Michael Behe, bioquímico norte-americano, professor de bioquímica da universidade de Lehigh, fala sobre a questão do Design Inteligente ser ou não falseável e do Evolucionismo ser ou não falseável.
Tradução do que diz Behe no vídeo:
"A Academia Nacional de Ciências objectou que o design inteligente não é falseável, e eu penso que o que é verdade é precisamente o oposto. O design inteligente está bem aberto à falseabilidade. Eu alego, por exemplo, que o flagelo bacteriano não pode ser produzido pela selecção natural; ele precisava de ter sido deliberadamente projectado. Bem, tudo o que um cientista tem que fazer para provar que estou errado é pegar numa bactéria sem flagelo, ou eliminar os genes do flagelo numa bactéria, ir para o seu laboratório e desenvolver a bactéria por um longo período e ver se ele produz alguma coisa que se assemelhe a um flagelo. Se isso tiver acontecido, o design inteligente, como eu o entendo, terá sido 'apanhado'. Eu certamente não espero que isso aconteça, mas é facilmente falseável por uma série dessas experiências.
Agora vamos colocar a questão ao contrário, Como é que nós falseamos a afirmação de que foi a selecção natural que produziu o flagelo bacteriano? Se esse mesmo cientista fosse para o laboratório e eliminasse os genes do flagelo, desenvolvesse a bactéria por um longo período, e nada acontecesse, bem, ele diria que talvez não tivéssemos começado com a bactéria certa, talvez não tenhamos esperado tempo suficiente, talvez precisemos uma população maior, e seria muito mais difícil de falsear a hipótese Darwiniana.
Eu penso que o oposto é que é verdade. Eu penso que o design inteligente é facilmente testável, facilmente falseável, embora nunca tenha sido falseado."
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O darwinismo é falseável ?
sábado, 11 de dezembro de 2010
Behe e os limites da evolução
Foi um choque para as pessoas do século XIX, quando descobriram, a partir de observações que a ciência tinha feito, que muitas características do mundo biológico poderiam ser atribuídas ao elegante princípio da selecção natural. - Michael Behe
É um choque para nós no século XX, descobrir, a partir de observações que a ciência tem feito, que os mecanismos fundamentais da vida não podem ser atribuídas à selecção natural e, portanto, foram projectados. Mas temos de lidar com o nosso choque da melhor maneira possível e seguir em frente. - Michael Behe
(por O'Leary) Continuar a Ler >>
Evolução Experimental, mutações de perda-de-função, e "a primeira regra da evolução adaptativa"
Aqui está o resumo do artigo cientifico peer-reviewed de Michael Behe sobre as mutações e a adaptação evolutiva:
Michael J. BeheDepartamento de Ciências Biológicas da Universidade de Lehigh, Bethlehem, Pennsylvania 18015 EUA
RESUMOA evolução adaptativa pode fazer uma espécie ganhar, perder ou modificar uma função; portanto, é de interesse fundamental determinar se algum destes modos domina o processo evolutivo em determinadas circunstâncias. Porque a mutação ocorre ao nível molecular, é necessário analisar as alterações moleculares produzidas pela mutação subjacente, a fim de avaliar se uma determinada adaptação é melhor considerada como um ganho, perda ou alteração de função. Apesar de isso ter sido impossível no passado, o avanço da biologia molecular na metade do último século acabou por tornar viável essa avaliação. Neste artigo, analiso as alterações moleculares subjacentes a algumas adaptações, com especial ênfase para as experiências evolutivas com micróbios realizados ao longo das últimas quatro décadas. Eu mostro que, de longe, as alterações mais comuns de adaptação observadas nos exemplos são devidas à perda ou modificação de uma função molecular pré-existente, e discuto as possíveis razões para o destaque de tais mutações.
PALAVRAS-CHAVEevolução experimental adaptação mutação perda de função malária Yersinia pestis
Fonte: The Quaterly Review Of Biology
E pode fazer download do ARTIGO COMPLETO. Continuar a Ler >>
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Icons of Evolution - Videos
Eis alguns vídeos relacionados com a celebração dos 10 anos do livro Icons of Evolution.
Jonathan Wells fala sobre o eventual parentesco entre os homens e os macacos:
Jonathan Wells fala sobre os embriões de Haeckel:
Jay Richards:
Jonathan Wells fala sobre as mutações das moscas da fruta:
MAIS VÍDEOS:
John West:
Jonathan Wells fala sobre o Archeopteryx:
Paul Nelson:
Jonathan Wells fala sobre a experiência de Stanley Miller - Urey:
Michael Behe:
Jonathan Wells fala sobre a Homologia dos Membros dos Vertebrados:
Casey Luskin sobre o livro Icons of Evolution:
Jonathan Wells fala da Árvore da Vida de Darwin:
sábado, 4 de dezembro de 2010
Celebrando 10 anos do livro Icons Of Evolution
Quando os meus críticos defendem os ícones (como os vimos fazer acima), eles refutam o seu próprio argumento de que os ícones são apenas erros dos livros didácticos. E quando os meus críticos defendem os ícones, negando a realidade da explosão cambriana, distorcendo os factos da embriologia dos vertebrados, deturpando os habituais locais onde pousam as mariposas, ignorando os efeitos nocivos das mutações anatómicas, e fingindo que os fósseis por si próprios podem estabelecer relações de ancestrais-descendentes, eles ainda reforçam o meu argumento de que os ícones da evolução fazem parte de um esforço sistemático para exagerar, distorcer ou até mesmo para apresentar evidências falsas para sustentar a teoria darwiniana.
(por Casey Luskin)
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Artigo cientifico de Michael Behe que desafia o Ganho de Funções na evolução molecular
(por Casey Luskin) Continuar a Ler >>
Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução








