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domingo, 24 de fevereiro de 2008

A revista Wired faz Inferência de Design Biológico

logotipo do IDEAOs darwinistas dizem-nos frequentemente que o design não pode ser detectado na biologia. Mas um artigo intitulado "Wired Science Reveals Secret Codes in Craig Venter's Artificial Genoma" relata que "O Wired Science descobriu, depois de cuidadosas investigações, mensagens secretas contidas em 'marcas-de-água' que foram incorporadas no primeiro genoma bacteriano fabricado pelo homem, anunciado na semana passada pelo J. Craig Venter Institute". No jargão bioquímico, a cada aminoácido é atribuída uma letra. Assim, pode-se codificar sequências de aminoácidos que efectivamente soletram palavras. (O logótipo do IDEA fez isto desde 1999 utilizando uma cadeia de 4 aminoácidos que soletram "I.D.E.A.") Estas são as palavras que os 'detectives' do Wired descobriram nas parte do genoma bacteriano 'fabricadas-pelo-homem' (as palavras incorporadas descrevem alguns colaboradores do Projecto):

VENTERINSTITVTE

CRAIGVENTER

HAMSMITH

CINDIANDCLYDE

GLASSANDCLYDE

O que vemos aqui são complexas sequências que correspondem a um padrão específico que pode ser obtido de forma independente dessas sequências - o que é característico do design.

Se Richard Dawkins trabalhasse para o Wired, será que ele assumiria que a "[b]iologia é o estudo de coisas complicadas que dão a aparência de terem sido projectadas com um determinado propósito" e excluiria a possibilidade de estas "marcas-de-água" terem sido projectadas? Mas se adoptarmos a abordagem de Stephen C. Meyer de que,"em todos os casos em que se sabe a origem causal do 'conteúdo altamente informativo', a experiência tem demonstrado que o design inteligente desempenhou um papel causal", então podemos fazer uma correcta inferência de design.

Isto é semelhante à situação hipotética que eu apresentei recentemente:

A integração da biologia na nano-tecnologia humana levanta um cenário hipotético interessante: E se um dia a nano-tecnologia humana se tornar tão sofisticada que ela possa ser integrada no DNA de um organismo, e tornar-se parte dos sistemas auto-replicantes dos organismos vivos? (Isto seria semelhante ao Borg, da famosa Star Trek) Em seguida, suponhamos que os seres humanos morrem todos, mas mais tarde cientistas alienígenas descobrem nano-biotecnologia concebida por humanos que existe livremente dentro dos organismos vivos que ainda restam na Terra. É claro que esses sistemas nano-biotecnológicos não evoluíram, foram concebidos. Deveriam esses cientistas alienígenas ser impedidos de fazer uma inferência de design?

Parece que o dia em que poderiamos detectar design inteligente humano na biologia chegou muito mais cedo do que se esperava. Mas e se também houver outras fontes de design inteligente na biologia?

(por Casey Luskin)

Ver também o post "Aulas de Biologia do MIT - lendo nas entrelinhas 4"

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução