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sábado, 29 de setembro de 2007

os ENGENHEIROS e o DI

Porque estão tantos engenheiros interessados na teoria do design inteligente ?

A origem de uma nova estrutura, de uma máquina em miniatura, ou de um sistema de processamento de informação, ou de um circuito, é um problema de engenharia. Frequentemente as pessoas criticam o movimento do design inteligente por termos nos nossos numeros tantos proeminentes professores de engenharia. Mas nós não pedimos desculpas por isso, porque os engenheiros são precisamente os cientistas quesabem o que é preciso para o design das coisas, para construir coisas. E a questão das origens é essencialmente uma questão de engenharia. Como é que estes sistemas ficaram construidos? E quando se tem tantos professores de engenharia de alto nivel - em mecânicas, eléctricas ou em engenharia de software - dizendo, eu penso que estamos a olhar para sistemas que claramente mostram evidência de design, penso que os Darwinistas têm um sério problema. Se eles não conseguem persuadir essas pessoas, de que o mecanismo de variação e selecção é capaz de produzir esses sistemas, penso que essa teoria do século IXX está em sérios problemas.
Stephen C. Meyer

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O software da vida

Há quem o adore e quem o odeie, mas ele diz assim:

"O DNA é como um programa de computador, mas muito, muito mais avançado do que qualquer software que alguma vez tenhamos criado."

Bill Gates

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Uma nova abordagem para a biologia
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"Sistemas biológicos é geralmente um termo definido, mas a principal ideia é de que a biologia é uma ciência da informação, com os genes como uma espécie de código digital. Açém disso, enquanto muita da biologia molecular tem envolvido estudar um simples gene ou proteina em profundidade, os sistemas biológicos olham para o todo, como todos os genes e proteinas interagem. Por fim o objectivo é desenvolver modelos computacionaisque possam predizer o comportamento das células ou dos organismos, tal como a Boeing pode simular como um avião irá voar antes de ser construído.

Mas tal tarefa requer que os biólogos formem equipas com cientistas de sistemas computacionais, engenheiros, fisicos e matemáticos. Mas a estrutura das universidades torna isso dificil."


Dr. Leroy Hood
A investigação do Dr. Hood tem-se centrado no estudo da imunologia molecular, biotecnologia, e genoma.
Vários prémios:
2003 Lemelson-MIT Prize for Invention and Innovation
2002 Kyoto Prize
1987 Lasker Award



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Termodinâmica

"Os principios de termodinâmica mesmo em sistemas abertos não permite que seja alcançada uma nova função usando niveis de energia livre aumentados sem nova maquinaria. E novas máquinas não surgem apenas por simplesmente adicionar energia a máquinas existentes.

E esta tese é falseável. Se alguém pegasse numa máquina quimica existente e produzisse uma máquina quimica diferente que não estivesse lá antes (tanto como uma sub parte ou codificada na forma latente para isso no DNA) então este argumento teria sido falseado."


Andy McIntosh

Engenheiro quimico e Professor (o mais alto nivel de hierarquia do ensino/investigação no Reino Unido) de Termodinâmica e Teoria da Combustão na Universidade de Leeds e autor de mais de 100 artigos de investigação. A investigação do Prof. McIntosh inclui biomimetics aonde os mecanismos naturais são estudados com a finalidade de serem usados em aplicações de engenharia.

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Sensores de CO2 - maravilhas de engenharia natural
A borboleta Manduca sexta, usa sensores de CO2 para avaliar a quantidade de nectar que irá obter das flores da Datura wrightii. As abelhas de mel usam sensores de CO2 para avaliar a qualidade do ar nas suas colmeias: se estiver demasiado alto, elas ventilam como resposta. Não é ainda claro o porquê das moscas Drosophila precisarem de sensores de CO2, mas elas os têm e novas investigações revelaram a arquitectura dos seus sensores.
Dois receptores genéticos estão envolvidos: Gr21a e Gr63a. Ambos são precisos para que o sensor funcione, e eles são apenas sensiveis ao CO2. "O cenário mais simples é que os dois receptores formam um complexo que atrai o CO2. É possivel, contudo, que outras moléculas sejam também necessárias." Num ensaio chamado News & Views, Rachel Wilson escreve: "Considerando-os como minusculos sensores quimicos, estes neuronios são maravilhas da engenharia natural."
Há uma distinção importante que se tem que fazer entre a engenharia que se encontra no mundo natural e a engenharia que é resultado de processos naturais (leis e acaso). Ter dois neuronios complexos ali presentes para captar o CO2, e depois ter o resto dos circuitos para comunicar o seu sinal para o cérebro do insecto, mostra todos os sinais de informação complexa especifica (que noutros contextos é associada com o design inteligente).
Esta investigação parece ter um grande potencial para a malária, porque sabe-se que os mosquitos usam o CO2 da respiração animal como um estimulo para se aproximarem. "Se esta nova perspectiva molecular permitir projectar novos repelentes para mosquitos, isso pode ter um impacto da maior impotância na saúde global." É curioso que a publicação cientifica permita que o 'design' seja invocado para eliminar um ou dois dos neuronios relevantes, mas não para a origem desses neuronios em primeiro lugar.


Dois receptores quimico-sensoriais juntos intervêm na detecção do dioxido de carbono
Walton Jones, P. Cayirlioglu, e L. Vosshall
Nature 445, 4/1/2007


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Porque são necessários engenheiros para fazer "biologia sintética" ?

Esta é uma das 6 histórias genéticas de destaque de 2006, da Discover.
Estas pessoas não só estão a fazer investigação no âmbito do design inteligente - elas são engenheiros!

O design inteligente tornou-se uma realidade cientifica este ano com o relatório de que investigadores fizeram por encomenda um micróbio salvavidas - um que ajuda a produzir uma droga mais do que necessária contra a malaria. O feito é uma das primeiras aplicações concretas da biologia sintética, um campo emergente em que os cientistas reorganizam os componentes da vida celular por forma a obterem precisamente os resultados à medida do que pretendem.

Dispondo juntos os genes de três espécies diferentes, o engenheiro quimico Jay Keasling da Universidade da California em Berkeley transformou um caminho metabólico no fermento que permite o microbio engenhado produzir o precursor da artemisinina, um composto usado para tratar a malária. Artemisinina é normalmente retirada das folhas de uma planta doce chamada abrótano, mas é cara e dificil de extrair em grandes quantidades. Uma forma mais barata de a produzir pode salvar muitas vidas, pois pelo menos 1 milhão de pessoas morre de malaria todos os anos. "Nós fizemo todos os esforços para produzir esta droga," diz Keasling. As etapas restantes necessárias para fabricá-la, diz, podem ser conseguidas usando a barata quimica sintética padrão.

Em agosto o National Science Foundation sustentou a promessa da biologia sintética com uma concessão de $16 milhões para promover o estabelecimento do Centro de Investigação da Engenharia Biológica Sintética (SynBERC), uma colaboração entre instituições como a universidade de Harvard, o MIT, a universidade de Califórnia em San Francisco, e a universidade de Califórnia em Berkeley. Os projetos do interesse incluem criar as drogas que combatem o HIV, as bactérias que procuram e invadem as células cancerosas, e fontes biológicas da energia renovável. Num projeto separado, Craig Venter do Instituto do J. Craig Venter em Rockville, Maryland, está tentando syintetizar uma bactéria com o genoma mínimo necessitado para viver.

Alguns investigadores na comunidade científica expressaram o alarme, contudo, relativamente ao progresso rápido num campo que poderia conduzir a um método simples para produzir microorganismos patogenicos artificiais, resistentes a drogas, ou tipos novos de armas biológicas. A SynBERC não só instalou um sistema open-source para partilhar seqüências de DNA e componentes básicos da biologia sintética, mas também os segmentos de DNA sintético podem agora ser requisitados pela Internet a um custo relativamente baixo. Isto já tem permitido aos cientistas obter o poliovirus e ressuscitar o vírus mortal da gripe de 1918. "A síntese do DNA leva-o da informação genetica, que está amplamente disponível, ao material genetico," explica Drew Endy, um professor assistente da engenharia biológica no MIT. Em maio os cientistas encontraram-se para discutir o mau emprego potencial de técnicas biológicas avançadas da engenharia. Produziram um esboço de linhas orientativas para a indústria - incluindo a perspectiva das vendas do DNA sintético - mas nenhum regulamento está atualmente formalizado.


(Fonte)

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Biocomputação

"Há uma revisão de livro interessante no Guardian. Abaixo está um breve excerto. O livro é sobre biocomputação. Cada vez mais parece que toda a biologia interessante é na verdade uma forma de engenharia. Se eu alguma vez me tornasse o presidente de uma universidade, eu dissolveria o departamento de biologia e dividiria a faculdade em dois departamentos novos: aqueles que sabem engenharia e que sabem como ela se aplica aos sistemas biológicos, seriam atribuídos ao novo 'Departamento da Engenharia Biológica'; o resto, e aqui incluiria os evolucionistas, seriam consignados ao novo 'Departamento da Apreciação da Natureza' (Darwin não se via a ele próprio como um naturalista?)."
William Dembski


Excerto da revisão do livro "Genesis Machines: The New Science of Biocomputing":

O livro fascinante de Amos mostra como tal manipulação em miniaturas é uma etapa no caminho para a "matéria verdadeiramente programável". O sonho dos investigadores de um robô "médico" microscópico que viaje pelo sua corrente sanguinea ao primeiro sinal da doença e dispense drogas. Mas não será um submarino encolhido por um raio miniaturizador, como na Viagem Fantástica; definitivamente não será eletrônico. Para quê reinventar a roda? As "máquinas" da natureza contêm já os componentes que nós necessitamos. "Os autores de ficção científica contam histórias de "micro-robots"- dispositivos incrivelmente minúsculos que podem ir vagueando com a sua própria energia, detetando seu ambiente, falando uns com os outros e destruindo invasores," observa Amos. "Tais dispositivos já existem, mas nós conhecemo-los melhor com o nome de bactérias."

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Engenharia Reversa

A engenharia reversa tem uma relação particularmente próxima com as premissas teóricas do Design Inteligente. A engenharia reversa tem também uma relação particularmente próxima com a biologia molecular. Isto é assim porque a célula viva está repleta de máquinas moleculares que desempenham várias tarefas com objectivos bem definidos. Ao mesmo tempo, estas máquinas, estas biomáquinas, são feitas de aminoacidos e proteinas, que são produzidas directamente a partir do código de informação contido no DNA. Isto torna a célula, as suas partes individuais, e os meios internos de produção, altamente investigáveis pela engenharia reversa, que historicamente é um método de arquitectura/engenharia/estrutural de estudar máquinas e estruturas feitas pelo homem.

(Fonte)

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A Engenharia e a Inteligência

Eu tenho projectado sistemas tais como satelites por mais de 20 anos. Uma das lições que eu aprendi é que os sistemas complexos requerem uma quantidade imensa de inteligência para serem projetados. Eu tenho visto muita complexidade irredutivel na engenharia. Eu também tenho visto órgãos na natureza que apresentam complexidade irredutivel. Num órgão irredutivelmente complexo diversas peças têm que existir em simultaneo para que o sistema possa funcionar de forma útil, assim não pode ter evoluído, pouco a pouco, ao longo do tempo.


Stuart Burgess
, professor no departamento da engenharia mecânica da universidade de Bristol

"The Independent", 9 de Fevereiro de 2007

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Departamento de Engenharia Biológica do MIT

Aqui fica o modo como o MIT descreve o seu departamento de engenharia biológica. Será que a investigação aqui se encaixa melhor no Design Inteligente ou no Darwinismo ?

A Engenharia Biológica [EB] foi fundada em 1998 como uma nova unidade académica departmental do MIT, com a missão de definir e de estabelecer uma nova disciplina que faça a fusão das ciências de vida molecular com a engenharia. O objetivo da nossa disciplina de engenharia biológica, Curso 20, é o avanço fundamental na compreensão de como os sistemas biológicos operam, e desenvolver tecnologias eficazes baseadas na biologia para aplicações através de um largo espectro de necessidades sociais incluindo descobertas no diagnóstico, no tratamento, e na prevenção da doença, no projeto de novos materiais, dispositivos, e processos, e para promover a saúde ambiental. Os programas educacionais inovativos criados pela EB refletem esta ênfase em integrar as biociencias moleculares e celulares com uma abordagem quantitativa, de análise e sintese de engenharia de sistemas, oferecendo oportunidades ao nível do diploma SB em Engenharia Biológica, e ao nível graduado para o Ph.D. em Engenharia Biológica (com ênfase em Biociencias aplicadas ou em Bioengenharia).

MIT = Massachusetts Institute of Technology
(Fonte)


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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução