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domingo, 2 de março de 2008

Reexaminando a Teoria de Darwin como Dogma

Em ciência, as teorias são quase constantemente testadas e debatidas. Por muito estranho que possa parecer, há cientistas que ainda estão a investigar a gravidade. Mas isso não é tão absurdo quanto se possa pensar. Embora ninguém duvide que massa atraí massa, e que as maçãs caem para baixo e não para cima, os cientistas ainda estão a discutir a natureza das leis físicas subjacentes e as partículas fundamentais que provocam a atracção gravitacional.

Há sempre cientistas curiosos sobre um aspecto ou outro de qualquer teoria que está sob escrutínio, e dessa forma eles a desafiam. Não há nada de errado nisso; na verdade, é da própria natureza da ciência desafiar coisas.

Darwin FaceExcepto no que diz respeito ao neodarwinismo. Neste caso, espera-se que os cientistas se calem, não façam perguntas, não desafiem nada. Isso não é ciência. Nem mesmo é o que Darwin imaginou para a ciência.


Darwin escreveu:


Um resultado justo apenas pode ser obtido relatando e pesando inteiramente os factos e argumentos de ambos os lados de cada questão


Parece que o próprio Darwin teria ficado profundamente desapontado com o que nestes dias é considerada uma ponderação justa da evidência. Na Flórida houve recentemente um vigoroso debate sobre a forma de como a evolução deveria ser ensinada. Os darwinistas dogmáticos estão insistindo que a evolução darwiniana seja apresentada sem qualquer tipo de análise crítica, como se estivesse 100% acima de descrédito, como se ela fosse uma lei natural que não tenha deixado dúvidas. Isso pode ser a forma como eles querem que ela seja apresentada, mas está bem longe da verdade.

A revista Wired reportou que:

As resoluções foram padronizadas após a resolução do condado de St. Johns, que pede para “ensinar os pontos científicos fortes e fracos da teoria em vez de se ensinar a evolução como um facto dogmático.”

Os críticos dizem que a linguagem da resolução é criacionismo disfarçado — tanto no sentido bíblico estrito, como na mais moderna versão do “design inteligente” que apoia o uso da metodologia científica para provar a intervenção divina.


Deixemos de lado esta asserção ridiculamente falsa de que os proponentes do DI estão a tentar usar a metodologia científica para provar a intervenção divina. O que aqui é perturbador é o esforço de rotular novamente qualquer questionamento à teoria de Darwin como sendo o mesmo que o criacionismo. Que conveniente. A corte suprema já decidiu que o criacionismo não é permitido nas salas de aulas, de modo que os darwinistas passaram simplesmente a rotular qualquer questionamento ou desafio à sua teoria-de-estimação como sendo criacionismo.

Isto não é bem uma táctica nova. A auto-proclamada bióloga evolucionista Patricia Princehouse já a adoptou em 2005/06. Mais recentemente, no Texas, tornou-se uma prática o afirmar constantemente que qualquer crítica à evolução é o mesmo que advogar o design inteligente.

Isso seria provavelmente uma novidade para o grande número de cientistas (muitos deles são evolucionistas) que questionam algumas partes da evolução darwinista.

(por Robert Crowther)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução