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domingo, 7 de março de 2010

Apresentação do III Simpósio "Darwinismo Hoje"

A realização da terceira edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem como justificativa a continuidade dos debates promovidos nas edições anteriores entre a visão evolucionista e a visão do Design Inteligente.

Desta feita, procura-se questionar se o Design Inteligente é de fato ciência ou se trata, em última análise, de ideologia religiosa. Paralelamente, aborda-se os últimos desenvolvimentos no campo darwinista, particularmente a chamada nova síntese evolutiva, anunciada para breve.

O objetivo do III Simpósio, à semelhança dos anteriores, é promover na Universidade uma visão ampla das questões relacionadas com a origem da vida, das espécies e da complexidade dos seres vivos, que leve em consideração os diversos olhares dos cientistas sobre estes assuntos cruciais, procurando manter o espírito da Academia como o local adequado para o debate, para o contraditório.

Sejam todos bem vindos ao III Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje”.

O evento realizar-se-á nos dias 26 a 29 de abril 2010, nos campi São Paulo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

As inscrições para participação estarão abertas a partir de 18/01/2010 até a data do Evento. Os participantes receberão certificados de participação.

Importância da Reunião no Cenário Científico/Tecnológico do País:

No rol de atividades de uma Universidade, eventos que reúnem pensadores, professores e pesquisadores que exploram as mais variadas temáticas são sempre vistos com naturalidade. Entretanto, alguns destes eventos, além de certamente contribuírem com a difusão de idéias, princípios e novos modelos nas diversas ciências, proporcionam a possibilidade de debates de assuntos ousados e muitas vezes, configurados como tabus.

Um desses assuntos versa sobre a discussão da Teoria da Evolução, de Charles Darwin, robustecida por outros cientistas que defendem o Evolucionismo, acerca da origem das espécies, e a Teoria Criacionista, defendida por outros cientistas e pelos Cristãos de uma maneira geral.

Diante dessa realidade, a Universidade Presbiteriana Mackenzie organizou por duas vezes, e se prepara para organizar pela terceira vez, um Simpósio Internacional que promove a discussão e debates sobre este assunto, polêmico e ousado, sem, contudo, manifestar-se de forma tendenciosa ou com proselitismo.

No cenário técnico científico, a liberdade de expressão, a liberdade de cátedra e a defesa de teses são prerrogativas da academia. Por isso a significativa contribuição que eventos de altíssimo nível, como estes simpósios, dão àqueles que trabalham com as respectivas temáticas, resulta em possibilidades de avanço nos estudos, bem como na divulgação dos resultados auferidos.

São muitas as manifestações e comentários registrados na mídia, assim como em outros meios de comunicação específicos da comunidade universitária. Segundo informações do Sr. José Augusto Pereira Brito, Gerência de Desenvolvimento de Informática, houve um aumento exponencial do número de acessos aos vídeos do Simpósio Darwinismo Hoje e até maio de 2009, o número de acessos foi aproximadamente 100.000.

Debates sobre temas tradicionalmente tidos como antagônicos levam, com certeza, a revisões de conceitos, atualizações e redefinições dos mesmos. E não são raras as situações em que, do antagonismo, se chega a modelos consensuais. O debate de idéias, aberto e imparcial, permite aos participantes e àqueles que o presenciam a reflexão e a defesa de teses, com argumentos capazes de se referendar ou até mesmo rejeitar uma teoria. Assim caminha e evolui a Ciência.

A realização da terceira edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem como justificativa a continuidade dos debates promovidos nas edições anteriores entre a visão evolucionista e a visão do Design Inteligente.

Palestrantes

Dr. Diogo Meyer (Evolucionista) - possui graduação em Biociencias pela Universidade de São Paulo (1991), mestrado em Biociencias pela Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em Integrative Biology, na University of California (2002). Atualmente é jovem pesquisador fapesp da Universidade de São Paulo, atuando principalmente nos seguintes temas: fiologeografia, genética de populações, evolução, especiação e evolução de genes HLA.

Dr. Henrique Paprocki (Evolucionista) - Possui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1993), mestrado em Entomologia pela Universidade de São Paulo (1997) e doutorado em Entomologia pela University of Minnesota (2007). Atualmente é professor assistente III da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, curador da coleção de Invertebrados do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas e consultor ambiental da área de entomologia. Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em Zoologia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: trichoptera, qualidade de água, indicadores biológicos.

Dr. Marcos Nogueira Eberlin (Design Inteligente). Graduação (1982), Mestrado (1984) e Doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS) e Internacional de Espectrometria de Massas (IMSS). Estuda a arquitetura química dos seres vivos, o que, objetivamente, significa, buscar explicações científicas para a origem da vida. Ele e sua equipe do Laboratório Thomson integram um projeto sobre a semelhança de organização das moléculas, a chamada homoquiralidade. A sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da química e da física e para ele, esse processo de separação dos aminoácidos e açúcares é a “assinatura química” que Deus deixou nos seres vivos.

Dr. Scott A. Minnich (Design Inteligente): Doutor em Biologia pela Iowa State University, pós-doutorado em Princeton. Atualmente é professor de microbiologia na Universidade de Idaho, Iowa. Defensor do Design Inteligente. Pertence a Sociedade Internacional para Complexidade, Informação e Design. Publica em várias revistas técnicas, incluindo Journal of Bacteriology, Molecular Microbiology, Journal of Molecular Biology, Proceedings of the National Academy of Sciences, Journal of Microbiological Método, Tecnologia Alimentar, e no Journal of Food Protection.

Dr. Stephen C. Meyer (Design Inteligente): Doutor em História e Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge (dissertação sobre a história da biologia da origem da vida e da metodologia das ciências históricas), tem graduação em Física e Geologia. Atualmente é professor no Whitworth College, Estados Unidos, e diretor do Center for Renewal of Science and Culture no Discovery Institute (Centro para Ciência e Cultura do Instituto Discovery em Seattle). É um dos principais porta-vozes do Design Inteligente. Após graduar-se em física e geologia, trabalhou como geofísico para a companhia Atlantic Richfield. É co-autor de dois livros sobre design inteligente e darwinismo, Darwinismo, Desenho e Educação Pública (Michigan State University Press) e da Ciência e Provas de Design no Universo (Inácio 2000). Também escreveu inúmeros artigos técnicos, bem como editoriais de revistas e jornais como o The Wall Street Journal, The Los Angeles Times, The Houston Chronicle, The Chicago Tribune, First Things e National Review.

Fonte: Universidade Mackenzie

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sábado, 6 de março de 2010

Darwinius masillae (Ida) não era um ancestral humano

muito aqui se falou do Ida, o Darwinius masillae, um fóssil que foi o ano passado propalado pelos evolucionistas como uma grande descoberta para a evolução humana, com a generalidade dos meios de comunicação a entrarem na palhaçada em grande força, servindo os interesses da ideologia darwinista. Até o Google participou na desinformação celebrando o Ida com um Google Doodle do Darwinius masillae.


Lembro-me que naquela altura, face às semelhanças tão evidentes do fóssil com alguns animais vivos (os lémures), perguntei-me a mim mesmo se os "cientistas" que anunciaram o "grande fóssil" seriam sérios e se se teriam ao menos dado ao trabalho de comparar o esqueleto do fóssil com os esqueletos das várias espécies de lémures actuais. Os lémures actuais apresentam diversas características que os diferenciam entre si. Aquele fóssil poderia ser apenas mais um lémure, que poderia até existir ainda algures nas florestas de Madagascar, ou então ser de uma variedade que já se extinguiu e cujas características não podem por isso ser encontradas actualmente nos animais vivos. Mas nunca consegui ver no Darwinius nada que pudesse parecer transicional para a evolução humana.

Mas os evolucionistas fanáticos viram isso e muito mais.
O Ida torna-se assim num claro exemplo do desserviço que a ideologia darwinista é para a ciência e para a boa informação. Para quem ainda dúvida aqui fica mais um desmentido de que o Ida seria algum tipo de "elo perdido" como foi tão amplamente anunciado:

Um fóssil que foi comemorado no ano passado como um possivel "elo perdido" entre os humanos e os primeiros primatas é na realidade um ancestral dos actuais lémures e dos lorinae, de acordo com dois artigos de cientistas da Universidade de Texas em Austin, da Universidade Duke e da Universidade de Chicago.

Num artigo agora disponível online no Journal of Human Evolution, quatro cientistas apresentam evidência de que o Darwinius masillae de 47 milhões de anos de idade não é um primata haplorhine como são os seres humanos e os macacos, como a pesquisa de 2009 reivindicava.

Eles também observaram que o artigo sobre o Darwinius publicado no ano passado na revista PLoS ONE ignora duas décadas de pesquisa publicada mostrando que fósseis semelhantes são na verdade Strepsirrhini, o grupo de primatas que inclui os lémures e lorinae.

"Muitas linhas de evidência indicam que o Darwinius não tem nada a ver com a evolução humana," diz Chris Kirk

Ler mais em ScienceDaily (Mar. 3, 2010)

É disto que a ideologia evolucionista é capaz, é isto que o fundamentalismo darwinista consegue produzir, e com o apoio, ao mesmo tempo cómico e triste, da grande maioria dos meios de comunicação, que se demitem de informar para em vez disso participar com toda a cumplicidade na trapaça e no engano.

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Liberdade Académica sobre a Evolução no New York Times

Primeira Página do New York Times Destaca o Movimento para a Liberdade Académica sobre a Evolução, Aquecimento Global e Outras Questões da Ciência

O esforço para proteger a liberdade dos professores para realizarem discussões equilibradas sobre a evolução nas salas de aula, sobre o aquecimento global e outras questões científicas é destaque na primeira página de hoje do New York Times. O artigo, "Darwin Foes Add Warming to Targets", contém os erros habituais e deturpações que se esperam da parte dos mídia estabelecidos. Mas sejam deturpações ou não, o artigo numa coisa está certo: revela como o público e os políticos estão cada vez mais insatisfeitos com a tentativa da comunidade científica para se desviar da ciência para apoiar várias agendas ideológicas, quer se trate de ateísmo científico de Richard Dawkins ou de alguns esforços alarmistas sobre o aquecimento global para nos levar de volta à Idade da Pedra. As pessoas querem uma verdadeira educação sobre temas científicos, e isso inclui a possibilidade de estudar todas as evidências, e não apenas alguns pontos de dados escolhidos de forma selectiva pelo seu valor de propaganda.

Claro que o artigo do Times alinha na papagaiada do refrão padrão de que não há críticas científicas legítimas a coisas tais como a evolução darwiniana ou o aquecimento global. Digam isso para os mais de 800 cientistas doutorados que assinaram a declaração de dissidência de Darwin, ou a qualquer um que tenha lido os emails do "ClimateGate".
É uma medida da obtusidade do Times que um artigo que discute as preocupações sobre o ensino de uma face apenas do aquecimento global nem sequer se dignou a mencionar a avalanche de revelações de má conduta de cientistas alarmistas do aquecimento global. O lema do The Times, "All the news that's fit to print", assumiu um novo significado: Ocultar ao público todas as "verdades inconvenientes" que possam perturbar o establishment ideológico. Felizmente, o Times e o resto dos mídia já não são as vias de conhecimento para o que a maioria das pessoas aprendem sobre o mundo.

Se você quiser apoiar o direito dos professores a apresentarem todas as evidências científicas, considere assinar a Petição para a Liberdade Académica ou a conhecer o nosso modelo sobre a legislação sobre a liberdade académica.

(por John West)


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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

História Darwiniana pode estar radicalmente errada

Fodor diz sobre o Darwinismo: "Podemos ver, mesmo sem Deus, como esta história Darwiniana pode revelar afinal estar radicalmente errada".
Jerry Fodor e Massimo Piattelli-Palmarini não estão a fazer muitos amigos entre os evolucionistas com o novo livro deles intitulado "What Darwin Got Wrong" [Em que é que Darwin Errou]. A revista Salon publicou uma entrevista com Fodor em que ele diz algumas coisas interessantes sobre os ataques que ele recebeu online, sobre se ele está a fornecer ajuda e apoio à comunidade do Design Inteligente, e sobre o que ele pensa que está errado com a moderna teoria evolucionária.

Como você explica no livro, um dos problemas com o Darwinismo é que Darwin inventa explicações para algo que aconteceu há muito tempo atrás, ao longo de um vasto período de tempo. Isso não é similar ao criacionismo?

O Criacionismo não é a única doutrina que tem muito a ver com explicações post-hoc. O darwinismo também tem. Se uma criatura desenvolve a capacidade de tecer uma teia, você pode contar uma história a explicar porque tecer uma teia era uma coisa boa no contexto da evolução. É por isso que você deve suspeitar tanto do Darwinismo quanto do Criacionismo. Eles têm a consequência espuria em comum. E isso deve ser suficiente para deixar alguém preocupado com qualquer um dos relatos.

Leia a entrevista completa na Salon.com.

(por Robert Crowther)

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Desvendando o Mistério da Vida - O argumento cientifico a favor do Design Inteligente


Desvendando o Mistério da Vida - em inglês, 'Unlocking the Mystery of Life' - documentário produzido pela Illustria Media. Aqui é apresentado dividido em 7 partes de cerca de 10 min cada uma, mas programadas para serem reproduzidas de forma contínua.

"Tempo, acaso, e selecção natural. Desde Darwin, os biólogos têm-se baseado nesses processos para explicar a origem das coisas vivas. No entanto, hoje, esta abordagem está a ser desafiada mais do que nunca..."

O vídeo começa com o "encontro histórico" em que Philip Johnson convidou um grupo de cientistas e filósofos para se reunirem numa pequena cidade da costa da Califórnia, em 1993. E descreve o desenvolvimento do movimento do Design Inteligente através das contribuições de nomes bem conhecidos tais como Paul Nelson, Stephen Meyer, Michael Behe, William Dembski, Jonathan Wells, e Scott Minnich.

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

A Degradação da Ciência

Do 'aquecimento global', à biologia, à psicologia, à sociologia, a corrupção flagrante da ciência está a ficar fora do controle

  • "O último achado fóssil 'espectacular'", por Joseph Farah, que se pergunta por que os cientistas afirmam que a descoberta de que o polvo não evoluiu em 95 milhões de anos prova a evolução - ao invés do oposto
  • "A política também governa as biociências" por Jack Cashill, que expõe os preconceitos flagrantes anti-religião na Smithsonian
  • "Por que os académicos abraçam a evolução" por Marylou Barry, que cita cientistas e intelectuais que admitem a verdade: "Eu não quero acreditar em Deus"
  • "O Dogma cómico do evolucionista", por Alan Keyes, que pergunta porque o "emocionalismo dogmático" domina a investigação supostamente científica sobre as origens da vida
Verifiquem aqui. A presunção e a arrogância cientifica, especialmente com o Climategate e com a evolução, atingiu um ponto de ruptura. Espero que a corrupção da ciência se depare com uma exposição e denuncia crescente nos próximos dias. Destaques incluem:

  • "O que os cientistas sabem?" por Joseph Farah, sobre a diferença entre um consenso científico e um consenso político
  • "Dados históricos do clima são apagados online" por Chelsea Schilling, expondo o cientista que alterou mais de 5.000 entradas da Wikipedia para anunciar de forma sensacionalista a agenda do aquecimento global
  • "Politizando a ciência", por Thomas Sowell, que adverte que, quando o governo se envolve, "não espere a busca desinteressada da verdade"
  • "Boletim de ciência: 'Sol aquece a Terra!'" por Jerome R. Corsi, que fala do cientista russo, cuja pesquisa prevê o arrefecimento global
  • "Já chega!" Por Walter Williams, que diz que os climatólogos nos têm "alimentado com mentiras, e envolveram-se em fraudes científicas e académicas, e cometeram actos criminosos"
  • "Como o governo corrompe a ciência", por Art Robinson, em que o pesquisador veterano expõe as consequências perversas, poderosas e destrutivas da ajuda "federal"
  • "'A posse de armas como doença' atinge o seu auge", por Wayne LaPierre, que mostra porque um estudo que reivindica que a posse de armas de fogo aumenta o risco de morte das pessoas é "pateta"
  • "Porque grupo de psicólogos defende o casamento entre pessoas do mesmo sexo", por David Kupelian, que pergunta porque a American Psychological Association defendeu que o sexo entre adultos e crianças era inofensivo no seu jornal peer-reviewed
  • "Síndrome do médico que não faz a mínima ideia", de David Kupelian, que explica porque os psiquiatras e psicólogos de hoje podem ser perigosos para a saúde
  • "Cientista de renome finalmente admite a ligação entre o aborto e o cancro da mama" por Jill Stanek, que relata que após sete anos de negação, o Instituto Nacional do Câncer publicou a verdade politicamente incorrecta
  • "Presidente da ciência de Obama: O aborto pode salvar o planeta", de Jerome R. Corsi, que documenta como o czar da ciência John Holdren escreveu um livro dizendo que a esterilização forçada pode ser necessária
  • "Quer salvar o planeta? Proíba os bébes"
  • "O último achado fóssil 'espectacular'", por Joseph Farah, que se pergunta por que os cientistas afirmam que a descoberta de que o polvo não evoluiu em 95 milhões de anos prova a evolução - ao invés do oposto
  • "A política também governa as biociências" por Jack Cashill, que expõe os preconceitos flagrantes anti-religião na Smithsonian
  • "Por que os académicos abraçam a evolução" por Marylou Barry, que cita cientistas e intelectuais que admitem a verdade: "Eu não quero acreditar em Deus"
  • "O Dogma cómico do evolucionista", por Alan Keyes, que pergunta porque o "emocionalismo dogmático" domina a investigação supostamente científica sobre as origens da vida
  • "Sobre cientistas e Deus", por David Kupelian
(por William Debmsky)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução