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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Criação ou Evolução ?

"Criação ou Evolução - temos que escolher?" de Denis Alexander é um argumento bem escrito que defende que os cristãos evangélicos deviam fazer as pazes com o Darwinismo e desistirem do ensino histórico da Igreja que diz que todas as coisas foram feitas de forma miraculosa em apenas seis dias. O seu autor procura argumentar que a ciência tem "falado" de forma convincente, e afirma que nos mostra maneiras de ler a Bíblia que nos traz harmonia entre as duas. David Anderson discorda destas alegações.

Anderson argumenta que Alexandre tem destruído as Escrituras, conseguindo harmonizá-la com o Darwinismo através de métodos que são de forma distinta e desastrosa contrários à ortodoxia evangélica. Além disso, ele acha que os métodos de Alexandre no tratamento das principais questões científicas são falhos de lógica. Neste livro, ele mostra-nos quão fracos os argumentos Darwinistas evangélicos são, e mostra-nos porque os cristãos que crêem na Bíblia podem continuar a colocar forte confiança nas Escrituras e na compreensão histórica que a igreja tem dela.

Pode ler o livro de David Anderson em PDF aqui.


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Ao comprar o Creation or Evolution: Do We Have to Choose?...

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Terremoto no Haiti

Um grande terremoto atingiu o Haiti, causando o colapso de edifícios e infligindo muitos danos à nação empobrecida das Caraíbas.

O sismo de magnitude 7,3 na escala de Richter deu-se a cerca de 15 quilómetros do sul da capital do Haiti, Port-au-Prince. Ainda há pouca informação sobre a extensão dos danos do terremoto, mas parece tratar-se de uma catástrofe de grandes dimensões.

Desejamos que o auxilio às vitimas chegue depressa. Faça uma doação para o Haiti.

Alguns vídeos:
















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A Desilusão de Deus

No dia 01 de Novembro de 2007, o novo livro de Antony Flew, "There is a God: How the World's Most Notorious Atheist Changed his Mind" (em português "Um Ateu Garante: Deus Existe", publicadora Ediouro), foi publicado pela editora HarperOne. O Professor Flew tem sido considerado “o filósofo ateu mais influente do mundo”, bem como “um dos ateus mais conceituados do século XX”. No seu livro, o Professor Flew relata como ele passou a acreditar num Deus Criador como resultado de evidências científicas e de argumentos filosóficos.

Como era de esperar, o seu livro causou uma grande agitação – como se pode ver pelos comentários dos leitores no site Amazon.co.uk. Alguns destes comentários (e outros) sugerem que Antony Flew foi usado pelo co-autor do livro, Roy Varghese, e que Flew na verdade não sabia o que estava no livro. Esta é uma acusação muito séria para a qual o Professor Flew respondeu e reiterou numa carta recente (datada de 4 de Junho de 2008) a uma amigo da UCCF que nos foi mostrada. O Professor Flew escreve:

Eu já refutei estas criticas na seguinte afirmação: “O meu nome está no livro e ele representa exactamente as minhas opiniões. Eu não publicaria um livro em emu nome cujo conteúdo eu não concordasse 100%. Eu precisei de alguém para escrevê-lo, pois eu tenho 84 anos e esse foi o trabalho de Roy Varghese. A idéia de que alguém me manipulou porque eu estou velho está completamente errada. Eu posso estar velho, mas sou difícil de manipular. Este livro é meu e ele representa o meu pensamento”.

Recentemente o Professor Flew escreveu as suas opiniões sobre o livro de Richard Dawkins "A Desilusão de Deus" ("Deus, um Delírio", no Brasil). O seu artigo, reproduzido abaixo, mostra as razões chave do Professor Flew para a sua crença numa Inteligência Divina. Ele também deixou claro no seu livro "Um Ateu Garante: Deus Existe" que é possível a um ser omnipotente escolher revelar-se ao ser humano, ou agir no mundo de outras formas. Deixamos aqui o artigo do Professor Flew como um testemunho do desenvolvimento do raciocínio de alguém que está preparado para considerar a evidência e seguir as suas implicações – aonde quer que elas conduzam.

O Professor Antony Flew escreve:

O livro "A Desilusão de Deus" ("Deus, um Delírio", no Brasil) escrito pelo ateu Richard Dawkins é notável, em primeiro lugar por ter conseguido uma espécie de recorde ao vender mais de um milhão de cópias. Mas o que é muito mais notável do que o sucesso económico é que o conteúdo - ou melhor, a falta de conteúdo - deste livro mostra que o próprio Dawkins tornou-se o que ele e seus colegas secularistas acreditam tipicamente ser uma impossibilidade: ou seja, um fundamentalista secular. (a minha cópia do Dicionário de Oxford define um fundamentalista como 'um obstinado ou um adepto intolerante de um ponto de vista').

A falha de Dawkins como académico (o que ele ainda era durante o período no qual escreveu este livro, embora ele já tivesse anunciado a sua intenção de se reformar) foi a sua escandalosa e aparentemente deliberada recusa em apresentar a doutrina que ele parece acreditar que refutou na sua forma mais forte. Assim, nós encontramos no índice do seu livro cinco referências a Einstein. Elas são: A máscara de Einstein e Einstein sobre a moralidade; sobre um Deus pessoal; sobre o propósito da vida (a situação humana e sobre como o homem está aqui para o bem dos demais, principalmente para o bem daqueles de cujo bem estar a nossa própria felicidade depende); e finalmente sobre as opiniões religiosas de Einstein. Mas (eu acho difícil escrever com moderação sobre esta obscura recusa da parte de Dawkins) ele não faz nenhuma menção ao relato mais importante de Einstein: a saber, que a complexidade integrada do mundo da física o levou a acreditar que devia haver uma Inteligência Divina por traz dela. (Eu particularmente penso que é óbvio que se este argumento é aplicável ao mundo da física, então ele deve ser imensamente mais poderoso se aplicado ao mundo imensamente mais complicado da biologia).

Claro que muitos físicos com altas reputações não concordam com Einstein nesta matéria. Mas um académico que ataca uma posição intelectual que ele acredita estar errada deve como é claro atacá-la na sua forma mais forte. Isto Dawkins não faz no caso de Einstein e a sua falha é o índice crucial do seu propósito académico hipócrita e portanto permite-me classificá-lo daquilo que ele provavelmente acreditava ser uma impossibilidade, de fundamentalista secularista.

Na página 118 do "A Desilusão de Deus" está uma nota notável. Assim se lê: “Podemos estar a observar algo semelhante hoje em dia nas tergiversações sobre-publicitadas do filósofo Antony Flew, que anunciou na sua idade avançada ter-se convertido à crença em algum tipo de divindade (desencadeando um frenesim de repetições por toda a internet)”.

O que é importante nesta passagem não é o que Dawkins está dizendo sobre Flew, mas o que ela está dizendo sobre o próprio Dawkins. Porque se ele tivesse tido qualquer interesse na verdade sobre o assunto a que ele se referia (a minha conversão), certamente ele me teria escrito uma carta com as suas questões. (Quando eu recebi uma enchente de questionamentos depois de um relato da minha conversão ao Deísmo ser publicado no Royal Institute of Philosophy eu consegui – acredito eu – acabar por responder a todas as cartas).

Tudo isto demonstra bem que Dawkins não está interessado na verdade como ela é mas está preocupado em primeiro lugar em desacreditar um oponente ideológico por quaisquer meios disponíveis. Isso seria por si só razão suficiente para se suspeitar que toda a empresa do livro "A Desilusão de Deus" não é, pelo menos como ele tenciona ser, uma tentativa de descobrir e propagar o conhecimento sobre a existência ou não-existência de Deus, mas é em vez disso uma tentativa – extremamente bem sucedida – de propagar as convicções do próprio autor nesta área.

Uma questão menos importante que precisa ser abordada é que embora o índice do "A Desilusão de Deus" tenha seis referências ao Deísmo ele não fornece nenhuma definição da palavra "Deísmo". Isto permite que Dawkins, nas suas referências ao Deísmo, sugira que os deístas são uma miscelânea de crentes nisto e naquilo. A verdade, que Dawkins devia ter aprendido antes de este livro ter sido enviado para impressão, é que os deístas acreditam na existência de Deus, mas não o Deus de qualquer revelação. Na verdade, o primeiro aparecimento público notório da noção de Deísmo foi na revolução americana. O jovem rapaz que escreveu a Declaração da Independência e que depois se tornou o presidente Jefferson era um deísta, assim como o eram vários dos pais fundadores desta importantíssima instituição, os Estados Unidos.

Nesta enorme nota de rodapé daquilo que eu estou inclinado a descrever como um livro monstruoso – A Desilusão de Deus – Dawkins critica-me por aquilo que ele chama de “decisão ignominiosa” de aceitar, em 2006, o "Prémio Phillip E. Johnson para a Liberdade e para a Verdade”. A Instituição que concede o prémio é o BIOLA, The Bible Institute of Los Angeles. Dawkins não diz directamente que sua objecção à minha decisão é de que o BIOLA é uma instituição especificamente cristã. Ele obviamente assume (mas abstém-se de dizê-lo abertamente) que isto é incompatível com a produção de trabalhos académicos de primeira classe em qualquer departamento – não é uma tese que seria aceitável na minha própria universidade, ou em Oxford ou em Harvard.

No meu tempo em Oxford, durante os dias que sucederam à segunda guerra mundial, Gilbert Ryle (então Professor Waynflete de Filosofia Metafísica na Universidade de Oxford) publicou um livro muito influente chamado The Concept of Mind (O Conceito da Mente). Este livro revelou que mentes não são entidades do tipo que se poderia coerentemente dizer que vão sobreviver à morte daqueles a quem as mentes pertenciam.

Ryle sentiu-se responsável pela perseguição ao ensino filosófico e à publicação de descobertas de investigação filosófica na universidade e ele sabia, naquele tempo, que haveria um alvoroço se ele publicasse suas próprias conclusões de que a idéia de uma segunda vida, após a morte, era autocontraditória e incoerente. Ele ficou satisfeito por eu fazer isto mais tarde e noutro lugar. Eu disse-lhe que se eu fosse alguma vez convidado a palestrar na Gilfford Lecture, o meu assunto seria “A Lógica da Mortalidade”. Quando fui, convidado, estas palestras foram publicadas pela Blackwell (Oxford) em 1987. estão ainda a ser impressas pela Prometheus Books (Amherst, NY).

Finalmente, sobre a sugestão de que eu tenho sido usado pela Universidade BIOLA. Se a maneira como eu fui bem recebido pelos estudantes e pelos membros da faculdade que eu conheci durante o curto tempo que eu permaneci no BIOLA for o mesmo que ser “usado”, então eu apenas posso expressar a minha mágoa por não poder esperar, aos 85 anos, mais uma visita a esta instituição.

Fonte: bethinking.org

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A Revolução de Darwin

Mais uma musiquinha para a evangelização darwinista:

Darwin's Revolution - Evolution Song Written & Performed by u2bMonkey (Me)

Gostei mais da versão da evolução dos Simpsons. Rsrs

Vejam mais cânticos e doutrinação darwinista:

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Detonando o quadro de evolução dos tetrápodes

Há um ano atrás, a Nature publicou um folheto educativo com o título 15 Preciosidades evolucionárias (como recurso para o Bicentenário de Darwin) [Vejam uma versão em português: 15 joias da evolução]. A preciosidade número 2 é o Tiktaalik, um fóssil de peixe bem preservado que foi amplamente aclamado como documentando a transição entre os peixes e os tetrápodes. O Tiktaalik era um peixe elpistostegaliano: um grande carnívoro, habitante de águas pouco profundas com afinidades anatómicas aos tetrápodes, mas possuindo barbatanas. Infelizmente, até ao fóssil do Tiktaalik, a maioria dos fósseis de elpistostegídeos eram fragmentos mal preservados.

“Em 2006, Edward Daeschler e os seus colegas descreveram fósseis surpreendentemente bem preservados de um elpistostegídeo conhecido como Tiktaalik que nos permitiu construir uma boa imagem de um predador aquático com notáveis semelhanças com os tetrápodes — desde o seu pescoço flexível até à sua estrutura de barbatanas muito semelhante com membros. A descoberta e a análise meticulosa do Tiktaalik esclarece a fase antes dos tetrápodes evoluírem, e mostra como o registo fóssil nos lança surpresas, apesar de serem inteiramente compatíveis com o pensamento evolutivo.”

Quando todos pensavam que tinha surgido um consenso, uma nova descoberta fóssil é relatada — atirando com tudo para dentro do caldeirão (novamente!). Trilhos de pegadas de um tetrápode desconhecido foram recuperados de rochas datadas em mais 10 milhões de anos do que o Tiktaalik.
Os autores dizem que as pegadas ocorrem em rochas que: “podem ser seguramente classificadas no período Eifeliano Inferior, correspondendo a uma idade de aproximadamente 395 milhões de anos.” De um só golpe, isso não somente acaba com o Tiktaalik como ancestral dos tetrápodes, mas também acaba com todos os fósseis conhecidos que são representativos dos elpistostegídeos. A chegada dos tetrápodes é considerada agora como tendo ocorrido 20 milhões de anos mais cedo do que anteriormente se considerava, e esses tetrápodes devem ser considerados agora como tendo coexistido com os elpistostegídeos. Mais uma vez, o registo fóssil lançou uma grande surpresa, mas esta surpresa não é “inteiramente compatível com o pensamento evolutivo”. É uma descoberta que não foi prevista e que não se encaixa de forma alguma no consenso emergente.

"Agora, porém, Niedzwiedzki et al. lançam uma granada que explode com essa imagem. Eles relatam a descoberta de pegadas de tetrápodes surpreendentes com impressões de diferentes dígitos em Zachemie, na Polónia, que são inequivocamente datadas do inicio do Eifeliano (há 397 milhões de anos atrás). Este local (uma antiga pedreira) rendeu uma dúzia de trilhos de pegadas feitas por vários indivíduos que vão de 0,5 a 2,5 metros de comprimento total, e numerosas pegadas isoladas encontradas em fragmentos de cascalho. Os trilhos precedem em 18 milhões de anos os restos de esqueleto tetrápode mais antigos e, o que é mais surpreendente, precedem em 10 milhões de anos os primeiros peixes elpistostegalianos".(Janvier & Gaël Clément, 2010)


O resumo do editor da Nature explicou: “As descobertas sugerem que os elpistostegídeos que nós conhecemos foram as últimas relíquias que sobreviveram e não formas transicionais directas, e eles realçam o quão pouco sabemos da história mais antiga dos vertebrados terrestres". Henry Gee, um dos editores da Nature escreveu num blog:

“O que tudo isso significa? Isso significa que a correlação bem embrulhada entre a estratigrafia e a filogenia, na qual os elpistostegídeos representam uma forma de transição na rápida evolução dos tetrápodes no período Frasniano médio, é uma ilusão cruel. Se — como mostram as pegadas polacas — os tetrápodes já existiam no período Eifeliano, então um enorme vazio evolucionário se abriu debaixo de nossos pés.”

Noutro blog, Ed Yong discutiu o significado da descoberta, e está obviamente impressionado pelo apoio de um investigador envolvido na tentativa de entender a evolução dos tetrápodes:
“Jenny Clack, a cientista da Universidade de Cambridge que descobriu o Acanthostega, viu os trilhos de pegadas polacas e considera-as mais convincentes. A sua única reserva é a de que as pegadas detalhadas não têm trilhos correspondentes para mostrar como se moviam os animais que as fizeram, enquanto os trilhos existentes consistem em marcas indefinidas. “Mas assim também são muitas das pegadas previamente conhecidas”, disse ela. “Se você as encontrasse noutros sedimentos na última parte do Devoniano, você não teria nenhum problema com elas.” Ela gostaria de ver trilhos das pegadas detalhadas, mas mesmo assim ela está entusiasmada. “Isto vai mudar todas as nossas ideias sobre o porquê os tetrápodes emergiram da água, e também quando e onde o fizeram.”

Repensar o porquê e o onde é outro aspecto desta descoberta explosiva. Os primeiros tetrápodes têm sido considerados como sendo animais que viviam na água. As pessoas têm-se perguntado se as barbatanas evoluíram para pernas enquanto os animais comiam plantas em águas pouco profundas, talvez em água salobra ou então em água doce. Estas ideias ainda podem ser aplicáveis ao Acanthostega e ao Ichthyostega, mas elas não são realistas para os novos trilhos de tetrápodes — que são encontradas em sedimentos marinhos planos de marés.
“Os trilhos de tetrápodes Eifelianos de Niedzwiedzki e colegas, aparentemente anacrónicos, vão assim abanar o pensamento sobre as origens dos tetrápodes. Elas revelam que os primeiros tetrápodes viviam no mar, percorrendo lagoas de lama de recifes de corais; isto está em desacordo com a antiga opinião estabelecida há muito tempo de que os deltas de rios e os lagos eram os ambientes necessários para a transição da água para a terra durante a evolução dos vertebrados.”

O interesse do Design Inteligente nesta história é de pelo menos duas razões. Em primeiro lugar o caso documenta um exemplo de uma predição evolucionária que falhou — embora, por algum tempo, os evolucionistas a tenham considerado um triunfo (vejam o post sobre o falhanço evolucionista do Tiktaalik). Em segundo lugar, a evolução dos tetrápodes é um teste importante para a relevância do pensamento do design — nós colocamos a questão se os tetrápodes estão aqui por Design ou se os processos de Lei + Acaso são a explicação satisfatória. A pesquisa está desenvolvendo-se assumindo a segunda opção, mas a nova descoberta sugere que a perseguição de múltiplas hipóteses operacionais (incluindo as opções baseadas no design) podem ser mais prudentes.

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Tetrapod trackways from the early Middle Devonian period of Poland
Grzegorz Niedzwiedzki, Piotr Szrek, Katarzyna Narkiewicz, Marek Narkiewicz & Per E. Ahlberg
Nature, 463, 43-48 (7 January 2010) | doi:10.1038/Nature08623

Abstract: The fossil record of the earliest tetrapods (vertebrates with limbs rather than paired fins) consists of body fossils and trackways. The earliest body fossils of tetrapods date to the Late Devonian period (late Frasnian stage) and are preceded by transitional elpistostegids such as Panderichthys and Tiktaalik that still have paired fins. Claims of tetrapod trackways predating these body fossils have remained controversial with regard to both age and the identity of the track makers. Here we present well preserved and securely dated tetrapod tracks from Polish marine tidal flat sediments of early Middle Devonian (Eifelian stage) age that are approximately 18 million years older than the earliest tetrapod body fossils and 10 million years earlier than the oldest elpistostegids. They force a radical reassessment of the timing, ecology and environmental setting of the fish tetrapod transition, as well as the completeness of the body fossil record.

Ver também:

Janvier, P. & Clément, G. Muddy tetrapod origins, Nature 463, 40-41 (7 January 2010) | doi:10.1038/463040a

Dalton, R. Discovery pushes back date of first four-legged animal, Nature News, 6 January 2010 | doi:10.1038/news.2010.1

Yong, E. Fossil tracks push back the invasion of land by 18 million years, Not exactly rocket science, January 6, 2010

(por David Tyler)


Noticias nos media portugueses:

Primeiros animais de quatro patas podem ter aparecido 18 milhões de anos antes do que se pensava

Descobertas na Polónia as mais antigas pegadas de quadrúpedes

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Vídeo das Pegadas de Tetrápodes da Polónia

Quando é que os animais caminharam sobre a terra?

A Nature relata um novo estudo com origem na Polónia que coloca este evento para trás no tempo uns 20 milhões de anos forçando uma reavaliação dos pressupostos mais básicos que os paleontólogos construiram até agora.

Vejam o vídeo:


A Pegada de um Tetrápode:

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução