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domingo, 6 de dezembro de 2009

O Erro de Darwin na Geologia

Charles Darwin acampou no Rio Santa Cruz nas falésias de basalto em 26 de abril de 1834. De "Camp Darwin" na Argentina, ele interpretou o vale do rio como tendo sido erodido por um processo extremamente lento durante um período muito longo de tempo. O Dr. Steve Austin mostra que a paisagem que Darwin viu foi erodida de forma extremamente rápida por uma gigantesca inundação do rio que tinha 10 kilometros de largura e 120 metros de profundidade. O Rio Santa Cruz marca um erro no início da carreira de Darwin. Em que mais é que Darwin estava errado?


(versão deste vídeo em português mais abaixo)

com Dr. Steve A. Austin (Geólogo Ph.D.)

O homem nasce com um desejo insaciável de compreender a origem da vida e do universo.

Há 150 anos atrás um homem pensou que tinha descoberto e escreveu um livro que moldou a forma como olhamos para o nosso mundo. Esse homem foi Charles Darwin. Mas, e se ele estava errado?

Vale do Rio Santa Cruz, Patagonia, Argentina

Estamos no norte do Vale do Rio Santa Cruz, um local muito especial. Este é o sitio onde um jovem com 25 anos de idade caminhou até esta encosta, há 175 anos atrás. A 26 de Abril de 1834 Charles Darwin subiu esta encosta e fez afirmações significativas que iriam ter um forte impacto no mundo. Ele viu o rio, e viu os seixos e a areia a serem movidos pelo rio. Então ele andou sobre estas pedras arredondadas médias e grandes que estavam alinhados desde a margem do rio, pela encosta acima, até este penhasco de basalto...


E ele viu todo este terreno e interpretou-o em termos da acção lenta e gradual do Rio Santa Cruz. Ele escreveu sobre isso no seu diário. Ele disse: "o rio, embora tenha tão pouco poder para transportar mesmo pequenos fragmentos, no espaço de eras pode ter produzido pela erosão gradual por factos que é difícil apurar a sua dimensão".. e continuou para interpretar todo este vale em termos da acção lenta e gradual do Rio Santa Cruz aqui presente.

[...]

Porque é que Darwin cometeu um erro tão grande com a sua interpretação sobre o Vale do Rio Santa Cruz? Penso que há 3 razões pelas quais ele falhou em entender este terreno correctamente. A primeira razão é que a visão dele daquilo que ele ia ver estava marcada pelas suas pressuposições. Mesmo antes dele chegar aqui ele tinha ideias e opiniões fortes sobre aquilo que ele ia ver, e por causa disso ele não viu este lugar correctamente. A segunda razão porque Darwin errou aqui no vale é que ele estava a ler o livro errado, ele tinha uma cópia do livro de Charles Lyell, "The Principles of Geology", no Beagle, e assim que ele chegou a este vale, ele reproduziu os pensamentos de Charles Lyell de erosão do rio lenta e gradual a formar vales, e por causa disso ele cometeu um erro significativo. E a terceira razão porque Darwin se enganou aqui neste penhasco é que ele estava a desenvolver uma metodologia incorrecta, uma pseudo-ciência se quisermos, uma forma incorrecta de olhar para o mundo. A metodologia de Darwin estava errada e podemos ver isso aqui mesmo nos penhascos de basalto. Darwin estava errado sobre o Rio Santa Cruz, ele estava errado sobre o processo que formou este vale.

Sobre que mais estava Darwin errado?


se preferir veja esta versão em português do Brasil:


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Rex Murphy, na CBC News, falou sobre o Climategate


"...Estes emails demonstram uma coisa acima de tudo: que a ciência climática e o activismo do Aquecimento Global se tornaram tão entrelaçados, transformados numa criatura mutante, que separar alarmismo de investigação, ideologia de ciência, agenda de estudo empírico, é agora impossível. O climategate é evidência de que a ciência tem ido para a cama com o activismo e ambos têm passado bons momentos juntos"

Leia o resto da tradução desde vídeo de Rex Murphy sobre o Climategate.

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Lord Monckton: prisão para os cientistas criminosos do Aquecimento Global

Lord Monckton: os cientistas por trás da fraude do Aquecimento Global são criminosos que devem ser julgados e presos

"...penso que o que podemos esperar é que os cientistas de todo o mundo vão agora começar a perceber que as autoridades que processam criminalmente estão a começar a ir no seu encalço, e particularmente aqueles que obtiveram lucros através do exercicio de uma ciência falsa ou exagerada, quer sejam eles cientistas, políticos ou pessoas do movimento ambiental que têm vindo a exagerar a suposta ameaça das alterações climáticas, da mesma forma como agora sabemos que a Universidade de East Anglia fez. ... as autoridades também irão atrás da universidade de East Anglia e dos cientistas relacionados com ela, no que parece uma pequena conspiração totalmente controlada, para deturpar, falsificar e exagerar o suposto problema das alterações climáticas."



"Eu também estou a tentar falar com a policia que a própria Universidade de East Anglia está a consultar para que possamos saber se a policia vai investigar não só quem revelou os emails... mas também se a policia vai investigar o acto de esconder informação, o que é uma ofensa criminal..., mas também investigar fraude financeira e cientifica a uma escala global. Pensamos que isso deve ser agora investigado... para que os fraudadores, quer seja na politica, na ciência, ou no movimento verde, possam agora ser cercados... ser detidos, julgados, processados, e presos, pelos biliões e biliões de dolares que eles rapinaram dos bolsos dos cidadãos normais que pagam os impostos e que têm que trabalhar no duro para viver, e para que nunca tenham que pagar por mais nenhuma fraude cientifica extravagante, nunca mais."

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Revista World distingue Stephen Meyer

Stephen Meyer já viu o seu livro Signature in The Cell ficar entre os primeiros, bestseller do Amazon nos livros de ciência, e considerado um dos melhores livros de 2009 pelo Times Literary Supplement, mas as últimas notícias vão muito além disso: Stephen Meyer foi nomeado "Daniel of the Year"para 2009 pela World Magazine:

Este Outono Meyer publicou um relato completo daquilo que a ciência aprendeu nas últimas décadas: Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design (Harper One, 2009) mostra que a célula é incrivelmente complexa e o código que dirige as suas funções é maravilhosamente projectado. O seu argumento deita por terra a macroevolução, a teoria de que um tipo de animal ao longo do tempo evolui para um tipo muito diferente. Meyer regista o desprezo dos media nesta ano da grande celebração dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin e 150 anos da publicação do "A Origem das Espécies".

A reportagem de capa é o que devia tornar-se o perfil essencial de Meyer, seguindo o que Marvin Olasky da World descreve como "o padrão de quatro fases, que é comum entre os intelectuais 'Daniel': Questionar, discernimento, coragem e perseverança".
Meyer diz, "Você pergunta como alguém arranja a audácia de se meter em algo como isto. Parte da resposta é que eu não conhecia nada melhor quando era mais jovem. Eu estava tão absorvido com esta ideia e com estas perguntas: "Seria possível desenvolver um argumento científico? Estávamos a olhar para evidências que pudessem reavivar e reanimar o argumento clássico do design, que tinha sido percebido desde a época de Hume e, certamente, do tempo de Darwin para ser extinto? Se fosse esse o caso, era uma grande revolução científica".

A coragem torna-se um factor determinante, uma vez que percebamos o custo e vejamos como ele é grande. A primeira suspeita de Meyer surgiu quando "falei sobre as minhas ideias com algumas pessoas nas preparações do Cambridge High table, e obtive aquele incentivo social". Mas o custo foi e é mais do que a facilidade de conversação: a San Francisco State University em 1992 expulsou um professor, Dean Kenyon, que adoptou o Design inteligente, e outras perdas de emprego surgiram desde então. Meyer e outros defensores do Design Inteligente perceberam "que isto iria ser muito controverso. Uma das coisas que nos encorajou a todos que estávamos nos primeiros dias deste movimento foi conhecermo-nos uns aos outros. Em 1993 tivemos uma pequena conferência um pouco privada [com] 10 ou 12 jovens cientistas muito fortes atravessando programas top-of-the-world em seus respectivos campos que eram todos cépticos. Acho que o congelamento deste grupo deu a todos a sensação de que esta ia ser uma aventura emocionante: Vamos à luta!".

Sim, à luta - Meyer, acaba de regressar de uma instrução a Michael Shermer (ouça o áudio aqui).

O artigo, como o título indica, é um perfil de coragem que vale a pena ler, especialmente esta parte:
Muitas pessoas que entram no palco da coragem pensam que a guerra na qual eles se encontram vai acabar em poucos anos. Mas, chega um momento na vida de muita gente que se percebe uma dura realidade: Não vai acabar durante a minha vida. É aí que alguns desistem, enquanto outros prosseguem para o palco da perseverança. É onde Meyer está: o Signature in the Cell acaba com uma longa lista de previsões testáveis sobre o caminho que a ciência irá tomar ao longo das décadas seguintes. Meyer acredita que um estudo mais aprofundado irá revelar a importância de "DNA lixo" e os motivos para o que parecem ser estruturas "mal projectadas": irá revelar uma lógica funcional escondida ou a evidência da decadência a partir de projectos bons originais.

Leia o artigo completo aqui.

(por Anika Smith )


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sábado, 5 de dezembro de 2009

Livro Pro-DI no "Livros do Ano" da Times, mas Dawkins e outros darwinistas ficaram de fora

O livro Signature in the Cell de Stephen Meyer, favorável ao Design Inteligente, mereceu honras no "Books of the Year" da Times Literary Supplement (TLS), enquanto que os autores darwinistas foram ignorados

Embora este ano tenha vindo a ser amplamente anunciado como o "Ano de Darwin" por causa dos grandes aniversários de Darwin, os revisores de livros no Times Literary Supplement (TLS) em Londres parecem ter ficado pouco encantados com o ano de safra pró-Darwin da indústria editorial. Com efeito, o "Livros do Ano" da TLS recentemente lançado não inclui nenhum dos grandes argumentos do ano pro-Darwin tais como o "Why Evolution Is True" de Jerry Coyne, ou mesmo o "The Greatest Show on Earth" de Richard Dawkins entre os seus "Livros do Ano". Em vez disso, o único livro com honras reconhecidas que incide sobre o debate Darwin-ID é o "Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design" de Stephen Meyer, que foi escolhido pelo famoso filósofo ateu Thomas Nagel.

Se eu fosse um darwinista, eu estaria bem preocupado. Mesmo muitos daqueles darwinistas materialistas simpáticos já não estão a expressar muito entusiasmo pelos argumentos gastos dos Neo-darwinistas.


(por John West)


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Visconde Monckton sobre o Climategate: "Eles são criminosos"

O homem que desafiou Al Gore para um debate está furioso sobre o conteúdo dos e-mails da CRU que sairam cá para fora - e explica porque você deve estar também.

por Christopher Monckton

Isto é o que eles fizeram - estes "cientistas" climáticos em cuja palavra sem fundamentos a classe politica do mundo, propõe neste Dezembro a criação de um governo global não eleito em Copenhaga, com vastos poderes, sem precedentes, para controlar todos os mercados que antes eram livres, para cobrar impostos sobre as nações ricas e sobre todas as suas operações financeiras, para regular os assuntos económicos e ambientais de todas as nações, e para confiscar e extinguir todas as patentes e os direitos de propriedade intelectual.

O minúsculo grupo unido de cientistas climáticos que inventou e que agora dirige a fraude do "aquecimento global" adulterou os dados de temperatura com tanta frequência que, na admissão recente de um deles, desde 1980 as temperaturas terrestres subiram duas vezes mais rapidamente que as temperaturas do oceano. Um dos milhares de e-mails recentemente divulgados por um denunciante da Universidade de East Anglia, onde um dos quatro conjuntos mundiais de dados globais de temperatura é compilado, revela que os dados foram alterados de modo a evitar que um recente declínio na temperatura aparecesse no registo. Na verdade, não houve um "aquecimento global" significativo nos últimos 15 anos - e houve um arrefecimento rápido e significativo nos últimos nove anos.


Pior, esses fraudadores arrogantes têm recusado, desde há anos e anos e anos, revelarem os seus dados e as suas listagens de programas de computador. Agora sabemos porquê: Como um documento de 15.000 linhas da divisão de computação da Climate Research Unit mostra, os programas e os dados são uma bagunça e um emaranhado inúteis. Com efeito, as tendências da temperatura global foram simplesmente inventadas. Infelizmente, os investigadores britânicos têm vindo a actuar estreitamente na linha dos seus homólogos E.U.A que compilam o outro conjunto de dados de temperaturas terrestres - o GISS / NCDC. Esse conjunto de dados também contém inúmeros equívocos destinados a empolar artificialmente o aquecimento natural do século 20.

Finalmente, estes charlatões vendedores de petróleo e aproveitadores do "aquecimento global" - pois isso é o que são - escreveram uns aos outros a incentivar a destruição de dados que haviam sido legalmente solicitados ao abrigo do Freedom of Information Act no Reino Unido por cientistas que queriam verificar se o seu registo de temperaturas globais foram devidamente compiladas. E essa destruição de dados, como eles estão prestes a descobrir a seu custo, é uma ofensa criminal. Eles não são simplesmente maus cientistas - eles são vigaristas. E vigaristas que cometeram seus crimes às custas dos contribuintes britânicos e dos E.U.A.

Estou furioso, e você também deveria estar.

O que tem dito a mídia mainstream sobre o caso Climategate? Muito pouco. Os poucos que comentaram, muito por entre ods dentes, disseram que tudo isto é uma tempestade num copo de água, e que seus amigos na Universidade de East Anglia e no resto da Comunidade de climatólogos são pessoas boas, realmente.

Não, eles não são. Eles são criminosos. Com o professor Fred Singer, que fundou o U.S. Satellite Weather Service, eu denunciei-os ao Information Commissioner do Reino Unido, com um requerimento para que ele investigue as ofensas deles, e, se assim for o caso que sejam processados. Mas eu não estarei à espera com muitas ilusões: No estado policial que o Reino Unido agora se tornou, com a mídia supina largamente controlada pelo governo, o establishment tende a cuidar de si próprio.

Às nossas custas, e à custa da verdade.


O Visconde Monckton de Brenchley é um politico britânico, consultor empresarial, e conselheiro de politicas.


Fonte: http://pajamasmedia.com/blog/viscount-monckton-on-global-warminggate-they-are-criminals-pjm-exclusive/

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução