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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Download de ebook sobre o Design Inteligente

É frequente os críticos do Design Inteligente tentarem desconsiderar a teoria como não sendo digna de ser tida em conta, como sendo uma questão já resolvida, e até demasiado aborrecida para receber algum tipo de apoio. Depois disso eles gastam uma quantidade impressionante de energia a tentar refutá-la.

A própria evidência do debate que está a decorrer provocado pelo livro Signature in the Cell (Assinatura na Célula) de Stephen Meyer devia bastar para silenciar aquela ideia gasta de que não existe controvérsia sobre a evolução e o Design Inteligente. Essa controvérsia atingiu um estado de grande agitação em menos de um ano, desde que o livro foi lançado, tornando-o um livro marcante com o qual os darwinistas sérios vão ter que lidar. E lidar com o livro não é o que eles têm feito — nas suas respostas, alguns críticos interpretaram-no de forma errada, enquanto que outros simplesmente nem sequer o leram.

Por isso, os defensores do livro de Meyer analisaram estes diversos ataques fúteis e hostis, e as respostas deles aos críticos do Signature in the Cell foram reunidas e publicadas agora num novo livro digital -- Signature of Controversy: Responses to Critics of Signature in the Cell, que está disponivel para download gratuito aqui.

O livro contém ensaios por David Berlinski, David Klinghoffer, Casey Luskin, Stephen C. Meyer, Paul Nelson, Jay Richards e Richard Sternberg.

O debate está ao rubro; a controvérsia é real. Leia o Signature of Controversy e avalie por si próprio; cada resposta contém links para a crítica original em questão, tornando mais fácil seguir os contornos dos argumentos. Como escreve o editor do livro, David Klinghoffer, na Introdução:

Dizer que o livro de Meyer é fascinante e importante é pouco. Não menos interessante, contudo, foi a resposta dos críticos, e é com isso que o livro que você vai ler agora vai lidar. O que é um facto é que, apesar de se ter escrito sobre ele em papel e online por numerosos amigos e inimigos da teoria do design inteligente, poucos (se é que alguns) dos críticos lidaram com a substância do argumento de Meyer. Isto é extraordinário e revelador.

Nas páginas que se seguem, que incluem links para aquilo que os críticos escreveram, os defensores do livro de Stephen Meyer analisam a resposta hostil desses críticos. Os capítulos aqui apresentados apareceram previamente, a maior parte no blog do do Discovery Institute, Evolution News & Views (ENV) , no site BioLogos ou na revista Salvo. O livro está organizado nas seguintes linhas. Na Parte I, Meyer e seus defensores lidam com a horda dos atacantes do livro Signature que não só não leram o livro, como na maioria dos casos nem se deram ao trabalho de se informarem sobre seu conteúdo. Nestes se inclui um biólogo tão eminente como Francisco Ayala da Universidade da Califórnia e Irvine. Na Parte II, Meyer e outros amigos do DI respondem aos críticos que realmente tiraram um tempo para lerem o livro Signature in the Cell antes de o atacar. Isto revelou ser de uma relativa raridade, por razões que vale a pena ponderar. Enquanto que as Partes I e II lidam com os críticos mais sérios do Signature, ou daqueles com reputação de serem sérios, a Parte III concentra-se na multidão de pigmeus que pululam os blogs darwinistas furiosos e frequentemente obscenos.


Faça o download gratuito do livro aqui.

(por Anika Smith)

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Primeira Célula Sintética ?

Grandes notícias no Synthetic Genomics de Craig Venter:

Resumo: Link 1

Anúncio de imprensa: Link 2

A retórica é interessante. O que eles fizeram foi enfiar um genoma sintético dentro de uma célula não-sintética. No entanto, eles falharam ao falar de "síntese de célula bacteriana". De fato, uma manchete diz: "A Primeira Célula Sintética Auto-Replicante". Isto é enganador.

Se alguma coisa vai ser chamada de "sintética", não devia a totalidade dessa coisa ser sintetizada, e não apenas uma parcela minúscula da mesma? E não sabemos que essa célula evidencia design e, em caso afirmativo, porque não haveriam as células que não foram tocadas pela Synthetic Genomics fazer o mesmo, ou seja, implicar design?

(por William Dembski)

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domingo, 9 de maio de 2010

Francisco Ayala - será que ele acredita no que diz?

Aqui fica um excerto de uma entrevista impressionante com Francisco Ayala feita por um dos mais importantes meios de comunicação social em Espanha. Pergunto-me como um padre católico, mesmo um ex-sacerdote católico, pode realmente acreditar em tudo isso. No seu livro "Darwin’s Gift to Science and Religion" (Contributo de Darwin para a Ciência e para a Religião), ele chama-me (sendo eu um matemático por formação), um "sociólogo". Tendo em conta as observações abaixo, aparentemente, alguém que não é o tipo certo de cientista é, segundo Ayala, um sociólogo. Óptimo ver a Fundação Templeton a apoiá-lo.


Fonte: http://www.abc.es/20100506/ciencia-/barbaridad-culpar-dios-disenado-20100506.html

Entrevista realizada al biólogo Francisco J. Ayala
Diario ABC, Madrid, 6 de Mayo de 2010
Entrevista: A. Grau, Nueva York

-Usted ha recibido muchos premios y reconocimientos en EEUU por su lucha sin cuartel contra el llamado creacionismo. ¿De donde saca su fuerza este movimiento?

-En realidad de poca gente. De los cinco o siete científicos a sueldo del Discovery Institute, sólo uno es bioquímico profesional, el resto vienen de las ciencias sociales. Ni siquiera es una cuestión de convicciones. Me consta que ellos no creen lo que dicen.

-Pero otra gente sí.

-Sí, hay gente que lo cree de buena fe, del mismo modo que toman la Biblia en un sentido literal, ingenuamente. El creacionismo es la mayor aberración que se puede concebir no ya para la ciencia sino para la fe. Es una barbaridad que trata de resolver el reto de la teodicea, es decir, de cómo conciliar la existencia del mal en el mundo con la de Dios, echándole a Dios la culpa de todo lo que va mal. Que no otra cosa es el diseño inteligente.

-Porque el mundo está mal diseñado.

-No puedo concebir nada más desastroso para la religión que el diseño inteligente. Según sus promotores Dios sería el responsable de los tsunamis, del terremoto de Haití, de las erupciones del Vesubio. Los defectos genéticos serían un castigo de Dios, así como la crueldad de la Naturaleza y de todo el mundo viviente. ¿Sabía usted que el 20 por ciento de los embarazos se malogran antes del tercer mes porque el canal de natalidad humano es muy imperfecto? ¿Y le parece a usted serio considerar que 20 millones de abortos al año pueden ser culpa de Dios?

(por William Dembsky)

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sábado, 8 de maio de 2010

O livro Signature in the Cell preocupa a imprensa brasileira

Na semana passada, Stephen Meyer apresentou o seu inovador Signature in The Cell na Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo, uma das faculdades mais antigas e prestigiadas do Brasil, a uma audiência com centenas de estudantes.

A imprensa brasileira também estava lá dando ampla cobertura ao design inteligente. Infelizmente, ao invés de relatar o design inteligente correctamente (você sabe, aquela ideia fundamental de deixar que sejam os próprios defensores de uma ideia a dizerem aquilo que realmente defendem), o "ISTOÉ Independente" segue o exemplo da mídia americana, repetindo ladainhas que leram dos seus homólogos na Time e Newsweek e inserindo os seus preconceitos no artigo, definindo erradamente o DI como sendo "baseado na ideia de que uma entidade maior seria responsável pela criação de todas as formas de vida", chamando a complexidade irredutível de Behe um "conceito pseudo-cientifico", e pintando em geral o principal impulso do DI como um programa para infiltrar a religião nas escolas americanas (o que não é verdade - a política de educação do Discovery tem sido sempre ensinar mais sobre Darwin, não obrigar o design inteligente).

No entanto, quando o repórter Hélio Gomes deixa os visados falarem por si próprios, até nem é mau de todo:

O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente “Signature in the Cell” (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: “Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional”, diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. “Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas”, completa o pesquisador.

Claro que algo pode ter-se perdido na tradução, se eles dizem que o Dr. Meyer é "um dos membros mais activos do Discovery Institute," mas a mensagem em torno do artigo é que o DI é "uma das maiores polémicas de sempre a abanar a sociedade norte-americana e a comunidade científica nos últimos anos. "

Apesar das informações erradas do artigo, vale a pena perceber a atenção que o debate sobre o design inteligente e a evolução está a ter a nível internacional.

Reparem na justaposição bastante divertida destas imagens: Charles Darwin vs Charles Thaxton e Stephen Meyer com Richard Dawkins: provenientes da revista:




(por Anika Smith)

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Especiação dos Lagartos em Isolamento Geográfico

Qual é a importância do Isolamento Geográfico Para a Especiação?

Um estudo genético dos lagartos insulares mostra que mesmo aqueles que ficaram geograficamente isolados por muitos milhões de anos não evoluíram para espécies diferentes como seria de esperar pela teoria da evolução convencional.

Artigo completo:

How Important Is Geographical Isolation in Speciation?


ScienceDaily (May 1, 2010) — A genetic study of island lizards shows that even those that have been geographically isolated for many millions of years have not evolved into separate species as predicted by conventional evolutionary theory.

Professor Roger Thorpe and colleagues Yann Surget-Groba and Helena Johansson, at Bangor University, UK, reveal their findings April 29 in the open-access journal PLoS Genetics.

Since Darwin's study of the Galapagos Islands, archipelagos have played a central role in understanding how new species evolve from existing ones (speciation). Islands epitomize allopatric speciation, where geographic isolation causes individuals of an original species to accumulate sufficient genetic differences to prevent them breeding with each other when they are reunited.

Current day Martinique in the Lesser Antilles is composed of several ancient islands that have only recently coalesced into a single entity. The phylogeny and geology show that these ancient islands have had their own tree lizard (anole) species for about six to eight million years.

Capitalizing on the islands' meeting, the authors genetically tested the lizards for reproductive isolation from one another. In using selectively neutral genetic markers, the authors saw that these anoles are freely exchanging genes and therefore not behaving as separate species. Indeed, there is more genetic isolation between conspecifics from different habitats than between those lizards originating from separate ancient islands.

The findings reject allopatric speciation in a case study from a system thought to exemplify it, and suggest the potential importance of speciation due to differences in ecological conditions (ecological speciation). "The next step is to identify the genes controlling the traits influencing the process of speciation," said Roger Thorpe.

Fonte: ScienceDaily

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

I Congresso Brasileiro do Design Inteligente


1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente
11-12 de Dezembro de 2010
The Royal Palm Plaza - Campinas, São Paulo

Um evento histórico!
Conheça os defensores e a teoria que está revolucionando o mundo!
www.designinteligentebrasil.com.br

Realizado pelo NBDI (Núcleo Brasileiro do Design Inteligente)


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução