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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Alien Planet - Darwin IV

Alien Planet é um vídeo que foi lançado no Discovery Channel, sobre dois robots que procuram vida alienígena no planeta Darwin IV. Baseou-se no livro Expedition do autor de fantasia e ficção cientifica Wayne Douglas Barlowe.

O "documentário" da fantasia usa sofisticadas imagens geradas por computador, entremeadas com entrevistas de notáveis personalidades, tais como Stephen Hawking, George Lucas, Michio Kaku e Jack Horner. Foi filmado na Islândia e no Mono Lake na California.


O documentário completo, mas com menos qualidade de imagem, que inclui os comentários de algumas personalidades, pode ser visto aqui.

O que é interessante é vermos como os vários darwinistas ao longo do vídeo falam das criaturas fictícias alienígenas como se elas fossem reais, descrevendo-as e explicando cada uma delas com todo o "rigor" da "ciência" darwinista. Sim, com essa mesma certeza com que normalmente eles se apresentam a falar da origem da vida e a falar de como os seres vivos evoluíram na Terra.

A bola de cristal do Darwinismo dá para tudo.
Para além de fantasiarem sobre o passado da vida na Terra, os darwinistas também não se inibem de fantasiar sobre o futuro, arranjando histórias igualmente fantásticas para explicarem cada um dos seres "vivos" ETs do planeta Darwin IV.

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

A bióloga Lynn Margulis critica o neo-darwinismo

Um amigo partilhou comigo este artigo da Revista Discover, de uma entrevista com a bióloga de renome Lynn Margulis. E pensei que valia a pena partilhá-lo com todos os leitores deste blog.

Algumas declarações dela reveladoras:

Todos os cientistas concordam que a evolução ocorreu... A questão é: a selecção natural é suficiente para explicar a evolução?... Este é o problema que tenho com o neo-darwinistas: Eles ensinam que o que gera a novidade é a acumulação de mutações aleatórias no DNA, numa direcção definida pela selecção natural ... A selecção natural elimina e talvez mantenha, mas ela não cria. ...

Ensinaram-me uma e outra vez que o acumulo de mutações aleatórias levou à mudança evolucionária - conduziu a novas espécies. Eu acreditei nisso até que eu olhei para as evidências. ...
Não há nenhum gradualismo no registo fóssil ... O "equilíbrio pontuado" foi inventado para descrever a descontinuidade. ...
Os críticos, incluindo os críticos criacionistas, estão certos nas críticas que fazem. Só não têm nada a oferecer, a não ser o designio inteligente ou o "Foi Deus que fez". Eles não têm alternativas que sejam científicas. ...

Os biólogos acreditam que o padrão evolucionário é uma árvore. Não é. O padrão evolucionário é uma rede ...

Este é o tipo de de honestidade intelectual, e a busca de mente aberta dos factos e da verdade, sobre a qual ciência se desenvolve. Quem sabe, talvez, se a Margulis investisse algum tempo a familiarizar-se com os princípios e as bases de inferência da detecção de design, ela pudesse estar mais inclinada a favorecer uma compreensão mais teleológica sobre a evolução.

(por Jonathan M)

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domingo, 10 de abril de 2011

PUF... aconteceu!



A dramatização de John Piper é até divertida, demonstra bem a incompatibilidade e a improvável aceitação do evolucionismo pela maior parte dos teístas, mas ele reproduz um erro que é comum os evolucionistas mais fanáticos cometerem. É que quando se dirige aos cientistas ele dá a impressão que os cientistas são todos darwinistas, quando está mais do que provado que isso não é assim.

Não são só os sectores religiosos que têm problemas com a visão de Darwin. As criticas ao evolucionismo estão a vir da ciência, e isso é o que está a abalar cada vez mais essa teoria do século XIX, e que está a deixar os evolucionistas mais fanáticos cada vez mais incomodados.

Este blog está repleto de exemplos de cientistas cépticos em relação ao darwinismo, que criticam a visão evolucionista, que defendem que a selecção natural não é capaz de explicar o aparecimento de toda a diversidade de vida na Terra.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

A vida tem 3,5 biliões de anos? Não, era apenas hematita!

Recentemente o Dr. Dembski trouxe-nos uma conferência sobre as origens da vida. Perguntaram a Craig Venter quantos anos ele achava que a vida tinha. Ele respondeu: "3,5 biliões de anos".Isto foi baseado no que anteriormente se consideravam fósseis orgânicos encontrados em formações dessa época. Mas agora surge uma pesquisa mostrando que tudo aquilo que os cientistas viram foram apenas minerais.

Seria bom para os darwinistas terem 1,5 biliões de anos entre o que pode ter sido "vida" extremamente primitiva e o aparecimento de bactérias complexas de 2 biliões de anos - 1,5 biliões de anos para a complexidade da vida bacteriana ter emergido (evoluído). Pobres darwinistas. A cada dia, mais um mau dia para os darwinistas!

Aqui está o link para o artigo PhysOrg:

Parece que o que se pensava serem os exemplos mais antigos de vida no nosso planeta - bactérias fósseis com 3,5 biliões de anos encontradas numa rocha australiana chamada Apex Chert - nada mais são do que pequenos vazios na rocha, que foram preenchidos com minerais.

As novas descobertas feitas por geólogos da Universidade do Kansas, mostram que as estruturas microscópicas que muitos cientistas pensavam ser cianobactérias produtoras de oxigênio primordial afinal são pedaços de hematita. A reanálise do Apex Chert foi publicado recentemente na revista Nature Geoscience, um respeitado jornal peer-reviewed.

[...]

(por PaV)

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sábado, 12 de março de 2011

Craig Venter diz que não existe árvore da vida

Craig Venter afirma que não há uma árvore da vida, e Richard Dawkins nem quer acreditar no que está a ouvir!

Interessante troca de palavras entre Craig Venter (cuja fama advém do genoma humano) e Richard Dawkins (famoso como neo-ateu). Venter nega a descendência comum, Dawkins não pode acreditar que ele sequer a questionasse. Para ver o "debate" entre Craig Venter e Dawkins, avance o vídeo até aos 9 minutos.


Investigadores da origem da vida como Ford Doolittle e Carl Woese questionaram há algum tempo se existe mesmo uma árvore da vida. Venter segue-lhes as pisadas.

O que é interessante nem é tanto se Venter está certo (eu acho que ele está), mas aquilo que o seu desacordo com a ortodoxia darwiniana sugere quanto ao desnorte no estudo das origens biológicas. Se a descendência comum não está bem, o que é que está? Imagine os físicos no século após Newton questionando se há mesmo uma tal força da gravidade ou sugerindo que esta se decompõe em vários tipos de forças gravitacionais.

O desacordo de Venter em relação à ortodoxia é algo ainda mais drástico. A origem comum é o sanctum sanctorum da biologia evolutiva. Se cientistas da estatura de Venter a profanam, o que vem a seguir?

(por William Dembski)

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Animações do interior da célula

Depois do vídeo de biologia celular do último post as animações seguintes vêm mesmo a calhar.

A Maquinaria da Vida

Recentemente, encontrei duas animações do interior da célula impressionantes, que servem para realçar a pura beleza, magnificência, e o poder do design inteligente.

Aqueles entre nós que têm andado nos meios do DI por algum tempo, sem dúvida, reconhecerão muito da primeira animação:

(Infelizmente este vídeo já não está disponível)

Esta animação é uma compilação de clipes que foram utilizados no material multimídia do DI, agregados de forma incrivelmente elegante, com uma trilha sonora de fundo nova, inspiradora.

Há alguns meses atrás, Pigliucci e Boundry expressaram seu forte desagrado em relação a metáforas de máquinas na ciência. Se se lembrarem, Pigliucci e Boundry disseram que,
...se queremos manter o Design Inteligente fora da sala de aula, não só temos de excluir a "teoria" do currículo de biologia, mas também temos que estar atentos ao uso de metáforas científicas que sustentam enganos como o do design relacionado com os sistemas vivos. Nós argumentamos que a metáfora das informações-máquinas em Biologia, não só engana os estudantes e o público em geral, mas não pode deixar de dirigir até o pensamento dos cientistas envolvidos e, por conseguinte o tipo de perguntas que eles procuram responder e a abordagem que usam para fazê-lo.
Só podemos imaginar qual seria a reacção deles à seguinte animação. Nem quero pensar. Veja você mesmo:



(por Jonathan M)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução