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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Informação na Vida

Esta apresentação destaca os aspectos que evidenciam informação na vida que normalmente são desprezados ou ignorados em cenários de evolução química ou biológica. Cada célula de um organismo tem milhões de computadores interagindo, lendo e processando informação digital, utilizando programas digitais algorítmicos e códigos digitais para se comunicarem e traduzirem informação. A vida é uma intersecção da ciência natural com a ciência da informação e os dois domínios são fundamentais para qualquer forma de vida existir.


Se preferir, pode saltar a introdução sobre os conceitos, e ir para a parte em que Don Johnson fala da informação na vida, dna, proteínas, enzimas, etc. Para isso avance até aos 11:30 .

Don Johnson, tem um doutoramento em química e um doutoramento em ciências da computorização e da informação.

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domingo, 2 de maio de 2010

Revista Cientifica com Peer-Review Favorável ao DI

Uma nova revista cientifica com revisão por pares, favorável ao Design Inteligente:

BIO-Complexity
(Bio-Complexidade)

A equipa já conta com um cientista brasileiro. Espero que também os cientistas lusitanos possam perceber a oportunidade de poder contribuir numa linha de vanguarda cientifica como esta. Vamos para a linha da frente também portugueses, sem medo de questionar teorias do séc. XIX. Ficarmos na cauda, nos últimos lugares, já nos basta na europa!


Chefe Editorial:

  • Matti Leisola, Enzimologia e Engenharia Enzimática, Universidade de Tecnologia de Helsinkia, na Finlândia

Equipa Editorial:
  • David Abel, Origem da Vida; The Origin-of-Life Science Foundation, Estados Unidos
  • Douglas Axe, Estrutura-função das Proteinas, Biologic Institute, Estados Unidos
  • William Basener, Estatística e Modelagem de Populações, do Instituto de Tecnologia de Rochester, Estados Unidos
  • Michael Behe, Bioquímica e Complexidade Biológica; Lehigh University, Estados Unidos
  • Walter Bradley, Origem da Vida; Baylor University, Estados Unidos
  • Stuart Burgess, Biomimetica e Biomecânica; Universidade de Bristol, Reino Unido
  • Russell Carlson, Bioquímica, Universidade da Georgia, Estados Unidos
  • William Dembski, Matemática e Teoria da Informação; Discovery Institute, Estados Unidos
  • Marcos Eberlin, Química, Universidade Estadual de Campinas, Brasil
  • Charles Garner, Química Prebiótica, Baylor University, Estados Unidos
  • Loren Haarsma, Biofísica, Calvin College, Estados Unidos
  • Peter Imming, Química Orgânica, Martin Luther University, Alemanha
  • James Keener, Bioengenharia e Matemática, da Universidade de Utah, Estados Unidos
  • David Keller, Química Biofísica e Máquinas Moleculares, Universidade do Novo México, Estados Unidos
  • Branko Kozulic, Bioquímica; Gentius Ltd, Croácia
  • Wolf-Ekkehard Lönnig, Genética Vegetal; Max Plank Institute for Plant Breeding Research (aposentado), Alemanha
  • Jed Macosko, Biofísica e Máquinas Moleculares, Wake Forest University, Estados Unidos
  • Robert Marks, Computação Evolucionária e Teoria da Informação, Universidade de Baylor, nos Estados Unidos
  • Norman Nevin, Genética Médica, Queen’s University of Belfast (emérito), Irlanda
  • Edward Peltzer, Química do Oceano, Estados Unidos
  • Colin Reeves, Algoritmos Genéticos e Teoria da Informação, Universidade de Coventry, Reino Unido
  • Siegfried Scherer, Ecologia Microbiana, Technische Universität München, Alemanha
  • Ralph Seelke, Microbiologia, Universidade de Wisconsin-Superior, Estados Unidos
  • David Snoke, Física e Modelagem; Universidade de Pittsburgh, Estados Unidos
  • Richard Sternberg, Genomica, Cladistica e Biologia Teórica, Biologic Institute, Estados Unidos
  • Scott Turner, Fisiologia, Ecologia e Evolução, Universidade Estadual de Nova York-Syracuse, Estados Unidos
  • Jiří Vacha, Fisiologia Patológica e Teoria Evolutiva; Masaryk University (emérito), República Checa
  • John Walton, Química, Universidade de St Andrews, Reino Unido
  • Jonathan Wells, Biologia Celular e do Desenvolvimento, Biologic institute, Estados Unidos

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sábado, 1 de maio de 2010

Evolução das Proteínas

Argumento Contra A Origem Darwiniana Das Dobras das Proteínas
Douglas D. Axe*
Biologic Institute, Redmond, Washington, USA


Abstract:
Há quatro décadas atrás, vários cientistas sugeriram que a impossibilidade de qualquer processo evolutivo ter uma amostra disponível de não mais do que uma minúscula fracção do total de possíveis sequências de proteína, representava um problema para a evolução de novas proteínas. Este problema potencial - o problema da amostra disponível - foi amplamente ignorado, em parte porque aqueles que o levantaram tiveram que confiar em suposições para preencher algumas lacunas na compreensão das proteínas. Os enormes avanços desde aqueles tempos exige uma reavaliação cuidadosa da questão que eles levantaram. Concentrando-me especificamente sobre a origem das dobras nas proteínas, argumento que o problema da amostra disponível permanece. A dificuldade decorre do fato de que as novas funções da proteína, quando analisadas ao nível de novos fenótipos benéficos, normalmente requerem múltiplas novas dobras de proteínas, que por sua vez, exigem longas novas sequências de proteínas. Existem duas maneiras possíveis de isso não representar uma barreira intransponível para a selecção Darwinista. Uma delas é que a função da proteína pode geralmente ser bastante indiferente à sequência da proteína. A outra é que manipulações relativamente simples de genes já existentes, como a mistura de módulos genéticos, poderiam ser capazes de produzir as novas dobras necessárias. Defendo que estas ideias estão agora em desacordo tanto com os princípios conhecidos da estrutura da proteína como com a evidência experimental directa. Se isto estiver correcto, o problema de amostra disponível está para ficar, e nós devemos procurar bem fora do enquadramento Darwiniano por uma explicação adequada para a origem das dobras das proteínas.


Fonte: http://bio-complexity.org/ojs/index.php/main/article/view/BIO-C.2010.1/BIO-C.2010.1

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Arca de Noé no Monte Ararat ?

A Arca de Noé foi encontrada por exploradores no topo do Monte Ararat, segundo noticia que circulou ontem na internet.


Vídeo do interior da alegada Arca de Noé, que mostra grandes vigas de madeira num ambiente misto de gelo e madeira:



Conferência de imprensa dada pelos alegados exploradores turcos e chineses(de Hong Kong) para anunciar a descoberta da Arca de Noé após expedição ao Monte Ararat, na Turquia, a cerca de 4000m de altitude, conservada pelo glaciar:



Grande encenação? Ou descoberta de algo que não devia existir e que pode mudar a história?


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A RTP também noticiou o assunto:


"Um grupo de investigadores turcos e chineses dizem ter encontrado a Arca de Noé. O achado foi localizado no Monte Ararat no leste da Turquia, perto da fronteira com o Irão. Os exploradores que pertencem a uma organização evangélica, identificaram uma estrutura de madeira antiga com 4800 anos. A antiguidade já foi verificada através do método do carbono 14, um dos mais rigorosos que se conhece. A organização internacional dedica-se à busca da mítica embarcação em que Noé terá escapado ao dilúvio universal."

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Notícias no Brasil relataram também:


"Acredite ou não! Foram encontrados vestígios da famosa embarcação do velho testamento. Será que encontraram a Arca de Noé?

Os restos do barco estariam no Monte Ararat, na Turquia. A novidade foi anunciada por exploradores evangélicos, e olha, surpreendeu o mundo.

O jornal britânico Mail Online destacou na manchete: 'Encontrámos a Arca de Noé!' Numa missão ao monte nevado Ararat, foram encontrados 7 grandes compartimentos de madeira, cobertos por neve e restos vulcânicos, datados de 2800 anos antes de Cristo. Um dos 15 exploradores afirmou que a equipe aposta 99,9% nos restos da Arca de Noé. Arqueólogos britânicos querem ver as evidências antes de reconhecer o achado. A famosa história da Arca está no velho testamento, e conta a saga de Noé para construir o gigantesco barco e salvar as espécies do dilúvio que inundou a Terra durante 40 dias e 40 noites."

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Vulcão na Islândia

Vulcão na Islândia volta a fazer das suas.

Segunda grande erupção vulcânica na Islândia em menos de um mês, lança cinzas sobre o norte da Europa causando o caos nas viagens aéreas e causando graves inundações.

Uma grande nuvem de cinzas desloca-se para leste provocando o fecho de vários aeroportos a mais de 1700 km de distancia. Todos os voos em Londres foram cancelados. O mesmo acontece em vários aeroportos na Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia.

Mais de 800 pessoas foram deslocadas das suas casas nas proximidades do vulcão, pois a invasão das águas cortou estradas e ameaça destruir uma ponte.

Um especialista, Magnus Tumi Gudmundsson, professor de geofísica e conselheiro para a protecção civil na Islândia, diz que, a avaliar pela intensidade, a erupção pode demorar muito tempo. Pode terminar em poucos dias ou durar até um ano.

Algumas imagens da erupção vulcânica na Islândia:


Inundações provenientes do degelo glaciar causado pelo vulcão:

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domingo, 28 de março de 2010

Coevolução dos dinossauros

- Então, porque é que estamos a usar a plataforma outra vez?
- As espécies que são nossas presas adaptam-se - por isso nós temos que arranjar novas maneiras de as caçar.
- O que foi isso?
- O som da adaptação.


Será a coevolução dos dinossauros com os humanos a explicação dos evolucionistas para os tecidos moles de T-Rex encontrados no interior dos seus ossos? :D


Mais posts sobre tecidos moles de dinossauros:

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução