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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Download do Livro "A Origem das Espécies" em PDF

Cópia anotada do livro "A Origem das Espécies" de Francis Darwin

Orgins of Species - A Origem das EspéciesEsta cópia rara de apresentação da primeira edição do livro Origin of Species ("A Origem das Espécies") pertencia ao terceiro filho de Charles Darwin, Francis Darwin (1848-1925). Faz parte de uma colecção particular na Virgínia, nos E.U.A.. Estamos muito gratos ao proprietário por ter autorizado a sua publicação online.

A Origem das Espécies, um dos livros mais influentes já escritos, foi publicado em 24 de Novembro de 1859. Foram impressas 1,250 cópias da primeira edição. (Ver Freeman 1977, pp. 73ff.) O número que sobreviveu até hoje ainda não é conhecido, mas o Censo de Darwin está realizando um levantamento detalhado. Pelo menos vinte e três cópias de apresentação da primeira edição são conhecidas, nenhuma assinada pelo próprio Darwin.

Francis Darwin tinha onze anos quando o "A Origem das Espécies" foi publicado.

Pode ver aquela edição completa DOWNLOAD aqui (170MB).

Se estiver interessado numa versão em português do "A Origem das Espécies", clique no link DOWNLOAD do "A Origem das Espécies" em português (5,1MB)

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Aquecimento Global?

Apocalipse? NÃO! - As razões cientificas segundo as quais o 'Aquecimento Global NÃO é uma crise global'.


Dois dias depois da apresentação do Lord Cristopher Monckton ter sido filmada, o High Court em Londres declarou que Al Gore cometeu 9 erros científicos no seu filme. O Governo do Reino Unido escreveu a todas as escolas secundárias apontando os erros.

Os 9 erros são de que no clima primitivo o CO2 foi a principal causa das mudanças na temperatura, e que, devido ao aquecimento global provocado pelo homem, o nível do mar pode subir 6 metros e afectar populações existentes, ilhas do Pacifico estão a ser inundadas, a "circulação oceânica" pode parar, as neves do Kilimanjaro estão a derreter, o Lake Chad tem vindo a secar, o Furacão Katrina devastou Nova Orleans, que os ursos polares estão a afogar-se, e que os recifes de coral estão a sofrer branqueamento.

Dois dias depois do julgamento, Al Gore e o IPCC ganharam juntos o Prémio Nobel da Paz 'pelos seus esforços por recolher e divulgarem conhecimentos tão importantes sobre as mudanças climáticas provocadas pelo homem, e por lançar as fundações para as medidas que são necessárias para contrariar tais mudanças'.

E para quem por esta altura se estiver a perguntar "mas afinal o que tem o aquecimento global a ver com o Design Inteligente, o Darwinismo ou a Teoria da Evolução?", destaco uma das perguntas e respostas do final do vídeo. Destaco esta questão levantada por um aluno e a resposta dada por Monckton:

Aluno: Na sua apresentação você construiu um argumento muito, muito convincente de porque não devemos confiar em todas estas pessoas, que seleccionam os dados que interessam, que escolhem aquilo em que acreditam, tal como o Al Gore, ou até a BBC. Porque haviamos de confiar em si?

Monckton: Eu comecei por dizer que eu sou um céptico, que eu sou um céptico de ambos os lados da questão, e eu sugiro que, particularmente quem escrever para uma revista de ciência de uma universidade, também deve igualmente ser céptico de ambos os lados da questão. Você deve estar preparado para ser céptico da minha apresentação, apesar de a ter achado ou não eloquente.. Porque a forma como o método cientifico funciona melhor é como foi colocado em 1934, num trabalho seminal, por Karl Popper, e o principio é muito simples: se alguém como cientista lança uma hipótese que precisa ser testada, ele deve tornar disponíveis os seus dados e métodos para que essa hipótese possa ser testada por outros. E só se pode comprová-la repetindo os resultados originais e obtendo os mesmos efeitos, ou pode-se descomprová-la mostrando de alguma forma que estava errada. Essa é a forma correcta de fazer ciência: ser sempre céptico, testar sempre e como Albert Einstein costumava dizer "continuar sempre a levantar questões".

Quantos mais erros não continuarão a ser encontrados se continuarmos a levantar questões em relação à vida, suas origens e evolução? Vamos continuar a ser cépticos, mesmo das explicações mais difundidas e aceites, mesmo das que dominam actualmente as academias de todo o mundo, mesmo das que são lançadas nos meios de comunicação como certezas inquestionáveis.

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domingo, 1 de novembro de 2009

Evolução: Uma Teoria A Caminho da Extinção?

Charles DarwinPorque é que neste ano do nascimento de Darwin e da publicação do seu livro "A Origem das Espécies" está o Darwinismo a chegar ao fim? Claro que já deveria ter chegado ao fim há mais de um século atrás, quando as falhas do Darwinismo foram pela primeira vez levadas ao conhecimento da comunidade científica. Mas muitos interesses filosóficos estavam em jogo.

Apresente-se uma razão natural para a origem da vida, como fez Darwin e outros que o seguiram, e as limitações da moralidade desaparecem. Um dos seus muitos seguidores era o humanista Julian Huxley, secretário da Sociedade Zoológica de Londres (1935-42), primeiro director da UNESCO, da United Nations Educational Scientific and Cultural Organization.

Ele expressou os seus sentimentos sobre a evolução e os sentimentos dos seus contemporâneos e sucessores, ao escrever, "O sentido de alívio espiritual que vem de rejeitar a ideia de Deus como um super-humano é enorme." (Ensaios de um Humanista, 1966, p. 223) .

Cada vez que uma objecção era feita à teoria da evolução em termos científicos uma modificação era introduzida. Normalmente, qualquer teoria científica padrão teria sido abandonada após duas ou três acusações legítimas terem sido levantadas. Este não foi, contudo, o que aconteceu com a evolução. A série continua de modificações 'ad hoc' feitas desde que a teoria foi lançada em 1859 até hoje distingue-a de qualquer outra teoria que se diz científica.

Demasiados interesses ideológicos de cientistas e filósofos à procura de uma explicação natural para as origens interferiram com uma abordagem científica objectiva e equilibrada ao Darwinismo. Tal como uma simples mudança na direcção do vento, na batalha de Lepanto, em 1571, trouxe a vitória do cristianismo sobre o Império Otomano, também novos ventos de mudança na forma de dados científicos estão prestes a trazer a derrota aos erros do Darwinismo.

Embora o volume de evidências científicas contra a teoria da evolução se tenha vindo a acumular desde que a teoria de Darwin foi apresentada, a certeza sobre a sua queda surge a partir das descobertas recentes na estratigrafia. Enquanto que no passado, sempre que uma crítica válida era dirigida contra a teoria uma nova modificação 'ad hoc' embora fraca era feita para a contrariar, desta vez não há forma de fuga possível.

A escala do tempo geológico: As raízes sobre as quais o Darwinismo constrói seus raciocínios, foi invalidada. E não se trata apenas de um outro modelo, mas de experiências de laboratório cujos relatórios peer-reviewed foram publicados por academias de ciências. As experiências foram testadas no campo e demonstraram ser verdadeiras em todos os casos.

As rochas sedimentares formadas por sedimentos depositados pelo movimento de correntes de água não levaram milhões de anos para se formarem e os fósseis nelas contidas não têm, portanto, milhões de anos de idade. É a velocidade da corrente que determina o tempo para os estratos se formarem.

A prova empírica de que as rochas podem e efectivamente se formam rapidamente é inatacável. As experiências podem ser observadas e repetidas em qualquer laboratório universitário. Elas mostram que as camadas de rocha não se formam uma sobre a outra em sucessão, mas lateralmente e verticalmente, ao mesmo tempo. Esse fato por si só, falsifica o princípio básico da superposição sobre o qual toda escala do tempo geológico foi construída.

Claro, há críticos, mas invariavelmente eles são os que recorrem a observações 'ad hominem' sobre o investigador. Eles dizem que ele não pode estar certo, porque todos os geólogos aceitam a escala de tempo. Mas isso não é um argumento científico.

Tudo o que os críticos têm que fazer para contestar os resultados experimentais é produzirem uma única experiência demonstrando que em água em movimento as camadas se formam de acordo com o princípio da superposição. Qualquer conhecedor de mecânica tem que admitir que isto é impossível.

A pergunta óbvia é por que razão esta evidência empírica não é ensinada nos nossos centros de educação? A razão é a mesma pela qual as críticas da teoria de Darwin não fazem parte dos programas escolares: elas desafiam as ideologias.
Mas neste caso colocar papel de parede para tapar as rachadelas no estuque não funciona porque elas são fendas enormes, abismos, e não rachadelas. A melhor defesa contra tal evidência é dar-lhe o tratamento do silêncio. Tal método só pode, naturalmente, ser temporário. A verdade acabará por ser conhecida.

Para apressá-la, uma série de conferências está sendo realizada para chamar a atenção de, pelo menos, alguns dos membros da comunidade científica com menos motivações ideológicas, para uma situação que está a retardar o avanço da ciência.

Uma dessas conferências irá ter lugar em Roma, na Universidade de São Pio V, em 9 de Novembro de 2009. Não é cobrado ingresso, mas recomenda-se que os estudantes e outras pessoas interessadas façam a reserva por e-mail para wilderspeter@gmail.com ou para noevolutioninfo@gmail.com

Guy Berthault é um investigador em física fundamental e sedimentologia e um graduado da L'Ecole Polytechnique de Paris. Sua pesquisa foi publicada tanto na Academia de Ciências Francesa como na Russa.

FONTE: CNSNews

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Debate - O Design Inteligente é Viável?

Design Inteligente: É Viável?
debate próximo dia 5 de Novembro
Um debate entre o Dr. Francisco J. Ayala e o Dr. William Lane Craig. Moderado pelo Dr. Bradley Monton. O debate vai ocorrer na próxima quinta-feira, 5 de Novembro de 2009, no Auditório da Universidade de Indiana. Este debate é promovido pela Cruzada Estudantil por Cristo na Universidade de Indiana.

A Universidade de Indiana está patrocinando um semestre temático, ou "temestre", comemorando o aniversário de 200 anos de Darwin e o 150º aniversário da publicação do "A Origem das Espécies Através da Selecção Natural".

Este debate foi organizado para complementar e apoiar o "temestre". Embora não seja oficialmente uma parte do "temestre", esperamos que aqueles que assistam ao debate o considerem que valeu a pena. Achamos que vai oferecer uma contribuição única para as aulas, palestras e jogos que estão sendo realizados durante o semestre.

Aqui você vai encontrar toda a informação que precisa para participar do evento. Algumas páginas ainda estão a ser actualizadas assim que se você não encontrar o que você está procurando volte em breve. Estamos a trabalhar arduamente para tornar este site útil.

Informação sobre os participantes.


Veja como correu o debate entre Craig e Ayala aqui.

P.S. - Já está disponível o vídeo do debate entre William Craig e Francisco Ayala.

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RAP de Darwin

Para vender um produto, faça um RAP.
Mas... por outro lado, se é preciso isso para vender o produto, talvez o produto não seja assim tão bom...
(por William Dembski)

3.5* 'til infinity... (3.5 Billion years untill the infinity):



Mais um cântico para a liturgia darwinista!
Rsrsrrsrs

Vejam mais cânticos e doutrinação darwinista:

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sábado, 31 de outubro de 2009

A Impossibilidade Científica da Evolução

Conferência Cientifica Para Refutar a Teoria da Evolução, em Roma
(9 de Novembro de 2009 9:30-17:00 na Universidade de São Pio V , em Roma)

Scientific Impossibility of Evolution
Em resposta ao apelo do Papa Bento XVI para que ambos os lados sejam ouvidos

No 150º aniversário da "Origem das Espécies" de Darwin, em Novembro de 2009 será a ocasião para uma conferência única na Universidade de São Pio V de Roma que irá apresentar uma refutação científica da teoria da evolução. Segundo o russo especialista em sedimentalogia, Alexander Lalamov,
"Tudo o que está na Origem das Espécies de Darwin depende de as rochas se terem formado lentamente ao longo de enormes períodos de tempo. A conferência de Novembro demonstra com dados empíricos que tal tempo geológico não está disponível para a evolução".

Recentemente de regresso de uma conferência de geologia inovadora em Kazan, o especialista em sedimentalogia Guy Berthault apresentará os resultados de vários estudos sedimentológicos realizados e publicados na Rússia. Num deles, a idade da formação rochosa pesquisada foi determinada em 0,01% da idade que lhe foi atribuída pela escala de tempo geológica, em vez de uma idade de 10 milhões de anos, a idade real não passava de 10 mil anos. "Contrariamente ao que é convencional", Lalamov observou,
"estas rochas formaram-se rapidamente, e os fósseis que elas contêm devem ser relativamente jovens. Esta conclusão contradiz a interpretação evolutiva do registro fóssil. " Www.sedimentology.fr

De acordo com o Dr. Dean Kenyon, biofísico norte americano, "A macroevolução biológica colapsa sem os dois pilares da escala de tempo geológico e do registo fóssil". Poucos cientistas contestarão esta afirmação. É por isso que a próxima conferência se centra na geologia e na paleontologia. Pesquisas recentes nestas duas disciplinas fornecem um apoio poderoso para o já formidável argumento contra o ensino da macroevolução darwiniana como se fosse um facto provado".

Os cientistas participantes incluem:

  • Guy Berthault, um sedimentologista de renome da França e pesquisador em física fundamental e sedimentologia, membro da Sociedade Geológica da França e da Associação de Sedimentologistas.
  • Maciej Giertych, geneticista populacional de Kornik, Polónia, que tem diplomas avançados em genética, silvicultura e em fisiologia das árvores.
  • Thomas Seiler, um físico da Alemanha com Ph.D. em Física pela Universidade de Munique
  • Jean de Pontcharra, um físico em França e director do grupo de pesquisa de renome CEA-LETI (Commissariat à l'Energie Atomique, Laboratoire d'Electronique et de Technologie de l'Informatique).
  • Josef Holzschuh, um geofísico da Austrália com Ph.D. em Geofísica pela Universidade da Austrália Ocidental.

Resumos das apresentações podem ser vistas on-line em http://sites.google.com/site/scientificcritiqueofevolution/Home.

A conferência "A Impossibilidade Científica da Evolução" (The Scientific Impossibility of Evolution) está sendo lançada em resposta directa ao pedido de Bento XIV, para que ambos os lados da controvérsia da evolução sejam ouvidos. Thomas Seiler, um participante na conferência, disse:
"À luz das novas e surpreendentes descobertas científicas, sobretudo na geologia, esperamos que a comunidade científica mundial reconheça a esmagadora evidência contra a teoria da evolução".

A conferência começa às 9h30 em 9 de novembro no auditório da Universidade de São Pio V (Via Cristoforo Colombo, n º 200). A entrada é livre, embora o número de lugares seja limitado. Está aberta ao público e a membros da imprensa e dos mídia, mas recomenda-se efectuar reserva. As reservas podem ser feitas pelo e-mail noevolutioninfo@gmail.com, ou Peter Wilders (Telefone europeu 377 93 50 88 34)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução