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sábado, 11 de dezembro de 2010

Behe e os limites da evolução

Michael Behe, o autor muito odiado do The Edge of Evolution esteve recentemente em digressão, na Grã-Bretanha.

Ultimamente a maior heresia de Behe foi detalhar o que o darwinismo pode e o que não pode fazer, tal como mostram as experiências e as evidências. Por alguma razão, este homem tem problemas em reabilitar a mágica e chamar-lhe evolução darwiniana - mas é mesmo assim que são os hereges.

Parece que ele não ficou sem resposta, e não apenas das "taças de arroz" de Darwin. Aqui está um programa de rádio com um darwinista cristão britânico, Keith Fox. Clique aqui para ter acesso ao mp3 do podcast e aqui para Itunes.

Algumas palavras:
Foi um choque para as pessoas do século XIX, quando descobriram, a partir de observações que a ciência tinha feito, que muitas características do mundo biológico poderiam ser atribuídas ao elegante princípio da selecção natural. - Michael Behe

É um choque para nós no século XX, descobrir, a partir de observações que a ciência tem feito, que os mecanismos fundamentais da vida não podem ser atribuídas à selecção natural e, portanto, foram projectados. Mas temos de lidar com o nosso choque da melhor maneira possível e seguir em frente. - Michael Behe
Leia mais aqui.

(por O'Leary)

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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução