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segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Cientista ataca de novo a evolução

O livro novo de Behe, The Edge of Evolution, fornece alguns pontos fortes, associados a um argumento engenhoso. A chave para determinar os poderes reais da evolução Darwinista, diz Behe, encontra-se nos micróbios que se reproduzem rapidamente. Alguns, tais como a malária, o HIV, e o E. coli, reproduzem-se tão rapidamente que dentro de algumas décadas, ou no máximo alguns milénios, eles geram tantas mutações como geraria um animal maior, de reprodução, lenta em milhões de anos. Observando até aonde estas criaturas evoluíram nos últimos tempos, nós podemos estimar os limites criativos das mutações aleatórias.

Behe merece mais. O The Edge of Evolution coloca uma questão séria e quantitativa aos limites da evolução Darwinista. A biologia evolucionista não pode ignorá-la de forma honesta.


The Philadelphia Inquirer, 19 de Agosto de 2007


Comprar o livro?

      
Ao comprar o The Edge of Evolution: The Search for the Limits of Darwinism...



2 comentário:

Andrea Cristo disse...

Este livro parece interessante!
Parabéns pelo seu blog.

Luidi disse...

Acho que é o primeiro blog "biológico" que entro. E os cientistas sempre trabalhando e fazendo novas descobertas!

Achei muito legal o mapa lá do pé da página, no estilo Google Earth!

abraço!





A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.