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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Especiação dos Lagartos em Isolamento Geográfico

Qual é a importância do Isolamento Geográfico Para a Especiação?

Um estudo genético dos lagartos insulares mostra que mesmo aqueles que ficaram geograficamente isolados por muitos milhões de anos não evoluíram para espécies diferentes como seria de esperar pela teoria da evolução convencional.

Artigo completo:

How Important Is Geographical Isolation in Speciation?


ScienceDaily (May 1, 2010) — A genetic study of island lizards shows that even those that have been geographically isolated for many millions of years have not evolved into separate species as predicted by conventional evolutionary theory.

Professor Roger Thorpe and colleagues Yann Surget-Groba and Helena Johansson, at Bangor University, UK, reveal their findings April 29 in the open-access journal PLoS Genetics.

Since Darwin's study of the Galapagos Islands, archipelagos have played a central role in understanding how new species evolve from existing ones (speciation). Islands epitomize allopatric speciation, where geographic isolation causes individuals of an original species to accumulate sufficient genetic differences to prevent them breeding with each other when they are reunited.

Current day Martinique in the Lesser Antilles is composed of several ancient islands that have only recently coalesced into a single entity. The phylogeny and geology show that these ancient islands have had their own tree lizard (anole) species for about six to eight million years.

Capitalizing on the islands' meeting, the authors genetically tested the lizards for reproductive isolation from one another. In using selectively neutral genetic markers, the authors saw that these anoles are freely exchanging genes and therefore not behaving as separate species. Indeed, there is more genetic isolation between conspecifics from different habitats than between those lizards originating from separate ancient islands.

The findings reject allopatric speciation in a case study from a system thought to exemplify it, and suggest the potential importance of speciation due to differences in ecological conditions (ecological speciation). "The next step is to identify the genes controlling the traits influencing the process of speciation," said Roger Thorpe.

Fonte: ScienceDaily

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

I Congresso Brasileiro do Design Inteligente


1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente
11-12 de Dezembro de 2010
The Royal Palm Plaza - Campinas, São Paulo

Um evento histórico!
Conheça os defensores e a teoria que está revolucionando o mundo!
www.designinteligentebrasil.com.br

Realizado pelo NBDI (Núcleo Brasileiro do Design Inteligente)


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Dissidentes tratados como defensores de teorias de conspiração

Conspirações para suprimir, manipular e distorcer informações, sem dúvida, ocorrer. A sociedade precisa estar vigilantes para se proteger contra fraudes. Um número crescente de supostas conspirações estão sendo cobertos pela mídia, reflectindo, de alguma forma a integridade dos políticos ou líderes empresariais ou o empreendimento científico. Os teóricos da conspiração são qualificados em apelar para a emoção, as alegações fraseado de uma forma provocativa e promover suas próprias reconstruções de eventos, de modo a capturar a imaginação do público. Ted Goertzel ensaio sobre este tema algumas campainhas de alarme soou quando forneceu quatro exemplos recentes:

"teóricos da conspiração - alguns deles com formação científica - alegaram que o vírus HIV não é a causa da AIDS, que o aquecimento global é uma farsa manipuladora e que os alimentos geneticamente modificados e as vacinas são seguras."

O problema que tenho com isso é que esses casos são exemplos de dissidência dentro da ciência, o que mais pode ser dito sobre as teorias de conspiração associadas. Meu objetivo aqui não é para alinhar-me com todos esses dissidentes (embora em dois dos casos, eu encontro-me em desacordo com o aparente consenso), mas para defender a legitimidade da dissidência dentro da ciência. É vital para a saúde da ciência que os dissidentes têm a oportunidade de investigar, questionar e desafiar o referencial teórico da ciência relevantes para o seu caso, e para testar todas as teorias, por referência aos dados empíricos. O perigo que vejo na análise Goertzel é legítimo que os dissidentes são marginalizados e tratados como o produto da teoria da conspiração. A conseqüência é que a ciência é danificado porque fundamentado argumentos dos dissidentes são re-classificados como "apelos emocionais, as alegações sem suporte e verificadas as especulações".

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Intelligent Design Uncensored

Está disponível o novo livro de William A. Dembski & Jonathan Witt:

Intelligent Design Uncensored
(Design Inteligente Não-Censurado)

O livro pode ser encontrado no Amazon:

Intelligent Design Uncensored: An Easy- To-understand Guide to the Controversy

Review

"Who says accurate, cutting-edge science has to be a bore? Dembski and Witt make the biological nuts and bolts come alive and dance. They show that intelligent design is not only true, it's fun!" --Michael Behe, professor of biochemistry, Lehigh University, and author of Darwin's Black Box

"Darwinians fired away throughout 2009, the 150th anniversary of On the Origin of Species, but could not kill the concept of intelligent design. This book is the first salvo of the next 150 years. Dembski and Witt succinctly explain what the war is about in a way understandable to a general audience. If people you know have bought the propaganda that ID is just a gussied-up version of six-day creationism, give them this book." --Dr. Marvin Olasky, editor-in-chief, World, and provost, The King's College, New York City

Product Description

What is ID? Why is it controversial?

Intelligent Design is surrounded by a storm of debate. Proponents and opponents have both sought to have their voices heard above the din.

Is it unscientific? Is it a danger to real Christian faith? Is it trying to smuggle God into the classroom?

Controversy can create confusion rather than clarity. So here to clear things up is Bill Dembski, one of the founders of Intelligent Design, who joins with Jonathan Witt to answer these questions and more. They plainly lay out just what Intelligent Design is and is not. They answer objections with straight talk that is down to earth.

You'll be surprised at how often smart people have misrepresented ID. You might be surprised to see exactly how they respond to what turns out to be misleading arguments.

Here is the book to make you intelligent about the whole fuss!


Product Details

* Paperback: 144 pages
* Publisher: Intervarsity Press (May 2, 2010)
* Language: English
* ISBN-10: 0830837426
* ISBN-13: 978-0830837427
* Product Dimensions: 20.6 x 13.7 x 1.8 cm

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Ao comprar o Intelligent Design Uncensored...

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Informação na Vida

Esta apresentação destaca os aspectos que evidenciam informação na vida que normalmente são desprezados ou ignorados em cenários de evolução química ou biológica. Cada célula de um organismo tem milhões de computadores interagindo, lendo e processando informação digital, utilizando programas digitais algorítmicos e códigos digitais para se comunicarem e traduzirem informação. A vida é uma intersecção da ciência natural com a ciência da informação e os dois domínios são fundamentais para qualquer forma de vida existir.


Se preferir, pode saltar a introdução sobre os conceitos, e ir para a parte em que Don Johnson fala da informação na vida, dna, proteínas, enzimas, etc. Para isso avance até aos 11:30 .

Don Johnson, tem um doutoramento em química e um doutoramento em ciências da computorização e da informação.

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domingo, 2 de maio de 2010

Revista Cientifica com Peer-Review Favorável ao DI

Uma nova revista cientifica com revisão por pares, favorável ao Design Inteligente:

BIO-Complexity
(Bio-Complexidade)

A equipa já conta com um cientista brasileiro. Espero que também os cientistas lusitanos possam perceber a oportunidade de poder contribuir numa linha de vanguarda cientifica como esta. Vamos para a linha da frente também portugueses, sem medo de questionar teorias do séc. XIX. Ficarmos na cauda, nos últimos lugares, já nos basta na europa!


Chefe Editorial:

  • Matti Leisola, Enzimologia e Engenharia Enzimática, Universidade de Tecnologia de Helsinkia, na Finlândia

Equipa Editorial:
  • David Abel, Origem da Vida; The Origin-of-Life Science Foundation, Estados Unidos
  • Douglas Axe, Estrutura-função das Proteinas, Biologic Institute, Estados Unidos
  • William Basener, Estatística e Modelagem de Populações, do Instituto de Tecnologia de Rochester, Estados Unidos
  • Michael Behe, Bioquímica e Complexidade Biológica; Lehigh University, Estados Unidos
  • Walter Bradley, Origem da Vida; Baylor University, Estados Unidos
  • Stuart Burgess, Biomimetica e Biomecânica; Universidade de Bristol, Reino Unido
  • Russell Carlson, Bioquímica, Universidade da Georgia, Estados Unidos
  • William Dembski, Matemática e Teoria da Informação; Discovery Institute, Estados Unidos
  • Marcos Eberlin, Química, Universidade Estadual de Campinas, Brasil
  • Charles Garner, Química Prebiótica, Baylor University, Estados Unidos
  • Loren Haarsma, Biofísica, Calvin College, Estados Unidos
  • Peter Imming, Química Orgânica, Martin Luther University, Alemanha
  • James Keener, Bioengenharia e Matemática, da Universidade de Utah, Estados Unidos
  • David Keller, Química Biofísica e Máquinas Moleculares, Universidade do Novo México, Estados Unidos
  • Branko Kozulic, Bioquímica; Gentius Ltd, Croácia
  • Wolf-Ekkehard Lönnig, Genética Vegetal; Max Plank Institute for Plant Breeding Research (aposentado), Alemanha
  • Jed Macosko, Biofísica e Máquinas Moleculares, Wake Forest University, Estados Unidos
  • Robert Marks, Computação Evolucionária e Teoria da Informação, Universidade de Baylor, nos Estados Unidos
  • Norman Nevin, Genética Médica, Queen’s University of Belfast (emérito), Irlanda
  • Edward Peltzer, Química do Oceano, Estados Unidos
  • Colin Reeves, Algoritmos Genéticos e Teoria da Informação, Universidade de Coventry, Reino Unido
  • Siegfried Scherer, Ecologia Microbiana, Technische Universität München, Alemanha
  • Ralph Seelke, Microbiologia, Universidade de Wisconsin-Superior, Estados Unidos
  • David Snoke, Física e Modelagem; Universidade de Pittsburgh, Estados Unidos
  • Richard Sternberg, Genomica, Cladistica e Biologia Teórica, Biologic Institute, Estados Unidos
  • Scott Turner, Fisiologia, Ecologia e Evolução, Universidade Estadual de Nova York-Syracuse, Estados Unidos
  • Jiří Vacha, Fisiologia Patológica e Teoria Evolutiva; Masaryk University (emérito), República Checa
  • John Walton, Química, Universidade de St Andrews, Reino Unido
  • Jonathan Wells, Biologia Celular e do Desenvolvimento, Biologic institute, Estados Unidos

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução