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sábado, 19 de dezembro de 2009

Climategate, Músicas de Natal



Letra:

"Its A Climategate Christmas"
Oh Climategate Oh Climategate those hacked emails have sealed your fate
Oh Climategate Oh Climategate micheals trick was really great
Medieval Warming now is done, Also the Maunder Minimum
Oh Climategate Oh Climategate maybe now we can debate
(You'll Also Get)
Don't sign your name at Copenhagen Falalalalalalalala
II can't Cope With All this Changin' Falalalalalalalala
(And who can forget this Christmas Classic)
Hide the Decline, Slow The Decline
Like Michael's trick on the Hockey Stick Chart
They had a tree ring data set from the Yamal Penninsula
But Briffa just used one tree YAD061
(And then there's)
I'm dreaming of a Carbon Neutral Christmas
Just like the ones in the pre-industrial age
(And what about)
Burning raw data on an open fire
Skeptics pounding on your door
(and here's one for the kids)
You better not breath, You better not drive
Better not cook, I'm telling you why
Al Gore is coming to you town
He's making a list and he checks it a lot
Gonna find out who's Carbon Neutral or not
Al Gore is coming to you town
(and let's not forget this is a religious holiday)
Joy to the world Al Gore is come
Let earth receive her king
Away in a prison a cot for a bed
We wish you a Merry Christmas We wish you a Merry Christmas
We wish you a Merry Christmas We wish it were here
We won't go until we get some We won't go until we get some
We won't go until we get some So bring it right here
"Its A Climategate Christmas" from Minnesotans For Global Warming
So get it and put it under the tree, it'd make a great stockin' stuffer too

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Copenhaga e o Climategate em discussão na SIC Notícias


Um debate interessante antes da Cimeira de Copenhaga na Dinamarca, em que se falou do Climategate.

O engenheiro Rui Moura, céptico do Aquecimento Global Antropogénico, fala sobre as falsidades dos cientistas envolvidos no Climategate. Rui Moura mantém o blog Mitos Climáticos.

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Climategate em debate no MIT


Moderador:
Henry D. Jacoby

Oradores:
Kerry Emanuel '76, PhD '78
Judith Layzer PhD '99
Stephen Ansolabehere
Ronald G. Prinn SCD '71
Richard Lindzen

Vídeo com duração: 1:58:31

Um painel de especialistas dá a sua opinião sobre o que o "Climategate" realmente significa para a ciência do clima, para a integridade do Painel Intergovernamental das Alterações Climáticas (IPCC), para a percepção pública sobre o clima, e para as negociações políticas em curso no Congresso e em Copenhaga.

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sábado, 12 de dezembro de 2009

Climategate: a ONU Censura a Imprensa

Passou-se na Cimeira das Alterações Climáticas das Nações Unidas, em Copenhaga

Um jornalista fez uma pergunta inconveniente sobre o Climategate a um pomposo especialista em aquecimento global da Universidade de Stanford. Este não gostou nada, e os funcionários da ONU intervieram de imediato para tentar parar a apostasia, até que um guarda da ONU armado entrou em acção para impedir que tudo fosse filmado.

A resposta do Prof. Schneider é muito reveladora. É que as pessoas não são parvas. Quem já demonstrou que não é de confiança são os "cientistas" do aquecimento global que escondem e destroem dados e apresentam outros manipulados. Mas parece que esse professorzinho Schneider confia mesmo é nesses 'valores' de deturpação e trapaça. Esse Schneider mostrou que é farinha do mesmo saco.

Tradução do Vídeo:
O jornalista Phelim McAleer coloca ao Professor Stephen Schneider de Stanford algumas Questões Inconvenientes sobre o 'Climategate'

Jornalista: O que pensa do comportamento do Professor Phil Jones em pedir aos colegas para apagarem emails e da destruição de dados financiados por fundos públicos?

Prof. Schneider: Eu não sei o que ele pediu, o que ele disse, eu não faço comentários sobre emails escritos e me são apresentados por pessoas em cujos valores eu não confio. [Nesta altura uma funcionária das Nações Unidas tenta retirar o microfone ao jornalista McAleer] Eu teria que ver tudo, por isso eu não posso comentar muito bem. O que eu posso dizer é que comunicações privadas que as pessoas têm umas com as outras certamente não são documentos públicos.

Jornalista: Mas a Universidade confirmou que são verdadeiros. [Agora a assistente do Prof. Schneider tenta impedir o questionamento do jornalista]

Devido à intervenção do guarda de segurança das Nações Unidas, o Professor Schneider conseguiu evitar responder a Questões Inconvenientes

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Meteorologista diz que Não Existe Aquecimento Global

O meteorologista Luiz Carlos Molion diz que não existe Aquecimento Global e que ir a Copenhaga seria perder tempo:

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

Fonte: UOL - Ciência


Vejam também o vídeo em que Molion fala de Histeria do Aquecimento Global:


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VÍDEO do Debate entre William Lane Craig e Francisco Ayala

O debate "O Design Inteligente é viável?" entre Wiliiam Craig, filósofo, e Francisco Ayala, biólogo evolucionista, que já foi referido aqui no blog, está agora disponível em vídeo.

É mais ou menos consensual que o debate correu bastante mal para o lado evolucionista, para Francisco Ayala. Os próprios evolucionistas reconhecem isso.

Veja você mesmo o debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?)!

Parte 1 - Argumentos de Abertura do Debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?):


Parte 2 - Argumentos de Resposta do Debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?):


Parte 3 - Argumentos de Fecho do Debate "O Design Inteligente é viável?"(Intelligent Design: Is It Viable?):


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução