A religião naturalista está por todo lado e com grandes campanhas de evangelização, vejam mais uma musiquinha destes crentes darwinistas, para explicar porque as abelhas não vão para o céu:
Ainda dizem que darwinismo/naturalismo/ateísmo não são religiões...
Letra da música "Why Don’t Bees Go to Heaven?":
it seems to me the species Homo sapiens,
carries the chutzpah* gene
to think they are the purpose of the universe
when they only just arrived on the scene
what’s even worse, they bear a curse
of believing they’re the only form of life
to never die, and go on living
somewhere high up in the sky
so why don’t bees go to heaven?
and trees go to heaven?
amoeba, krill and fleas go to heaven?
it’s not surprisin’ that they’re not arisin’
‘cause man created god
this grain of sand upon an infinite beach
had been supporting life for trillions of spins
then along came humans, who started assumin’
that this was where it begins
so profoundly naïve, they began to believe
these primates were the only ones
to never die, and go on living
somewhere high up in the sky
so why don’t worms go to heaven?
and germs go to heaven?
spiders, snakes and sperms go to heaven?
it’s quite expected that they’re not resurrected
‘cause man created god
if man created Zeus, and the god of The Sun
if man created Shiva, and the god of Abraham
from all of life, why should the only one saved
be the species worst behaved?
well, that’s because
that same species, Homo sapiens
carries the chutzpah gene
to think they are the purpose of the universe
when they only just arrived on the scene
what’s even worse, they bear a curse
of believing they’re the only form of life
to never die, and go on living
somewhere high up in the sky
so why don’t whales go to heaven?
and snails go to heaven?
orang-utans and quail go to heaven?
they don’t think twice about paradise
because man created god
* chutzpah - audácia, impertinência, alguém que sem qualquer vergonha passou as marcas do comportamento aceitável
Mas que lógica tão chutzpah a dessa gente! ;)
quinta-feira, 18 de março de 2010
O Homem criou Deus ?
sexta-feira, 12 de março de 2010
Mais um artigo Peer-Reviewed favorável ao DI - Acabando com o Weasel de Dawkins
O programa "Weasel" é uma simulação de computador escrito por Richard Dawkins para demonstrar o poder das variações ao acaso e da selecção nos sistemas evolucionários naturais e artificiais.
Aqui fica um artigo cientifico favorável ao Design Inteligente que acaba com o programa "Weasel" de Richard Dawkins:
Winston Ewert, George Montañez, William A. Dembski, Robert J. Marks II, “Efficient Per Query Information Extraction from a Hamming Oracle,” Proceedings of the the 42nd Meeting of the Southeastern Symposium on System Theory, IEEE, University of Texas at Tyler, March 7-9, 2010, pp.290-297.
Abstract: Computer search often uses an oracle to determine the value of a proposed problem solution. Information is extracted from the oracle using repeated queries. Crafting a search algorithm to most efficiently extract this information is the job of the programmer. In many instances this is done using the programmer’s experience and knowledge of the problem being solved. For the Hamming oracle, we have the ability to assess the performance of various search algorithms using the currency of query count. Of the search procedures considered, blind search performs the worst. We show that evolutionary algorithms, although better than blind search, are a relatively inefficient method of information extraction. An algorithm methodically establishing and tracking the frequency of occurrence of alphabet characters performs even better. We also show that a search for the search for an optimal tree search, as suggested by our previous work, becomes computationally intensive.
O artigo completo pode ser lido aqui.
Veja também:
Publicações Cientificas Revistas por Pares que Apoiam o Design Inteligente
segunda-feira, 8 de março de 2010
Atlas Conciso das Borboletas do Mundo
O The Concise Atlas of Butterflies of the World (Atlas Conciso das Borboletas do Mundo) de Bernard D'Abrera é um livro cheio de fotografias espectaculares de borboletas. Bernard D'Abrera é um lepidopterista de renome mundial do British Museum (Natural History) em Londres.
Os capítulos iniciais são uma critica ao Darwinismo. Ele escreve:
“Qualquer pessoa que queira conseguir um diploma universitário de qualquer nível só tem que colocar no seu abstract (ou sinopse) a palavra ‘Evolução’ em justaposição ardilosa a palavras menos importantes tais como ‘Filogenética’, ‘Biologia Molecular’, ‘Genética’ ou ‘Biodiversidade’, e puff, vê-se subitamente abastecida de forma abundante com fundos para as suas pesquisas!”
“Algumas pessoas podem-se perguntar por que eu incluí os meus argumentos contra as diversas teorias da evolução das espécies numa obra tão popular como esta. Eu respondo que faço isso porque… aqueles que apoiam alguma ou todas essas teorias fazem-no incansavelmente e sem oposição em todo o veículo literário, visual e falado que existe — seja básico, popular ou exaltado. Eles tem o controle total de todas as publicações científicas ou livros impressos e não têm intenção nenhuma de ver a sua hegemonia ameaçada...”
“Nenhum investigador de campo que estuda os insectos, pode agora contemplar livremente as suas descobertas sobre a morfologia, biologia ou comportamento dos insectos, sem que a corrupção do darwinismo especulativo o force a colorir as suas conclusões. Esse investigador já não pode fazer observações directas e simples de factos objectivos sobre borboletas ou mariposas... Em vez disso, ele agora é levado, através de pressão da programação insidiosa pelos senhores feudais do establishment científico, a sujeitar tudo que ele observou objectivamente à tirania da especulação subjectiva e inútil sobre as borboletas e sobre as suas origens hipotéticas. Ele deve fazer isso por nenhuma outra razão que não seja a de ser capaz de obter o seu financiamento e conseguir o seu doutoramento ou alguma outra honra duvidosa de respeitabilidade mútua entre os seus pares. A parte realmente perigosa deste culto global pseudocientífico é que o nosso investigador foi, inconscientemente, levado a passar da liberdade intelectual da esfera legítima das hipóteses desinteressadas, para o beco sem saída do absolutismo totalitário do dogma que não se pode provar... Assim, os evolucionistas ficaram amarrados no cativeiro da sua própria teoria. Eles a postulam como sagradas escrituras e depois trabalham sem cessar para descobrir ‘evidências’ que se encaixem nela. Tais esforços tendenciosos só lançam o opróbrio de ‘invenção’ sobre as evidências assim recolhidas.”
O The Concise Atlas of Butterflies of the World está esgotado mas em alternativa está disponível no Amazon o World Butterflies, que é uma versão condensada daquele livro, do mesmo autor.
Comprar o livro?
domingo, 7 de março de 2010
Apresentação do III Simpósio "Darwinismo Hoje"
A realização da terceira edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem como justificativa a continuidade dos debates promovidos nas edições anteriores entre a visão evolucionista e a visão do Design Inteligente.
Desta feita, procura-se questionar se o Design Inteligente é de fato ciência ou se trata, em última análise, de ideologia religiosa. Paralelamente, aborda-se os últimos desenvolvimentos no campo darwinista, particularmente a chamada nova síntese evolutiva, anunciada para breve.
O objetivo do III Simpósio, à semelhança dos anteriores, é promover na Universidade uma visão ampla das questões relacionadas com a origem da vida, das espécies e da complexidade dos seres vivos, que leve em consideração os diversos olhares dos cientistas sobre estes assuntos cruciais, procurando manter o espírito da Academia como o local adequado para o debate, para o contraditório.
Sejam todos bem vindos ao III Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje”.
O evento realizar-se-á nos dias 26 a 29 de abril 2010, nos campi São Paulo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
As inscrições para participação estarão abertas a partir de 18/01/2010 até a data do Evento. Os participantes receberão certificados de participação.
Importância da Reunião no Cenário Científico/Tecnológico do País:
No rol de atividades de uma Universidade, eventos que reúnem pensadores, professores e pesquisadores que exploram as mais variadas temáticas são sempre vistos com naturalidade. Entretanto, alguns destes eventos, além de certamente contribuírem com a difusão de idéias, princípios e novos modelos nas diversas ciências, proporcionam a possibilidade de debates de assuntos ousados e muitas vezes, configurados como tabus.
Um desses assuntos versa sobre a discussão da Teoria da Evolução, de Charles Darwin, robustecida por outros cientistas que defendem o Evolucionismo, acerca da origem das espécies, e a Teoria Criacionista, defendida por outros cientistas e pelos Cristãos de uma maneira geral.
Diante dessa realidade, a Universidade Presbiteriana Mackenzie organizou por duas vezes, e se prepara para organizar pela terceira vez, um Simpósio Internacional que promove a discussão e debates sobre este assunto, polêmico e ousado, sem, contudo, manifestar-se de forma tendenciosa ou com proselitismo.
No cenário técnico científico, a liberdade de expressão, a liberdade de cátedra e a defesa de teses são prerrogativas da academia. Por isso a significativa contribuição que eventos de altíssimo nível, como estes simpósios, dão àqueles que trabalham com as respectivas temáticas, resulta em possibilidades de avanço nos estudos, bem como na divulgação dos resultados auferidos.
São muitas as manifestações e comentários registrados na mídia, assim como em outros meios de comunicação específicos da comunidade universitária. Segundo informações do Sr. José Augusto Pereira Brito, Gerência de Desenvolvimento de Informática, houve um aumento exponencial do número de acessos aos vídeos do Simpósio Darwinismo Hoje e até maio de 2009, o número de acessos foi aproximadamente 100.000.
Debates sobre temas tradicionalmente tidos como antagônicos levam, com certeza, a revisões de conceitos, atualizações e redefinições dos mesmos. E não são raras as situações em que, do antagonismo, se chega a modelos consensuais. O debate de idéias, aberto e imparcial, permite aos participantes e àqueles que o presenciam a reflexão e a defesa de teses, com argumentos capazes de se referendar ou até mesmo rejeitar uma teoria. Assim caminha e evolui a Ciência.
A realização da terceira edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem como justificativa a continuidade dos debates promovidos nas edições anteriores entre a visão evolucionista e a visão do Design Inteligente.
Palestrantes
Dr. Diogo Meyer (Evolucionista) - possui graduação em Biociencias pela Universidade de São Paulo (1991), mestrado em Biociencias pela Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em Integrative Biology, na University of California (2002). Atualmente é jovem pesquisador fapesp da Universidade de São Paulo, atuando principalmente nos seguintes temas: fiologeografia, genética de populações, evolução, especiação e evolução de genes HLA.
Dr. Henrique Paprocki (Evolucionista) - Possui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1993), mestrado em Entomologia pela Universidade de São Paulo (1997) e doutorado em Entomologia pela University of Minnesota (2007). Atualmente é professor assistente III da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, curador da coleção de Invertebrados do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas e consultor ambiental da área de entomologia. Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em Zoologia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: trichoptera, qualidade de água, indicadores biológicos.
Dr. Marcos Nogueira Eberlin (Design Inteligente). Graduação (1982), Mestrado (1984) e Doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS) e Internacional de Espectrometria de Massas (IMSS). Estuda a arquitetura química dos seres vivos, o que, objetivamente, significa, buscar explicações científicas para a origem da vida. Ele e sua equipe do Laboratório Thomson integram um projeto sobre a semelhança de organização das moléculas, a chamada homoquiralidade. A sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da química e da física e para ele, esse processo de separação dos aminoácidos e açúcares é a “assinatura química” que Deus deixou nos seres vivos.
Dr. Scott A. Minnich (Design Inteligente): Doutor em Biologia pela Iowa State University, pós-doutorado em Princeton. Atualmente é professor de microbiologia na Universidade de Idaho, Iowa. Defensor do Design Inteligente. Pertence a Sociedade Internacional para Complexidade, Informação e Design. Publica em várias revistas técnicas, incluindo Journal of Bacteriology, Molecular Microbiology, Journal of Molecular Biology, Proceedings of the National Academy of Sciences, Journal of Microbiological Método, Tecnologia Alimentar, e no Journal of Food Protection.
Dr. Stephen C. Meyer (Design Inteligente): Doutor em História e Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge (dissertação sobre a história da biologia da origem da vida e da metodologia das ciências históricas), tem graduação em Física e Geologia. Atualmente é professor no Whitworth College, Estados Unidos, e diretor do Center for Renewal of Science and Culture no Discovery Institute (Centro para Ciência e Cultura do Instituto Discovery em Seattle). É um dos principais porta-vozes do Design Inteligente. Após graduar-se em física e geologia, trabalhou como geofísico para a companhia Atlantic Richfield. É co-autor de dois livros sobre design inteligente e darwinismo, Darwinismo, Desenho e Educação Pública (Michigan State University Press) e da Ciência e Provas de Design no Universo (Inácio 2000). Também escreveu inúmeros artigos técnicos, bem como editoriais de revistas e jornais como o The Wall Street Journal, The Los Angeles Times, The Houston Chronicle, The Chicago Tribune, First Things e National Review.
Fonte: Universidade Mackenzie
sábado, 6 de março de 2010
Darwinius masillae (Ida) não era um ancestral humano
Já muito aqui se falou do Ida, o Darwinius masillae, um fóssil que foi o ano passado propalado pelos evolucionistas como uma grande descoberta para a evolução humana, com a generalidade dos meios de comunicação a entrarem na palhaçada em grande força, servindo os interesses da ideologia darwinista. Até o Google participou na desinformação celebrando o Ida com um Google Doodle do Darwinius masillae.
Lembro-me que naquela altura, face às semelhanças tão evidentes do fóssil com alguns animais vivos (os lémures), perguntei-me a mim mesmo se os "cientistas" que anunciaram o "grande fóssil" seriam sérios e se se teriam ao menos dado ao trabalho de comparar o esqueleto do fóssil com os esqueletos das várias espécies de lémures actuais. Os lémures actuais apresentam diversas características que os diferenciam entre si. Aquele fóssil poderia ser apenas mais um lémure, que poderia até existir ainda algures nas florestas de Madagascar, ou então ser de uma variedade que já se extinguiu e cujas características não podem por isso ser encontradas actualmente nos animais vivos. Mas nunca consegui ver no Darwinius nada que pudesse parecer transicional para a evolução humana.
Mas os evolucionistas fanáticos viram isso e muito mais.
O Ida torna-se assim num claro exemplo do desserviço que a ideologia darwinista é para a ciência e para a boa informação. Para quem ainda dúvida aqui fica mais um desmentido de que o Ida seria algum tipo de "elo perdido" como foi tão amplamente anunciado:Um fóssil que foi comemorado no ano passado como um possivel "elo perdido" entre os humanos e os primeiros primatas é na realidade um ancestral dos actuais lémures e dos lorinae, de acordo com dois artigos de cientistas da Universidade de Texas em Austin, da Universidade Duke e da Universidade de Chicago.
Num artigo agora disponível online no Journal of Human Evolution, quatro cientistas apresentam evidência de que o Darwinius masillae de 47 milhões de anos de idade não é um primata haplorhine como são os seres humanos e os macacos, como a pesquisa de 2009 reivindicava.
Eles também observaram que o artigo sobre o Darwinius publicado no ano passado na revista PLoS ONE ignora duas décadas de pesquisa publicada mostrando que fósseis semelhantes são na verdade Strepsirrhini, o grupo de primatas que inclui os lémures e lorinae.
"Muitas linhas de evidência indicam que o Darwinius não tem nada a ver com a evolução humana," diz Chris Kirk
Ler mais em ScienceDaily (Mar. 3, 2010)
É disto que a ideologia evolucionista é capaz, é isto que o fundamentalismo darwinista consegue produzir, e com o apoio, ao mesmo tempo cómico e triste, da grande maioria dos meios de comunicação, que se demitem de informar para em vez disso participar com toda a cumplicidade na trapaça e no engano.
Liberdade Académica sobre a Evolução no New York Times
Primeira Página do New York Times Destaca o Movimento para a Liberdade Académica sobre a Evolução, Aquecimento Global e Outras Questões da Ciência
O esforço para proteger a liberdade dos professores para realizarem discussões equilibradas sobre a evolução nas salas de aula, sobre o aquecimento global e outras questões científicas é destaque na primeira página de hoje do New York Times. O artigo, "Darwin Foes Add Warming to Targets", contém os erros habituais e deturpações que se esperam da parte dos mídia estabelecidos. Mas sejam deturpações ou não, o artigo numa coisa está certo: revela como o público e os políticos estão cada vez mais insatisfeitos com a tentativa da comunidade científica para se desviar da ciência para apoiar várias agendas ideológicas, quer se trate de ateísmo científico de Richard Dawkins ou de alguns esforços alarmistas sobre o aquecimento global para nos levar de volta à Idade da Pedra. As pessoas querem uma verdadeira educação sobre temas científicos, e isso inclui a possibilidade de estudar todas as evidências, e não apenas alguns pontos de dados escolhidos de forma selectiva pelo seu valor de propaganda.
Claro que o artigo do Times alinha na papagaiada do refrão padrão de que não há críticas científicas legítimas a coisas tais como a evolução darwiniana ou o aquecimento global. Digam isso para os mais de 800 cientistas doutorados que assinaram a declaração de dissidência de Darwin, ou a qualquer um que tenha lido os emails do "ClimateGate".
É uma medida da obtusidade do Times que um artigo que discute as preocupações sobre o ensino de uma face apenas do aquecimento global nem sequer se dignou a mencionar a avalanche de revelações de má conduta de cientistas alarmistas do aquecimento global. O lema do The Times, "All the news that's fit to print", assumiu um novo significado: Ocultar ao público todas as "verdades inconvenientes" que possam perturbar o establishment ideológico. Felizmente, o Times e o resto dos mídia já não são as vias de conhecimento para o que a maioria das pessoas aprendem sobre o mundo.
Se você quiser apoiar o direito dos professores a apresentarem todas as evidências científicas, considere assinar a Petição para a Liberdade Académica ou a conhecer o nosso modelo sobre a legislação sobre a liberdade académica.
(por John West)
Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Este blog trata da Teoria do Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução






