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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Alfred Russel Wallace: A Rediscovered Life

O novo livro de Michael Flannery, Alfred Russel Wallace: Uma Vida Redescoberta, faz justiça a Alfred Russel Wallace.



No vídeo acima, o Professor Flannery compara Wallace a um Indiana Jones Victoriano e explica como ele foi o pai da biogeografia moderna e o arquitecto da evolução inteligente, que defendia que a descendência comum foi dirigida, projectada de forma inteligente, e com propósito.

(por Anika Smith)

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O darwinismo é falseável ?

Michael Behe, bioquímico norte-americano, professor de bioquímica da universidade de Lehigh, fala sobre a questão do Design Inteligente ser ou não falseável e do Evolucionismo ser ou não falseável.


Tradução do que diz Behe no vídeo:

"A Academia Nacional de Ciências objectou que o design inteligente não é falseável, e eu penso que o que é verdade é precisamente o oposto. O design inteligente está bem aberto à falseabilidade. Eu alego, por exemplo, que o flagelo bacteriano não pode ser produzido pela selecção natural; ele precisava de ter sido deliberadamente projectado. Bem, tudo o que um cientista tem que fazer para provar que estou errado é pegar numa bactéria sem flagelo, ou eliminar os genes do flagelo numa bactéria, ir para o seu laboratório e desenvolver a bactéria por um longo período e ver se ele produz alguma coisa que se assemelhe a um flagelo. Se isso tiver acontecido, o design inteligente, como eu o entendo, terá sido 'apanhado'. Eu certamente não espero que isso aconteça, mas é facilmente falseável por uma série dessas experiências.

Agora vamos colocar a questão ao contrário, Como é que nós falseamos a afirmação de que foi a selecção natural que produziu o flagelo bacteriano? Se esse mesmo cientista fosse para o laboratório e eliminasse os genes do flagelo, desenvolvesse a bactéria por um longo período, e nada acontecesse, bem, ele diria que talvez não tivéssemos começado com a bactéria certa, talvez não tenhamos esperado tempo suficiente, talvez precisemos uma população maior, e seria muito mais difícil de falsear a hipótese Darwiniana.

Eu penso que o oposto é que é verdade. Eu penso que o design inteligente é facilmente testável, facilmente falseável, embora nunca tenha sido falseado."

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sábado, 11 de dezembro de 2010

Behe e os limites da evolução

Michael Behe, o autor muito odiado do The Edge of Evolution esteve recentemente em digressão, na Grã-Bretanha.

Ultimamente a maior heresia de Behe foi detalhar o que o darwinismo pode e o que não pode fazer, tal como mostram as experiências e as evidências. Por alguma razão, este homem tem problemas em reabilitar a mágica e chamar-lhe evolução darwiniana - mas é mesmo assim que são os hereges.

Parece que ele não ficou sem resposta, e não apenas das "taças de arroz" de Darwin. Aqui está um programa de rádio com um darwinista cristão britânico, Keith Fox. Clique aqui para ter acesso ao mp3 do podcast e aqui para Itunes.

Algumas palavras:
Foi um choque para as pessoas do século XIX, quando descobriram, a partir de observações que a ciência tinha feito, que muitas características do mundo biológico poderiam ser atribuídas ao elegante princípio da selecção natural. - Michael Behe

É um choque para nós no século XX, descobrir, a partir de observações que a ciência tem feito, que os mecanismos fundamentais da vida não podem ser atribuídas à selecção natural e, portanto, foram projectados. Mas temos de lidar com o nosso choque da melhor maneira possível e seguir em frente. - Michael Behe
Leia mais aqui.

(por O'Leary)

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Evolução Experimental, mutações de perda-de-função, e "a primeira regra da evolução adaptativa"

Aqui está o resumo do artigo cientifico peer-reviewed de Michael Behe sobre as mutações e a adaptação evolutiva:

Michael J. Behe
Departamento de Ciências Biológicas da Universidade de Lehigh, Bethlehem, Pennsylvania 18015 EUA

RESUMO
A evolução adaptativa pode fazer uma espécie ganhar, perder ou modificar uma função; portanto, é de interesse fundamental determinar se algum destes modos domina o processo evolutivo em determinadas circunstâncias. Porque a mutação ocorre ao nível molecular, é necessário analisar as alterações moleculares produzidas pela mutação subjacente, a fim de avaliar se uma determinada adaptação é melhor considerada como um ganho, perda ou alteração de função. Apesar de isso ter sido impossível no passado, o avanço da biologia molecular na metade do último século acabou por tornar viável essa avaliação. Neste artigo, analiso as alterações moleculares subjacentes a algumas adaptações, com especial ênfase para as experiências evolutivas com micróbios realizados ao longo das últimas quatro décadas. Eu mostro que, de longe, as alterações mais comuns de adaptação observadas nos exemplos são devidas à perda ou modificação de uma função molecular pré-existente, e discuto as possíveis razões para o destaque de tais mutações.

PALAVRAS-CHAVE
evolução experimental adaptação mutação perda de função malária Yersinia pestis

Fonte: The Quaterly Review Of Biology

E pode fazer download do ARTIGO COMPLETO.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Icons of Evolution - Videos

Eis alguns vídeos relacionados com a celebração dos 10 anos do livro Icons of Evolution.

Jonathan Wells fala sobre o eventual parentesco entre os homens e os macacos:


Jonathan Wells fala sobre os embriões de Haeckel:


Jay Richards:


Jonathan Wells fala sobre as mutações das moscas da fruta:


MAIS VÍDEOS:

John West:


Jonathan Wells fala sobre o Archeopteryx:


Paul Nelson:


Jonathan Wells fala sobre a experiência de Stanley Miller - Urey:


Michael Behe:


Jonathan Wells fala sobre a Homologia dos Membros dos Vertebrados:


Casey Luskin sobre o livro Icons of Evolution:


Jonathan Wells fala da Árvore da Vida de Darwin:


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sábado, 4 de dezembro de 2010

Celebrando 10 anos do livro Icons Of Evolution

Faz 10 anos desde o lançamento do livro Ícones da Evolução (2000) de Jonathan Wells tem alcançado o estatuto de ícone entre os primeiros textos na literatura científica que duvida de Darwin. A ENV vai celebrar o aniversário durante este mês com uma série de vídeos e entrevistas - o Dr. Wells actualizando os "ícones", colegas reflectindo sobre o impacto que o livro teve sobre eles, um site melhorado para o livro, e muito mais. Para quem estiver interessado em educar-se sobre os fatos por trás dos slogans e da propaganda que passam em grande parte da argumentação a favor do Darwinismo, a apresentação impecável de Jonathan Wells cientificamente fundamentada dá o melhor em relação às mariposas, aos tentilhões de Darwin, moscas de quatro asas, a árvore da vida, etc.

Doutorado em biologia molecular e celular pela Universidade de Berkeley, Wells é um dos mais lúcidos e acessíveis cientistas escritores dedicados ao projecto moderno de criticar Darwin. Quando eu digo que o livro é docemente fundamentado, não significa apenas que ele é bem fundamentado, mas que há uma genialidade apelativa na escrita do homem que se destaca em contraste com o zurrar de um biólogo darwinista como Jerry Coyne, as reviravoltas de um sinistro Richard Dawkins, o "humor" feio de uma PZ Myers. Sim, você pode ter uma noção do carácter de uma pessoa, e talvez também da sua credibilidade, a partir das palavras que ela usa.

Executando a tarefa de esmagar dez veneráveis pontos centrais da apologética evolutiva, familiares para gerações de livros didácticos do ensino médio e universitário, o Ícones não causou pouca consternação entre os defensores de Darwin. Isso ficou evidente a partir da reacção dos críticos - que, no entanto, dificilmente conseguiram lançar uma luva a Wells - mas também do facto de que editores de livros didácticos levaram as suas criticas muito a peito. Os desenhos falsos dos embriões, de Haeckel, por exemplo, são agora mais difíceis de encontrar nos livros do que o eram antes, o que representa um recuo estratégico.

Ainda sobre os críticos - em vias como a Nature, Science, BioScience, e The Quarterly Review of Biology - Wells fez notar numa resposta detalhada (sem resposta, é claro, pelos críticos) que a própria defesa dos ícones provou como este livro foi e é necessário. Assim, uma das tácticas usadas foi dizerem algo do tipo: "Ah, coisas como os embriões de Haeckel em livros didácticos são apenas casos isolados... Não reflectem nada sobre o dinamismo e a força do darwinismo." (Isso era o que defendia Eugenie Scott).

No entanto, tal como Wells escreveu:
Quando os meus críticos defendem os ícones (como os vimos fazer acima), eles refutam o seu próprio argumento de que os ícones são apenas erros dos livros didácticos. E quando os meus críticos defendem os ícones, negando a realidade da explosão cambriana, distorcendo os factos da embriologia dos vertebrados, deturpando os habituais locais onde pousam as mariposas, ignorando os efeitos nocivos das mutações anatómicas, e fingindo que os fósseis por si próprios podem estabelecer relações de ancestrais-descendentes, eles ainda reforçam o meu argumento de que os ícones da evolução fazem parte de um esforço sistemático para exagerar, distorcer ou até mesmo para apresentar evidências falsas para sustentar a teoria darwiniana.
Isso era verdade quando o Dr. Wells o escreveu e continua assim. Leia esta importante obra, cuja importância só foi confirmada pela passagem de uma década. E fique atento para mais neste espaço.

(por Casey Luskin)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução