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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Artigo cientifico de Michael Behe que desafia o Ganho de Funções na evolução molecular
(por Casey Luskin) Continuar a Ler >>
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Faleceu o cientista Philip S. Skell, defensor do Design Inteligente
Outra classe de intermediários, contendo átomos de carbono divalentes, foram sugeridos por John Nef no início deste século, mas suas ideias foram completamente rejeitadas. No entanto, o conceito foi retomado com vigor quando Philip Skell mostrou que: CCL, diclorocarbono, se formava como um intermediário da reacção. A química do carbeno quase imediatamente se tornou objecto de extensa pesquisa orgânica física.
Philip S. Skell, às vezes chamado "o pai da química carbeno" é amplamente conhecido pela "Regra de Skell", que foi aplicada pela primeira vez aos carbenos, as "espécies fugazes" do carbono. A regra, que previu a via mais provável pela qual certos compostos químicos são formados, encontrou grande utilidade na indústria farmacêutica e química.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Como bebem os gatos?
Já falámos aqui neste blog sobre a origem dos gatos e de como a National Geographic considera os gatos uma extraordinária obra de design.
Agora, recentemente, investigadores do MIT, Virginia Tech, e Princeton, têm vindo a estudar como os gatos bebem. E é realmente fascinante, mais uma subtileza dos felinos. Os gatos usam a língua para delicadamente obterem água sem romper a superfície do liquido. Ao tocar levemente na água e retirando a língua rapidamente puxam uma coluna de liquido para dentro da boca.
Os cientistas, que publicaram o estudo na revista Science, dizem que isto difere dos cães, que empregam uma acção bastante intrusiva para apagarem a sede. Vejam o vídeo "Como os gatos bebem":
Agora vejam como os cães o fazem de forma tão distinta:
"Eu diria que os gatos sabem mais de mecânica dos fluidos do que os cães" - Roman Stocker, MIT
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Darwinismo não explica diversidade das angiospermas
(por David Tyler) Continuar a Ler >>"A resposta ao facto de se alguma das características acima podem prever de uma forma consistente a diversidade de uma determinada taxa de crescimento de linhagem depende mais de aspectos geográficos do que de aspectos biológicos, como da extensão geográfica (ou seja, a área total ocupada por um clado) e do clima. Outros sugeriram que nem os aspectos geográficos, nem os biológicos determinam a diversificação por si próprios, mas sim que alguns aspectos (ou combinações) podem estimular a diversificação dentro de um contexto geográfico."
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A teoria da evolução gradual de Darwin não é compatível com a história geológica
A teoria da a evolução gradual de Charles Darwin não é suportada pela história geológica, conclui o geólogo Michael Rampino da New York University num artigo publicado na revista Biologia Histórica. De facto, Rampino observa que uma teoria mais precisa do que a evolução gradual, defende que longos períodos de estabilidade evolutiva são interrompidos por extinções em massa catastróficas de vida, que foi apresentada pelo escocês horticultor Patrick Matthew, antes do trabalho que Darwin publicou sobre o assunto.Continuar a Ler >>
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No entanto, para explicar as forças que influenciam este processo, Matthew viu eventos catastróficos como factor primordial, sustentando que as extinções em massa foram cruciais para o processo de evolução: "... todos os seres vivos devem ter reduzido a sua existência a tal ponto, que um campo desocupado seria formado por novas ramificações divergentes de vida ... estes remanescentes, no decorrer do tempo moldando-se e acomodando-se ... para a alteração das circunstâncias ".
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No entanto, como observa Rampino, a história geológica é agora normalmente compreendida como sendo marcada por longos períodos de estabilidade, pontuada por grandes mudanças ecológicas que ocorrem tanto episodicamente como rapidamente, lançando dúvidas sobre a teoria de Darwin de que "a maior parte das mudanças evolutivas foram realizadas de forma gradual pela competição entre organismos tornando-se mais adaptados a um ambiente relativamente estável. "
sábado, 13 de novembro de 2010
William Craig x Richard Dawkins
Não percam o confronto! Há um debate previsto para hoje do qual Dawkins e Craig fazem parte.
É sabido que Richard Dawkins tem evitado debater com William Craig.
Da maneira como Dawkins tem fugido de Craig talvez ele não soubesse que Craig também ia estar presente.
Apesar de não ser um frente a frente apenas entre os dois, não deixa de ser interessante o encontro. E o melhor é que o debate vai ser transmitido ao vivo, online. O debate "Does the Universe have a purpose?" está previsto ocorrer entre as 10:00 e as 12:00 horas mexicanas. Para assistir ao debate online clique no link:
Actualização - O debate "Does the Universe Have a Purpose?" já está disponivel no youtube, com legendas em português:
Este vídeo traduzido para o português contém apenas as partes em que William Craig e Richard Dawkins falaram.
Neste link tem o debate todo em inglês https://www.youtube.com/watch?v=p6tIee8FwX8 Continuar a Ler >>
Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução












