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sábado, 22 de setembro de 2007

Design Inteligente - Dover - Juiz Fantoche ?


O "Discovery Institute" divulgou um estudo revelando que a secção chave da decisão judicial no caso do Design Inteligente de Dover, publicada em 20 de Dezembro de 2006, foi copiada praticamente palavra por palavra de um documento escrito pelos advogados da ACLU.

Deixo aqui o estudo comparativo do Discovery Institute.

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"O Juiz John Jones copiou literalmente ou praticamente palavra por palavra 90.9 % da sua secção de 6004 palavras, sobre se o Design Inteligente é ciência, da proposta da ACLU 'Findings of Fact and Conclusions of Law' que lhe foi remetido aproximadamente um mês antes da sua decisão", disse o Dr. John West, Vice Presidente para a 'Public Policy and Legal Affairs' no Centro para a Ciência e Cultura da Disvcovery Institute.

"Ironicamente, O Juiz Jones tem sido aclamado como 'um grande pensador' pela sua decisão 'de mestre', e foi mesmo prestigiado pela revista Time como uma das 'personalidades mais influentes' do mundo na categoria de 'cientistas e pensadores'" disse West. "Mas a análise de Jones acerca do estatuto cientifico do Design Inteligente não contem praticamente nada escrito pelo próprio Jones. Esta descoberta abala seriamente a credibilidade da parte central da da análise do juiz."

Para ver a fonte destes textos clique aqui.

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Juiz Jones, orador num Congresso Cientifico

Porque está o Sr. Juiz Jones como orador de plenário num encontro cientifico de um Grande Congresso de Botânica e Biologia de Plantas, a realizar em 2007 ?

Vejam só:
http://www.botanyconference.org/ScientificMeeting/index.php

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Caso Dover - um ano depois


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Um ano depois de Dover, o debate cientifico em torno de Darwin está mais vigoroso do que nunca

Faz hoje um ano, O Juiz John E. Jones emitiu a sua deliberação de 139 páginas denunciando o Design Inteligente no caso Kitzmiller v. Dover. Naquela altura, a posição do Juiz foi aclamada pelos defensores da teoria de Darwin como o 'golpe de misericórdia' contra o Design Inteligente e contra o cepticismo cientifico à teoria de Darwin.

Que diferença faz um ano.

Um ano depois de Dover, os Darwinistas parecem cada vez mais desiludidos e irritados, descobriu-se que a parte central da decisão "brilhante" do Juiz Jones está pejada de erros e foi copiada quase palavra por palavra da ACLU, um laboratório foi instalado para os cientistas desenvolverem investigação ciêntifica inspirada no Design Inteligente, e os estados e localidades continuam a adoptar politicas públicas para encorajar os estudantes a estudar a evidência ciêntifica a favor e contra a teoria de Darwin. Ao mesmo tempo, o estereotipo de que todos os criticos da teoria de Darwin são zelotas com motivações religiosas, enquanto todos os defensores da teoria são especialistas desapaixonados que são neutrais em relação à religião, começou a implodir.

Aqui ficam os principais desenvolvimentos do ano que passou, na minha maneira de ver:
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1 - O crescente sentimento de derrota entre Darwinistas. Os Darwinistas gostam de dizer que criticar Darwin é o mesmo que dizer que a terra é plana. Porém da última vez que verifiquei, os cientistas não estavam a gastar todo o seu tempo nos seus periódicos cientificos e nos seus encontros profissionais tentando refutar a ideia da terra plana. [...]

2 - O crescente desafio dentro da Ciência ao Neo-Darwinismo. Algumas semanas antes do inicio do julgamento de Dover do ano passado, cerca de 400 cientistas doutorados assinaram a declaração "Dissidentes de Darwin" do 'Discovery Institute' expressando cepticismo em relação à parte central do Neo-Darwinismo. Um ano após a decisão de Dover, o número de cientistas doutorados assinantes da declaração aproxima-se dos 700. [...]

3 - A Implosão do Julgamento de Kitzmiller pelo Juiz Jones. Um ano depois de Dover, a opinião do Juiz Jones quanto a Kitzmiller já teve dias melhores. O livro 'Traipsing into Evolution' documenta os muitos erros de factos e análises da opinião de Jones assim como a sua falta de competência para decidir se o inteligente design é ciência, e o recente estudo, meu e de David DeWolf, revela como a 'brilhante' análise de Jones acerca se o inteligente design é ciência não rerepresentava o seu próprio trabalho mas foi copiada (com erros e tudo) praticamente palavra por palavra do texto que lhe foi passado pelos advogados da ACLU. [...]

4 - A Perseguição dos Criticos de Darwin. Continuam-se a acumular evidências de que lideres Darwinistas estão a tentar ganhar o debate da teoria de Darwin através de intimidação e atormentação em vez de argumentos racionais e discussão aberta. A semana passada um relatório devastador de investigadors do congresso documentando a perseguição do biólogo evolucionista Richard Sternberg na Smithsonian é só o mais recente exemplo do esforço de suprimir legitimos dissidentes da teoria de Darwin. [...]

5 - Continuam os Esforços de Politicas Públicas para "Ensinar a Controvérsia" e Promover a Liberdade Academica. É verdade que nos meses iniciais depois da decisão de Dover, os Darwinistas foram capazes de usar o julgamento para incentivar o Ohio State Board of Education a repelir o seu plano de lições de ciência excelente e exemplar que apenas promovia uma análise critica acerca da evolução. Contudo nos meses subsequentes, tornou-se evidente que o julgamento de Dover tinha tido um impacto decrescente nas polticas públicas de debates acerca da evolução. [...]

6 - O Debate acerca de Darwin Globaliza-se. Os Darwinistas frequentemente insistem que o debate em torno da teoria de Darwin limita-se aos Estados Unidos, mas recentes surgimentos do debate na Inglaterra, Japão, e em vários países Europeus refutam essa alegação, assim como a refutam o crescente numero de cientistas internacionais que assinaram a declaração "Dissidentes de Darwin".

7 - A Guerra Darwinista contra a Religião. Por vários anos o Centro Nacional de Educação tentou convencer os lideres Darwinistas para controlar a sua retórica anti-religiosa e cultivar a ideia de que a teoria de Darwin de evolução não guiada é perfeitamente compativel com o monoteismo tradicional. Mas este outono estrategias de relações públicas têm-se revelado em livros como o 'The God Delusion' de Richard Dawkins e em conclaves como o encontro de cientistas no Salk Institute em Novembro, que foi inundado por expressões de ódio e desprezo para com a religião. [...]

http://www.evolutionnews.org/2006/12/a_year_after_dover_the_scienti.html#more

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Juiz foi longe demais...

Uma nota do jornal de "Rutgers of Law & Religion" concorda que o Juiz Jones levou o braço judicial longe demais quando ele decidiu sobre a questão de se o DI é ciência. Observando que o juiz Jones concluiu corretamente que os membros dos Quadros Escolares de Dover tinham motivações religiosas, De seguida Philip A. Italiano explica que o juiz deveria ter parado aí a sua análise e não a ter estendido para questões mais amplas sobre a definição da ciência. Italiano reconhece que os fatos de Kitzmiller não apresentaram o caso apropriado para se decidir se o DI é ciência.

Italiano expôe assim algumas das mesmas procupações expressas pelo acadêmico anti-DI Jay legal Wexler, de que a decisão de Kitzmiller pode ser "perigosa" para o processo científico.

Italiano conclui que o design inteligente progredirá como uma ciência não obstante o que juiz Jones tenha decidido, dizendo que "apesar do Distrito Médio de Pensilvânia ter ferido a teoria do design inteligente, os seus proponentes continuarão a defender a sua validade científica." (Italiano, pg 44). O que Italiano diz é que um tribunal não pode mudar os dados científicos, e a pesquisa científica do design inteligente continua o seu progresso, não obstante a alegação do juiz Jones de que nada disto é ciência.

http://org.law.rutgers.edu/publications/law-religion/articles/Italiano.pdf


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução