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terça-feira, 25 de setembro de 2007

"Há fortes indicios de design inteligente"

Stuart Burgess é professor de design e da natureza no departamento da engenharia mecânica da universidade de Bristol. Argumenta que o design inteligente é tão válido como conceito científico como a evolução.

A filosofia científica atual excluí completamente a possibilidade de um criador estar envolvido. Mas não há nenhuma justificação científica para fazer uma suposição tão drástica. A ciência deve sempre praticada de espirito aberto.

Newton, Kelvin, Faraday e Pascal não tiveram nenhum problema com um criador e com o design. Não há nenhuma razão para que um cientista moderno não possa tomar as mesmas posições que estes cientistas eminentes. Há trezentos anos atrás, havia tanto suporte à ideia de um design que a vida poderia ser difícil para quem fosse ateu. Agora o oposto é verdadeiro; a vida pode ser difícil se você mostrar a mais ligeira simpatia para com o design inteligente.

A evolução não pode ser tomada como um fato da ciência por causa das ambigüidades nas evidências. O registro fossil pode ser evidência a favor e contra a evolução por causa das descontinuidades existentes. As similaridades no código do DNA podem ser tanto evidência para um designer como para a evolução. O mais significativo, é que ao longo de 60 anos os cientistas não conseguiram reproduzir a geração espontânea da vida.

Eu tenho projectado sistemas tais como satelites por mais de 20 anos. Uma das lições que eu aprendi é que os sistemas complexos requerem uma quantidade imensa de inteligência para serem projetados. Eu tenho visto muita complexidade irredutivel na engenharia. Eu também tenho visto órgãos na natureza que apresentam complexidade irredutivel. Num órgão irredutivelmente complexo diversas peças têm que existir em simultaneo para que o sistema possa funcionar de forma útil, assim não pode ter evoluído, pouco a pouco, ao longo do tempo.

A articulação do joelho dos mamiferos é um órgão que se mostra irredutivel. Todos têm uma ligação de quatro barras no seu joelho. Os engenheiros sabem que para que este trabalhe, é necessário que todas as quatro barras estejam presentes. Cada vez que nós andamos, nós estamos usando mecanismos irredutiveis. Os evolucionistas não conseguiram explicar como a articulação do joelho evoluiu passo por passo. Nós não podemos provar que um ser inteligente o projectou, mas actualmente também ninguém pode provar que evoluiu.

Há uma diferença real entre o design inteligente e o criacionismo. O Criacionismo é sobre quem é o desenhador e porque criou o mundo.

Por esta razão, eu penso que o criacionismo não deve ser ensinado nas lições de ciência. Mas a questão do design inteligente é completamente diferente. O design inteligente apenas se dedica à questão de saber se um projectista inteligente é necessário para que a vida pudesse ter sido possivel. A possibilidade de um projectista deve ser mencionada, contudo brevemente.

Eu posso compreender que algumas pessoas estejam preocupadas com as implicações da existência de um criador, mas não é ciêntifico excluir algo apenas porque não se gosta das implicações.

"The Independent", 9 de Fevereiro de 2007
http://education.independent.co.uk/higher/article2246761.ece

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução