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domingo, 10 de janeiro de 2010

Vídeo das Pegadas de Tetrápodes da Polónia

Quando é que os animais caminharam sobre a terra?

A Nature relata um novo estudo com origem na Polónia que coloca este evento para trás no tempo uns 20 milhões de anos forçando uma reavaliação dos pressupostos mais básicos que os paleontólogos construiram até agora.

Vejam o vídeo:


A Pegada de um Tetrápode:

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Discovering The Great Tree of Life

Descobrindo a Grande Árvore da Vida (Vídeo)

The Earth is inhabited by millions of different life forms, and all have been connected through common ancestry in The Tree of Life. The Tree describes the diversity and interconnectedness of all living things on Earth. This video shows the current research that is being done to fully discover the Tree of Life.

Produced for the Yale Peabody Museum of Natural History with the support from the U.S. National Science Foundation through the CIPRes and Angiosperm Tree of Life Programs.

Tradução:
A Terra é habitada por milhões de formas de vida diferentes, e todas têm estado ligadas através de ancestralidade comum na Árvore da Vida. A árvore descreve a diversidade e a inter-relação de todos os seres vivos na Terra. Este vídeo mostra a pesquisa actual que está sendo feita para descobrir totalmente a Árvore da Vida.

Produzido para a Yale Peabody Museum of Natural History, com o apoio da National Science Foundation dos E.U. através do CIPRes e Angiosperm Tree of Life Programs.



Mas, será que a reconstrução filogenética é ciência?
Talvez o vídeo nos dê algumas respostas:

"quando estamos a tentar reconstruir qualquer porção da árvore da vida, é um processo de eliminação. Examinamos todas as hipóteses possíveis de como estas espécies podem estar relacionadas umas com as outras. Para fazer isso de forma rigorosa tem que se olhar para todas as características possíveis, todas as formas possíveis de como as espécies podem estar relacionadas umas com as outras.

Para 3 espécies há apenas 3 árvores.
Para 4 espécies há 15 combinações possíveis.
Para 5 espécies há 105.
Mas quando chegamos a 10 espécies atingimos 34 milhões de combinações.
34 milhões ainda se pode resolver.
Mas quando chegamos a 15 espécies é um número imenso.

Há tantas soluções possíveis que não podemos examiná-las todas individualmente.

Portanto mesmo para uma árvore de 15 espécies há tantas formas possíveis de construir uma árvore como o numero de átomos em todo o universo".

Humm...
Shortcuts?? Pois... Sei...

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O falhanço evolucionista do Tiktaalik

Quando o Tiktaalik foi anunciado em 2006, os media festejaram a descoberta de um suposto fóssil de transição. A BBC News anunciou: "Fósseis de animais encontrados no Canadá Ártico proporcionam um snapshot da transformação evolutiva dos peixes em animais terrestres". Na MSNBC, o co-descobridor do Tiktaalik, Ted Daeschler, foi citado vangloriando que "se considerarmos a adaptação como um processo de recolha de ferramentas para viver num ambiente novo, a nova descoberta oferece uma imagem do kit de ferramentas, neste ponto especifico desta transição evolutiva". O artigo até posicionou o Tiktaalik como um ancestral real dos tetrápodes, afirmando:" Os cientistas apanharam um peixe fóssil no acto da adaptação para uma vida na terra, uma descoberta que lança nova luz sobre uma das maiores transformações na história dos animais". Mas esta semana o estatuto de Tiktaalik como um fóssil real de transição entre os peixes e os tetrápodes tem sido posta em causa pela descoberta de pegadas inequívocas (com dígitos) de um tetrápode que foram feitas cerca de 20 milhões de anos antes do Tiktaalik. Um artigo publicado na Nature explica o caos que essas pegadas trouxeram:

A transição peixe-tetrápodes foi assim aparentemente muito bem documentada. Havia um consenso de que a divergência entre alguns elpistostegalians (tais como o Tiktaalik ou o Panderichthys) e tetrápodes pode ter ocorrido durante o Givetian, há 391-385 milhões de anos atrás. Contemporâneas dos primeiros tetrápodes fósseis, as pegadas datam do Devoniano tardio eram evidências da sua capacidade de andar.

Agora, porém, Niedzwiedzki et al. lançam uma granada que explode com essa imagem. Eles relatam a descoberta de pegadas de tetrápodes surpreendentes com impressões de diferentes digitos em Zachemie, na Polónia, que são inequivocamente datadas do inicio do Eifeliano (há 397 milhões de anos atrás). Este local (uma antiga pedreira) rendeu uma dúzia de trilhos de pegadas feitas por vários indivíduos que vão de 0,5 a 2,5 metros de comprimento total, e numerosas pegadas isoladas encontradas em fragmentos de cascalho. Os trilhos precedem em 18 milhões de anos os restos de esqueleto tetrápode mais antigos e, o que é mais surpreendente, precedem em 10 milhões de anos os primeiros peixes elpistostegalian.

(Philippe Janvier & Gaël Clément, "Muddy tetrapod origins", Nature Vol. 463:40-41 (7 de Janeiro de 2010).)

As pegadas fósseis de tetrápodes indicam que o Tiktaalik apareceu mais de 10 milhões de anos depois de existirem os primeiros verdadeiros tetrápodes conhecidos. O Tiktaalik, naturalmente, não é um tetrápode, mas um peixe, e estas pegadas tornam muito difícil hoje afirmar que o Tiktaalik é um elo de transição entre os peixes e os tetrápodes. Ele não é um "snapshot da evolução dos peixes em animais terrestres", porque se essa transição alguma vez ocorreu, parece ter ocorrido milhões de anos antes do Tiktaalik.

A Posição do Tiktaalik no Registo Fóssil: Uma Previsão Falhada da Evolução
Alguns, como o co-descobridor do Tiktaalik, Neil Shubin, fizeram da posição do Tiktaalik no registo fóssil um argumento a favor do neo-darwinismo. Como disse Shubin no Judgment Day: Intelligent Design on Trial da PBS:
O que a evolução nos permite fazer é previsões específicas sobre o que devemos encontrar no registo fóssil. A previsão neste caso é clara. Ou seja, se vamos para as rochas da idade certa, e para as rochas do tipo certo, devemos encontrar as transições entre as duas grandes formas de vida, entre os peixes e os anfíbios. ...O que vemos quando olhamos para o registo fóssil, em rochas da idade certa, é uma criatura como o Tiktaalik.

O New York Times pressagiou o argumento de Shubin, primeiro relatando sobre o Tiktaalik que "os cientistas concluíram que o Tiktaalik era um intermediário entre os peixes Eusthenopteron e Panderichthys, que viveram há 385 milhões de anos, e os tetrápodes. Os primeiros tetrápodes conhecidos são os Acanthostega e Ichthyostega, de há cerca de 365 milhões de anos". Mas será que o neo-darwinismo previu tetrápodes verdadeiros de há 397 milhões de anos atrás? Definitivamente não: Janvier e Clément disseram melhor: estes trilhos são "anacrónicos". O paleontólogo de tetrapodes Jenny Clack disse que a descoberta dos trilhos "rebenta com a história toda da 'saída da água'". Ou como a Nature News diz, estes trilhos de tetrápodes são "mais de 18 milhões de anos anteriores à altura que se pensava que os tetrápodes tinham evoluído."

Então, onde estão os peixes que se transformaram em tetrápodes? Segundo a Nature, eles devem existir na faixa 'fantasma' - isto é, num período de tempo durante o qual os membros dos grupos deveriam estar presentes, mas para as quais não foram ainda encontrados quaisquer fósseis corporais". Os argumentos de Shubin de que estes fósseis confirmam uma "previsão específica" da evolução parece afinal estar errada. (Mas não espere uma correcção da PBS para breve.)

Lições a serem Aprendidas
Em 2007, Stan Guthrie discutiu no Christianity Today sobre se o alarde dos media em torno das formas de transição devia ser para levar a sério. Dizendo que ele sempre "se identificou secretamente com o apóstolo Tomé," Guthrie escreveu:
No ano passado, no entanto, veio a palavra do Tiktaalik roseae, que parece levar as pessoas a perder a compostura como aqueles ofensivos "peixes de Darwin" nos carros dos professores universitários presunçosos. Evolucionistas pouco sérios imediatamente saudaram o fóssil de 375 milhões de anos como um "elo perdido" entre os peixes e os animais terrestres. "É um fóssil intermediário realmente notável e surpreendente", disse o cientista Neil H. Shubin ao The New York Times. "É como uma vaca sagrada".

Então o que é que há para um 'Tomé que Duvida' fazer? Primeiro, precisamos lembrar que os cientistas já se vangloriaram com "elos perdidos" antes, para depois se embaraçarem quando mais evidências surgiram. O Discovery Institute, que apoia o Design Inteligente, notou que o entusiasmo por esta última descoberta é uma admissão pelos paleontólogos de que o registo fóssil não tem sido gentil com a teoria de Darwin.

Essas são boas palavras, mas, infelizmente, Guthrie, a seguir cita e endossa evolucionistas teístas, como Francis Collins, que basicamente rendem-se plenamente às reivindicações dos neo-darwinistas, sem dar sinais de uma vontade de duvidar. Guthrie cita Collins, dizendo: "A evidência amontoa-se todos os dias para apoiar o conceito de que nós e todos os outros organismos neste planeta descendem de um ancestral comum", e de que "a teoria da evolução já não é realmente uma teoria, no sentido de não estar testada. É uma teoria, no sentido da gravidade. É um facto". Mas, no entanto, vemos os "factos" do neo-darwinismo constantemente sendo revistos. Só no ano passado:
2010 tem apenas alguns dias e já um dos mais novos ícones do neo-darwinismo - o Tiktaalik - está sob fogo pesado. Afinal talvez quando se trata de neo-darwinismo, Collins e aqueles que o seguem fizessem melhor se insistissem em fazer a abordagem de São Tomé.

(por Casey Luskin)

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Jerry Fodor - Darwin

Por muitos anos, Jerry Fodor tem criticado o raciocínio darwinista na ciência cognitiva e na filosofia da mente/linguagem. Como estudante de pós-graduação, eu o vi apresentar um colóquio sobre esses temas, na frente de um público semi-hostil, e admirei sua bravura em recusar ajoelhar-se diante do altar de Darwin. Desculpe se esta linguagem parece estar inadequada, mas depois do Ano de Darwin acabar, a atitude constante de adoração em relação ao velho Charles atingiu-me.

Agora, no seguimento do seu artigo controverso e muito discutido da London Review, Fodor - juntamente com o cientista cognitivo Massimo Piattelli-Palmarini - tornou os seus argumentos acessíveis ao público no What Darwin Got Wrong.

É interessante ler a cópia de lançamento do editor (ou seja, a descrição do livro), que revela o estigma cultural muito forte, pelo menos entre o público académico em relação ao livro de Fodor, ainda a ver com a dissidência do darwinismo:

Este não é um livro sobre Deus, ou sobre o design inteligente. Pelo contrário, aqui está um livro notável, um livro que se atreve a desafiar a selecção natural, não em nome da religião, mas em nome da boa ciência. A maioria dos cientistas estão tão apavorados com os ataques religiosos à teoria da evolução que ela nunca é examinada de uma forma critica.

Mas há grandes problemas científicos e filosóficos com a teoria da selecção natural.

Bem, sim - e só é possível discutir esses problemas se não nos intimidarmos com a palavra C: "O que é você, algum tipo de criacionista? Não? Bem, você está ajudando e dando conforto aos criacionistas!" Os abusos de Brian Leiter em relação a Thomas Nagel, por este ter recomendado o Signature in The Cell, é um exemplo do que Fodor pode esperar em 2010.

Mas, da minha experiência em primeira mão da coragem de Fodor em ambientes académicos de alta pressão, ele está mais do que à altura do desafio.

(por Paul Nelson)

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

What Darwin Got Wrong

What Darwin Got Wrong [Onde Darwin Errou]

"Um argumento intrigante que lança um desafio, que levanta questões científicas e filosóficas importantes sobre a evolução... Fodor e Piattelli-Palmarini assumem uma posição corajosa que provavelmente vai causar reacções... de todo o espectro científico e teológico. Um trabalho denso e erudito para o pensamento científico moderno e para a sua capacidade de se adaptar e evoluir".- Kirkus Reviews


"A começar pelo título chocante, Fodor e Piattelli-Palmarini colocam o gato no meio dos pombos [introduzem elementos violentos e perturbadores] de Darwin. Ao questionarem sobre porque a actuação da selecção natural não diz nada sobre os mecanismos causais subjacentes à evolução dos traços com os mesmos limites de um organismo, eles levam-nos para a linha da falha conceptual no coração da teoria de Darwin. A minha previsão é que o livro de Fodor e Piattelli-Palmarini irá incomodar muito pegando precisamente nos pontos onde a teoria da selecção natural é bem incorrecta e superficial, não só em estudos de ontogenia e filogenia na biologia, mas também nas disciplinas interligadas da filosofia, psicologia, linguística e comportamento - ou seja da natureza humana. Este livro irá ser uma referência para os próximos anos. Ele não pode ser ignorado se o estudo da evolução é para ser honesto". Gabriel Dover, Professor de Genética Evolutiva, Universidades de Leicester e Cambridge, e autor de Dear Mr. Darwin: Letters on the Evolution of Life and Human Nature [Mr. Darwin: Cartas sobre a Evolução da Vida e da Natureza Humana]

"A evolução precisa de uma teoria convincente, se se quer que a luta pela aceitação do público seja ganha. O What Darwin Got Wrong de Jerry Fodor e Massimo Piattelli-Palmarini, mostra de forma convincente que a selecção natural não é aquela teoria. Com base na literatura científica que abrange as escalas molecular, comportamental e cognitiva, com excursões sofisticadas na biologia do desenvolvimento evolutivo e da física dos sistemas complexos, os autores realizam um desmantelamento filosófico do modelo padrão da mudança evolutiva que é provavelmente irreversível. A fundamentação inequívoca na factualidade da evolução torna este trabalho um serviço à ciência e um revés para os seus adversários". Stuart Newman, professor de Biologia Celular e Anatomia, Nova York Medical College

"Neste livro provocativo, esclarecedor e muito divertido, Fodor e Piattelli-Palmarini argumentam que a selecção natural (SN) não pode explicar como a evolução ocorre. O argumento é em grande parte conceptual e prossegue em duas etapas: (1) que as teorias da SN são conceptualmente paralelas às teorias de aprendizagem de Skinner e assim partilham dos mesmos problemas debilitantes, e (2) que a SN está realmente em pior forma conceptual, quando a sua noção explicativa central, 'seleccionar para", é devidamente desempacotada. Este argumento vai incomodar muita gente importante, tanto pela sua conclusão como pelo deleite evidente que os autores demonstram ao chegar até ela. Os fogos de artifício que se seguem devem ser deliciosos, e (possivelmente) esclarecedores". Norbert Hornstein, professor de Linguística, da Universidade de Maryland

"Este estudo altamente informativo e cuidadosamente argumentado desenvolve duas teses centrais. Primeiro, que existem alternativas às teorias adaptacionistas clássicas neo-darwinistas que são plausíveis, e que muito possivelmente capturam princípios que são a regra e não a excepção, mesmo que o relato adaptacionista básico seja aceite. Em segundo lugar, que esse relato não pode ser aceite. As duas teses são suficientemente independentes para que possam ser avaliadas separadamente. Independentemente do resultado do envolvimento intelectual com este trabalho estimulante, será certamente uma experiência mais gratificante". Noam Chomsky

Descrição do Produto

Este não é um livro sobre Deus, ou sobre o design inteligente. Pelo contrário, aqui está um livro notável, um livro que se atreve a desafiar a selecção natural, não em nome da religião, mas em nome da boa ciência. A maioria dos cientistas estão tão apavorados com os ataques religiosos à teoria da evolução que ela nunca é examinada de uma forma critica.

Mas há grandes problemas científicos e filosóficos com a teoria da selecção natural. Darwin alegou que os factores que determinam o curso da evolução são em grande parte ambientais. Esta é uma tese que os resultados empíricos na biologia estão cada vez mais a pôr em causa. Os autores mostram que o darwinismo está comprometido a inferir, a partir da premissa de que um tipo de criatura com uma determinada característica foi seleccionada, a conclusão de que esse tipo de criatura foi seleccionada para ter essa característica. Embora tais inferências sejam falaciosas, elas são, no entanto, inevitáveis no quadro darwinista. Em última análise, Jerry Fodor e Massimo Piattelli -Palmarini lançam uma crítica devastadora contra a ortodoxia darwinista e sugerem novas formas de pensar sobre a evolução.

Fodor apresentou pela primeira vez a sua crítica na London Review of Books, num artigo que gerou debate acalorado em ambos os lados do Atlântico. What Darwin Got Worng é certo ser tão controverso como é preciso nos argumentos.

Fonte: Amazon


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domingo, 3 de janeiro de 2010

Livro "The Altenberg 16", Lançamento para Fevereiro

Este livro lança um olhar sobre a rivalidade qu existe hoje na ciência em torno das tentativas para descobrir o processo fugaz da evolução. De um lado estão os fiéis seguidores da teoria há muito estabelecida da selecção natural, promulgada por Charles Darwin há mais de 150 anos atrás. Esta teoria da "sobrevivência dos mais aptos", segundo a autora Suzan Mazur, já não é a pedra angular científica da biologia e tem sido contestada desde há décadas. Do outro lado estão aqueles adversários que pretendem orientar a ciência evolutiva numa direcção mais honesta e cientificamente mais rigorosa. No entanto, a teoria darwiniana tornou-se uma marca política poderosa que é difícil derrubar por causa do dinheiro e do poder a ela associada.

O The Altenberg 16 é sobre um grupo de cientistas da evolução que se reuniram em 2008 na Áustria, para discutir e tentar dizer a verdade sobre esta "marca". Será que eles e seus resultados nos vão ajudar a livrar da mentalidade da selecção natural da "sobrevivência do mais apto" que tem atormentado a civilização há um século e meio, agora que é visível que a selecção natural é no essencial uma marca política? É quase garantido que o debate e a disputa vai continuar no futuro próximo.


Alguns dos maiores nomes da ciência evolutiva e áreas afins são entrevistados e os seus perfis são descritos por Mazur. Entre esses nomes estão incluídos Richard Lewontin (Harvard University), Robert Hazen (Carnegie Institution), Richard Dawkins (autor bestselling), Stuart Newman (New York Medical College), Lynn Margulis (Universidade de Massachusetts e da Universidade de Oxford), Noam Chomsky (MIT), e muitos outros de todo o mundo.

Da introdução:

"A ciência evolucionária é tanto sobre postura, discurso de vendedor, obstrução e intimidação continuada como é sobre verdadeira teoria científica. É um discurso social, envolvendo hipóteses de complexidade desconcertante com os cientistas, os destinatários das maiores bolsas entre quaisquer intelectuais, a assumir o poder dos políticos enquanto se envolvem em lançamento de tartes e xingamentos: 'básico','maluco marxista',' criacionista secular','filósofo'(um cientista que já não consegue obter bolsas),' charlatão ','louco'. . .

"Em suma, é uma busca moderna do Santo Graal, mas com poucos cavaleiros. Em tempos que apelam para a visão científica, a investigação científica tem sido refém de uma indústria de ganância, com livros sobre evolução vendidos como banha da cobra numa feira."

(por William Dembski)


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução