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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Alfred Wallace acreditava no Design Inteligente



Um dos biólogos mais famosos do século XIX, Alfred Russel Wallace, partilha os créditos, juntamente com Charles Darwin, pelo desenvolvimento da teoria da evolução por seleção natural. No entanto, uma parte da vida e carreira notável de Wallace tem sido completamente ignorada: o facto de ter sido adepto do design inteligente.

Vai ocorrer uma pré-estréia mundial de um documentário de 21 minutos intitulado Heretic Darwin, sobre a fascinante viagem de descoberta de Wallace, seguido por Perguntas e Respostas com o professor Michael Flannery da Universidade do Alabama, autor da aclamada nova biografia, Alfred Russel Wallace: Uma Vida Redescoberta.

(por Robert Crowther)

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sábado, 30 de abril de 2011

Estudantes de Biologia Rejeitam a Teoria de Darwin

O Times Education Supplement (TES) tem hoje um artigo interessante acerca de um estudo sobre estudantes de biologia da universidade de Glasgow, que rejeitam a teoria de Darwin. O artigo afirma que o estudo "pode sugerir uma consciência crescente do movimento do design inteligente entre os alunos do secundário."

É um artigo objectivo, com o ex-Director de Educação da BBC Alastair Noble a dar a sua visão sobre a investigação:

Alastair Noble, director do Centro para o Design Inteligente, disse que se a mensagem da pesquisa foi a de que os alunos devem ter mais oportunidade de avaliar as evidências científicas para as várias posições em torno de origens, ninguém irá discordar disso. Ele disse que a definição do estudo para o design inteligente foi imprecisa e demasiado simplista, embora ele não se tenha surpreendido com os altos níveis de consciência em relação ao design inteligente - ao contrário da evolução, ele é intuitivo e é também "uma posição não-dogmática, não-religiosa que tenta explicar a sofisticação que encontramos em sistemas vivos e naturais em termos de mente, assim como em termos de matéria e energia ".

(por Anika Smith)

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Alien Planet - Darwin IV

Alien Planet é um vídeo que foi lançado no Discovery Channel, sobre dois robots que procuram vida alienígena no planeta Darwin IV. Baseou-se no livro Expedition do autor de fantasia e ficção cientifica Wayne Douglas Barlowe.

O "documentário" da fantasia usa sofisticadas imagens geradas por computador, entremeadas com entrevistas de notáveis personalidades, tais como Stephen Hawking, George Lucas, Michio Kaku e Jack Horner. Foi filmado na Islândia e no Mono Lake na California.


O documentário completo, mas com menos qualidade de imagem, que inclui os comentários de algumas personalidades, pode ser visto aqui.

O que é interessante é vermos como os vários darwinistas ao longo do vídeo falam das criaturas fictícias alienígenas como se elas fossem reais, descrevendo-as e explicando cada uma delas com todo o "rigor" da "ciência" darwinista. Sim, com essa mesma certeza com que normalmente eles se apresentam a falar da origem da vida e a falar de como os seres vivos evoluíram na Terra.

A bola de cristal do Darwinismo dá para tudo.
Para além de fantasiarem sobre o passado da vida na Terra, os darwinistas também não se inibem de fantasiar sobre o futuro, arranjando histórias igualmente fantásticas para explicarem cada um dos seres "vivos" ETs do planeta Darwin IV.

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

A bióloga Lynn Margulis critica o neo-darwinismo

Um amigo partilhou comigo este artigo da Revista Discover, de uma entrevista com a bióloga de renome Lynn Margulis. E pensei que valia a pena partilhá-lo com todos os leitores deste blog.

Algumas declarações dela reveladoras:

Todos os cientistas concordam que a evolução ocorreu... A questão é: a selecção natural é suficiente para explicar a evolução?... Este é o problema que tenho com o neo-darwinistas: Eles ensinam que o que gera a novidade é a acumulação de mutações aleatórias no DNA, numa direcção definida pela selecção natural ... A selecção natural elimina e talvez mantenha, mas ela não cria. ...

Ensinaram-me uma e outra vez que o acumulo de mutações aleatórias levou à mudança evolucionária - conduziu a novas espécies. Eu acreditei nisso até que eu olhei para as evidências. ...
Não há nenhum gradualismo no registo fóssil ... O "equilíbrio pontuado" foi inventado para descrever a descontinuidade. ...
Os críticos, incluindo os críticos criacionistas, estão certos nas críticas que fazem. Só não têm nada a oferecer, a não ser o designio inteligente ou o "Foi Deus que fez". Eles não têm alternativas que sejam científicas. ...

Os biólogos acreditam que o padrão evolucionário é uma árvore. Não é. O padrão evolucionário é uma rede ...

Este é o tipo de de honestidade intelectual, e a busca de mente aberta dos factos e da verdade, sobre a qual ciência se desenvolve. Quem sabe, talvez, se a Margulis investisse algum tempo a familiarizar-se com os princípios e as bases de inferência da detecção de design, ela pudesse estar mais inclinada a favorecer uma compreensão mais teleológica sobre a evolução.

(por Jonathan M)

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domingo, 10 de abril de 2011

PUF... aconteceu!



A dramatização de John Piper é até divertida, demonstra bem a incompatibilidade e a improvável aceitação do evolucionismo pela maior parte dos teístas, mas ele reproduz um erro que é comum os evolucionistas mais fanáticos cometerem. É que quando se dirige aos cientistas ele dá a impressão que os cientistas são todos darwinistas, quando está mais do que provado que isso não é assim.

Não são só os sectores religiosos que têm problemas com a visão de Darwin. As criticas ao evolucionismo estão a vir da ciência, e isso é o que está a abalar cada vez mais essa teoria do século XIX, e que está a deixar os evolucionistas mais fanáticos cada vez mais incomodados.

Este blog está repleto de exemplos de cientistas cépticos em relação ao darwinismo, que criticam a visão evolucionista, que defendem que a selecção natural não é capaz de explicar o aparecimento de toda a diversidade de vida na Terra.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

A vida tem 3,5 biliões de anos? Não, era apenas hematita!

Recentemente o Dr. Dembski trouxe-nos uma conferência sobre as origens da vida. Perguntaram a Craig Venter quantos anos ele achava que a vida tinha. Ele respondeu: "3,5 biliões de anos".Isto foi baseado no que anteriormente se consideravam fósseis orgânicos encontrados em formações dessa época. Mas agora surge uma pesquisa mostrando que tudo aquilo que os cientistas viram foram apenas minerais.

Seria bom para os darwinistas terem 1,5 biliões de anos entre o que pode ter sido "vida" extremamente primitiva e o aparecimento de bactérias complexas de 2 biliões de anos - 1,5 biliões de anos para a complexidade da vida bacteriana ter emergido (evoluído). Pobres darwinistas. A cada dia, mais um mau dia para os darwinistas!

Aqui está o link para o artigo PhysOrg:

Parece que o que se pensava serem os exemplos mais antigos de vida no nosso planeta - bactérias fósseis com 3,5 biliões de anos encontradas numa rocha australiana chamada Apex Chert - nada mais são do que pequenos vazios na rocha, que foram preenchidos com minerais.

As novas descobertas feitas por geólogos da Universidade do Kansas, mostram que as estruturas microscópicas que muitos cientistas pensavam ser cianobactérias produtoras de oxigênio primordial afinal são pedaços de hematita. A reanálise do Apex Chert foi publicado recentemente na revista Nature Geoscience, um respeitado jornal peer-reviewed.

[...]

(por PaV)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução