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sábado, 12 de janeiro de 2008

Predições falhadas de Darwin, Parte 3

O papel da selecção natural na evolução é controverso entre os cientistas

Mariposas evolução, mothsComforme destacado na introdução do documentário da PBS, a PBS afirma que os dados apoiam “inequivocamente” o ponto de vista de que “a evolução acontece através da selecção natural”. Nesta afirmação dogmática, a PBS falha novamente em definir claramente a “evolução”. Se por “evolução”, a PBS quer dizer que nós podemos observar mudanças de pequena escala dentro das espécies, então ninguém duvida que a selecção natural desempenha aí um papel. Mas na verdade, muitos cientistas têm questionado se a selecção natural agindo sobre mutações aleatórias seria suficiente para gerar novas espécies ou novas características biológicas complexas. Como questiona o cientista evolucionista Robert L. Carroll:
“Podem as mudanças em caracteristicas individuais, como a freqüência relativa de genes para cor clara e escura das asas das mariposas que se adaptam à poluição industrial, simplesmente ao serem multiplicadas ao longo do tempo, explicar a origem das mariposas e borboletas de entre os insetos, a origem dos insetos a partir de artrópodes primitivos, ou a origem dos artrópodes a partir de organismos multicelulares primitivos? Como é que nós podemos explicar a evolução gradual de estruturas completamente novas, como as asas dos morcegos, das aves, e das borboletas, quando a função de uma asa parcialmente evoluída é quase impossível de se conceber?"1

A eminente bióloga Lynn Margulis, que se opõe ao Design Inteligente, também critica o mecanismo padrão darwinista ao declarar que “a afirmação darwinista de explicar toda a evolução é uma meia-verdade popular cuja falta de poder explicativo é compensado somente pela ferocidade religiosa de sua retórica" 2. Ela ainda salienta que “as novas mutações não criam novas espécies; elas criam descendentes que são debilitados.” 3

Stanley Salthe, autor de um livro didático de biologia evolutiva, proclama, “Eu me tornei um apóstata da teoria darwinista e a descrevi como sendo parte do mito de origem modernista” 4. O filósofo evolucionista Jerry Fodor escreveu recentemente que “num tempo em que a teoria da selecção natural se tornou um artigo de cultura pop, ela se depara com o que pode ser o desafio mais sério que já teve até aqui” 5. Phil Skell, membro da "National Academy of Sciences" também questiona a utilidade explanatória da selecção natural:
“A selecção natural faz os humanos egoístas e agressivos — excepto quando os faz altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que avidamente espalham sua semente — excepto quando ela prefere homens que são protectores e provedores fiéis. Quando uma explicação é tão flexível que pode explicar qualquer comportamento, é difícil testá-la experimentalmente, muito menos usá-la como um catalisador para a descoberta científica. A evolução darwinista —quaisquer que sejam as suas outras virtudes— não fornece uma heurística frutífera em biologia experimental” 6

Na verdade, mais de 700 cientistas doutorados assinaram uma declaração pública proclamando que confirmam que: “Nós somos céticos em relação às afirmações de que as mutações aleatórias e a selecção natural podem ser responsáveis pela complexidade da vida.” 7. Ainda assim, a PBS, apresenta a selecção natural como sendo o mecanismo de evolução “inequivocamente” aceite. É claro que existem vozes científicas de peso que divergem do ponto de vista Darwinista. Infelizmente, estas vozes são deixadas de fora da discussão sobre a evolução da PBS, que permanece assim unilateral.

Citações:

1. Robert Carroll, Patterns and Processes of Vertebrate Evolution, página 9 (Cambridge University Press, 1997).

2. Lynn Margulis & Dorion Sagan, Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species, página 29 (Basic Books, 2003).

3. Lynn Margulis citada no Darry Madden, "UMass Scientist to Lead Debate on Evolutionary Theory," Brattleboro (Vt.) Reformer (Fev 3, 2006).

4. Stanley Salthe , citado no “40 Texas scientists join growing national list of scientists skeptical of Darwin,” do Discoveri Institute, em 5 de SeTembro de 2003. Disponivel aqui .

5. Jerry Fodor, "Why Pigs Don’t Have Wings," London Review of Books (18 de Outubro de 2007) aqui .

6. Philip S. Skell, "Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology," The Scientist (29 de Agosto de 2005), disponivel aqui .

7. Vide "A Scientific Dissent from Darwinism," aqui .

[Nota do Editor: Este é o slide 3 de uma série de 14 slides disponiveis em JudgingPBS.com, um novo website que mostra as "Predições de Darwin que falharam", em resposta ao material online do documentário da PBS-NOVA chamado "Dia do Juízo: Design Inteligente no banco dos réus"]

(por Casey Luskin)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução