Porque é que neste ano do nascimento de Darwin e da publicação do seu livro "A Origem das Espécies" está o Darwinismo a chegar ao fim? Claro que já deveria ter chegado ao fim há mais de um século atrás, quando as falhas do Darwinismo foram pela primeira vez levadas ao conhecimento da comunidade científica. Mas muitos interesses filosóficos estavam em jogo.
Apresente-se uma razão natural para a origem da vida, como fez Darwin e outros que o seguiram, e as limitações da moralidade desaparecem. Um dos seus muitos seguidores era o humanista Julian Huxley, secretário da Sociedade Zoológica de Londres (1935-42), primeiro director da UNESCO, da United Nations Educational Scientific and Cultural Organization.
Ele expressou os seus sentimentos sobre a evolução e os sentimentos dos seus contemporâneos e sucessores, ao escrever, "O sentido de alívio espiritual que vem de rejeitar a ideia de Deus como um super-humano é enorme." (Ensaios de um Humanista, 1966, p. 223) .
Cada vez que uma objecção era feita à teoria da evolução em termos científicos uma modificação era introduzida. Normalmente, qualquer teoria científica padrão teria sido abandonada após duas ou três acusações legítimas terem sido levantadas. Este não foi, contudo, o que aconteceu com a evolução. A série continua de modificações 'ad hoc' feitas desde que a teoria foi lançada em 1859 até hoje distingue-a de qualquer outra teoria que se diz científica.
Demasiados interesses ideológicos de cientistas e filósofos à procura de uma explicação natural para as origens interferiram com uma abordagem científica objectiva e equilibrada ao Darwinismo. Tal como uma simples mudança na direcção do vento, na batalha de Lepanto, em 1571, trouxe a vitória do cristianismo sobre o Império Otomano, também novos ventos de mudança na forma de dados científicos estão prestes a trazer a derrota aos erros do Darwinismo.
Embora o volume de evidências científicas contra a teoria da evolução se tenha vindo a acumular desde que a teoria de Darwin foi apresentada, a certeza sobre a sua queda surge a partir das descobertas recentes na estratigrafia. Enquanto que no passado, sempre que uma crítica válida era dirigida contra a teoria uma nova modificação 'ad hoc' embora fraca era feita para a contrariar, desta vez não há forma de fuga possível.
A escala do tempo geológico: As raízes sobre as quais o Darwinismo constrói seus raciocínios, foi invalidada. E não se trata apenas de um outro modelo, mas de experiências de laboratório cujos relatórios peer-reviewed foram publicados por academias de ciências. As experiências foram testadas no campo e demonstraram ser verdadeiras em todos os casos.
As rochas sedimentares formadas por sedimentos depositados pelo movimento de correntes de água não levaram milhões de anos para se formarem e os fósseis nelas contidas não têm, portanto, milhões de anos de idade. É a velocidade da corrente que determina o tempo para os estratos se formarem.
A prova empírica de que as rochas podem e efectivamente se formam rapidamente é inatacável. As experiências podem ser observadas e repetidas em qualquer laboratório universitário. Elas mostram que as camadas de rocha não se formam uma sobre a outra em sucessão, mas lateralmente e verticalmente, ao mesmo tempo. Esse fato por si só, falsifica o princípio básico da superposição sobre o qual toda escala do tempo geológico foi construída.
Claro, há críticos, mas invariavelmente eles são os que recorrem a observações 'ad hominem' sobre o investigador. Eles dizem que ele não pode estar certo, porque todos os geólogos aceitam a escala de tempo. Mas isso não é um argumento científico.
Tudo o que os críticos têm que fazer para contestar os resultados experimentais é produzirem uma única experiência demonstrando que em água em movimento as camadas se formam de acordo com o princípio da superposição. Qualquer conhecedor de mecânica tem que admitir que isto é impossível.
A pergunta óbvia é por que razão esta evidência empírica não é ensinada nos nossos centros de educação? A razão é a mesma pela qual as críticas da teoria de Darwin não fazem parte dos programas escolares: elas desafiam as ideologias.
Mas neste caso colocar papel de parede para tapar as rachadelas no estuque não funciona porque elas são fendas enormes, abismos, e não rachadelas. A melhor defesa contra tal evidência é dar-lhe o tratamento do silêncio. Tal método só pode, naturalmente, ser temporário. A verdade acabará por ser conhecida.
Para apressá-la, uma série de conferências está sendo realizada para chamar a atenção de, pelo menos, alguns dos membros da comunidade científica com menos motivações ideológicas, para uma situação que está a retardar o avanço da ciência.
Uma dessas conferências irá ter lugar em Roma, na Universidade de São Pio V, em 9 de Novembro de 2009. Não é cobrado ingresso, mas recomenda-se que os estudantes e outras pessoas interessadas façam a reserva por e-mail para wilderspeter@gmail.com ou para noevolutioninfo@gmail.com
Guy Berthault é um investigador em física fundamental e sedimentologia e um graduado da L'Ecole Polytechnique de Paris. Sua pesquisa foi publicada tanto na Academia de Ciências Francesa como na Russa.
FONTE: CNSNews
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