nem Miller) fica gasto. Se foi assim tão claramente refutado e se você é uma das melhores vozes da América para a defesa da evolução, então simplesmente explique por que os argumentos de Behe falham. Se você acha que é preciso educar a América, a este respeito, então faça-o! Não volte a cair no "sacerdócio" da ciência com declarações sobre os milhares de artigos escritos por pessoas que entendem o método científico.

3. Ninguém estava falando de Paley, então por que Ayala continuou a argumentar em relação a Paley e ao olho? Craig traz argumentos de Behe, e Ayala responde aos argumentos de Behe, argumentando contra um argumento de há 250 anos atrás que nem Craig nem Behe faz? Isso foi estranho, no mínimo ... e não fez nenhum favor ao seu lado.

Deixe-me ser muito honesto e dizer que estou realmente a chegar a uma posição de pensar que o DI pode ser viável (num universo Cristão, que acredito ser o nosso universo), parcialmente porque estou farto e cansado dos floreados e da falta de boas respostas dos cientistas que se dizem especialistas.

O debate foi patrocinado pelo Campus Crusade for Christ, pelo que uma pessoa cínica poderia dizer que eles estavam à espera que Ayala se portasse tão mal no debate. No entanto, não acho que seja esse o caso; acho que eles esperavam ter um debate justo, fundamentado e equilibrado. E apesar do desempenho de Ayala abaixo do excelente, acho que no geral o debate foi uma boa experiência para o público. Eu gostaria de agradecer publicamente ao organizador, Matt Bazemore, bem como seus assistentes, por todo o trabalho que eles fizeram para realizar este evento.

Bradley Monton, é um ateu que defende o Design Inteligente.

P.S. - Já está disponível o vídeo do debate entre William Craig e Francisco Ayala.

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução